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História Moans Next Door - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Minha vez de exagerar


Passei o dia seguinte inteirinho na cama com o Jihoon. 

Rimos, comemos besteira, dormimos, transamos, foi perfeito. Existe amor à primeira foda? Porque eu acho que tô apaixonado. 

Ele é bonito, engraçado, tem um emprego legal e é um baita de um gostoso.


Eu já tava planejando nossa vida juntos quando ele se levantou da cama e procurou a roupa dele pra vestir, pela primeira vez desde ontem. 


- Nãooo, fica mais! - Puxei a mão dele, tentando fazer ele cair na cama novamente, mas ele riu e conseguiu se soltar antes disso.


- Eu preciso ir pra casa, Soonyoung. - Ele disse já se vestindo. Tô triste. - Preciso de roupas.


- Tem roupas aquiii. - Levantei e o abracei por trás, dando beijinhos no pescoço branco já muito marcado por mim. 


- Soonyoung, eu moro na casa do lado. Não é como se fossemos ficar um ano sem nos ver. E você pode ir dormir comigo, se quiser! - Soltei um gritinho animado e o virei de frente para mim, distribuindo beijos por todo o seu rosto. 


Deixei ele ir com a promessa de que iria dormir na casa dele essa noite. 

Não preciso nem dizer o quanto eu estou iludido né?

Ele nunca passa o dia com os xodós dele e muito menos os vê dois dias seguidos. Aliás, ele nunca vai até a casa deles, é sempre o contrário.

Caralho, eu sou muito especial. Já tô pronto pra dizer sim no altar.


[...]


- Oi, mozão. - Já chego logo assim né, pra ele ver minhas intenções. 


Jihoon riu e me deu espaço para entrar na casa dele. Passei os olhos pelo corpo dele, já com uma camisa larga e um short de pijama, prontinho para dormir.


- Oi Soony, só não quebra nada, tá bom? - Ele riu debochado e eu dei um sorrisinho amarelo. Mãos coladas no corpo, Soonyoung, vamos evitar desastres.


Subimos de mãos dadas até o quarto dele. Jihoon se enfiou embaixo das cobertas, deixando apenas os olhinhos de fora, uma fofura. Tirei minha camisa, ficando apenas com a calça de moletom e me enfiei nas cobertas junto com ele. 

Me deitei de lado olhando para ele e ergui a mão para deslizar a ponta dos dedos em seu rosto. Contornei as sobrancelhas, passando pela pálpebra, o nariz perfeito, as maçãs fofinhas do seu rosto, seu maxilar até chegar em seu queixo. Depositei um selar carinhoso e longo em seus lábios e fixei meu olhar no dele. 


Naquele olhar eu queria transmitir tudo que o meu coração estava me dizendo, tudo que eu sentia por ele. Jihoon levou a mão até a minha e depositou um beijinho rápido nas costas dela. Nos encaramos por alguns minutos até que eu não consegui me aguentar e selei nossos lábios novamente, mas dessa vez buscando um beijo mais profundo.

Desci minha mão pela lateral do seu corpo até a sua bunda redondinha e perfeita, apertando aquela carne macia com força, arrancando um gemidinho dele.


Soltei um gritinho em surpresa quando Jihoon me empurrou para deitar de costas na cama e se deitou sobre mim rapidamente, abrigado entre as minhas pernas. Suas mãos apertaram minhas coxas com força, sorrindo de uma forma bem safada. Esse homem ainda vai me matar.


- Hoje é você que vai ser meu, Soony. - Eu não entendi até que seu quadril se projetou contra o meu. Arregalei meus olhos, oi? - Sei que você está curioso para saber porque de o Seokmin gemer daquele jeito quando está comigo. 


Se eu estava curioso? Estava.

Se eu estava apavorado? Estava também. 

A verdade é que eu não fui passivo muitas vezes, e quando eu fui, não foi tão legal assim. Particularmente eu prefiro muito mais foder a outra pessoa do que ser fodido. 

Porém, todo e qualquer questionamento interno que eu estava tendo sumiu quando eu senti a ereção do Jihoon pressionada contra a minha bunda. Só o fato de eu saber que ele querer me foder deixa ele tão excitado assim já me deixa mais do que disposto a dar pra ele aqui e agora.


- Sou todo seu. - Disse para ele quando vi que seus olhos buscavam os meus em um sinal de aprovação, e quando conseguiu ele deu um sorriso grande e brilhante. 


Jihoon se inclinou sobre mim e começa a depositar pequenos beijos em meu pescoço, causando arrepios bem gostosinhos. Lambeu e sugou meu mamilo, me arrancando um suspiro, enquanto sua mão descia espalmada pelo meu abdômen, adentrando na calça de moletom que eu usava.

Soltou uma risada gostosa ao perceber que eu não vestia cueca. Eu quis facilitar o processo, sabe. Ele segurou meu pau, passando o polegar pesadamente pela fenda da glande, fazendo com que eu desse um gemido sôfrego.


- Vira, Soonyoung. Agora. - Jihoon disse com a voz autoritária, que me fez tremer um pouco. Obedeci rapidamente, olhando para ele por cima do ombro enquanto deitava de bruços.


Meu vizinho segurou meu quadril, me fazendo empiná-lo. Levou as mãos para o cós do meu moletom e o puxou para baixo, revelando minha bundinha avantajada, escorregou a peça por minhas pernas, passando as unhas por minha pele até retirá-la. Agora eu estava nu, com a bunda para o ar.

Jihoon segurou minhas nádegas com as duas mãos, apertando-as com força, distribuiu algumas mordidas e chupões pelas mesmas. Ele tirou uma das mãos da minha bunda e levou dois dedos até a minha boca, entendi o recado, lambendo e chupando aqueles dedos como se fosse um pau, provocando um sorriso safado do outro. 

Quando se deu por satisfeito, Jihoon levou os dedos babados até a minha entrada, me fazendo congelar. Meus divertidamente estavam em pânico.


Ele massageou carinhosamente o local antes de colocar um dedo dentro de mim. Foi uma sensação um pouco desconfortável, mas que logo desapareceu com os movimentos lentos e circulares que ele fazia. 

Inseriu mais um dedo e eu prendi a respiração por um momento, mas novamente os movimentos precisos dos seus dedos dentro de mim faziam com que a dor fosse ínfima.

Quando colocou mais um dedo Jihoon não foi mais tão lento e atencioso assim, aumentando a velocidade dos movimentos, fodendo minha entrada com seus dígitos. 

Vou admitir que não estava ruim e estava até bem gostosinho, tanto que me rendeu alguns gemidos baixinhos que eu abafei no travesseiro. 


- Eu quero te ouvir, Soonyoung. Quanto mais alto você gemer, mais eu vou te recompensar. - Jihoon disse perto do meu ouvido. - Se você não gemer, vai ficar sem gozar. 


Ouvir o tom de voz safado e autoritário dele me fez arrepiar inteiro. Caralho, ele é muito gostoso. 

Assenti com a cabeça, deixando de abafar meus gemidos no travesseiro e os projetando no quarto, ainda meio tímidos. 

Jihoon mordeu novamente minha nádega e tirou seus dedos de dentro de mim. 


- Não tir… PUTA MERDA! - Eu xinguei alto porque senti a língua quente e úmida de Jihoon circulando a minha entrada. 


Seus dedos apertavam e cravavam as unhas em minhas nádegas a fim de separá-las para que ele pudesse ter um maior acesso ao local. 

A língua dele penetrou o lugar que seus dedos já alargaram e eu juro que vi estrelas. 

Gemi alto quando ele praticamente me fodeu com a língua, parando vez ou outra para dar um chupão ou lamber o local. 

Eu poderia gozar só com isso.


Mas Jihoon não me deixaria gozar tão fácil e tão rápido. Ele abandonou o que estava fazendo, e eu gemi em reprovação, esticou-se para pegar algo na cabeceira. 

Senti novamente seu dedo me penetrando, dessa vez com o gelado do lubrificante. Ele colocou a camisinha e espalhou mais algum lubrificante sobre ela antes de encostar a cabecinha em minha entrada. 

E o desgraçado só ficou lá parado. 


- Vai, Jihoon! - Pedi em um tom sôfrego.


- O que você quer, Soony? - Jihoon se fez de desentendido enquanto dava um tapa em minha bunda. 


Eu estava tentando não entrar no jogo dele, e provavelmente ele percebeu. Jihoon esfregou seu pau na minha área sensível, me fazendo rebolar inconscientemente. Ah, pro inferno com tudo.


- Me fode, Jihoon. - Disse baixinho.


- O que? Eu não entendi, fale mais alto. - Ele deu outro tapa na minha bunda. 


- ME FODE! - Acho que meu tom impaciente foi divertido pra ele, porque ele riu, babaca. 


Ele foi bonzinho dessa vez e se encaixou em mim, forçando a entrada dentro de mim. Jihoon foi bem paciente, se afundando bem lentamente. Doía para um inferno, meus olhos estavam fechados com força e alguns suspiros sôfregos e falhados saíam de mim aqui e ali.

Para ajudar a me distrair, Jihoon levou uma mão ao meu pau, estimulando num ritmo gostosinho, e funcionou. 

Soltou um gemido alto quando já estava por completo dentro de mim, meu interior apertando ele deveria ser bem prazeroso. 

Respirei fundo para tentar relaxar e ele só ficou paradinho ali, atento aos meus movimentos e expressões. 


Após um tempinho eu assenti para ele, em um pedido mudo para que continuasse. Jihoon começou a entrar e sair de dentro de mim devagar, enquanto ainda bombeava meu pau. Aos poucos o prazer foi se igualando à dor e eu precisava de mais.

Projetei meu quadril contra ele, em busca de mais contato, e recebi um tapa na bunda, me fazendo soltar um gemido. 


Seus movimentos foram aumentando gradativamente, assim como o volume dos meus gemidos. 

Logo ele já estava estocando rapidamente em meu interior e tudo que eu fazia era gemer e apertar o cobertor entre os meus dedos, em busca de algo para descarregar meu prazer. 


Jihoon havia parado de me masturbar para que eu não chegasse lá ainda e o carinho que ele estava tendo comigo desapareceu quando suas estocadas ficaram mais fortes e profundas. 

Ele subiu uma mão por minhas costas, arranhando a minha pele e me fazendo arqueá-la. Seus dedos adentraram em meu cabelo e seguraram, possibilitando que ele puxasse os fios e me fizesse levantar o tronco, ficando de joelhos na cama com seu peito colado às minhas costas.


Ele era um pouco menor do que eu, mas isso não atrapalhou em nada. 

Enquanto me penetrava com força e rapidez, Jihoon mordia meu ombro, pescoço e costas. Suas mãos segurando minha cintura, me puxando contra ele.


Segurei na cabeceira da cama para obter algum apoio e arrisquei rebolar, o que foi muito bem recebido pelo outro, já que ele gemeu alto em meu ouvido.


- Você quer rebolar, Soonyoung? - Ele sussurrou no meu ouvido e eu assenti, mordendo o lábio inferior. - Então vou deixar você rebolar. 


Jihoon saiu de dentro de mim e se sentou na cama ao meu lado, com as costas na cabeceira. Bateu as mãos sobre as coxas para que eu fosse até o colo dele, e foi o que eu fiz, mas quando estava me abaixando para ficarmos de frente um para o outro ele segurou minha cintura e me virou, fazendo com que eu ficasse de costas para ele.

Soltei uma risada e obedeci. Enquanto Jihoon segurava o próprio pau, fui sentando e sentindo ele me preencher novamente, mais fundo e mais gostoso do que antes. 


Comecei a me mover devagar, apoiando as mãos em suas coxas a frente de mim. Eu sentia o seu olhar cravado na minha bunda, assim como suas mãos estavam, não querendo perder nenhum movimento meu. Então vou mostrar a que vim, não é? 

Rebolei e quiquei em seu pau, direcionando-o para o meu ponto mais sensível e soltando gritinhos de prazer sempre que conseguia atingí-lo. 


Levei a mão para o meu pau pulsante e me masturbei enquanto me movia. Jihoon segurou minha cintura no ar e começou a estocar com força, me fazendo delirar e ver estrelas.

Meu corpo começou a tremer inteiro e se arrepiar com o orgasmo que vinha de forma avassaladora. 

Gozei forte, apertando os olhos e gemendo seu nome. 

Jihoon aumentou a velocidade dos seus movimentos e logo o senti se tencionar embaixo de mim e soltar um gemido alto e rouco, denunciando seu orgasmo iminente. 


Ele deu um tapinha na minha bunda para que eu me levantasse, e eu o fiz, me jogando ao seu lado, totalmente ofegante. 

Jihoon levantou da cama e esticou seu corpo, eu poderia olhar para ele assim nu por um dia inteirinho. Estendeu a mão para mim, eu gemi manhoso, mas me levantei mesmo assim, indo tomar um banho junto com ele. 


Não é que esse negócio de ser passivo pro Jihoon é bom mesmo? 



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