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História Mobster love - Thiam (EM HIATUS) - Capítulo 9


Escrita por: Sharman--

Notas do Autor


Heyy amores, tudo bem com vocês?
Espero que sim.
Bom, incialmente obrigado por todos os comentários de apoio, e por todos os favoritos, de verdade... amo vocês ❣💞

Trouxe mais um capítulo nesse sábado para vocês...

Façam uma excelente leitura e perdoem os erros.

Capítulo 9 - Dating mobsters!


Fanfic / Fanfiction Mobster love - Thiam (EM HIATUS) - Capítulo 9 - Dating mobsters!



Dating mobsters (Namorando mafiosos)


 

   Nove e quinze da noite. Esse é o horário de agora, e nesse exato momento, a casa da qual tinha somente eu e Theo, tem mais quatro pessoas. E estas são as mesmas capangas das quais eu dei uma panelada na cabeça para fugir, e outros dois homens aleatórios.


– Elas precisavam mesmo vir? – Questionei. Theo estava no mesmo quarto que eu após tomar um banho, estava apenas com uma toalha enrolada na cintura e tem um olhar curioso no rosto.


– De quem está falando, anjinho? – Ergue seu olhar para mim.

– Da Ada e Indira. – Aponto meu polegar para porta. – É que... eu meio que agredi elas também.


Theo abre um sorriso divertido no rosto.


– Vou me juntar à elas e me vingar de você. – agarra minha cintura, depositando um selinho em meus lábios. – Hashtag prendam o agressor. – Ele agora gargalha se afastando ao receber um tapa no peito nu.


– Babaca! – Resmungo com uma carranca no rosto.


Ele se aproxima novamente. Vejo que no mesmo local onde bati em seu peito, estava absurdamente vermelho


– Aí desculpa... – Enruguei a testa ao ver aquela vermelhidão.


Theo sorri bobo.


– Não desculpo, você me agride toda vez.– finge estar chateado.


– É você quem me tira do sério. – Dou de ombros, me aproximando do closet.



Theo escora seu ombro na madeira sofisticada do closet bem organizado e razoavelmente grande.


– O que foi? – Pergunto ao notar seu olhar admirador.


– É a primeira vez que usa o closet que organizei pra você, no terceiro dia em que estamos aqui. – Diz de braços cruzados e um sorriso apaixonado no rosto.


Catei de lá uma blusa de moletom preta com mangas que quase cobriam minhas mãos, e um shorts jeans também da cor preta, que era quase invisível por conta da blusa, deixando minhas coxas nuas. Nos pés, uma botinha de cano curto foi o suficiente para me satisfazer.


– Me pergunto como você sabia do meus gostos. – O lanço um olhar fulminante, antes de vestir aquelas roupas. A resposta era óbvia: ele era um stalkear. Mas de qualquer forma, fiquei feliz por ele compreender alguns gostos por peças... femininas que eu tenho.



Ahh... isso não é importante. – Explica, desviando o assunto.


É claro que não é importante você contar que me stalkeou, mas tudo bem... se serve de consolo, eu passo pano.


Será que Ada e Indira guardaram mágoas pela panelada? – Faço cara de dor esperando uma resposta.

– Talvez. – Sorri ladino, se aproximando. – Mas relaxa, elas não vão tocar em você, pequeno.


É, eu sei. Eu me garanto. – Digo convencido. – Aliás, tem panelas aqui também.


Theo sorri fazendo que não com a cabeça.


– E armas. – Sussurra ao pé do ouvido. – E é por isso que não vão tocar em você.



Theo caminha até o outro lado do closet após deixar um selinho no canto da minha boca. Pega uma camisa preta simples que combinava com aquela correntinha dourada em seu pescoço, dando um charme extra ao seu corpo bem definido. Tira também uma calça jeans que fica um pouco colada em suas coxas.



Ele vem em minha direção, parando para me dar outro selinho antes de seguir para o outro lado. Onde lá tira uma arma guardada em um canto isolado no meio das roupas dele.


– Precisa mesmo disso? – Questiono ao vê-lo guardar no cós de sua calça. – É que... é a Lydia...


Theo suspira caminhando em minha direção novamente, parando quase que colado ao meu corpo.


– Eu sei, e não é por ela que estou levando. – Larga algumas bitoquinhas em minha bochecha, notando minha preocupação e parando com elas. – Ei... eu só quero garantir que fique seguro, ok?


Theo sabia que eu não gostava da quantidade de pessoas que ele estava disposto à matar apenas para me proteger. Mas talvez isso seja a única coisa que ele faria, mesmo que eu não gostasse, para me proteger.



– Tudo bem... – Digo saindo do seu abraço, indo em direção a porta antes de ouvir um suspiro dele.


Ambos descemos os degraus da casa sem falar nada. Theo continuou descendo e já eu, parei no último degrau, encarando Ada e Indira.


As duas retribuiram com um olhar fulminante, logo sendo repreendidas pela sobrancelha arqueada de Theo.


– Você deve ser o famoso Liam. – Um garoto com sardinhas delicadas no nariz se aproxima, esticando uma de suas mãos que inicialmente, tive receio em segurar.


Theo encara aquilo com um olhar irritado, mas tenta ao máximo não demonstrar seus ciúmes.


– E você é? – Aperto uma de suas mãos, sentindo a firmeza com que ele segura. Theo obviamente não gostou nadinha disso.


– Nolan, sou o primo do Theo. – Explica, sorrindo de canto.



Ótimo, é aquele do qual imaginei ser um garoto qualquer que Theo sussurrava ao telefone. Uma ótima lembrança.


– E se não largar ele, vai ser o meu primo morto. – Sorri divertido. Nolan larga de imediato nossas mãos.


Bom, até que não foi tão ruim assim. Eu tinha quase a certeza de que precisaria usar uma das panelas de novo.


Minhas pernas arrepiaram com o sereno gelado da noite. Confesso que apesar de doloroso, amo o frio.


– Meu amorzinho, já voltamos ok? – Acariciei os pelos dourados de Speeky antes de beijá-lo na testa e entrar no carro.


Ele foi um grande companheiro nesses últimos dias, principalmente quando Theo tinha que sair para fazer algumas compras ou resolver algum assunto da máfia.


– Então são cinco capangas para Lydia e Stiles? – franzi o cenho ao notar que aquilo não era muito justo.


Theo entra no carro, colocando o cinto antes que pudesse dizer algo.


– Não meu anjinho, são cinco capangas para garantir que você não tenha um arranhão nessas coxas lindas. – Ele explica, dando uma mordida na minha coxa esquerda.


– Ei, sou eu quem agride nessa relação! – O repreendo.


– Agredir é uma palavra muito fraca. Você me espanca! – Franze o cenho.


Quanto drama.


– Que nada, apenas um tapinha ou outro, não seja dramático. – Reviro os olhos.


– Uhum, olhe isso. – Puxa a manga da sua camiseta, mostrando marcas de arranhões recém feitas em seu ombro. – Seu agressivo.


– Agradeça que foi apenas um arranhão, Ada e Indira receberam uma panelada na testa. – Encaro o retrovisor, percebendo que às duas garotas estavam dirigindo logo atrás.


Theo sorri


– Elas pediram um aumento, sabia? Depois que às chamei para garantir sua segurança de novo... – Explica.


Confesso que não pude segurar, isso acabou arrancando uma risada deliciosa minha.


– Por causa de uma panelada? Sério?! – Questiono ainda rindo. Por algum motivo, isso se tornou tão hilário. – Que fracotas, são as capangas do mafioso mais perigoso de Beacon Hills e pedem um aumento por causa de uma panelada na testa.


Faço que não com a cabeça e Theo me encara enquanto dirige.


– É porque elas sabem que não podem tocar em você... é só por isso que pediram um aumento, caso contrário, estaria morto agora.


Meu sorriso se fecha no mesmo instante, de repente, toda a graça havia acabado.


Ele desvia seu olhar para estrada novamente ao perceber que estragou aquele momento. E com o objetivo de não ficar um clima desagradável no carro, aumentei o som do rádio, onde lá estava tocando uma das minhas músicas favoritas. Ghost Town.


Não hesitei em girar aquele botão sem moderação.


O loiro ao meu lado se assustou quando o refrão mais parecia estourar o som do carro com aquele grave.


Seus dedos se direcioram até o mesmo botão, o girando para o lado contrário.


Dei um tapa fraco em sua mão, o repreendendo e o encarando de cenho franzido.


– Desculpa. – Sussurra, aumentando novamente a música.


Encarei a janela mais uma vez. Sorrindo bobo ao pensar... Theo estava em minhas mãos. Pela primeira vez eu realmente me dei conta do que isso significa: que o mafioso mais perigoso e poderoso de Beacon Hills está na palma da minha mão, e que iniciou uma guerra contra outro mafioso poderoso simplesmente porquê ele havia me "desrespeitado".



É claro que, ainda havia a questão dos meus pais entenderem tudo isso... o que obviamente não acabará bem. E também a Lydia, talvez ela entenda, já que também abre as pernas para um mafioso.


Acabei rindo ao pensar dessa forma.


– O que foi? – Pergunta.

Levo minhas mãos cobertas pela manga da blusa até a boca e seguro minha risada.

– Nada.

Ele faz que não com a cabeça.

– Você é doidinho mesmo. Ri sozinho, completamente... do nada. – Diz.


– Ah cala boca. – Empurro seu ombro, arrancando uma risada rouca de Theo.


Meu doidinho. – Espalha a palma da sua mão sobre a minha coxa, acariciando a mesma de uma forma delicada.



Não demora muito para chegarmos. A placa de aviso sobre a reserva de Beacon Hills já tinha sido ultrapassada e agora o carro de marca e extremamente confortável de Theo nem balança nos buracos desproporcionais da floresta.


– É aquela? – Questiono ao encarar a única casa com luz no meio daquela escuridão.


O lugar era mais afundo da floresta, construída bem próxima a beirada de um penhasco. De lá a lua cheia era facilmente visível, e uma linda árvore solitária dava um encanto especial ao local com suas folhas caídas.


– É sim. Mas deixe que eles vão primeiro.



Os capangas param o carro em um lugar qualquer à alguns passos de distância, e apontam suas armas para a porta quando veem uma garota ruiva e um garoto aparecerem na entrada, com às mãos erguidas.


– É a Lydia, mande abaixarem essas malditas armas! – Peço. Ouvindo um suspiro receoso como resposta.


– Abaixem! – Ordena após sair do carro.


Sigo seus passos. Retiro aquele cinto de forma apressada e paro em pé do lado de fora do carro. Encarando Lydia nas sombras, confirmo que é ela ao notar seus cabelos ruivos, visíveis até mesmo na escuridão.


Sem pensar duas vezes, a ruiva corre em minha direção ao ver que era eu quem estava parado ao lado do carro. Nesse mesmo instante, todos os capangas de Theo apontam as armas para Lydia.



– Eu mandei vocês abaixarem isso! – Theo repreende, com raiva.


Lydia me agarrou com força, me espremendo em seu abraço cada vez mais.


– Seu idiota! Eu senti saudades! – Ela murmura com voz de choro, sendo um pouco abafada por estar falando contra meu moletom.

– Também senti. – Retribuo o abraço. Percebendo que Stiles e Theo se encaravam de modo aterrorizante, parecendo que a qualquer momento, às coisas poderiam explodir.



– Você continua tendo esse cheiro de maçã verde... – Ela nota, inspirando o ar com mais profundidade.


– É meu hidratante, sua boba, eu não cheiro a maçã verde. – Começo a rir, arrancando uma risada da ruiva também.


Não demora para que a ruiva direcione seu olhar raivoso e frio até Theo. Que Como resposta, a ignora.


– O que ele fez com você? – Questiona. Agora atraindo a atenção dele.


– Nada. Eu juro. Bom... nada de ruim pelo menos. – Sorrio ao dizer, mas Lydia permanece inerte quanto à isso.


Ela volta seus lumes para mim outra vez. – Isso está estranho, você não me parece uma vítima de sequestro. – Franze o cenho.


– Lydia... – respiro fundo. – eu e Theo... – ergue sua sobrancelha, atenta a cada palavra que viria a seguir. – Estamos... j-juntos.


Lydia enruga sua testa, tentando digerir o que acabara de ouvir. – V-você e... e-ele... v-vocês dois? – Aponta para mim com o dedo, e em seguida para Theo, várias vezes. – Ok, tudo isso agora faz sentido.


Ela mantém um olhar arregalado ao se direcionar ao loiro de olhos verdes. E com receio, caminha até ele com as mãos inquietas.


– O-obrigada p-por c-cuidar do Li. – Diz engolindo o seco. Sorri bobo ao ver sua postura trêmula diante de Theo. Claramente eu toda vez que ele tira a camisa.


Theo a encara de maneira fria, ainda mantendo sua guarda alta para Stiles, que aos poucos, se aproxima. – Sempre cuidarei dele. – é tudo o que diz.



É até engraçado como ele é diferente com outras pessoas. Comigo ele é carinhoso, atencioso, cuidadoso e extremamente fofo. Além de irritante, é claro. Mas com os outros, principalmente com seus adversários, sua postura é fria e seu olhar é um tanto quanto intimidador


– Stiles... – Aceno de leve, recebendo outro como resposta.


– Theo. – Diz com as mãos no bolso.

– Stiles. – Responde.


– Agora que já sabe que isso não é uma armadilha, e que não pretendo fazer mal nenhum ao Li, podemos conversar? – Sugere de maneira calma e precisa.


– É claro. – Diz. – Li, se importa se eu for e deixar você com a Lydia alguns minutos? Ada e Indira vão acompanhar você a todo instante. – Questiona, e logo recebe um aceno positivo de ambas as capangas.


Infelizmente, agora não tem panelas.


– Tudo bem. Ficarei bem com a Lydia, e elas... – As encaro de relance.


Stiles fez o mesmo. Antes de ir, ordenou para que dois de seus capangas fossem com Lydia para onde ela quiser, e a protegessem.



A ruiva me encara com um sorriso divertido no rosto.


Ambos fomos para aquela árvore cujo antes de chegar eu admirei. Ela é ainda mais encantadora de perto. Com exceção daquele vento congelante que arrepiavam minhas pernas, a noite estava perfeita, e a lua não poderia estar mais bonita.

– Você e Theo... confesso que fiquei surpresa – Ela sorri, de braços cruzados.


– É, eu também fiquei, acredite! – Ponho minhas mãos nos bolsos traseiros do shorts.


E antes que mais algo fosse dito, encaro Ada e Indira.


– Se contarem algo dessa conversa para o Theo, não vai ser um panela que eu vou dar na testa de vocês, entenderam? – Às provoco, recebendo um aceno positivo com a cabeça.


– Você deu uma panelada na testa delas? – Lydia também às encara, incrédula. – Liam, coitadas!


– Em minha defesa, eu estava tentando fugir. – Lydia gargalha ao ouvir minha resposta. Sem entender, começo a rir também.


– Isso é muito surreal. Nós dois namorando com mafiosos. E agora estamos aqui, esperando eles chegarem a algum acordo para que essa guerra acabe... – Suspira fundo.


– Uma guerra por minha causa, devo esclarecer. – Encaro as folhas caídas no chão, sentindo todo meu peso ser distribuído pelas pontas dos pés.


Lydia me olha desentendida. – Theo iniciou uma guerra contra Scott por sua causa?


– Sim. – Respondo simples. – Você não sabia disso?


Ela nega.


– Caramba, ele deve amar você de verdade, pra fazer tudo isso... – Diz.  – Me lembro como se fosse ontem você naquela lanchonete me julgando por namorar com a mão direita de um dos mafiosos mais perigosos de Beacon Hills... agora olha você, namorando o pior deles.



Sorri bobo. Agora eu percebo o quão hipócrita fui, mas minha mente é tomada por outro pensamento agora:


E é aí que a ficha cai. Um flashback retorna em minha mente sobre hoje mais cedo: Eu te amo, Li.


– É, ele ama sim. – Sorrio fraco. – E eu acho que também amo ele. – Respondo como se fosse pra mim.


– Eu até julgaria você por amar o seu sequestrador. Mas sabemos que não é bem assim... – Retribui o sorriso. – Pelo que me contou ele não fez mal nenhum à você, pelo contrário, lutou por você e até iniciou uma guerra por você. Se eu estivesse na sua situação, também amaria ele... até porque, ele é um gato, né?!


Meu sorriso se estende por alguns segundos. Mas logo desaparece ao raciocinar direito. – Ei! –  A empurro com o ombro. – Talarica.

– Ah cala boca, você sabe que não foi nessa intenção que eu quis dizer. – Revira os olhos.


– Acha que vão chegar à algum acordo? – Questiono de braços cruzados e as pernas coladas umas nas outras. Ainda arrepiado.


– Acho sim. Eles se conhecem a muito tempo, e precisam um do outro para manter Beacon Hills de pé. Bom, na verdade, Scott precisa. – Explica.


– Qual é a desse Scott hein? – Franzi meu cenho. – Ele tem praticamente tudo, pra que roubar do Theo? Aqueles milhões de dólares não vão passar batidos... Theo é muito vingativo, ainda mais quando se trata de...


– Você. – Ela completa. – E sim, não vão passar batidos, pelo que sei esse acordo envolve metade daquele valor... a outra metade vai para Stiles, já que esse novo acordo também inclui a liderança ser passada para ele. – Ela sorri ladina.


Fiquei surpreso.


– Caramba! Você tá sabendo até demais sobre esse mundo. – Enrugo a testa.


– E você também vai, acredite... dominaremos o submundo de Beacon Hills juntos algum dia. – Ela brinca, sorrindo.


De certo modo, isso não é tão impossível assim.


Se esse acordo der certo e Stiles subir a liderança da segunda máfia mais poderosa de Beacon Hills, já vamos estar dominando. – Penso em voz alta. E logo ambos gargalhamos com a loucura que é tudo isso.


Senti saudades, Lydia.





Notas Finais


Bom, não teve nada demais nesse capítulo também... confesso que vai ser uma surpresa até pra mim o rumo que essa história vai seguir, porém, acho que vocês vão gostar.


Comentem please ❣ isso além de me ajudar, me motiva muito a continuar.

Beijos.


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