História Modern Royalty (Malec) - Capítulo 13


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Asmodeus, Catarina Loss, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lilith, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Simon Lewis
Tags Malec, Malec Longfic
Visualizações 586
Palavras 1.467
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde, bolinhos. 💖

Se você respira e me lê, eu imploro que preste atenção nas notas finais, obrigada. ❤️

Enjoye. ✨

Capítulo 13 - Now, just now


Fanfic / Fanfiction Modern Royalty (Malec) - Capítulo 13 - Now, just now

And I know I'll never 

Be the same without you

Don't let this moment slip away

Drive. Glades. 

 

Paris, França. 

2017

Elas se foram, no entanto, eles escolheram ficar. O sol já se fazia presente, e assistiram juntos o nascer do novo dia, aquele maravilhoso silêncio confortável retornando a eles. Não se olharam, e desejou apenas sorrir do rubor nas bochechas de Magnus, era algo de extrema raridade.

 

 

— Sua noiva é lésbica... — iniciou Magnus, quebrando o silêncio — Uau.

 

— É... — sussurrou — Uau.

 

Olhando-lhe, Magnus parecia o rapaz de sempre. Os cabelos negros e teimosos caiam na testa dele, e os olhos esverdeados analisava-lhe com ternura tal que fazia-lhe sentir que seus ossos estavam tornando-se pó. Suspirando de forma audível, Magnus tornou a encarar a paisagem, então, tomou tempo em admirar a outra paisagem. A paisagem que era formada tão lindamente que nem os maiores artistas que na terra pisaram conseguiriam transmitir a grandeza daquele momento. O príncipe de Alicante, com os cabelos ao vento, e a pele brilhando ao sol. Magnus era lindo, não apenas por fora. Não era nem um pouco difícil ama-lo.

 

— Por que apenas não disse-me, Alexander? — perguntou-lhe Magnus, em uma voz tão rouca e sóbria, que acendia-lhe — Por que apenas não explicou? Evitaria tanto...

 

De fato, evitaria. Todo o constrangimento, e discussão cansativa. — Por que eu te vi. — respondeu-o — Te vi naquele dia, vi a maneira com a qual gostava das coisas. Eu poderia sim, dizer-te, e então dormir contigo. — e Magnus olhava-lhe, não carecia de estar olhando-o para sentir; estava um perfeito momento, e jamais sentiu-se tão em paz, sentado no topo de um hotel, suas pernas penduradas e o sol aquecendo sua pele, ao lado de um homem que fazia-lhe tão feliz quanto Raziel proporcionava aos seus santos — Porém, eu quis que visse, falasse com ela. Não quero que duvide de mim, Magnus. Nunca. E se és o tipo de homem que gosta de coisas provadas, eu serei o homem que lhe darei seu protocolo.

 

Magnus sorriu fracamente, a expressão tornando-se suave. — Me perdoe, por agir daquela maneira. — falou-lhe o príncipe, então não olhava-lhe mais — Eu nunca desejei que visse aquele lado horrível de mim.

 

Ingênuo, Magnus era extremamente ingênuo. Ou não era ingenuidade, e sim, medo. Medo de ser abandonado, machucado. E apesar de saber que fôra sua reação que causara aquilo, sabia que eles podiam concertar as coisas. Pois entendia após ficar sem ele, que Magnus fizera para proteger-lhe em especial. Que ele não era aquele homem, no entanto, precisava. Que fôra injusto julga-lo, pois faria o mesmo caso necessitasse. Apenas se viu nervoso, no entanto, deveria ter recordado-se do motivo pelo qual Magnus atraiu-lhe. Por compartilhar de seus princípios e por possuir bondade mesmo em meio a podridão do mundo que faziam parte.

 

Pegando o rosto do jovem príncipe com as duas mãos, encarou aqueles olhos os quais tanto amava. — Não existe nada feio em você. — sussurrou, e Magnus sorriu — E eu deveria pedir-lhe perdão também. Por fugir, julgar-te e todo o resto. — disse-o, as bochechas em carmim e a vergonha perceptível — Perdão, Magnus.

 

Magnus pegou sua mão, e deixou um selar na palma. — Se era tão fácil, por que apenas não sentamos e conversamos? — questionou-lhe Magnus em uma expressão adorável de confusão — Está tudo bem agora, tão simples.

 

— Acredito que seja por que estamos aprendendo. — estavam olho no olho, e tudo estava calmaria agora — É a nossa primeira vez nisso. Eu não sei como funciona, Magnus. Mas sei que não quero ter que deixar-te antes que acabe nosso tempo.

 

Magnus suspirou, deitando a cabeça em seu colo, o corpo estendido no chão de concreto. — Para de falar do nosso tempo contado, Alexander. — murmurou exasperado o rei, e seu coração apertou no peito — Eu sei que ele existe, não gosto de lembrar.

 

E lá estava, aquela ausência do que dizer, do que proferir, do que explicar. Aquele sufocar na garganta, aquele ar suprimido. Porque tudo sobre eles tinha que ser tão difícil? — Magnus... — sussurrou, sem ter o que de fato dizer-o.

 

— Sabe, eu vejo casais nas ruas, nas conferências, nas festas que tenho que ir. — Magnus fechou os olhos, e permitiu que ele falasse, pois necessitava que a dor também fosse compartilhada — Beijando, sorrindo, de mãos dadas. Eu penso em você, sempre. Em fazer aquilo com você. Eu sequer posso ter o número do seu celular, ou tirar uma foto contigo. — uma lágrima sutil rolou pela face bronzeada, e seu polegar pálido fez o caminho para enxugar — Podemos ser rastreados, podemos passar por essa situação novamente. Alexander, você não entende? — no instante em que a voz de Magnus embargou, tornou-se impossível manter-se forte, decidiu não relutar quanto as lágrimas que desejavam escapar — Você e eu temos prazo de validade, e estamos lidando com isso, porém, quando formos cada um para o próprio mundo, não teremos sequer uma foto para lembrar-nos. Eu jamais esquecerei de ti, no entanto, amaldiçoou minha vida a cada minuto em que lembro que sequer terei ao que me agarrar quando eu te perder. E isso dói, como o inferno. — se dissesse que jamais pensara naquilo, hipócrita seria. Pensara todos os dias desde que Magnus entrou na sua vida, tornando-se sua vida. Era duro e feria, e percebeu-se de que apenas duplicava a dor ao saber de que Magnus também a sentia, na mesma proporção — Eu sou apaixonado por você, meu primeiro amor, e... Tudo que eu tenho de você, é isso. Um instante céu, Alexander. E eu jurei a mim que era o suficiente, mas não é. — levantando-se de seu colo, Magnus tomou seu rosto nas mãos, como se analisasse cada mínimo detalhe que o compunha — Nunca terei o suficiente quando se tratar de você.

 

Um simples gesto, e abraçou o príncipe, escondendo o rosto agora rubro no pescoço dele, inalando o cheiro, apegando-se a cada mínimo detalhe. Magnus apertava-lhe contra o corpo dele, com força, como se desejasse saber se era real, se era verdade. Se eles estava fora de quatro paredes, tocando-se e admirando o céu, juntos. Coisas comuns para a maioria das pessoas, porém, raras e preciosas demais para eles. Sabia que daria qualquer coisa apenas para poder assistir mais um nascer do sol ao lado de Magnus, então abraça-lo tendo o firmamento como única testemunha.

 

— Acredito que devemos ir. — Magnus balbuciou — Sinto muito, não podemos arriscar novamente. — o temor na voz dele era perceptível, e era por eles. Magnus não era aquilo, ele era... Apenas diferente. Quase como projetado para si.

 

Magnus largou-lhe delicadamente, e sentiu em sua epiderme a ausência do toque dele. Dando-lhe as costas, o príncipe de Alicante fôra na frente, era um sistema que os pertencia. No entanto, um ímpeto incontido, e Magnus estava parado, com sua mão no pulso dele, trazendo-o de volta para o instante em que eles nada eram, além de Magnus Bane e Alexander Lightwood, sem títulos e sem grilhões que os prendiam.

 

— Se eu fosse apenas um garoto, — sussurrou, abraçando Magnus e deleitando-se com as batidas do coração dele — e você só um rapaz comum, Magnus, eu iria querer tirar mil fotos, e espalhar pela casa. Eu iria postar todas elas no Instagram e exibir quão louco sou por ti. Eu iria beijar-lhe em cada lugar que visitassemos juntos. Iria conhecer sua mãe, e poderia até cozinhar para vocês. — Magnus bufou uma risada triste, e não resistiu a rir também — Eu dormiria e acordaria no seu peito, que é o lugar que eu quero estar. Magnus, se fôssemos comuns, você me amaria?

 

Erguendo seus olhos, observou os olhos de Magnus fechados e os lábios entreabertos, a face molhada e a expressão agoniada, como se ele estivesse tomado por uma insuportável dor. Talvez, por que realmente estivesse.

 

— Eu amo você agora. — sussurrou Magnus, a declaração perdendo-se na ventania parisiense, porém, sendo tatuada em seu peito — Eu amaria você em qualquer universo, Alexander. E se fôssemos comuns, eu pintaria você em todas as minhas telas. No entanto, a única tela em que posso assim fazer, é meu coração. E eu já fiz. Eu não quero te deixar, eu fiquei tão assustado.

 

— Eu sei, meu amor. — acentiu, sincero e dificultoso pelo choro — Eu sei. Eu não quero deixar-te ir. — os narizes encostados, e eram um só até na respiração. Nada deveria ser tão intenso, mas... Era. — Me deixa mimar você, adorar você, agora. Por que eu sei que um dia vou ter que deixa-lo ir. E eu quero olhar você dormir todas as noites, antes de ter que deixar-te ir. E mesmo quando eu não mais estiver, lembre que me ouviu dizer o quanto eu sinto e me importo. — com sua mãos, segurou o rosto de Magnus, afim de olha-lo nos olhos — Talvez, você perceba, que eu nunca vou deixa-lo ir.

 

Então Magnus estava a beijar-lhe. E o mundo estava a perder novamente sua importância. 

 


Notas Finais


Eles são meus bebês sim. ❤️

Agora, avisos importantes.
Essa é a última att da semana, e semana que vem NÃO teremos att. Isso se dá ao motivo que preciso organizar certas coisas na minha vida pessoal, inclusive alguns problemas com minha filha.
Entretanto, peço humildemente para durante esse semana, quem desejar, pode ler algumas das minhas outras histórias, todas estão terminadas. Irei deixar dois links aqui embaixo, das três que eu prefiro. (Espero que isso não tenha soado muito presunçoso, por que meu Deus, eu realmente não confio na minha escrita)
Crossfire: https://spiritfanfics.com/historia/crossfire-malec-9400930
Colors: https://spiritfanfics.com/historia/colors-malec-9005765
Closer: https://spiritfanfics.com/historia/closer-malec-9575232

Segundamente, todos sabem que eu escrevo sobre músicas, ou escutando músicas, usando músicas, etc, mas tudo com música, então pensei se vocês gostariam de uma playlist de Modern Royalty no Spotify, e possivelmente, de colors e crossfire também. (Aviso que será publicado nas duas histórias). Sei que não é algo original, de certo muitas autoras devem fazer isso, mas eu realmente gostaria de saber se alguém iria querer.

Well, é isso. Até qualquer outro dia, bebam água, leiam livros, olhem para os lados, sorriam mais, chorem menos, vejam muitos edits Malec, e nos veremos em breve.
Xoxo, V. 💙


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