História Modo de Amar - Capítulo 31


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Drama, Mistério, Romance, Sequestro
Visualizações 281
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


DESCULPEM PELA DEMORA!!!
Estamos chegando na reta final da nossa história então por favor não parem de ler.
Temos mais alguns capítulos pela frente, entre 5 a 10 ainda não me decidi.

Boa leitura!

PS. Cap não revisado!

Capítulo 31 - Capítulo 31.


2 semanas depois. 

*Karol*

Hoje é o dia que eu finalmente vou sair desse hospital, recebi alta ontem e já não vejo a hora de estar na minha casa, na minha cama, com as minhas coisas.

Logan tinha recebido alta a uma semana antes, e já estava preso esperando o seu julgamento, que estava próximo. 
Eu e o Ruggero passávamos a maior parte do tempo juntos, e a cada dia eu me apaixonava mais por ele. Ele me disse que não estava mais com a Cande e que ela era a tal "sócia ruiva" do Logan, mas que se arrependeu e contou toda a verdade pra polícia, porém eu acho que ainda tenho que ter uma conversa com ela. 

- Meu amor? Já está pronta pra ir embora? - Perguntou minha mãe entrando no quarto. 

- Mais do que pronta mamãe, não vejo a hora de sair desse lugar. - Respondi. 

- Muito bem, então vamos, Ruggero está a nossa espera lá fora. - Disse. 

Assim que saí do hospital eu o vi, encostado no carro, lindo como sempre, parecendo um Deus grego. Ele olhou pra mim e abriu os braços e eu corri em sua direção lhe dando um abraço bem apertado. 

- Oi princesa. - Disse no meu ouvido, me fazendo arrepiar dos pés a cabeça. 

- Oi grandão. - Respondi. 

- Pronta pra ir embora? - Perguntou. 

- SIM. - Gritei e ele riu. 

- Filha, o Rugge vai te levar pra casa, eu tenho que passar em outro hospital pra pegar os resultados dos meus últimos exames. - Disse minha mãe. 

- Que exames? Tá tudo bem mamãe? - Perguntei preocupada com a sua saúde. 

- Sim querida, são exames de rotina, não se preocupe. - Disse e veio em minha direção me dando um beijo. - Se comporte em. 

- Mãe. - Respondi revirando os olhos. 


- Cuide dela Rugge. 


- Puoi lasciare tua suocera.- Respondeu Ruggero.


- Grazie, mio genero. - Disse e saiu. 

- O que vocês disseram? - Perguntei. - E desde quando você e a minha mãe conversam em italiano?

- Não faz muito tempo não. - Respondeu sorrindo. - Vamos logo pequena, temos que passar no estúdio antes deu te levar pra casa.

- Por que? - Perguntei. 

- Não sei, Jorge que pediu. - Respondeu enquanto eu entrava no carro. 

O caminho até o estúdio foi silencioso, mas um silêncio bom e confortável.

Quando chegamos no estúdio as luzes estavam todas apagadas e tudo estava escuro. 

- Oi? Tem alguém aí? - Perguntei. 

- SURPRESA. - Gritaram todos os meus amigos. 

O estúdio estava todo enfeitado com balões coloridos e fitas, e no algo tinha uma grande faixa escrito "Seja bem vinda de volta Ka, nós te amamos". 

- Mas... O que... - Eu estava pasma, meus olhos cheios de lágrimas, só que essas eram de alegria e emoção. 

De repente eu sinto dois corpos se chocando com o meu, quase me derrubando no chão. 

- AMIGA, EU TAVA COM TANTA SAUDADE. - Gritou Valentina no meu ouvido. 

- E EU TAMBÉM. - Gritou Caro no meu outro ouvido. 

- Meninas, eu também estava com saudade de vocês, mas vocês estão me sufocando, e quase me deixaram surda. - Disse e elas riram e se afastaram. 

- OI MINION. - Gritou Agus que me abraçou e me rodou no ar. 

- Oi palhaço. - Respondi rindo. 

- Que bom que você voltou, esse lugar é um tédio sem você. - Disse. 

- É, eu sei. - Ri.

Depois de comprimentar todos e curtir a minha festa surpresa, eu e Rugge fomos pra casa. 

- Gostou da festa? - Me perguntou quando chegamos. 

- MUITO. - Respondi e pulei em cima dele o abraçando forte. - Obrigada amor. - Sussurrei em seu pescoço e logo me dei conta do que falei. 

- O que você disse? - Me perguntou separando o abraço. 

- Eu disse "obrigada". - Respondi tentando disfarçar. 

- E depois... - Insistiu. 

- Amor. - Falei baixo. 

- Eu não escutei. - Ah fala sério!

- Eu disse amor. - Respondi mais alto e olhei em seus olhos, que agora brilhavam como nunca. - Eu te chamei de amor. 

Ele sorriu emocionado e me puxou pela cintura, sua mão segurou minha nuca e ele me beijou e eu, que não sou tonta nem nada, correspondi passando meus braços em seu pescoço. 

Sua boca era doce, suave e macia, aos poucos o beijo foi se tornando mais urgente! Suas mãos ora apertavam ora acariciavam a minha cintura, eu puxava seus cabelos desesperadamente.

Nós dois fomos cambaleando até caírmos no sofá, ele por cima de mim. A urgência era evidente no nosso beijo e eu sabia que isso se tornaria algo mais. Quando sua boca saiu da minha, e seus beijos foram direcionados para o meu pescoço, eu senti uma onda de desespero e medo que fizeram meus olhos se encherem de lágrimas e um grito agudo e esganiçado sair da minha garganta. Eu empurrei Ruggero e corri para o banheiro me trancando lá, sem dar tempo de ver a reação dele. 

Me escorei na porta e fui escorregando até sentir o chão frio em contato com o meu corpo. Eu tremia de fria e de pavor, as lágrimas caíam desenfreadas em meu rosto e tudo que se ouvia era os meus gritos e soluços que saíam sem permissão. 

- Karol? - Ruggero me chamou batendo na porta. - Karol abre essa porta. 

Por mais que eu quisesse responder, não conseguia. 

Aos poucos eu fui me acalmando, mas Rugge não parou de bater na porta um segundo. Quando me senti um pouco melhor me levantei e destranquei a porta, quando ele a abriu eu simplesmente caí em seus braços e voltei a chorar. 

- Calma meu amor, calma. - Ele dizia enquanto acariciava os meus cabelos. 

- Perdão Rugge. 

- Eu não tenho nada o que te perdoar, a culpa não é sua e você sabe. 

Ele me pegou no colo e me levou até o meu quarto, secou minhas lágrimas e ficou ao meu lado me consolando até eu pegar no sono, deitada em seu peito, segura, como nunca estive antes. 


Notas Finais


Puoi lasciare tua suocera= Pode deixar sogra.

Grazie, mio genero= Obrigada meu genro.

Beijinhos❤❤❤


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