História Modo de Amar - Capítulo 31


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Drama, Mistério, Romance, Sequestro
Visualizações 154
Palavras 1.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ME DESCULPEM PELA DEMORA!!!!
São os mesmos motivos de sempre pessoal, e um bloqueio criativo enorme.
Mas, prometo tentar postar mais rápido! Só peço que tenham paciência okay? Eu não vou desistir da Fic e espero que vocês também não!

Curtam o capítulo e Boa leitura!

Capítulo 31 - Capítulo 30.


*Ruggero*

 

Eu e Karol ficamos abraçados por um tempo, e então eu a soltei e pedi a ela que tentasse descansar e que eu ficaria ali do seu lado. 

 

Mas eu menti. Assim que ela dormiu eu saí do quarto e fui em direção ao quarto ao lado, onde ele estava. 

Toda a dor, toda a raiva, toda a frustração, tudo martelava na minha mente de uma só vez, o ódio que eu sentia dele era maior do que qualquer outra coisa, a raiva me cegava e me consumia. 

 

Antes deu poder entrar pela porta, um médico me parou. 

 

- Senhor Pasquarelli, o senhor não pode entrar aqui. - Disse. 

 

- E por que não? - Perguntei. 

 

- Ordens do Delegado, ele sabia que o senhor tentaria falar com o paciente. - Respondeu. 

 

Maldito Delegado!

 

- Okay doutor, obrigado por avisar. - Disse e saí, voltando para o quarto de Karol.

 

Quando entrei, me deparei com Agus sentado perto da janela. 

 

- Oi. - Disse.

 

- Ei cara, como ela tá? - Perguntou. 

 

- Ela tá bem, na medida do possível, está descansando. - Respondi. - Você acredita que o Delegado me proibiu de ver o Logan?

 

- Ele proibiu todos nós. - Respondeu. - Você tentou ir vê-lo?

 

- Tentei, mas o médico me barrou e disse que eu não podia entrar. 

 

Fomos interrompidos por alguns gemidos de dor vindos da Karol. 

Eu me aproximei dela, peguei em sua mão e disse:

 

- Calma Ka, o que foi? - Perguntei. 

 

- Minhas costas doem. - Ela respondeu com certa dificuldade.

 

- Agus chama o médico. - Pedi. 

 

- Sim, eu já volto. - Disse e saiu.

 

- Calma Ka, logo vai passar. - Eu disse tentando tranquiliza-la.

 

- Dói muito. - Respondeu. 

 

- Eu sei meu amor, e se eu pudesse sentiria essa dor por você, mas eu tô aqui tá bem?

 

- S-Sim. - Ela disse e logo o Agus entrou com o doutor. 

 

- Senhorita Sevilla, o que está sentindo? - Perguntou. 

 

- Minhas costas doem muito. - Respondeu. 

 

- Vou passar um analgésico pra você, provavelmente essa dor que a senhorita está sentindo é devido aos cortes na suas costas. - Falou. - Vou pedir a enfermeira pra trazer o remédio. Com licença.

 

A enfermeira chegou logo depois e deu o analgésico para a Karol e a mesma logo deixou de sentir dor e conseguiu dormir. 

 

- Cara eu vou pra casa tá? Você vai ficar bem? - Perguntou Agustín. 

 

- Sim Agus, não se preocupe. - Respondi. 

 

- Certo, boa noite Rugge. 

 

- Boa noite Agus. - Respondi e ele saiu. 

 

Karol dormia serenamente na cama, como se nada de ruim á tivesse acontecido. Sentia vontade de matar o Logan por todo o mal que ele causou pra minha menina, eu juro por tudo o que fosse que eu o faria pagar por cada segundo que ela passou com ele, por cada lágrima de dor que ela derrubou. 

 

- Eu te prometo Karol, que tudo o que você passou com ele será vingado e eu não vou descansar até que ele pague por tudo. - Sussurrei perto dela e a beijei delicadamente. 

 

Sua boca era tão doce e delicada que parecia que eu estava beijando uma nuvem ou um algodão doce. 

Eu demorei tempo demais pra aceitar esse sentimento e precisei quase perdê-la pra enxergar todo o amor que eu sentia por ela. 

 

Ela se remexeu um pouco na cama mas não acordou, o que foi bom já que ela precisava descansar. Aos poucos meus olhos foram pesando e, sabendo que Karol dormia tranquila, resolvi me deitar no sofá e logo adormeci. 

 

Acordei no meio da noite com gritos estridentes que percebi ser de Karol.

 

- NÃO, EU NÃO QUERO LOGAN, ME SOLTE POR FAVOR! - Ela gritava e se debatia na cama. 

 

Me aproximei dela depressa e agarrei seus braços no intuito de fazê-la acordar. 

 

- Karol acorde! Acorde meu amor. - Disse e ela acordou. 

 

- R-Rugge....- Disse com a voz falha e os olhos marejados. 

 

- Calma meu amor. - Disse e á abracei. - Foi só um pesadelo. 

 

- Parecia tão real. - Sussurrou com a cabeça encostada no meu ombro. 

 

- Não é real Ka, e nunca mais vai ser, você nunca mais terá que passar pelas mesmas coisas, eu te prometo. - Disse. - Agora tente dormir novamente. 

 

- Não consigo Rugge. - Falou. 

 

- Claro que consegue, eu vou estar aqui do seu lado. 

 

- Dorme comigo então? - Perguntou. 

 

- E eu vou caber nessa cama? - Perguntei. 

 

- Claro que vai, é só a gente ficar bem juntinho, que tal? 

 

- Ótima ideia. - Respondi.

 

Eu deitei na cama com Karol ao meu lado, passei meu braço com cuidado em baixo de seu pescoço e o outro a abracei pela cintura enquanto ela apoiava a cabeça em meu peito e enroscava suas pernas nas minhas.

 

- Gosto de ouvir seu coração bater. - Ela disse. 

 

- Que bom, por que agora ele bate por você. - Respondi. 

 

Ela ficou em silêncio e logo sua respiração ficou pesada e calma o que indicava que ela já tinha adormecido. Em poucos minutos eu me encontrava na mesma situação. 

 

E assim, eu dormi ao lado da mulher que eu amo, pela primeira vez!

 

 

   

 ( MAIS CEDO, NAQUELE MESMO DIA.)

 

 

O Delegado Fagundes estava concentrado em seus papéis quando uma mulher entrou em sua sala. 

 

Xxx- Boa tarde Delegado. - Disse a tal mulher. 

 

- Boa tarde senhora. - Respondeu. - Que surpresa vê-la por aqui. - Disse. 

 

- Eu vim porque preciso de um favor do senhor. 

 

- E qual seria? - Perguntou. 

 

- Sei que a polícia tem posse dos pertences pessoais dos sequestradores da Karol e eu gostaria de um desses pertences. - Respondeu a mulher. 

 

- A Delegacia não pode emprestar esse tipo de material senhora. - Respondeu o Delegado. - Por que precisa dele? - Perguntou. 

 

- É uma longa história!

 

- Eu tenho tempo. - Disse. 

 

                                . . . 

 

- Então... É isso. - Disse a mulher depois de contar toda a história para o Delegado. 

 

- É uma história e tanto senhora. - Disse. - Como eu disse, a Delegacia não pode fornecer pertences dos suspeitos, porém eu abrirei uma exceção para a senhora, mas somente por que eu vejo que o assunto é importante e sério. Do que a senhora precisa? - Perguntou. 

 

- Uma escova de dente ou de cabelo. - Respondeu. 

 

- De qual do suspeitos? 

 

- Do Maurício. 

 

- Certo, só um instante. - O Delegado saiu da sala e em alguns minutos retornou com uma escova de cabelo dentro de um saco plástico. - Aqui está, mas eu preciso que me devolva isso até amanhã a tarde. - Pediu. 

 

- Certo. - Respondeu a mulher. - Obrigada Delegado. - Agradeceu. 

 

- Disponha, espero que tudo dê certo. - Disse. 

 

- Eu também. - Sussurrou a mulher para si mesma e saiu. 


Notas Finais


Beijos!


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