História Moisathan - O Starbucks - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


gENTE 2017

Capítulo 1 - Prólogo - O Starbucks.


Nathan Neto P.O.V

Eram nove horas da manhã, acordo com o despertador de som insuportável. Eu só não o quebro porque eu não tenho despertador, não achei vendendo no Penhão e o despertador é meu iPhone. Levantei-me com dificuldade e fiz minha higiene matinal, fui até meu closet o abrindo e peguei meu moletom com a estampa de Scream, coloquei meus óculos azuis escuros e minha calça moletom preta. Fiz um coque frouxo e fui para a cozinha, minha mãe ainda não acordara para vender o açaí, então saí de casa, colocando meu capuz preto e as mãos no meu bolso, pegando as moedas do troco do salgado da cantina de ontem e contando, dava para um café no Starbucks.

Fui para o shopping já que minha cidade pequena localizada na Califórnia, Bicão, não tem Starbucks. Demorei apenas uns minutos e cheguei ao meu destino, não estava uma fila tão grande, então, logo fui atendido e pedi um Frappuccino de unicórnio que vi no Tumblr. Paguei e a atendente me olhava intensamente, seu cabelo longo e negro; que mais parecia uma bela e penteada palha. Seus olhos negros cobertos pela luz o estabelecimento que refletia em seus óculos rosa, sua alma claramente carregada e ritmo Ragatanga (Funk Ver.), seu crachá lustrado continha o nome Luane Oliveira. Sorri para a atendente do demo e me virei com a intenção de seguir à minha casa para vender barca de açaí, se eu não tivesse sido detido por um baque num corpo alto e forte.

Olhei para o lado vendo meu Frappuccino esparramado no chão e a risada escandalosa da atendente, olhei para cima desnorteado e encontrei um moço bem alto, careca e de pele negra e linda. Fiquei maravilhado, e corei fraco quando o mesmo estendeu sua mão grande em minha direção; aceitei a ajuda e me levantei, ajeitando meu moletom e só quando me ergui, reparei que havia uma fêmea ao lado do homem.

— IIIIIIIIIIIIIIIIIIIH EMBUSTE NÃO OLHA POR ONDE ANDA NÃO, CARALHO? — gritara batendo no meu ombro e fiquei indignado, que horror.

— Malu, são nove horas da manhã e você ‘tá fazendo escândalo em pleno shopping. — falou o homem rindo com sua voz melodiosa e ele direcionou seu olhar penetrante para mim. Ele era tão bonito e o mesmo me entregara meu iPhone que havia caído no meu tombo, sorri agradecendo e lhe perguntei seu nome.

— Moises De Tala, e o seu? — intrigara curioso indo se sentar, como um convite mudo para que conversássemos melhor. O segui e sentei-me na cadeira branca. Quando falei meu nome, Malu rira:

— Já tem um apelido, vai ser o Netinho.

— Nunvo.

Ficamos conversando por um tempo e Maria Luiza e Moises eram pessoas legais e engraçadas, quando vimos já eram meio dia e Malu disse para que eu lhes passasse meu número. Peguei um guardanapo ao invés de apenas digitar no celular de Moises e anotei meu número, dobrando-o e entregando a eles. Despedi-me e saí do shopping já que Starbucks era quase na entrada.

Meu coração disparava e um sorriso bobo pintava-se em meu rosto, além de um fogo no rabo que só xanarara na causa. Eu sentia minha face ficar rubra a cada elogio que saía daqueles lábios monumentais e bem esculpidos. Quando entrei em casa, senti um copo de açaí ser lançado em meu rosto, e logo minha mãe gritava que era para eu estar os vendendo. Eu, normalmente, ficaria com raiva e a enforcaria, porém só consegui sorrir e me desculpar.

Caralho, Moises tinha urgentemente que sair de minha cabeça antes que eu fosse tomar banho ou dormir, senão não prestaria.


Notas Finais


qm gostou palma qm nao gostou ta


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