História Mom, I Think I'm Lesbian -Imagine Lisa- - Capítulo 12


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Categorias Black Pink
Personagens Lisa, Personagens Originais, Rosé
Tags Black Pink, Blackpink, Claupolentinha, I Think I'm Lesbian, Kandacake, Kpop, Lalisa, Lgbt, Lisa, Mom, Yuri
Visualizações 632
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de começar o capítulo venho avisar que o mesmo será curto pois a partir desse, as coisas ficarão tensas!!!!

Capítulo 12 - Tira esse dedo imundo da minha cara.




— QUE POUCA VERGONHA É ESSA!? 


Naquele momento vi toda minha vida passar diante de meus olhos, exatamente como nos filmes. Mas Suspiro aliviada por não ser a múmia pelancuda. Era Jimin, que estava parado na porta com os olhos tampados. 


— O que você está fazendo aqui!? – Saio de cima da Lisa e começamos a vestir nossas roupas. — Pode abrir os olhos. 


— Vocês não apareceram no refeitório de manhã e fiquei preocupado! Pensei que a Naja tivesse feito algo... Obrigado. Agora essa cena horripilante nunca mais vai sair da minha cabeça.

— Sem drama Jimin. – Respondi. — Aconteceu alguma coisa hoje? 

— A Naja também não apareceu. Vocês duas tomem cuidado, tenho certeza que ela está tramando algo.

— Parece que vamos ter que ficar o dia todo aqui docinho... – Lisa me abraça por trás dando um tapa em minha bunda.

— Eu não sou obrigado a ficar aqui vendo essa sapatonisse! Tchau para vocês. – Jimin sai e fecha a porta.



— Acha mesmo que ela está tramando algo? – Lisa me pergunta.

— Não sei. Mas é melhor ficarmos de olho nela.

— Ou podemos ficar aqui... – Dizia enquanto acariciava meus cabelos. — Nós duas...

— Não chuchu! Tivemos sorte de ter sido o Jimin. Imagina se fosse a múmia!? Estaríamos ferradas agora! 

— Mas eu queria ficar aqui com você... – A loira respondeu cabisbaixa 

— Vamos descer. Estou morrendo de fome. – Puxo o braço de Lisa, que mesmo contrariada me acompanhou até o refeitório.


[...]


Estávamos comendo no refeitório, bem pomposas, quando vejo a múmia entrar. Até aí tudo bem, ela é dona desse inferno.

Mas o estranho era o fato da Momo estar ao lado dela. 


E AS DUAS ESTAREM VINDO EM NOSSA DIREÇÃO! 

Resumindo, fodeu.


— Manoban, ________. Na minha sala. Agora! – Ela gritou na nossa frente e saiu do refeitório. Momo a seguia com um enorme sorriso no rosto. 


Alguma coisa essa praga do Egito está aprontando. 


— Por que eu sinto que vamos nos ferrar? 

— Porque vamos nos ferrar chuchu. – Me levanto e estendo a mão para minha namorada. — Precisamos acabar com isso de uma vez, não aguento mais ficar aqui.


— Calma... Antes de irmos quero dizer algo.  – Lisa estava com os olhos cheios de lágrimas e confesso que estava me segurando para não chorar também — Prometa que não vamos esquecer uma da outra? E que vamos nos falar todos os dias? E também que vamos arrumar um jeito de ficar juntas? 

— Eu prometo que não esquecerei de você, que iremos nos falar todos os dias e que ficaremos juntas.  Porque eu amo você. – Respondo calma.


Por fora, pois por dentro eu estava a ponto de explodir. Mal conseguia respirar.


— _______, eu te amo tanto... – Ela me puxa para um abraço. 

Ficamos assim por um bom tempo, na verdade, até tomarmos coragem de ir à sala da diretora.



[...]


Estamos em frente a sala, criando coragem para bater na porta.


— Vamos logo acabar com isso...


Bato na porta e ouço a múmia dando autorização para entrar, e assim fizemos.


Eu sinceramente não sei descrever minha  reação ao entrar naquela sala e ver meu pai, em pé, ao lado da mesa da diretora. E a naja estava lá também, com aquele sorriso de dar medo.


Esse tempo todo era meu pai que estava tentando acabar comigo? Nunca achei que ele fosse capaz de fazer algo assim. E por que ele queria me ferrar? 

Eu estava paralisada, não conseguia mover um músculo do meu corpo, muito menos falar.


— Você realmente achou que eu não descobriria sobre seu casinho nojento com essa garota!? – Ele grita andando até mim e apontando dedo na minha cara. 

— Pai!? – Acho que essa palavra não se adequa à ele, na verdade, nunca se adequou. Mas foi a única coisa que saiu da minha boca.


A cada vez que via esse homem, eu conseguia sentir mais nojo dele.


Enquanto ele gritava coisas horríveis apontando o dedo na minha cara, eu ficava parada, apenas ouvindo aqueles absurdos. Mas não posso deixar ele me tratar dessa forma, muito menos deixá-lo pensar que tem alguma autoridade sobre mim.


— Primeiro. Tira esse dedo imundo da minha cara!  – Dou um tapa em sua mão. — Segundo. Eu já disse que eu nunca vou deixar de ser lésbica! Quantas vezes eu vou precisar dizer isso!? – Grito bem alto, para ver se esse  boçal desmiolado entende de uma vez por todas.

— Eu não irei tolerar suas rebeldias como sua mãe fazia! – Ele me da um tapa no rosto e caio no chão. — Se não aprendeu por bem, vai aprender por mal! 

— Não toque nela seu monstro! – Lisa me ajuda a levantar e me aninha em seus braços. — Você não pode bater na sua filha só pelo fato dela gostar de garotas! 

—  Silêncio! Isso aqui não é uma feira, falem baixo! – A diretora nos repreendeu. — E senhorita Manoban, me explique isso. – Ela jogou em cima da mesa as revistas que estavam nas coisas da Momo. Ou que eram para estar lá. — Acharam isso nas suas coisas... Sabe o quão grave isso é Lalisa? 

— Isso não estava nas minhas coisas! – Lisa estava desesperada.

— Estavam aonde então? Nas minhas? – Respondeu Momo, debochada como sempre. 

Lisa se levantou e ameaçou bater na Naja mas a impedi segurando seu braço.

— Para com isso chuchu! Não percebe que é exatamente isso que ela quer... – Lisa respira, se acalma e solto seu braço.


— A senhorita Hirai veio me avisar sobre o caso de vocês, e me disse que a senhorita escondia algumas coisas em baixo da cama...  Não adianta negar Manoban, eu mesma fui ao seu quarto e vi as revistas. Sabe que será expulsa não sabe?  – Ela apenas abaixa a cabeça e concorda.

— Amor... Não fique assim. – Abraço Lisa. — Agora podemos continuar nossa vida. Longe daqui... – Sinto um puxão em meus cabelos e sou arremessada no chão.


 

— Você não vai ser sapatão! Eu não vou ter uma filha retardada! – Meu pai gritava enquanto eu chorava pela dor do impacto da minha cabeça no chão.

— Eu já disse para não encostar nela seu nojento! – Lisa pega uma das cadeiras que ficavam em frente à mesa da diretora e a joga no meu pai, que cai pelo impacto. — Se encostar mais um dedo nela eu taco para desmaiar! – Lisa segura minha mão e me levanta do chão.

— Você vai se arrepender de ter feito isso sua sapatãozinha de merda. – Meu pai se levanta do chão com um pouco de dificuldade. 

—  Senhor, se controle por favor! Lisa e _______. Voltem para seus respectivos quartos e arrumem suas coisas o mais rápido possível. Nos encontre no portão principal. – Disse a diretora enquanto ajudava meu pai a se sentar em uma cadeira.


[...]



Ao sairmos da sala da diretora, fomos ao meu quarto, depois fomos ao de Lisa.


Eu estava preocupada com o que poderia acontecer agora. Talvez as coisas não ocorram da forma que planejamos, talvez não, com certeza não ocorreriam.


Que história é essa que vocês foram expulsas!? – Gritou Jimin entrando no quarto de Lisa. — O que aconteceu?

— Momo estava aqui a mando do meu pai. – Respondi sem expressão alguma. 

— Como ele pôde fazer isso!? Vocês já tem um plano para depois que saírem daqui? – Perguntou Jimin, e apenas negamos com a cabeça. — Então vão terminar? 

— Jimin, você pode calar a boca só por um segundo!? – Respondi furiosa. 


Minha cabeça estava explodindo, e última coisa que eu queria ouvir era Jimin reclamando. 


— Eu estou tentando ajudar e você grita comigo sua ingrata? 

— Como você vai ajudar Jimin? Não vê que está tudo acabado? Agora ______ vai viver em cárcere privado na casa do pai dela, eu vou viver na rua, e nós nunca mais vamos poder nos ver! 

— Eu sei como ajudar vocês. – Jimin respondeu calmo. — Lisa, você pode ficar na casa da Joohyun. _______, seu pai não vai deixar você sair,  mas e se você saísse com um garoto? 

— O que? Que garoto? E por que eu sairia com um garoto? 

— Para se encontrar com a Lisa, sua tonta! 

— Jimin, nem vem! Seus planos nunca dão certo. – Talvez eu tenha sido um pouquinho grossa, mas ele pediu. 

— Esse vai dar, porque é genial! – Jimin estava animado.

— Então diga. – Respondeu Lisa, deixando suas malas de lado e prestando atenção em Jimin.

— Você vai usar o Yoongi para se encontrar com a Lisa.

— O quê?




Notas Finais


Galera, era para o capítulo ser maior mas o aplicativo fica travando e não me deixa escrever aaaa.

Como disse anteriormente, as coisas vão ficar pesadas então se preparem jshsjs

Espero que vocês tenham gostado do capítulo e até o próximo.


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