História Mom, I'm sad - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Darkfic, Death Fic, Depressão, Sobrenatural
Visualizações 82
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Vocês não imaginam como eu queria escrever esse capítulo, então espero que gostem!! ❤❤

Capítulo 8 - M-Mom...?


Fanfic / Fanfiction Mom, I'm sad - Capítulo 8 - M-Mom...?

Flashback ON

-Mãe!!!!! -Gritei, exageradamente. Como sempre.

-Calma, Mag! -Ela disse, escapando uma breve risada. -Se acalma, Mag! Lembra que hoje é dia de...?

-PIZZA!!!! -A tão esperada sexta-feira. Dia de pizza em casa.

Wendy, minha mãe. Como descrevê-la?

Uma mulher linda e corajosa, cabelos como os meus e olhos verdes brilhantes como esmeraldas. Sempre alegre e tão carinhosa, ela é a melhor mãe do mundo!

-Aproveita que eu tô de bom humor hoje -Hoje, hihihi... Todo dia ela tá de bom humor! - então eu te deixo assistir TV enquanto jantarmos, mas só hoje, ouviu?

-Okay, mamãe!! -Disse sentando no sofá e ligando a TV, agora estava passando Ben 10, então parei pra assistir.

Mamãe veio até mim e me abraçou por trás, sussurrando com sua voz tão doce:

-Eu te amo, filha, mais que tudo. -Abracei-a junto e sussurrei:

-Eu também te amo, mamãe.

Flashback OFF

▪▪▪▪▪

[27/09/17 20h45]

-Mas que... Por que etá tudo tão claro?! -Falei, esfregando os olhos e apertando-os até me acostumar com a claridade.

-Se acalma, Mag. Só... Espera um pouquinho... -Marina segurou minha mão, numa tentativa de me acalmar.

-Esperar?! Que porra de macumba aconteceu?!

-Não fale em macumba, nós não gostamos disso. -Sua voz parecia ter engrossado um pouco, como se não fosse ela falando...

-NÓS QUEM????!

-Pronto, abra os olhos, não está mais tudo claro! -Ela soltou minha mão.

Abri os olhos lentamente até abri-los totalmente e ver que nada mudou. Mesmas árvores, mesmos túmulos, mesma Marina. O que aconteceu?

-Marina, me explica isso agora. -Olhei em volta procurando alguma diferença naquele lugar.

-Senta, a história é longa. -Sentei no chão. -Bom... Sei que vai achar estranho e talvez você até ria de mim, mas... Eu me comunico com espíritos.

-O QUE? Assim como Charlie Charlie ou tabuleiro Ouija?

-Não... Eu tenho uma comunicação mais complexa, eu não falo com eles através de jogos enviados do submundo. Eu vejo o submundo. E posso conversar com os espíritos presos nele. -Ela olhou para os próprios pés.

-Continua! -Falei, um pouco animada. Ela levantou o olhar pra mim e sorriu.

-Gostei dessa reação! -Marina pegou uma mecha do cabelo e ficou mexendo nela enquanto falava.

"Minha avó morreu no meu aniversário de 5 anos. Não consegui simplesmente aceitar isso e saí correndo da minha festa e fui até o cemitério, lá eu chorei e chorei e chorei. Estava quase desmaiando com tantas lágrimas, uma velha senhora com um vestido branco entrou pela porta do cemitério e veio até mim. Ela perguntou o porquê de tanto choro. Falei tudo pra ela, sem olhar para seu rosto, com vergonha do meu rosto banhado de lágrimas.

A senhora me disse: 'Escute, Marina, você tem um dom dado por mim. Eu não sou qualquer velha de branco num cemitério, olhe para mim, quero ver seu lindo rosto.'

Estranhei, mas ainda assim olhei para ela e era a minha avó! Abracei-a forte e chorei mais ainda, molhando todo seu vestido branco. Ela acariciou meus cabelos e falou, com a voz calma e serena: 'Não precisa chorar, minha querida.' Perguntei se ela estava viva. 'Não, Marina. Eu morri, mas não há problemas nisso! Você está me vendo, mesmo estando em outro mundo. Você pode ver o submundo, isso é algo muito raro. Poderá me ver a qualquer momento que quiser', ela respondeu. Mesmo confusa, minhas lágrimas se cessaram.

Desde aquele dia, venho visitando aquele cemitério uma vez ao mês, lá encontro minha vó e também outros amigos que fiz no submundo. Lá eu me sinto tão... Completa. Como sua mãe morreu, Mag, eu pude perceber seu sofrimento, tanto pela mãe quanto pelo seu padrasto, então eu decidi passar-lhe 10% do meu poder para assim você poder falar de novo com sua mãe."

Marina... Você... É um anjo.

-Obrigada, Marina. É a melhor amiga que eu poderia ter, obrigada mesmo. -A abracei forte, sorrindo mais a cada segundo.

-Fico feliz por você estar feliz, eu acho. MAG!!!!! -Me desfaço do abraço assustada. -Aquela não é Wendy Smith?!

Me viro devagar, já com as lágrimas ameaçando a cair. Olho para trás e... É ela.

-M-Mãe... -A primeira lágrima cai.

Era minha mãe parada a minha frente, me olhando com seu olhar tão doce de sempre. Ela sorria tanto, parecia tão feliz como eu.

-M-Maggie... E-eu ouvi suas o-orações, me-me desculpa querida... Não queria te trazer tanto sofrimento... -Ela também chorava.

-O-Ouviu minhas orações? N-Não, você não me faz sofrer, v-você me sa-salva... Dos dias mais cinzentos e das noites mais escuras... V-Você me protege... -Tremia de emoção.

-Mesmo, Maggie? Ah minha filha, co-como fico feliz com isso... - Fez-se um silêncio conatrangedor por alguns segundos.

-M-Maggie... -Olhei para ela, a mesma estendeu os braços. - Eu... Eu te amo, filha, mais que tudo...

Incontáveis lágrimas dançavam no meu rosto, a felicidade e a tristeza andavam juntas de mãos dadas. Respiro fundo e corro até ela, abraçando-a, sussurrando:

-Eu.. Eu também te amo, mamãe...

Ficamos abraçadas por vários minutos, até eu sentir seu corpo sumindo aos poucos. Totalmente desesperada, tento segurar sua mão:

-POR FAVOR MÃE NÃO ME DEIXE!! - Tentativa falha em tocá-la. Ela sorriu pra mim e disse, serenamente:

-Eu nunca te deixei, minha filha... E nunca vou te deixar... -Ela acenou um tchauzinho com a mão e depois eu não pude mais a ver.

-O-O que...? Onde tá minha mãe? CADÊ ELA??! -Começo a olhar para todos os lados, meu rosto vermelho de tanto chorar.

-Ela tá no submundo, Mag. Talvez algum outro dia nós possamos a ver novamente. -Ela mexia em suas mechas ruivas, um pouco nervosa. -Bem... O que achou?

-Marina é sério... Eu te amo muito! -Abracei ela com força. Ela não vai deixar, minha mãe não vai me deixar. No fim, eu nunca estarei sozinha.

Mamãe sempre estava aqui, me olhando, cuidando de mim... Vê-la de novo foi como acordar de um pesadelo horrível, minha mãe ir até mim e falar: "Calma, Mag, foi apenas um sonho ruim, tá tudo bem. Eu tô aqui, lembra? Eu sempre vou estar aqui."

É uma pena que agora o pesadelo voltara, mas eu tenho meu anjo da guarda, tanto nesse mundo quanto no submundo: Marina e mamãe.

-Hahaha, eu sei! Também te amo, Mag!! -Ela me apertou ainda mais, nos deixando com um pouco de falta de ar.

Soltamo-nos e ficamos nos encarando, rindo à toa. Sentei-me ao seu lado e deitei minha cabeça em seu ombro, ela acariciou meus cabelos, tirando uma mecha caída no meu rosto.

-Sabe, Maggie... Eu... -Ela falou, gaguejando um pouco. Estava preste a me dizer algo até que foi interrompida pela voz do demônio.

-A conversa está divertida, meninas?

Não... De novo não...


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAH (Eu chorei escrevendo esse capítulo, sério)
AMEI escrever o 8° capitulo, pra mim agora é meu favorito!! ❤❤❤
Digam o que acharam, se quiserem. Beijos batatinhas!! 😍😍😍


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...