História Mommy - Park Jimin - BTS - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Bts Hetero, Kpop, Linques, Park Jimin, Romance
Visualizações 1.685
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nossa, dessa vez realmente faz MUITO tempo, mas tô de volta pessoal hehe
Me pergunto se tem alguém que vai ler a fanfic ainda... espero q simm

Tomara que vocês curtam ^^

Capítulo 29 - 29


Fanfic / Fanfiction Mommy - Park Jimin - BTS - Capítulo 29 - 29

(S/N) POVS ON

Encarava Jimin, após termos feito sexo no banheiro enquanto ele dormia sereno sobre sua cama. Fazia dias que eu dormia com Park, tentava evitar as lembranças terríveis que tinha com Otávio me estuprando em meu quarto.

Refleti sobre o modo inesperado que tudo havia acontecido. Eu estava fazendo muito isso ultimamente. Adotei Park Jimin e acabamos nos envolvendo em um romance. A memória que tenho dele assim que chegou ao Brasil me fazia sentir borboletas no estômago, acabava rindo sozinha por me sentir completamente apaixonada por seu jeito marrento. É claro que aquilo me deixava aflita no começo, mas agora me fazia rir. Acho que isso é um bônus por estar apaixonada.

Acabei por deixar o cansaço me vencer e encostei a cabeça no travesseiro ao lado de Jimin.

Acordamos lá pelas quatro da tarde com uma fome imensa.

(...)

Jimin havia falado com seu amigo Hope há algum tempo e para sua surpresa, o tal garoto sul coreano estava animado e queria continuar mantendo contato com Jimin, o que o deixou muito feliz, consequentemente me deixando feliz também. Depois de termos passado por tantas coisas, estar feliz assim era tão bom... Não nego que me doía um pouco, tinha aquele medo no coração, um aperto angustiante, pois comigo acontece exatamente como falam: se estou feliz demais, algo ruim irá acontecer logo. Eu sou a pessoa com a terrível maldição do clichê.

Mas nada acontecia.

E continuava a não acontecer.

Meses se passaram.

Eu e Jimin nos mudamos para um apartamento em um bairro cheio de prédios, estava sendo gostoso morar lá, tinha bastantes restaurantes, lanchonetes e o que eu e Jimin havíamos aprendido a gostar de fazer juntos era comer gordices. Combinamos de comer tudo que pudéssemos de vários locais diferentes só para termos a chance de classificarmos de qual lugar era melhor.

Durante esse tempo outras coisas se acertaram também.

Eu não acreditava, mas a justiça foi feita e Otávio estava preso, e sabíamos que não seria para sempre nem perto do “para sempre”, mas era um pouco reconfortante saber aquilo.

Jimin ia bem na escola e estava ansioso para sair de lá, ele estava louco para entrar em uma universidade o quanto antes.

E mais tempo se passou e nada de ruim aconteceu.

(...)

- Eu tô muito orgulhosa de você, Jimin. – O abracei quando terminamos de brindar nossas taças.

Park havia passado para o curso de arquitetura e tínhamos ido fazer sua matrícula hoje. Todos estavam lá em casa: mamãe, Yoongi, Cristal e Jeonghan. Não éramos muitos, mas éramos as pessoas essenciais para estarem lá.

Havia uma música baixa tocando e todos estavam espalhados pela sala, conversando entre risadas.

Tomei um gole do champanhe e vi Jimin se distanciar de mim. Yoongi o chamava. Quando Jimin chegou perto, Yoongi estendeu o braço de forma que Park ficasse debaixo dele, era engraçado porque os dois não eram os caras mais altos do mundo. Eles agora estavam em uma rodinha de três: Yoongi, Jeonghan e Jimin.

Tomei outro gole e ouvi o telefone tocar. Jimin olhou para mim e eu o dispersei com o olhar, avisando que ele podia deixar aquele telefonema comigo.

Peguei o gancho sem fio do telefone e fui para a cozinha onde não haveria barulho. Pus a taça sobre o balcão e dei uma risada do meu estado já suficientemente embriagada com apenas duas taças de champanhe.

Para minha surpresa, o telefonema era para Jimin e não era Hoseok.

O chamei e ele atendeu, fiquei o tempo todo esperando a ligação terminar para saber quem era, estava curiosa já que apenas Hope falava coreano e ligava para Jimin.

Minha cara de indagação era o suficiente para que Park percebesse que eu estava querendo saber com quem ele estava falando.

Estava risonha e até arriscando dançar – horrivelmente – já que a música chegava, muito baixinha, na cozinha.

- A gente tem que conversar, amor. – Ele me falou sério.

- Vocês conversaram tanto, amor. Tô curiosa. – Ri da minha confissão.

- Eu tenho uma família na Coréia.

Esbugalhei os olhos e a principio não sabia que rumo minha cara tomaria. Mas, decidi sorrir para ele.

- Como assim? – Puxei sua mão e nos conduzi até os bancos do balcão.

Ele então me explicou, com lágrimas nos olhos de emoção, mas ele ainda não sabia se eram de felicidade ou tristeza.

Ele me falou que teria que ir para a Coréia e eu prontamente me ofereci para ir também, mas eu estava com duas taças de champanhe no corpo, o que tornava Jimin alguém mais consciente do que eu.

- Você conseguiu esse emprego há pouco tempo, amor. Ano passado. Ainda estamos no final de Janeiro e...

Suspirei aflita e cochichei um “Merda”. Eu havia tirado férias há uma semana atrás.

- Você tem razão. Mas você ir sozinho pra Coréia?

- Ei! – Ele segurou meu rosto com as duas mãos. – Eu prometo que volto antes de você terminar de montar seu escritório.

Eu estava profundamente triste, mesmo que Jimin tenha me falado tudo o que ele havia falado no telefone com seu tio. Eu sei que era algo importante ele ter descoberto que ainda tinha familiares vivos querendo encontrá-lo, mas significaria que teríamos que ficar longe por um tempo.

O abracei e me esforcei para ficar feliz por ele.

- Você vai poder ver o Hope.

- Sim! Nem estava lembrando. Vou ligar para ele agora mesmo. – Jimin me soltou e seguiu para o corredor, entrando em nosso quarto.

Voltei para a sala onde todos estavam e fiquei ouvindo as histórias que Cristal contava sobre o tribunal e felizmente algumas era bem engraçadas.

(S/N) POVS OFF


Notas Finais


espero que vocês tenham gostado do capítulo =)


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