História Mommy? - Swanqueen - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Age Play, Emma Baby, Emma Swan, Regina Mills, Regina Mommy, Swanqueen
Visualizações 355
Palavras 673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O Robin é inspirado no louco do livro: "Sorrisos quebrados".

Capítulo 7 - Me deixa ir embora, por favor!


Regina Mills. 

Robin está diante dos meus olhos. Meu corpo treme por inteiro, ainda por cima, ele mantinha uma arma em suas mãos.

Começo a me afastar ainda o olhando. Começo a pensar em como estaria ali, se foi preso a meses atrás.

Robin: O que eu faço aqui?! Vim falar com minha querida esposa, oras.

Ele fala sorrindo como o psicopata que era. Me viro e começo a correr, tentando encontrar alguém para me ajudar ou chamar a polícia. Infelizmente, ele foi ainda mais rápido e me puxou pela gola da blusa, meu corpo se choca com o chão segundos depois.

Robin: Não corra de mim, meu amor. Não me deixe irritado, sabes que não gosto quando faz isso.

Ele começa a me puxar pelos cabelos para seu carro a frente.

Regina: ME SOLTA, ROBIN!

Robin: Não grite, meu amor, senão, serei obrigado a ocupar sua boca com alguma coisa. E bom, tenho algo em mente para fazer tal coisa.

Meus olhos enchem de lágrimas, pelo medo do que poderia acontecer daqui para à frente. Para não acontecer algo pior, decido focar calada, rezando para que chegasse alguém.

Robin me joga no banco de trás do carro e vai por cima de mim, roçando nossos corpos.

Robin: Você cheira tão bem, Regina.

Ele aspira o ar do meu pescoço e começa a passar sua mão nojenta por meu corpo.

Regina: Me deixa ir embora, por favor!

Peço baixo, entre várias lágrimas silenciosas.

Robin: Não me estresse, Regina.

Ele distribui uma tapa forte sobre meu rosto e sinto o gosto metálico do sangue na mesma hora. Em seguida, Robin segura meu pescoço e o aperta fortemente.

Robin: Olha o que você faz comigo, Regina. Isso é tudo culpa sua.

Tento me debater mais uma vez, mas infelizmente meu corpo já estava fraco para aquilo.

Robin: Tudo sempre foi culpa sua, idiota. O que eu fiz de errado para você? Sempre fui tão perfeito e você me agradeceu negando coisas. E sabe mais? Você é uma vadia nojenta que pensa apenas em sexo. Mesmo sabendo da minha condição, procurava coisas na internet e também tratamentos. PENSA QUE NÃO VIA SEUS HISTÓRICOS DE PESQUISAS? SUA DESGRAÇADA.

Sinto mais socos e tapas sobre meu rosto. Após alguns minutos daquela maneira, meu corpo não foi capaz de suporta, mas antes de desmaiar, vejo uma sombra de uma mulher puxando Robin de cima de mim, depois tudo fica escuro.

Emma Swan. 

Quando as aulas acabam, passo discretamente pelas garotas que falavam mal de mim, graças a deus, elas nem perceberam. Também estou agradecida por não ter entrado no age por agora.

Passei maior vergonha com a Gina lá no banheiro. Quase que a chamava de mommy.

Caramba! Eu sou muito trouxa, tenho uma paixão por minha professora e ainda por gostaria que ela fosse minha mommy.

Apenas nós meus sonhos.

Suspiro profundamente pela milésima vez e antes de ir ao estacionamento para encontrar a Gina, ligo para Elsa. Não demora muito e logo ela me atende.

Elsa: Sim, meu bem? Você está bem?

Emma: Sim, Els. Liguei para avisar que sou ir à casa da… de uma amiga que você não conhece.

Falo tudo praticamente de uma vez.

Elsa: Tudo bem, mas volte cedo.

Emma: Tá bom. Obrigado, Els.

Elsa: Nada, meu bem. Se divirta na casa da Regina.

Ela nem me dá tempo de protestar, apenas ri e desliga.

Bufo e vou andando até estacionamento. Começa a achar estranho alguns barulhos. Um cara falando algumas coisas absurdas. Ando mais para à frente e minhas mãos se fecham automaticamente com a cena que vejo.

Regina tinha corpo deitado naquele carro, o cara não parava de bater. Sem pensar muito, muito menos nas consequências daquele ato impulsivo, corro até o cara e o puxo para trás.

Jogo ele no chão e distribui socos até minhas mãos doerem. Ligo para a polícia rapidamente e vou até Regina.

Mesmo com os braços trêmulos, a pego e levo até uma das professoras. Ela me ajuda e assim levamos Regina para a hospital.

Continua...



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