História Mommy's Home - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Malévola, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen Swanqueen
Visualizações 87
Palavras 1.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heyy amores! Como vocês estão? Vou tentar todo domingo postar um capítulo.Boa leitura, espero que gostem.❤️

Capítulo 2 - Capítulo II


CAPÍTULO II

Pov Emma

-Quer falar comigo? É sério?- Henry concorda que sim com a cabeça, realmente por essa eu não estava esperando. 

-Comigo e sua mãe então?- ele continha calado, mas nega com a cabeça. 

-Só comigo? Sozinho?- ele só pode estar brigando comigo não é possível. 

-Sim.- olho rapidamente e Regina faz sinal com a cabeça para eu conversar com ele logo.

-Claro... eu to aqui. Vamos para o escritório a gente senta lá, a gente senta. Pode ser sentados? Ou prefere de pé? Tanto faz, a gente conversa, então. Não fica pensando nisso. Ótimo. Tá bom, vamos?- vou guiando ele para fora da cozinha- Ok um bate papo tranquilo.- quando ele já está no escritório me viro para Regina que está sorrindo, provavelmente feliz, mas não tão feliz quanto eu estava naquele momento.

Me encaminho para o escritório onde ele já estava sentado, passo as mãos frequentemente nas pernas, sinal de nervosismo. Nunca estive em uma conversa a sós com ele, não sei como agir ou o que falar. Queria que fosse perfeito.

-Só quero que saiba que estou aqui para ouvir você está bem? Sem julgamentos, sem sermões, só um ouvido amigo.- tento encorajar ele a falar comigo.

-Tem umas crianças no colégio e elas são maiores, porque são do quarto ano e- ele para de falar quando escuta o barulho dos flashes da câmera. Talvez eu estivesse tirando selfies enquanto ele falava, mas na situação que eu vivo isso é completamente justificável. 

-Foi esquisito? Desculpe é que... é um momento importante para mim estou tentando registrar e acabou ficando esquisito. Então continua contando a sua história, o quarto ano...

-Enfim eles são do quarto ano e ficam mexendo comigo porque sou menor.

-Henry você não pode se rebaixar ao nível deles, tem que se mostrar superior, entende?- ele afirma com a cabeça e eu continuo explicando. 

Logo após nossa conversa encontro Regina terminado de fazer o jantar. 

-Eai? Como foi?- vejo ela provar um pouco do molho.

-Ele confiou em mim de verdade! Aquele momento, aquele sentimento de mãe e filho que eu estava doida para ter. Foi melhor do que imaginei, ele precisava de mim!- digo extremamente empolgada, parecia uma criança quando ganha um brinquedo novo e quer mostrar para todos os amigos.

-Isso é ótimo querida. O que ele te disse?

-Uns meninos do quarto ano estão mexendo com ele. Henry pediu para não contar para você, então estou traindo totalmente a confiança dele.- agora minha consciência começou a ficar pesada. E se ele descobrir que eu contei e nunca mais se abrir comigo?

-O que a gente vai fazer com esses metidos do quarto ano?

-Ah acho que vai ficar tudo bem. Ele vai tentar conversar com eles e resolver tudo.

-Sério? Será que vai funcionar?

-Acredito que sim.- na verdade por dentro eu estava torcendo para o que eu disse funcionasse e eles não batessem no Henry novamente, mas eu nunca diria para Regina que isso era uma possibilidade.

-Emma!?-Lucy entra na cozinha com um papel nas mãos.

-Oi.- me abaixo na sua altura.

-Se eu te pedir uma coisa, promete não chorar de novo?

-Claro, querida. O que é?- me preparo para todas as possibilidades de coisas desagradáveis que ela possa me dizer.

-Bom, lembra daquele negócio que eu convidei a mamãe? O Baile da Mãe e da Filha?- apenas balanço a cabeça em afirmação- então, já que a mamãe não vai poder ir você quer ir comigo?- não aguentei e comecei a chorar. Vocês estão ligados no que acabou de acontecer? Lucy me convocou para o Baile da Mãe e da Filha. Mãe e filha. Isso quer dizer que ela me considera como mãe, definitivamente o dia mais feliz da minha vida: Henry teve um problema e a primeira pessoa a quem procurou foi eu e Lucy me convidou para o Baile da Mãe e da Filha. Nada pode estragar esse dia, ele está simplesmente perfeito.

-Você disse que não iria chorar, Emma.

-Eu não to chorando. Eu quero ir é claro que eu quero ir.- digo e praticamente me jogo em cima dela abraçando-a.

-Eu achei que adultos nao chorassem.- Henry diz quando entra na sala.

-Eu acho maneiro ver ela chorando igual uma babaquinha.

-Lucy! Que coisa feia chamar as pessoas assim e olha aqui tem que ser mulher de verdade para chorar assim, viu?- Regina olha para mim ainda abaixada no chão chorando e completa:- Nem tanto também, né.

Depois de nossa breve conversa jantamos e estávamos os quatro assistindo um filme na sala. Finalmente estamos nos tornando uma família.

-Eu atendo.- Henry se levanta e atende o telefone que tocou.

Depois de ser rejeitada e tratada como uma intrusa eu finalmente estava me tornando a mãe que eu sempre soube que podia...

-Mamãe!- meus pensamentos são rapidamente atropelados pela fala de Henry ao telefone. 

-Oi! Onde você está? Onde fica a África? Você resgatou um elefante? Maneiro!- quando estou prestes a falar algo sou novamente atropelada por Lucy.

-Mamãe! Eu quero falar com a mamãe!- Henry passa o telefone para ela e fica aguardando ao lado.

-Oi, mamãe.- ela espera um pouco e responde.- Bem.  

-Sua ex está ligando.- dou uma risada fraca, espero que Regina tenha entendido.

-Pois é.- visivelmente sem graça ela me responde.

-Isso é bom para eles, já faz muito tempo.

-Estamos vendo um filme muito engraçado com a mamãe e com a emma.- assim que Lucy diz meu nome me viro e começo a prestar atenção.- Emma é a esposa da mamãe.

-Ele não sabe de mim?- talvez isso tenha acabado um pouco comigo.

-Eu e as crianças não vemos ela faz 1 ano e meio.

-Casamos tem 2 anos.

-Emma, mamãe quer falar com você?- Lucy diz enquanto estende o telefone para mim.

-Não, não, não. Não vai.- Regina tenta desesperadamente fazer com que eu não fale com Kristin.

-Eu só vou dizer “oi”.- não vejo problema nenhum nisso.

 -Não precisa fazer isso. Emma, não.

-Alô? Kristin? Finalmente estamos nos falando, né?- estou tentando ser o mais simpática possível, acho importante nos darmos bem.- Ah você vem amanhã?- ótimo.

-O que? Não!- uma Regina extremante desesperada diz.

-A mamãe está vindo!- Henry e Lucy respondem em uníssono.

-Ah claro, posso pegar você sim.- e é nisso que dá ser simpática.

-Por favor, Emma não.

-Meu sobrenome? É Swan. S-W-A-N.- não entendi o porquê, mas ele começou a me perguntar dados pessoais.- Não acho legal passar o numero do meu cpf pelo telefone.- novamente ele me pergunta dados pessoais.- É mas por que? Está bem, o limite do meu cartão é bem alto. Tenho orgulho dele.- perguntas cada vez mais estranhas, Regina havia me falado que ela tinha um jeito diferente mas não imaginei que fosse tanto- O que? Desculpe? Quer saber que tipo de luta eu pratico? Eu acho que ninguém nunca me perguntou isso.- de repente o telefone fica mudo- Alô? Kristin? Alô? Caiu.

Pov Regina

Ótimo. Agora que tudo estava começando a andar Kristin resolve aparecer como se nada tivesse acontecido. Primeiro ela some por um ano e meio só entrando em contado com as crianças por ligações e agora volta e pior vai ficar na minha casa.

-Emma o que foi isso? Você convidou ela para vir aqui? É isso mesmo?

-Eu não achei que ela fosse aceitar o meu convide, foi muito rápido ela me pegou de surpresa.

-Lembra quando falei que ele era como se o Jesse James e o Mick Jagger tivessem bebê?

-Lembro, só achei que ela fosse bem magrinha e com sotaque britânico.

-Ela é selvagem, completamente louca. Foi por isso que me apaixonei por ela, mas acabei com duas crianças e tendo que segurar a barra sozinha. Não importa se é amor ou paixão, se um não consegue respirar sem o outro, tudo isso é bobagem em comparação com ter filhos e ela não entende isso.- tento explicar para Emma tudo o que Kristin fez, quando eu a conheci era muito nova. Kristin era uma hippie louca, mas foi tudo um impulso de uma paixão da adolescência. 

-Querida, vai ser muito bom. Vou receber a Kristin em nossa casa e vamos estabelecer uma relação forte, mas com limites rígidos que o “Madrasta Passo a Passo” chama de uma cerca de amor.

-Uma cerca de amor?- é sério isso?- Isso tudo é muito bonito, mas os seus livros de auto ajuda nunca lidaram com Kristin Bauer.- eu estava com muito medo do que poderia acontecer nesse tempo que ela ficasse aqui.

-Ela parece ser imprudente, mas deixa que eu vou dar o meu jeito.

-Eu só não quero que ninguém se machuque nessa história.- digo e abraço Emma. Tenho medo porque a Kristin pode causar um belo estrago quando quer e eu amo a Emma demais para deixar que qualquer coisa aconteça.

Pov Emma

Estava na no horário de saída da escola, fui para a sala dos professores para pegar minhas coisas e encontrei David que também dava aula na escola e era um grande amigo meu.

-Como você está?

-Indo.- ele dá uma risada fraca.- Vai para onde agora?

-Estou indo pegar a ex da minha esposa no aeroporto.

-Meu deus como é que você foi se meter em uma cilada dessas? Emma por que você vai querer ela na sua casa?

-Bom para começar eu não queria ela na minha casa, só que os melhores livros para madrastas dizem que a pior coisa a se fazer com as crianças é afastar a mãe biológica.

-Você está em uma zona de perigo, Emma. Crianças que crescem sem os dois pais acabam ficando obcecadas por aquele que fugiu. A maioria das transas que já tive na vida adulta foi com mulheres que tinham esses problemas.

-Eu não sei se é aprovado você me dizer isso...- ele não deixa eu terminar de falar e logo começa.

-A minha esposa iria me matar se soubesse que te contei isso.

-Sendo assim não deveria contar...

-Mas quando eu a conheci- é ele vai contar mesmo assim.- ela era do site domésticas de topless, noventa e nove dólares a hora. Nunca conheceu o pai, mas quem ela conheceu? Eu. Acabei me apaixonado, mas toda vez que ela saia da linha eu encostava o carro e pedia educadamente para ela sair. Ai eu ia embora. Adivinha só? Ela aparecia lá em casa toda vez.

-Essa história não tem relevância para a minha situação.- agora eu estou confusa e atrasada.

-Ah eu sei que não tem, mas é uma boa história.

-Agora eu preciso ir, já estou atrasada.- pego minhas coisas e vou me retirando.

-Até amanhã e não esquece do eu disse!- balanço a cabeça em descrença e vou embora.

Chego ao aeroporto e vou para a área de desembarque esperar. Se eu estou nervosa? Pode apostar que estou. Mas quem não estaria? É o seguinte as crianças percebem as coisas e no fim do dia elas sabem quem está por perto e quem não está... caramba. Meus pensamentos são interrompidos quando vejo uma mulher descer as escadas rolantes, fiquei intimidada apenas com o ato dela ter tirado o óculos de sol. Rapidamente tento ajeitar minha postura esperando ela descer as escadas torcendo desesperadamente para não ser Kristin. Quando estamos perto o suficiente pergunto:

-Oi, é a Kristin?

 

 


Notas Finais


Eai? É importante que me digam o que estão achando da história, se tiverem alguma sugestão podem dar também. Meu @ no tt é “bexlpsbaby” se precisarem de alguma coisa.
Vou tentar postar o outro no próximo domingo, beijos😘😘


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