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História Mon amour bleu - Capítulo 12


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Notas do Autor


Eu demorei umas 2 horas para escrever por que a falta de criatividade estava grande, enfim eu tenho mais criatividade durante o período de aula e como eu vou viajar manhã (17/01) vai ter capítulos menores até fevereiro.

A, no meio do cap tem um "_____" isso é por que no horário que eu postei (00:55) eu não obtive a resposta da sortuda, e como o último sorteio só teve um participante ele é o ganhador, entrarei em contato para mais informações.

Capítulo 12 - Desespero


Sinto seus dentes raspando levemente no meu membro tornando ainda mais difícil de não gemer, enquanto ele me chupa alguns fios de seu cabelo turquesa caiam sobre seu rosto branquinho e levemente marcado pelas cicatrizes deixando o ato ainda mais sensual, ele rebola levemente empinando a bunda redonda e lisinha. Enrosco os meus dedos em seu macio cabelo acelerando o movimento sentindo que ia chegar ao meu ápice, sinto borboletas em meu baixo ventre ao chegar em meu limite.

  - Eu te amo muito. - Digo meio ofegante e fechando os meus olhos.

Como eu amo a sua voz, a sua cor, o seu cheiro, eu realmente estou muito apaixonado por esse baixinho, meu baby blue.

 

Abro os olhos em um pulo sentando rapidamente na cama, com a luz fraca que vinha da janela só conseguia ver até os pés da mesma. Coloco a minha mão na testa retirando o cabelo que estava grudado por causa do suor, respiro devagar me acalmando, tateio a parede e esbarro no interruptor ligando a luz. Olho em volta examinando o local que rapidamente identifico como o meu quarto.

Ele tem as paredes pintadas como se fosse quatro grandes telas, sim eu uso as paredes como telas, o único móvel é uma cama de solteiro encostada embaixo da janela e embaixo da cama tem duas gavetas com as minhas roupas. As outras coisas que têm no meu quarto são os meus materiais de desenho que ficam “organizados” em um canto, e quando eu digo “organizados” eu quero dizer empilhados.

Quando levanto sinto algo a mais na minha roupa íntima, puxo levemente os meus cabelos ainda indignado.

“Eu tive um sonho molhado com o meu melhor amigo, e pior, colega de apartamento.”

Pego o meu celular que estava no batente da janela, verificado o horário, 4 horas da manhã. Pego outra cueca e uma calça de moletom me direcionando ao banheiro.

Tomo um rápido banho só para limpar a sujeira residual do meu sonho, volto para o meu quarto deixando a roupa suja em um canto qualquer, meu quarto sempre foi uma bagunça. Volto para o banheiro pegando uma toalha menor secando os meus cabelos e a deixando pendurada no meu pescoço quando terminei, já que estou acordado escovo os meus dentes e vou em direção da cozinha, antes pegando o meu celular que marcava 4:37, chegando na cozinha passo o café instantâneo e sento na janela tomando o meu café.

Eu não consigo acreditar que eu sonhei aquilo com o Sal e baby blue? Sério? Por que tinha que ser rock dos anos 70’ eu realmente não tenho jeito mesmo.

Sorri de um jeito bobo olhando para o céu tomando o meu café.





 

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Tirei um cochilo escorado na janela, sou acordado por um leve cutucão no meu braço. Abro os meus olhos e vejo o Sal me oferecendo um cigarro aceso, aceito e dou uma leve tragada. Enquanto eu trago o meu cigarro o Sal se senta entre as minhas pernas pegando a minha mãe livre me fazendo abraçá-lo, ele também tragava um cigarro.

 - Aconteceu alguma coisa? - Perguntou soltando a fumaça.

Ele nega com a cabeça soltando a fumaça também.

 - Nada não, só estou com uma impressão ruim como se algo fosse acontecer. - Ele diz cabisbaixo.

 - Red? - Pergunto sério.

 - Não tenho certeza… - Ele diz tirando a máscara, mas como ele estava na minha frente não pude ver. - Mas não vai ser nada bom. - Ele falou abaixando a cabeça e em seguida recolocando a máscara.





 

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Depois de ficarmos mais alguns minutos fumando o Sal fez o café e nos arrumamos para irmos para a faculdade, durante o caminho não desgrudei do lado dele e por mais que quisesse parecer tranquilo como sempre foi quase impossível, mas parece que só as pessoas que não tenho muito contato perceberam mas não vieram fazer perguntas.

No final da aula fui o primeiro a sair e segui apressadamente para o departamento de música. No caminho tive que passar pelos alunos de _____ que estavam de saída tentei me apressar mas congelei no lugar como se garras prendiam minhas pernas, olhei desesperadamente para os lados tentando em vão achar alguma coisa, qualquer coisa, mas estava muito assustado e desesperado para realmente prestar atenção em alguma coisa. Quando consegui me mexer foi porque o Sal tocou no meu braço me fazendo acordar.

 - Você tá’ bem? - Ele falou visivelmente preocupado.

Peguei a mão dele e fui puxando-o pelo campus até a saída, o Sal só se deixava ser puxado, continuei puxando ele pelas ruas meio aos tropeços até chegar em casa levemente ofegante. Abri rapidamente a porta, tentei puxar ele para dentro mas ele parou bruscamente.

Olhei para ele meio incrédulo mas relaxei ao me dar conta do que estava fazendo.

 - Larry. - Ele estava muito preocupado, entramos em casa e ele me sentou no sofá. - O que aconteceu? - Ele disse passando tranquilidade.

Simplesmente abracei ele e comecei a chorar, a minha garganta ardia e não conseguia abrir os olhos em puro desespero, só conseguia ficar agarrado a ele soluçando baixinho enquanto chorava, eu não lembro a ultima vez que eu chorei tanto…


Notas Finais


Ps: tem comentários que eu não respondo porque eu simplesmente não sei o que responder, mais eu leio e levo tudo em consideração.

referencias do apelido do Sal (baby blue) e a música com o mesmo nome da banda badfinger, uma banda de rock dos anos 70'

Mais uma coisa, eu construí o apartamento deles no The sims 4, só pesquisar na galeria: Sal e Larry


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