História Mon Coeur - Capítulo 28


Escrita por: e Mayadom

Postado
Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Personagens Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags Isabella Santoni, Malhação, Rafael Vitti, Santovitti
Visualizações 141
Palavras 2.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A gente demora, mas posta! Haha
Boa leitura! ♥️

Capítulo 28 - Castleroy


Fanfic / Fanfiction Mon Coeur - Capítulo 28 - Castleroy

POV. Rafael

Eu acabei acordando cedo demais, e antes da Isabella, então fui para o meu quarto, tomei um banho, me troquei e fui até a cozinha buscar um belo café da manhã para a Isabella. Cumprimentei Maria, conversamos um pouco enquanto ela terminava de preparar algumas coisas, assim que ela terminou eu me despedi e voltei para o meu escritório encontrando Isabella do jeito que estava quando eu saí. Sorri as vê-la toda encolhida, e coberta apenas por um lençol. Caminhei até ela, fiquei a admirando, até que ela despertou, abrindo aquela imensidão azul pra mim que não pude deixar de sorrir. Dei bom dia para ela, e quando ia beijar seus lábios ela se afastou alegando que não tinha feito suas higienes, mas ela deveria saber que eu não me importo nem um pouco com isso, deixei a bandeja de lado, segurei seu rosto e a beijei. Nós separamos, e ela atacou a bandeja sem dó, não a culpo por estar faminta, eu também estava quando, mas havia comido na cozinha enquanto conversava com Maria. Eu estava a observando até que uma dúvida rondou minha mente, sobre o que havia sido o pesadelo dela na noite passada ? Eu estava curioso, não tinha como negar isso, eu precisava saber sobre o que se tratava, mas eu não sabia uma maneira educada de perguntar, até que eu encontrei uma, ela pareceu em dúvida se falava ou não, mas optou por me contar tudo e eu desejei mentalmente não ter feito aquela pergunta. Ela me contou que havia me sonhado comigo, com nosso casamento anulado e com...com Cristina. Então eu associei os fatos, percebendo que seu interesse da noite passada na Cristina tinha se dado pelo seu sonho, ela sonhou também que eu havia me casado com a Cristina e que ela estava grávida de um filho meu, ou melhor, uma filha, já que era menina. Confesso que aquilo mexeu comigo mais do que eu esperava, até porque Cristina havia sido o primeiro grande amor de minha vida, e uma família com a mesma era tudo que eu queria antes da tragédia. Quando Isabella terminou de contar sua história, me perdi entre os diversos fatos em minha mente, então decidi que era hora de voltar para realidade, até porque minha mãe voltava de viagem hoje e eu tinha que ir ao seu encontro na cidade para a trazer para casa, me despedi de Isabella e fui rumo ao encontro de minha mãe junto com Guilherme. Chegando lá demos de cara com ela e suas incontáveis malas, coitado do Guilherme que teve que carregar todas. Ela me abraçou, beijou, de um jeito que eu não gostava, ela sabia disso e fazia de propósito. Ela me contou como havia sido as negociações, mas logo chegamos e ela não pode concluir. Entramos, suas malas foram levadas para o seu quarto e nos sentamos no sofá. Me perguntei por onde andava Isabella, até que a vi descendo as escadas, estava linda como sempre, minha rapidamente a cumprimentou e notou que algo havia mudado entre nós, logo seu sorriso se abriu mais. Conversamos um pouco, e minha mãe deu a notícia de que iríamos a um baile de máscaras daqui a dois dias, na casa de um de nossos investidores, eu odiava bailes, mas tinha que comparecer, era minha obrigação. Isabella ficou um pouco receosa ao descobrir que iria com a gente, mas rapidamente aceitou a idéia, minha mãe subiu para descansar e ficamos apenas nós dois ali. Passamos o dia fazendo várias coisas, e a noite quase toda em claro, eu não me cansava do cheiro dela, da pele dela, do som da voz dela quando gemia pra mim, eu não cansava dela. Logo cedo minha mãe foi buscar Isabella para irem às compras, ela estava exausta da noite passada, mas não deixou de levantar com um sorriso no rosto e ir junto a minha mãe enquanto eu ficava e trabalhava.  


 

Pov.isabella

Chegamos a cidade, e Valéria entrou na mesma loja que eu havia feito o meu vestido de noiva, que era caríssima por sinal, mas isso não importava para os Vitti, eles tinham dinheiro para comprar dez lojas dessas se quisessem ou até mais. A costureira nos mostrou alguns, e Valéria rapidamente encontrou o seu, mas nenhum era de meu agrado. Continuamos procurando até que encontramos um perfeito, vermelho que realçava o tom da minha pele e uma máscara igualmente vermelha. Terminamos o que havíamos de fazer ali, e fomos a uma loja até um alfaiate, porque segundo Valéria, Rafael iria precisar de alguma coisa também,  compramos um terno azul deslumbrante para ele que com certeza ficaria lindo com ele, almoçamos por lá e fomos comprar a máscara de Rafael também, mais algumas coisas que Valéria queria e fomos para casa, afinal eu estava exausta e precisava descansar. Chegamos a mansão no fim da tarde, sim, havíamos passado um dia inteiro na cidade. Rafael estava no escritório como sempre, então não quis interromper, subi, tomei um banho e me joguei na cama dormindo quase que imediatamente. Abri os olhos com os raios de sol que penetravam pela janela de nosso quarto, bocejei e me espreguicei, só então me dando conta do quanto eu havia dormido. Olhei para o lado e Rafael dormia sereno, dei um beijo casto em seus lábios e ele abriu seus lindos olhos castanhos pra mim.

- Bom dia - eu sorri

- Bom dia - ele retribuiu o sorriso

- Porque me deixou dormir tanto ? - perguntei fazendo carinho em seu cabelo.

- Você parecia exausta, não queria atrapalhar seu sono - ele disse e eu concordei. Eu estava mesmo cansada.

- Muito obrigada.

- Você poderia me mostrar sua gratidão de outra forma - ele sorriu malicioso pra mim e eu entendi o que ele quis dizer.  

- E como você quer que eu faça isso ? - perguntei sentando em cima da sua barriga. Me inclinei para morder sua orelha e ele sussurrar na minha.

- Me mostre o que você aprendeu - ele lambeu meu lóbulo o que fez meu corpo incendiar. Fui de encontro aos seus lábios o beijando de forma voraz, me corpo escorregou mais para baixo e eu agora estava sentada em cima do seu membro que já dava indícios de excitação, suas mãos percorreram o meu corpo e foram de encontro a barra de minha camisola, mas eu o impedi de continuar

- Hoje sou eu quem dou as ordens - disse firme e ele sorriu de uma forma encantadora pra mim. Tratei logo de tirar sua camisa distribuindo beijos e leves mordidas por toda extensão do seu tórax e barriga nus, desci até seu quadril e abaixei sua calça o deixando apenas com sua última peça de roupa íntima, sua ereção já era bem visível e convidativa. Sem demora me livrei de sua última peça, tendo a visão dele totalmente despido para mim, e eu só conseguia pensar em uma coisa, como eu era sortuda por ter um homem desses todo para mim, fui de encontro aos seus lábios e o beijei com vontade, nos separamos por falta de ar e eu trilhei um caminho de leves mordidas até o seu órgão sexual, depositei um beijo na cabecinha do seu membro e ele se contorceu embaixo de mim, sorri com satisfação, dei uma última olhada para seu rosto, sua expressão era de puro prazer e divertimento, então eu o abocanhei, fazendo-o soltar um gemido alto, minhas sucções eram precisas,e a cada gemido que ele soltava, eu tinha cada vez mais vontade de continuar, ele era bem avantajado, então minha boca não conseguia o comportar por inteiro, então minhas mãos faziam movimentos de vai e vem na parte de seu membro que não estava em minha boca.

- Oh, Deus! Isso...Isabella! - ele gemia ofegante meu nome, sua expressão se contorceu e eu percebi que ele estava prestes a atingir o clímax, então parei o que estava fazendo. Ele me olhou bravo e com um pingo de irritação nos olhos - Porque parou ? - ele disse e eu sorri subindo ao seu encontro e sussurrando:

- Porque quero que goze dentro de mim - tirei rapidamente minha camisola e sentei devagar em seu membro. Comecei a rebolar e ele levou suas mãos até a minha cintura, me auxiliando com os movimentos, ergueu a cabeça e chupou um dos meu seios, joguei a cabeça para trás, tamanho era o prazer que eu sentia naquele momento, gemidos esganiçados saiam de minha garganta e não havia nada que eu pudesse fazer a respeito. Rafael inverteu nossas posições ficando por cima de mim, e começou a investir forte contra meu corpo.

- Você é tão...apertada - ele disse quase em um gemido - Quantas...vezes eu vou ter que...fazer isso com você para que eu caiba perfeitamente aqui ? - ele levou uma de suas mãos ao espaço que havia entre nossos corpos e massageou meu clitóris.

- ISSO, RAFAEL! - gemi e ele sorriu - Eu..não sei, mas espero que sejam MUITAS - gritei a última palavra pois estava sentindo meu clímax se aproximar, fechei os os olhos e joguei a cabeça para trás sentindo com todos os nervos de meu corpo, o orgasmo que meu marido havia me dado, não demorou muito e ele gozou também, caindo exausto ao meu lado da cama. Recuperamos nossa recuperação e ele me encarou.

- Eu estou sem palavras - ele disse e eu ri

- Gostou ? - perguntei e ele me olhou como se a resposta fosse obvia

- Sem dúvidas! - eu ri e ele veio pra cima de mim de novo - Pensando bem, acho que preciso apreciar mais uma vez para ter certeza - eu dei risada e ele me beijou, mas logo ouvimos batidas na porta.

- Peço perdão pela intromissão, mas já estamos na hora do almoço - era Valéria, ruborizei e Rafael riu.

- Já estamos indo, mãe - ele disse e eu rapidamente o empurrei de cima de mim e cobri meu rosto com um lençol. Rafael tirou o lençol, rimos muito, nos arrumamos e em meia hora estávamos todos sentados à mesa. Estava com vergonha de encarar Valéria, pois sabia que ela havia ouvido meus gemidos, ou melhor, gritos. Ela me encarava de uma forma que estava me deixando corada, e levemente desconfortável, até que ela quebrou o silêncio.

- Então, quando terei um neto ? - corei, Rafael riu e Valéria continuou nos encarando.

- Isso não está em nossos planos agora, mãe - Rafael disse e eu o agradeci com um sorriso.

- Como não ? Achei que estavam fabricando um agora pouco. - ela disse e na mesma hora me engasguei com o suco que bebia, Rafael me olhou preocupado, mas riu quando viu que eu estava bem.

- Está tudo bem, senhora ? - Maria perguntou vindo até mim.

- Está sim, obrigada, Maria. - disse assim que me recompus. Quando todos tiraram sua atenção de mim, Rafael respondeu a pergunta de Valéria.

- Não estávamos fabricando um, minha mãe, mas se por acaso vier, será muito bem-vindo - Rafael disse e voltou a comer, eu sorri para ele que sorriu de volta. Eu lembro de ter conversado aquele assunto com ele há algum tempo e dele não ter reagido bem, mas aquele Rafael que estava ali na minha frente, com certeza era BEM diferente do de antes.

- Ótimo, espero que não demore então - ela sorriu para mim e Rafael. Sem mais conversas constrangedoras, o almoço passou rapidamente, e logo depois cada um arrumou alguma coisa para fazer, Rafael foi trabalhar, Valéria para a sua sala de tricô e eu fui até a biblioteca ler. A tarde passou rapidamente, e quando dei por mim já estava na hora de me arrumar para o tão esperado baile, subi, tomei um banho, fiz um penteado com todo o meu cabelo preso, coloquei o meu vestido, um sapato e a máscara. Rafael estava no outro quarto se arrumando, combinamos que seria melhor assim se não quiséssemos nos atrasar. Assim que terminei de me perfumar, ouvi alguém bater na porta e dei sinal para que entrasse.

- Com sua licença…- Maria falou, mas assim que me viu parou - Nossa! Está deslumbrante, senhora. - ela disse e eu sorri abertamente

- Você acha ? - eu disse em dúvida e ela se aproximou de mim.

- Com toda certeza será a mulher mais linda do recinto - ela disse e eu sorri

- Obrigada, Maria  - ela assentiu

- Agora vamos, Rafael já está impaciente com a sua demora - ela disse e eu assenti, já saindo do quarto e descendo as escadas onde estavam Rafael e Valéria a minha espera, assim que seus olhos encontraram os meus, vi seus olhos brilharem e ele deu um sorriso largo pra mim. Quando cheguei ao pé da escada, Rafael segurou a minha mão e a beijou.

- Você está absurdamente linda, eu não consigo tirar meus olhos de você - ele disse e eu sorri

- Você também está magnífico e eu espero mesmo que não tire seus olhos de mim - ele sorriu

- Está realmente linda, Isabella - Valéria disse com um sorriso.

- A senhora também - ela sorriu

- Vamos ? - Rafael disse e nós duas assentimos. Saímos de lá, entramos na carruagem e fomos em direção a mansão que não era muito longe de nossa casa. Assim que chegamos fomos recepcionados pelo anfitrião, era um homem de meia idade, muito elegante e que não tira os olhos de Valéria.

- Senhor Vitti, que honra tê-lo em minha casa - ele estendeu a mão para Rafael que a pegou

- Lorde Castleroy, é um prazer vê-lo novamente. - ele sorriu para Rafael

- Quem é a bela dama ? - ele perguntou com seus olhos em mim

- Minha esposa - Rafael disse e eu tratei de me apresentar

- Isabella, é um prazer conhecê-lo - eu disse e ele sorriu beijando minha mão

- O prazer é todo meu - ele sorriu - Tirou a sorte grande, Vitti. Sua esposa é belíssima

- De fato - Rafael respondeu me olhando e eu sorri

- Valéria! - ele falou com entusiasmo

- Castleroy - ele beijou sua mão. Ele estava pronto para dizer alguma coisa, mas um de seus serviçais o chamou.

- Bom, tenho que resolver um problema, aproveitem o baile - ele disse e todos assentimos. Valéria se afastou de nós e ficamos apenas eu e Rafael. Ele estava lindo no terno que havíamos comprado para ele.

- Me concede a honra desta dança ? - ele estendeu seu braço e eu o peguei sem demora

- Mas é claro - disse e fomos para a pista de dança, aproveitei para passar os olhos pelo local, homens e mulheres dançando com seus trajes deslumbrantes, todos mascarados, rindo, alguns bebendo.

- Castleroy tem razão - ele disse de repente me tirando de meus pensamentos - Eu sou um homem de sorte - eu sorri lembrando do que aquele homem tinha dito para nós pouco antes. - Você é a dama mais linda daqui

- Ora, não minta - eu disse sorrindo

- Não estou mentindo

- Então você quer me convencer de que entre todas essas mulheres, eu sou a mais bela ? - eu o olhei interrogativa

- Com toda certeza - ele disse e eu sorri.

Estávamos dançando quando senti a musculatura de Rafael ficar tensa, ele respirou fundo, olhando fixamente para um ponto do salão, tentei acompanhar seus olhos, mas não consegui.

-Está tudo bem ? - perguntei

- Está, eu...eu só preciso de um pouco de vinho, com sua licença - ele disse sem me olhar e saiu de lá, me deixando na pista de dança sem entender absolutamente nada, eu não sabia o que estava acontecendo, mas pela expressão de Rafael, coisa boa não poderia ser.


Notas Finais


O que acharam do capítulo ?
Beijo, galera!
Até mais ♥️


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