História Mon Coeur - Capítulo 29


Escrita por: e Mayadom

Postado
Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Personagens Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags Isabella Santoni, Malhação, Rafael Vitti, Santovitti
Visualizações 69
Palavras 1.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! ♥️
(Leiam as notas finais, por favor)

Capítulo 29 - Olhos castanhos


Pov.Rafael
Passei a tarde toda trabalhando, enquanto minha mãe e Isabella faziam compras para o baile. No fim a tarde quando percebi que elas haviam chegado, terminei o que estava fazendo rapidamente e corri para o quarto a procura de Isabella, por incrível que pareça estava morrendo de saudades dela, mesmo tendo a visto poucas horas atrás. Assim que entrei no quarto me deparei com ela dormindo calmamente, e não tive coragem de interromper seu sono, tínhamos passado a noite em claro e ela saiu cedo, então por mais que minha saudade fosse absurda, eu não tinha esse direito. Decidi tomar um banho e deitar ao seu lado, adormecendo rapidamente. Acordei pela manhã sentindo os lábios de Isabella nos meus, e posso afirmar que aquela sem dúvidas é a melhor maneira de despertar, ela me olhou com aqueles lindos olhos azuis e eu agradeci por ser tão sortudo, ela me deu bom dia e me agradeceu por eu a ter deixado dormir todo esse tempo, eu sorri, ela estava tão linda e a saudade que eu sentia do seu cheiro, da sua boca, da sua pele, era tanta que eu acabei sugerindo que ela mostrasse sua gratidão de outra forma e isso resultou no melhor sexo da minha vida. Isabella me surpreendia cada vez mais e mais, cada dia que passa eu a amo cada vez mais, é incrível como meu amor por ela só cresce. Estávamos começando outra vez quando minha mãe bateu na porta, e fez Isabella ficar envergonhada, eu ri, levantamos com muito pesar, nos arrumamos, e descemos para almoçar com a minha mãe, que mais uma vez fez com que Isabella ficasse envergonhada e se engasgar. Ela perguntou quando teria netos, e isso me fez pensar em um milhão de coisas, eu só tinha pensando em construir uma família com Cristina, meu primeiro amor, então quando ela morreu, tudo isso morreu junto também, até que eu me apaixonei por Isabella e então tudo surgiu novamente dentro de mim. Automaticamente imaginei uma cópia de Isabella correndo pela nossa casa, seria lindo e eu ficaria extremamente feliz, pensando nisso dei uma resposta a minha mãe que pareceu agradar Isabella. Assim que terminamos o almoço, cada um foi para seus afazeres, enquanto a noite não chegava, fiquei em meu escritório a tarde toda, até que decidi que era hora de me arrumar, fui para o quarto de hóspedes onde estava todas as minhas roupas, pois Isabella disse que se nós nos arrumamos juntos, não sairíamos daquele quarto e ela tinha razão. Ao entrar me deparei com um terno azul e uma máscara da mesma cor, então cheguei a conclusão de que minha esposa além de tudo, tinha um ótimo gosto. Me arrumei e desci para esperar Isabella e minha mãe ao pé da escada, minha mãe desceu primeiro, estava deslumbrante no seu vestido preto, ela ficou parada ao meu lado esperando Isabella junto a mim, ela estava demorando um século para descer, pedi para Maria ir atrás dela e assim ela fez, logo as duas desceram e eu fiquei sem palavras quando vi isabella. Ela estava perfeita em um vestido vermelho que realçava a cor de sua pele, a máscara igualmente vermelha deixando seus olhos destacados, ela estava linda, magnífica, espetacular, eu poderia passar horas a admirando, mas infelizmente tínhamos que ir ao baile. Ela descia os degraus bem devagar, quando minha mãe se aproximou de mim.

-Você tem muita sorte, meu filho - ela sussurrou ao meu lado olhando para Isabella assim como eu

- Eu sei - eu suspirei

- Não a deixe escapar, nem a decepcione, ela vale ouro - o tom de preocupação era evidente em sua voz

- Eu tentarei com todas as minhas forças, minha mãe - disse firme  

- Acho bom, meu filho - ela disse e o assunto se encerrou quando Isabella parou a nossa frente. A elogiei, ela fez o mesmo comigo e minha mãe e fomos em direção ao baile. Não demorou muito para chegarmos, Lorde Castleroy nos recebeu com toda cortesia possível, elogiou Isabella e não tirava os olhos de minha mãe, ele era viúvo, assim como ela e isso fazia um ponta de ciúmes surgir em mim; logo um dos seus criados o chamou, e isso fez que ele finalmente tirasse os olhos da minha mãe, que por sua vez sumiu no meio de toda aquela gente, convidei Isabella para dançar e fomos até a pista de dança. Eu não conseguia tirar meus olhos dela, ela estava chamando atenção, não só a minha como a de todos presentes, percebi o olhar de vários homens em cima dela, e a puxei para mais perto como uma forma de dizer que ela era minha, só minha, a elogiei de novo e continuamos a dançar, até que um choque percorreu todo o meu  corpo quando os meus olhos encontraram no meio da multidão outros que me pareciam conhecidos, conhecidos até demais. Eu reconheceria aqueles olhos a quilômetros de distância, no meio de um milhão de outros, eram os olhos castanhos que me apresentaram o amor, que me fizeram sentir a maior felicidade e a maior tristeza de minha vida e eu precisava ir atrás deles. Disse a Isabella que iria pegar uma bebida, e saí correndo em busca daqueles olhos que estavam vestidos com um vestido azul marinho e uma máscara preta, ela caminhava por meio da multidão, e eu a seguia, esbarrando em vários corpos sem pedir desculpas a nenhum deles, eu estava totalmente atordoado, minha cabeça girava e minha respiração estava descompassada. Quando dei por mim estava do lado de fora da mansão, e tinha a perdido de vista, passei os olhos pelo local e não havia o menor sinal dela, avistei um senhor um pouco distante de mim e caminhei até ele em busca de informação.

- Com licença, senhor - eu disse ofegante

- Sim, meu jovem - ele respondeu sorrindo

- O senhor viu uma jovem de cabelos castanhos e vestido azul passar por aqui ? - perguntei em desespero

- Não, meu jovem - eu passei as mãos pelos cabelos e suspirei - Me desculpe

- Obrigado, senhor - eu disse e me afastei.

Eu respirei fundo, não podia ser ela, não podia! Minha cabeça estava completamente confusa e cheguei até pensar que estava beirando a insanidade.

-Não seja tolo, Rafael! Ela está morta - eu disse e senti uma mão tocar meu ombro, automaticamente me virei e dei um passo para trás, mas era apenas Isabella, suspirei aliviado e a abracei. Respirei o seu perfume, uma, duas, três vezes até soltá-la.

-Você está bem, Ma vie ? - ela disse passando a mão no meu rosto.

- Eu...é estou - disse e peguei sua mão depositando um beijo na mesma - Vamos entrar ? Esta frio aqui

- Vamos - ela respondeu, seu olhar para mim era como uma grande interrogação, mas ela não falou mais nada, apenas caminhou ao meu lado até entrarmos novamente. Minha cabeça estava a mil e eu não iria conseguir me concentrar em mais nada a não ser no que eu tinha acabado de ver ou achava que tinha visto. Dancei mais um pouco com Isabella, até dizer que devíamos ir embora pela hora, minha mãe relutou um pouco, mas acabou aceitando, nos despedimos do Castleroy e fomos em direção a nossa casa. Chegando lá fui direto para o meu quarto junto com Isabella, trocamos de roupa e nos deitamos.

- Tem certeza que está bem ? - ela perguntou mais uma vez.

- Tenho, não se preocupe - dei um beijo em sua testa

- Tudo bem, lembre-se que eu estou aqui para qualquer coisa. - ela disse me olhando com sua imensidão azul que sabia que nada estava bem

- Tenho certeza disso. Eu te amo - eu disse

- Eu também te amo - ela disse e deu um beijo casto em meu lábios, sorri e comecei a fazer carinho em seu cabelo quando e logo ela adormeceu. Eu não conseguia pregar o olho, estava nervoso, ansioso, meu coração batia rápida e descompassadamente contra meu peito, será que eu realmente vi o que achava que tinha visto ? Será que era de fato ela ? Não, não podia ser...ou podia ? Atordoado tirei Isabella de cima de mim com cuidado e decidi ir conversar com a minha mãe, ela me ajudaria a colocar juízo em minha mente. Abri a porta, andei um pouco e logo bati na porta de minha mãe que por sorte estava acordada lendo.

- Meu filho, o que faz aqui ? - ela disse preocupada, logo fechando o livro.  

- Precisamos conversar - eu disse e ela bateu na cama para que eu sentasse ao seu lado.

- Sou todo ouvidos - ela disse

- Eu a vi, mãe - eu disse de uma vez - Ela..ela estava no baile também. - ela me olhou confusa

- De quem está falando ? - parei um pouco tomando coragem para falar a insanidade que estava prestes a sair de minha boca

- Cristina. - disse rápido.

- Como ? Acho que não ouvi direito - ela disse me olhando confusa

- Não, minha mãe, a senhora ouviu perfeitamente bem - ela arregalou os olhos

- Não, não é possível, ela está morta - ela disse com firmeza, mas a dúvida ainda pairava sobre minha mente - Você deve ter se enganado, a confundido com outra moça

- Isso é impossível, eu a conhecia melhor que a mim mesmo, eu a reconheceria até mesmo se estivesse cego - confesso que exagerei, mas ela precisava acreditar que eu era capaz de a reconhecer.

- Rafael, eu entendo que ela foi seu grande amor, mas por favor, não a mínima possibilidade de ser ela - ela disse calma

- E se tiver ? Os corpos não foram encontrados, a senhora sabe bem disso. E...e se eles sobreviveram ? - Ela me olhou com uma expressão furiosa.

- Não crie falsas expectativas, Rafael! Eles não estão vivos, não estão. - ela falava mais pra ela do que pra mim  

- Mas…- ela me interrompeu

- Fim de conversa, volte para a cama, para sua esposa e esqueça essa história - ela disse e eu assenti

- Eu vou tentar, mas não garanto nada, eu sei o que eu vi, eu não estou ficando louco - disse e saí de lá batendo a porta. Voltei para meu quarto e Isabella continuava dormindo, agora numa posição diferente, sorri e deitei ao seu lado. Enquanto tentava dormir cheguei a uma conclusão: Eu iria atrás dela.



Notas Finais


Cristina is back ? Será ? hahaha
Bom gente, eu tô preparando uma adaptação pra vocês, de um livro que eu particularmente AMO e acho que vocês iram amar também. Estou fazendo ele em forma de PDF e enviarei no grupo das fanfics, quem quiser é só entrar: https://chat.whatsapp.com/7cT39PrZWI58pxfacq758p
Beijo ♥️


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