História Mon Coeur - Capítulo 6


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Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Personagens Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags Isabella Santoni, Rafael Vitti, Santovitti
Visualizações 55
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente!
Demorei mais voltei!
Boa Leitura!

Capítulo 6 - Noivado ?


Mansão dos Vitti

Pov.Rafael 
Minha mãe estava organizando o baile a todo vapor, ela já tinha enviando os convites me deixando surpreso, Mas o que mais me surpreendeu foi a rapidez com a qual ela já estava com tudo pronto. No final da tarde estava em meu escritório e recebo uma visita inesperada. 
-Senhor, Vitti – Maria disse batendo na porta do meu escritório. Maria é a serviçal mais antiga da casa, ela começou a trabalhar aqui bem antes de eu nascer. 
-Entre - eu disse mexendo em alguns papéis. 
-o senhor Santoni deseja vê -lo - ela disse e eu fiquei confuso. 
-Quem ? - tirei os olhos dos papéis para encarar ela.
-O senhor Santoni - passei um tempo pensando até que lembrei que esse era o nome do meu futuro sogro, mas o que ele quer comigo? 
-Ah sim, mande entrar - eu disse e guardei os papéis que estavam em cima da minha mesa dentro da gaveta. 
Ela assentiu e fechou a porta. Não demorou muito e logo ela se abriu novamente, revelando a face do pai da minha futura Esposa. 
-com sua licença - ele disse batendo na porta entreaberta 
-Pode entrar - eu disse e assim ele fez. - Sente - se 
Eu disse e ele sentou a minha frente. - Achei que só nos veríamos amanhã a noite. - eu disse o encarando. 
-S-Sim, mas eu precisava resolver algumas pendências com o senhor antes disso - o estado de nervosismo em que ele estava naquele momento dava pra ser notado e sinceramente...É ridículo.
-Sou todo ouvidos - eu disse para que ele começasse a falar e assim ele fez.
-Eu sei que o baile que o senhor e sua mãe iram dar amanhã a noite era apenas para as apresentações, porém eu quero transformar - lo em uma coisa maior. - ele disse me deixando confuso. 
- e o que seria essa coisa maior? - perguntei curioso.
-Em um noivado por exemplo. - ele disse e eu arregalei os olhos surpresos. Eu não podia acreditar no que ele acabará de dizer, como assim um noivado? Não, claro que não, isso está fora de questão. 
-Desculpe, mas o senhor não acha que estamos indo rápido demais ? - eu perguntei e ele negou 
-Não, estamos no tempo certo e aproveitando as oportunidades. - ele disse e eu suspirei. - Pense bem...Todos vão estar presentes nesse baile, é a oportunidade perfeita para pedir a minha filha em casamento. - eu sorri irônico. 
-Eu discordo, nem conheço a sua filha. Como posso pedir ela em casamento na frente de todos? e se ela disser não ?  estarei exposto ao ridículo

-Ela não dirá, pode ter certeza - ele disse com convicção. 
-Quem garante ? - eu perguntei com a sobrancelha arqueada.
-Eu garanto. - eu fiquei pensativo. - Ela já está ciente de tudo, inclusive do pedido. - Me irritei. Levantei batendo as mãos na mesa. 
-Quanta audácia da sua parte, tomar decisões que me envolvem, sem me consultar. - eu disse furioso e ele ficou ainda mais nervoso. 

- M-Me Desculpe, não era à minha intenção irritar o senhor - ele disse, respirei fundo me acalmei.
-Você não deveria ter feito isso, não sem me consultar. - ele abaixou a cabeça. - eu posso acabar com o nosso acordo aqui e agora. Só pela sua petulância de querer tomar decisões por mim. - Eu disse e minha mãe entrou em meu escritório sem pedir permissão. 
-Pode, mas não vai - ela disse entrando. Fiquei ainda mais furioso.
-Mãe, eu já lhe avisei mil vezes para não entrar no meu escritório assim, nem se intrometer nos MEUS assuntos, nos MEUS negócios. - falei irritado, mas ela não se importou. 
- Acontece que esse assunto também é de meu interesse. - ela disse olhando nos meus olhos e depois virando para encarar o Sr. Santoni. - O que ela achou da idéia?  - minha mãe perguntou e eu bufei. A minha mãe não poderia estar fazendo isso comigo, passando por cima da minha autoridade desse jeito. 
-Quem se importa com o que ela achou ? Afinal, sou eu quem vai pedi- lá em casamento - eu disse ainda furioso. 
-Eu me importo e faça o favor de ficar quieto. Pois se eu disser que você irá pedi - lá em casamento, é isso que você vai fazer - como minha mãe quer que eu seja respeitado, me fazendo passar por uma situação dessas? Ah, mas isso não vai ficar assim, não irei agüentar essa humilhação em silêncio. 
-Eu não recebo ordens de ninguém, você mais do que ninguém deveria saber disso - a minha raiva só aumentava.
-Acontece que eu sou sua mãe e você me deve respeito e obediência. - ela olhou nos meus olhos 
-Obediência eu devia quando era criança, agora eu sou um adulto responsável e capaz de tomar minhas próprias decisões. - ela deu uma risada irônica. 
-responsável? Você? Não me faça rir. Você chama chegar bêbado em casa todas as noites, de responsabilidade? Você acha que é responsável quando se deita com mulheres do qual nem sabe o nome? Você não sabe o que é responsabilidade Rafael, mas eu irei te ensinar. - ela estava furiosa, mas não mais do que eu. 
-EU CUIDO DISSO TUDO AQUI - eu falei batendo no peito - EU DOU DURO PRA DAR CONTA DE TUDO, PARA MANTER EM PÉ O PATRIMÔNIO QUE O MEU PAI DEIXOU, ENQUANTO VOCÊ SÓ PENSA EM GASTAR COM COISAS FÚTEIS. ENTÃO NÃO VENHA ME CONDENAR POR QUERER RELAXAR NO FINAL DO DIA. - eu terminei de falar e ela me deu um tapa. 
-A ÚNICA PESSOA QUE PODE LEVANTAR A VOZ AQUI SOU EU, ESPERO QUE ENTENDA ISSO - eu estava bufando de raiva. - desde que o seu pai morreu Junto com aquele Biscate -NÃO FALE DELA DESSA MANEIRA - eu apontei o dedo para o seu rosto e ela deu um tapa no mesmo. 
-EU FALO DO JEITO QUE EU QUISER. - ela disse e eu estava tentando me conter, foi aí que tudo voltou, foi aí que eu tive mais uma crise. 


Notas Finais


Eita, parece que o Rafael também não gostou muito dessa história de noivado, será que ele vai aceitar ?
talvez eu poste mais um hoje, se não. só quarta.
Beijo!


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