História Mon euphorie; Taekook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Amigos, Bts, Decepções, Dor, Escola, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Namjin, Park Jimin, Revelaçoes, Sofrimento, Surpresas, Taekook
Visualizações 20
Palavras 1.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - - Chapter three -


Fanfic / Fanfiction Mon euphorie; Taekook - Capítulo 3 - - Chapter three -

Antes que Jungkook pudesse responder algo a Hoseok, Seulgi aparece na porta.

- Ei, Hoseok você tá ai? Tô entrando! Trouxe o suco. – fala a tia de Hoseok adentrando ao quarto. – É... eu atrapalhei alguma coisa? – fala Seulgi  ao notar um certo silêncio.

- É... na verdade eu já estava de saída senhora. – fala Jungkook se apressando para sair. – a gente se fala depois Hoseok, é que eu lembrei que preciso fazer uma coisa urgente, sabe...

- Mas... e o suco filho? – fala Seulgi sem entender a situação.

- Deixa pra próxima tia! – grita Jeon descendo as escadas.

 

Jungkook

Ainda bem que Seulgi interrompeu a nossa conversa, eu realmente não saberia o que dizer a Hoseok. Ele é meu melhor amigo, não consigo vê-lo com outros olhos.

 Na manhã seguinte

07:10

Eu estou dez minutos atrasado, justo hoje que tenho prova bimestral de matemática. 

O meu pai sempre me acorda quando  eu me atraso, mas parece que ele não está em casa.

Vou até o quarto dele, a cama está arrumada, vou até a sala e não tem ninguém, vou até a cozinha e também está vazia, mas há aparentemente um bilhete em cima da mesa.

 

“Tive que sair mais cedo hoje,

coisas do trabalho, mais tarde

a gente se fala, bjs se cuida”

 

Então ok. Vou até a escola sem tomar café mesmo, eu não gosto de tomar café cedo, me dá vontade de vomitar.

Cheguei à escola na segunda aula, perdi a prova.

- Você sabe que perdeu a prova da Sra. Miles né?  – falava Jin debochando de mim.

- Ah, tô fodido nada! É só pedir com um jeitinho que ela deixa fazer a prova. Inclusive, que aula é agora?

- Vai nessa. Mas então, é aula de sociologia, o professor foi pegar umas apostilas. – fala Jin.

- Entendi, mané.

Taehyung não estava na sala, mas ele não faltou, seus materiais estão ali, sobre a mesa. Talvez ele tenha ido ao banheiro.

- É... licença professor, vim pegar meus materiais. – diz Taehyung entrando na classe com uma expressão tristonha.

O professor assente e Taehyung vai até a sua carteira, juntando alguns livros e cadernos e os colocando na mochila com pressa, sem olhar para ninguém.

Eu preciso saber o que está acontecendo.

- Professor, posso ir ao banheiro? É urgente, eu estou muito apertado. – falei  tentando soar o mais convincente possível.

- Tem 5 minutos pra voltar Jeon. – fala o professor num tom de tédio.

Quando sai da sala fui até os corredores próximos da saída. E encontrei Taehyung abraçado com uma moça, chorando.

Resolvi ir embora. Eu tinha exatamente um minuto para chegar na classe e não levar uma bronca do professor. Então desatei a correr.

Cheguei faltando 30 segundos. Meu recorde.

 

TAEHYUNG

Por que quando parece que a luz finalmente foi vista do fim do túnel caí uma pedra bem na sua frente e esmaga todas as suas possibilidades de esperança?

Eu estou cansado, muito cansado.

Logo cedo quando sai pra ir até a escola, meu pai voltou para casa, só que dessa vez ele voltou mais agressivo ainda. Graças a Deus não aconteceu nada com a Yonna, porque ela já havia ido trabalhar na hora em que o MEU PAI resolveu  incendiar a casa inteira. Eu não sei como isso pode acontecer, não achei que ele pudesse chegar a esse ponto.

A Yonna só ficou sabendo do incêndio porque um vizinho ligou para ela  perguntando se havia alguém em casa, porque o cheiro de fumaça estava muito forte. Então a Yon ligou pra mim para saber se eu havia ido para a escola, e ela obviamente não conseguiu disfarçar o seu desespero, e também, logo acabou me contando. Eu não poderia aguentar assistir mais aulas, enquanto nossa casa estava pegando fogo.

Se não fosse pelo Lay, o vizinho, nossa casa teria virado cinzas pura. Nós chamamos os bombeiros e eles conseguiram controlar o fogo e apagá-lo, mas nossa casa estava praticamente toda destruída.

O que nós poderíamos fazer agora? Morar na rua? Eu já não aguentava mais ver a Yonna com cara de preocupação todos os dias, e agora ela está completamente destruída, mesmo que tente não deixar transparecer isso.

Eu só queria morrer, fugir de tudo isso isso, mas no fundo, eu sei que isso só causaria mais sofrimento.

...

O vento soprava forte sobre a janela, inquietando ainda mais a noite, como se quisesse marcar a sua própria existência.

Mais cedo, Yonna resolveu ligar para tia Seulgi que morava aqui em Seul mesmo.

Fazia muito tempo desde que a víamos, ela tinha até mudado de endereço. Vamos ficar aqui por alguns dias, ou sei lá, até arrumarmos um lugar pra ficar, porque tia Seulgi mora também com nosso primo Hoseok, que também não víamos há anos.

Há pessoas que dizem que devemos perdoar e amar nossos pais, mas no momento isso não é possível para com meu pai. Não temos nenhuma notícia dele, simplesmente sumiu. Yonna não teve coragem de relatar o fato à polícia, mesmo que a tia Seulgi e eu tenha discordado totalmente, mas é uma coisa que da minha parte, não tenho total certeza se o faria.

Vivemos.

 

It’s a new day!

- Acorda TaeTae, está na hora de tomar um cafezinho, querido. – falava tia Seulgi mexendo carinhosamente em meu cabelo.

- Oh, tia... bom dia, cadê  a Yonna? – falei meio sonolento.

- Ela foi resolver umas coisas do trabalho filho, daqui  pouco ela volta.

- Ah, entendi. Então daqui a pouco eu desço pra tomar café.

Seulgi fecha a porta do quarto, e Taehyung volta a fechar os olhos, ele queria poder não pensar no que aconteceu ontem, apagar tudo aquilo da sua memória. Mas o fogo vem, uma história toda sendo queimada e logo de algum modo deixando de existir. Momentos tenebrosos da escola que veem como flashbacks; as ruas de Daegu que pareciam um convite ao inferno para Taehyung. Nas ruas mais estreitas e obscuras, era onde ele encontrava e saboreava de sua terrível tentação: as drogas.

 

Taehyung sai do seu transe ao ouvir uma voz perguntando se ele estava bem. Era Hoseok.

- Ahh Oi? Você deve ser o Hoseok né? Faz muito tempo desde que nos vimos.

- Sim, sou. Tia Seulgi avisou que você e sua irmã estariam aqui antes de eu sair. Ontem tive que fazer uma apresentação ai por isso eu não estava aqui.

- Humm entendi. – falei meio sem jeito.

- Então... bom, este é o meu quarto, muito legal né? Fui eu mesmo que decorei.

O quarto de Hoseok tinha as paredes com um tom azul escuro, era magnifico. E também havia prateleiras cheias de livros, que pareciam muito bem cuidados, e ah, uma decoração espetacular com todos os artistas e coreógrafos que ele admirava.

- É, ficou legal.

- Você é seco assim mesmo? – falou Hoseok tentando não soar rude.

- Bem... não é isso, me desculpe. Se me der licença, eu já vou descer.

- Nada primo, pode ir. – Esse menino é estranho, pensou Hoseok.

Porque as pessoas sempre me chamam de frio? Eu não sou assim sempre, pelo menos eu acho que não.

Faço a minha higiene matinal, e vou até a cozinha.

Na mesa tem café, bolo de coco, pão de queijo, rosquinhas e suco de laranja. Resolvo tomar café e comer bolo de coco, está uma delícia, me lembra muito os bolos que minha mãe fazia.

O que eu deveria fazer num sábado? Sábados são tão entediantes.

Hoseok saiu sei lá pra onde, tia Seulgi foi no mercado, e Yonna ainda não voltou do trabalho.

Vou até o sofá da sala, para ver se está passando algo legal na TV. Depois de  colocar num canal chamado Comedy Central, ouço a campainha tocar. Meu Deus, não posso nem ficar em paz.

Ao abrir a porta, vejo um rosto familiar que eu não consigo recordar muito bem, mas pera... é o Jungoo?

- Olá, eu queria saber se o Hos-, pera... Taehyung, é você?

- É... Jungoo?? O-o que você está fazendo aqui?

- Bom, que eu saiba aqui mora o Hoseok e a tia dele. – falava ele confuso.

- É uma longa história sabe... É... bom, a Seulgi é a minha tia também, e vou ficar aqui um tempo com a minha irmã, acho que você ficou sabendo do incêndio que houve...

 - Oh, sim, sim. Fiquei preocupado quando você saiu daquele jeito da sala... e humm, eu vim até aqui porque  sou amigo do Hoseok e precisava falar com ele.

- Ah, então, o Hoseok saiu e não sei pra onde foi, se você quiser entrar para esperá-lo...

- Oh, obrigada, acho que vou esperar um pouco sim.

Taehyung dá espaço para Jungkook entrar, ainda segurando a fechadura da porta, seus corpos ficam próximos por alguns segundos, causando uma leve tensão.

- Pode ficar a vontade Jungoo – disse eu tentando ser simpático.

- Pelo jeito você não aprendeu a pronunciar o meu nome certo Tae.

Ele me chamou de Tae de novo. A única pessoa que me chamava assim era a minha melhor amiga Yoojin.

- Oh, me desculpe, juro que foi sem querer. - falei tímido.

- Não tem problema, quando eu era criança eu também não sabia pronunciar meu nome direito. Então  você pode apenas me chamar de kook. – fala Jeon se sentando sobre o sofá.

Jungkook estava achando adorável a inocência de Taehyung, era tão graciosa.

E Taehyung... ele parecia não estar ouvindo as coisas direito, sua barriga estava doendo de pura ansiedade, ele não sabia explicar.

- Kook, kook é legal.

O silêncio parecia tomar conta, eu não sabia para onde olhar, porque olhar para Jungkook fazia meu coração palpitar.

- Ah, então! Lembra que a gente falou de ir no museu hoje? O convite ainda está de pé! – fala Jungkook como se tivesse lembrado de algo esplendido.

- Hum... Bom, acho que não vai dar pra gente ir hoje, eu ainda vou passar no Shopping pra comprar umas roupas com a minha tia e vou estudar também, é... talvez sábado que vem? - falei tentando soar convincente.  

- É... pode ser, mas quero que você vá mesmo e que não surja nenhum imprevisto. – fala Jeon tentando fazer cara de emburrado.

- Irei tentar, kook.

-  O que você estava fazendo antes de eu chegar? - fala Jungkook se espreguiçando.

- Bem... eu estava prestes a colocar a minha bunda no sofá, mas alguém tocou a campainha.                                                                                                                

 - Então eu deveria pedir desculpas? – fala Jungkook rindo.

- Sim, você deve.

Após Taehyung falar isso Jeon pula até o sofá que o ruivo estava.

- Oh, Kim Taehyung, por favor, eu imploro seu perdão, sou apenas um mero pecador. – falou Jungkook levando a mão de Kim até seu rosto, fazendo uma cena dramática.

- Mano, sério isso? – disse Taehyung gargalhando.

- Olha, pelo menos eu fiz você sorrir!

- Meu Deus, você é muito bobo. – disse Tae se virando para Jeon.

- O que disse? – falou Jeon virando o rosto para ouvi-lo. Jungkook tinha o escutado mas queria irritar o ruivo.

- Você. É. Muito. Bobo. – disse Taehyung gritando perto do ouvido de Jeon.

E Jungkook não conseguiu ficar bravo com o outro, apenas desatou a rir.

- Eu poderia ficar surdo sabia?

- Ah nossa, que drama. – falou Tae revirando os olhos.

E antes que eles pudessem voltar a conversar, a porta da sala é aberta.

 

 


Notas Finais


Quem será que abriu a porta? KKKKKKKKL veremos sexta feira no globo repórter. Deem seus palpites.
E bom, espero que tenham gostado, beijooss <3
ps: se tiver algum erro me perdoem kkkkk


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