História Mon Majordome - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Audrey Bourgeois, Chloé Bourgeois, Emilie Agreste, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Juleka Couffaine, Kagami Kyoko Tsurugi, Lila Rossi (Volpina), Luka Couffaine, Marc Anciel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Rose Lavillant, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Adrinette, Alyno, Demonios, Miraculous, Plakki, Romance, Sobrenatural
Visualizações 55
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!

Eu tenho que dizer que, essa fanfic talvez fique um pouco "pesada" de logo já aviso, mas para aqueles que gostam de safradeza ó tá supimpa.

Agora sem mais enrolação, vamos lá!

Capítulo 1 - Capítulo 01


Fanfic / Fanfiction Mon Majordome - Capítulo 1 - Capítulo 01

- Você é... - O rapaz loiro a minha frente sorriu simpático, deixando um leve selar nas costas da minha mão, e em seguida, uma breve referência.

- Seu mordomo, senhorita Dupain-Cheng.

O observou um pouco atenta, não se lembrará de solicitar um mordomo, talvez minha avó mas, ela não faria isso. Não depois do que eu fiz.

- Espero ser útil, durante os próximos 30 anos.

Foi como um balde de água gelada, me acordando de meus pensamentos. Eu poderia ter ouvido errado, certo?, Afinal, ultimamente meus pensamentos não andam muito coerentes.

- Espere! Você disse... 30 anos?. - O seguia apressada, enquanto carregava calmamente minhas malas até o enorme navio que partiria para a França em alguns minutos. - Sim, mas pode aumentar os anos na cláusula de nosso contrato, futuramente.

Não estava confiante naquela situação, mas ele havia me apresentado o documento, com a assinatura de minha avó, e a reconheceria em qualquer lugar.

Estava praticamente correndo pelos corredores luxuosos, uma verdadeira desvantagem para alguém que mal sabe lidar com os sapatos de salto, e com um ser de um metro e noventa a todo vapor a sua frente.

Quando finalmente pararamos, estavamos em frente de uma das cabines de classe alta, fiz máximo de esforço para não transparecer meu estado ofegante.

- A senhorita precisará de ajuda para desfazer as malas?. - Perguntou com um belíssimo sorriso, mas só nesse momento eu havia parado para o avaliar. Era tão belo. Tão belo que deveria ser proíbido.

Eu não o olhava com desejo, nomearia como "impressionada". Um rapaz como ele, um mero mordomo?.

- Er... Não precisa se importar com isso, obrigada por carregar as malas, descanse a noite. Boa noite. - A cada palavra dita meu rosto esquentava mais, se possível.

Depois de ter trancado a porta, pude respirar adequadamente. Não mantive contatos com pessoas desde criança, pelos mesmos motivos que estão acontecendo agora.

Soltei rapidamente a alça de uma das malas assim que notei o gelo se formar. Protegi minhas mãos contra meus seios e as apertei forte. Isso me acalmava às vezes.

Senti um aperto em meu coração, e já previ o que viria. Os soluços, e depois as lágrimas inundaram meu rosto. Durante o dia, escondi aquelas cenas da semana anterior de meus olhos. Eu era a culpada. A culpa foi minha.

Eu sou uma assassina.

~ × ~

Depois de longos minutos, senti uma leve brisa atravessar a pequena janela da cabine, fazendo-me levantar o rosto e enxugar as lágrimas que ainda persistiram em cair.

Retirei o vestido juntamente com o espartilho, tendo certa dificuldade. Meus movimentos eram sem nenhuma emoção, apenas uma mente cansada.

A água morna da banheira relaxou meus músculos que estavam tensos, aprofundei o máximo que pude; minhas pálpebras pesavam tanto pelo cansaço emocional, tanto pelo corporal.

E quase não me dei conta quando tudo ficou extremamente escuro.

- Quem são essas pessoas, mamãe?. - perguntei um pouco medrosa pela repentina entrada de militares em nossa mansão. - Não se preocupe querida, são amigos do papai.

Ah aquele sorriso, aquele largo sorriso, me confortou. Me enganou.

- O que estão fazendo?! Me soltem! Mãe! Pai! Socorro!. - Minha voz era atrapalhada pelo choro, e minha visão embaçada. Mas pude ver claramente, seus rostos calmos no batente da porta esbranquiçada de meu quarto.

- Vocês... Mentiram para mim! - Cada célula do meu corpo foi tomada por desespero, e tudo foi tão devagar para mim, tudo até o momento de ver todos a correr. Até os espinhos de gelo brotarem do chão e atravessar cada corpo com maestria.

Me desculpem, não era...

Não era para...

Sobressaltei assustada e ofegante. Aquela cena se repetirá até em meus sonhos?. Já havia passado tempo o bastante na banheira.

~ × ~

O sol estava perto de aparecer, já podia ver, ao longe, pequenos raios do mesmo. Durante toda a noite, não preguei os olhos, nem um minuto sequer. Por isso, resolvi ler um dos livros que trouxe escondido em minhas malas.

Não pude evitar o mini salto que dei ao ouvir batidas suaves na porta. Quem estaria batendo na porta de sua cabine nesse horário.

A surpresa estampada em minha cara ao abrir a porta foi certamente a resposta.

Lá estava ele, em um belo terno preto de mordomo com luvas brancas, cabelo perfeitamente alinhado para trás e um belo sorriso. Oh eu havia esquecido completamente, agora eu tinha um mordomo.

- Seu café da manhã, senhorita Dupain-Cheng. - Antes que pudesse pronunciar sequer uma palavra, ele já havia entrado em meu quarto com uma bandeja de prata.

Olhei rapidamente para meu corpo, onde apenas trajava uma camisola curta. Meu rosto agora poderia concerteza se comparar a uma pimenta.

- Vo-você... n-não pode!. - Ele me encarou com um semblante confuso, enquanto as palavras fugiam de minha boca, que secava a cada segundo.

- Ah entendo, não se preocupe senhorita. Sou totalmente profissional.

Não devo confiar totalmente em suas palavras, oras!.

- E-Entendo... - E algo totalmente ao contrário de minha intensão saiu por meus lábios.

Mas uma coisa martelava em minha mente.

- C-como sabia que estava acordada?. - Ele parou o que estava fazendo e virou em minha direção, seu olhar era sério.

- As luzes estava acesas. Na verdade, desde a noite passada, por acaso, a senhorita não dormiu?. - Mordi o lábio inferior em ato de puro nervosismo, não entendia o porquê de estar nervosa.

Não devia satisfação a ele, certo?. Então porque esse Djavú...

- Senhorita?. - Dei alguns passos para trás quando notei o quão perto ele estava, desde quando?.

- Ah-Ah sim, er... Não me acostumei bem ao lugar, somente. Não é nada que deva se preocupar!. - Me repreendi mentalmente por ter dito rápido demais, talvez ele nem tenha entendido uma palavra se quer.

- Entendo, se ocorrer novamente, pode solicitar meus serviços. - Deixou essa frase no ar, sorrindo como sempre. Me senti uma pervertida por ter interpretado mal essa simples frases. Malditos livros de romances.

- Conheço ótimos chás, estarei ao seu dispor a qualquer momento. - Suspirei pesadamente, estava pronta para agradecer-lhe, mas então caiu a ficha: não sabia nem seu nome.

- Ah desculpe por não perguntar antes, mas...

Aqueles olhos, verdes tão intensos, poderiam ser considerados duas esmeraldas de tão brilhantes... . Balancei a cabeça na tentativa de afastar aqueles pensamentos pecaminosos que surgiam magicamente em minha cabeça.

- Seu nome?! Desculpe... Qual seu nome?. - E sorriu novamente, segurando em minha mão, disse as seguintes palavras:

Adrien Agreste.


Notas Finais


Não tenho data específica para postagem, então pode demorar para sair novos capítulos. Okay?.

Bom, eu iria escrever mais outros antes de postar esse, mas fiquei muito ansiosa enton non deun

Sorry!

Até mais!


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