História Mon Petit - (Xiumin) - Capítulo 5


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Categorias EXO
Personagens Xiumin
Tags Cat!xiumin, Comedia Leve, Hetero, Hibridos, Sci-fi, Xiumin
Visualizações 51
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU DEMOREI AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DESCULPEM!
Aconteceram muitas coisas esses dias e eu não conseguia um tempinho pra vir aqui. Eu também não sabia onde finalizar o capítulo porque tenho umas 17páginas já escritas mas quero manter uma base de palavras per cap. Tudo bom?
Sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 5 - Identidade


- Calma, dona, eu posso explicar. - Ele disse, ao que eu apenas congelei onde estava. - Sou eu, dona, o Xiumin. - Falou, sacudindo as mãos de forma afobada.

Senti minha pressão baixar completamente outra vez e não disse nada, tamanho o choque e confusão na minha cabeça. Não sabia o que era mais bizarro, a possibilidade do meu gato estar em forma humana na minha frente, ou Sehun estar certo quando disse que eu não tinha o procurado direito.

 

 

 

algum tempo depois…
 

 

 

 

- Você já pode virar. - Ele disse, ao que me voltei a ele, que usava uma das minhas calças de pijama, a única roupa que eu pude oferecê-lo visto que as outras com certeza não lhe cairiam bem. - Como estou? - Deu uma voltinha.

 

- Parece uma pessoa sem camisa. - Falei, tentando conter minha vergonha, e joguei uma blusa branca qualquer que estava no guarda roupas. - Pode usar, está limpa. - Falei e ele rapidamente a vestiu, logo analisando o detalhe em lã na frente da mesma e tentando arranhá-lo. - Nem pense nisso.

 

- Desculpe. - Ele falou de cabeça baixa. Então voltamos ao nosso silêncio esquisito de antes, que começou quando eu o encontrei no guarda-roupas, e juro que ainda não consegui processar aquela imagem inapropriada, principalmente porque além de não conseguir chamar a polícia, eu não consegui tirar os olhos dele por um minuto sequer, fosse por causa do jeitinho nervoso ou das orelhas felinas super fofas que fizeram eu me conter ao máximo.

 

Xiumin não é humano nem a duas horas e eu já não sei direito como reagir quando ele é, de uma forma estranha, esteticamente o meu tipo.

 

MAS ELE É UM GATO! LITERALMENTE! Essa história toda não me desce pela garganta. É o que minha consciência grita toda vez que eu estou prestes a tomar alguma atitude imprópria.

 

Ok Boram, respire, precisamos resolver isso, e já!

 

- Agora você vai me explicar direitinho o que está acontecendo aqui. - Falei, sentando na beira da cama. Xiumin mordeu os lábios, tenso. Ele não está colaborando com o meu plano de ignorá-lo.

 

- É um pouco difícil para mim também. - Seus ombros caíram, de forma a quebrar sua postura confortável.

 

- Aposto que não tanto quanto para mim. - Ergui o rosto e cruzei os braços, mantendo minha pose inabalável. -  Vamos, Xiumin, desembuche logo. Se é que é você mesmo.

 

- Ya! É claro que sou eu! - Ele reclamou, logo voltando a sua postura desleixada, porém confortável, sentando ao meu lado e encarando a parede. - E eu estou assim porque... porque… eu....menti. Eu não sei porque estou assim... - A última parte veio em um quase sussurro, juntamente com uma expressão ilegível sua.

 

- Como não sabe? - Questionei-o, intrigada. - Quando eu sai daqui você era um gatinho, um filhote, e agora é um ser humano! - Falar isso ainda dá um frio estranho na minha barriga. Ele ficou em silêncio, nem mesmo me encarou. Foi quando notei que, tanto quanto eu, Xiumin estava tentando entender a situação de um gato agora ser humano.

 

- Eu não sei porque… eu nem ao menos lembro quem eu sou. - Xiumin me olhou fixamente, como se estivesse me analisando. - Dona, quem sou eu? - Ele perguntou me deixando completamente surpresa.

 

Xiumin tinha aquele brilho inocente em seus olhos bonitos, cujo deveria ser o suficiente para provar que era o meu gato. Meu coração amoleceu apenas com aqueles olhinhos puxados, um rosto de traços bonitos e perfeitamente harmoniosos entravam em contraste com os cabelos em um cinza platinado, porém que caia perfeitamente com sua pele e lábios vermelhos. Xiumin é, definitivamente, o tipo de homem considerado perfeito.

 

E foi exatamente por isso que eu não me permiti enganar por um rostinho bonito!

 

- Quem é você? Eu não sei, como pode me perguntar? - devolvi a pergunta, vendo seus olhos levemente arregalados com meu tom de voz. -  Eu nem ao menos tenho provas concretas de que você não é um pervertido! - Tentei diminuir o som da voz, ainda que mais para mim do que para ele. Xiumin sentou ao meu lado e tombou a cabeça, confuso.

 

- O que é isso? Pervertido…  - Ele franziu o cenho. - É uma espécie?

 

- Pode-se dizer que sim. M-mas isso não vem ao caso. - Sacudi a cabeça, voltando ao assunto, firme. - O importante agora é, você precisa me provar quem você é. Ou melhor, que você é quem diz que é. - Conclui, já esperando por alguma ação dele, que apenas permaneceu me encarando, como se a palavra nova estivesse sendo mais interessante do que me provar que dizia a verdade. - Eu estou falando com você. - empurrei seu ombro, levemente. Xiumin finalmente pareceu prestar atenção. - Quem é você? Me prove quem realmente é. - insisti.

- Uma prova? - Questionou, ao que assenti com a cabeça. - Tudo bem… - Xiumin deu um sorriso curto, porém bonito. Bonito ao ponto de eu olhar fixamente seus lábios enquanto falava.- Seus pais estão chegando.

 

Voltei para a terra na hora, lhe lançando um olhar totalmente incrédulo.

 

- Claro que não, ficou louco? - Levantei da cama, ao que ele me acompanhou com o olhar tranquilo. Olhei pela janela e apenas um táxi passava na rua. - Impossível...

 

- Eles já estão aqui. Eu sinto o perfume adocicado da sua mãe. E das compras. - deu de ombros, o que eu pretendia ignorar. Mas de repente ouvi o som das chaves do meu pai. - Se não quiser acreditar, pode continuar-

 

- Fique quieto! - Coloquei a mão em sua boca. Xiumin arqueou as costas com a surpresa.  - Não dê um pio, eu já volto.- Sussurrei, vendo-o assentir, assustado.

 

Sai do quarto e desci as escadas quase correndo, arregalando meus olhos quando vi meus pais na porta, minha mãe estava entrando com algumas sacolas de compras quando meu pai virou e seus olhos encontraram os meus. Ele sorriu, com aquele ar cansado de fim de dia.

 

Impossível.

 

- Olá Boram. - Disse ele, ao que acenei e retribui o Olá. - Está ai a quanto tempo? - referiu-se a escada. Só então eu percebi que eu estava com os pés em degraus diferentes. - Você vai cair, princesinha. - brincou. Minha mãe riu ao me ver chegar ao fim da escada.

 

- Voltaram cedo. - Foi a primeira coisa que falei. Minha mãe revirou os olhos.

 

- Eu teria chegado sozinha, mas seu pai precisou deixar o carro na oficina. A inspeção anual é em dois dias e ele ainda não tinha consertado aquela lâmpada quebrada. - Explicou, soprando uma mecha de cabelo que se soltou do coque e caminhando até a geladeira. - Eu estava vindo do mercado quando ele me mandou uma mensagem, então dividimos o táxi. Você já comeu alguma coisa? - Fiquei calada. - Boram, está tudo bem?

 

- Assenti com um aceno, mas minha cabeça estava tentando processar a novidade. Meus pais quase sempre chegam juntos, e eu sempre sei que são eles porque meu pai buzina duas vezes, é quase nosso sinal. Xiumin não precisou desse som para concluir que eles estavam aqui. Poderia muito bem ser considerado uma coincidência gritante mas ele também sentiu o cheiro das compras. Isso é incrível.

- Boram, você está nos ouvindo? - Despertei com meu pai segurando meu ombro. Ele riu com minha provável cara de espanto.- Eu perguntei se você quer pizza. - pareceu repetir. - Eu posso pedir outra coisa se você-

- Pizza está ótimo, appa. Qualquer sabor! - cortei-o, já voltando a subir as escadas.- Eu vou lá pra cima, se não se importam, me chamem quando chegar!

- Não consegui esperar por uma resposta e já fui rapidamente para o meu quarto, onde logo ao abrir a porta avistei Minseok deitado na minha cama, mexendo nos próprios cabelos como se nada estivesse fora do lugar.

- Como sabia? - Tranquei a porta em um baque. Xiumin me lançou um olhar divertido.

- Ela me trouxe até aqui no colo. - Se referiu a minha mãe.

- Aigoo... Não digo o perfume e sim que eles estavam vindo! - revirei os olhos.

- Ah. - Ele coçou a cabeça.- Super audição, dona. É uma qualidade felina. Além de um super olfato o qual me diz que trouxeram comida... - Ele rolou na cama, logo me encarando com aqueles olhos bonitos e brilhantes. - Acho que devemos manter segredo sobre mim até eu recordar alguma coisa. - Assenti, quase automaticamente. - Agora, dona, pegue algo para mim… estou morrendo de fome! Por favoooor!


Notas Finais


Xiumin é um folgado, viu. Parei ajdfnlkjsdnflka tadinho, ele não lembra absolutamente nada sobre si mesmo, então por enquanto sem explicações sobre a transformação repentina dele; cryyyy

OU SERA QUE ELE SABE E NAO QUER CONTAR? TAN TAN TAN

ok parei

Vou tentar atualizar mais rápido~~

beijos e até a próxima!


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