História Mon rêveur doux et amer - Swap Vampire Verse - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Aus, Eraser, Errink, Freshy, Halluciv, Marvul, Mr Jam, Nightcross, Paperfresh, Reboot, Swap Vampire Verse, Vampire Verse, Xcellence
Visualizações 111
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoi, mais um capítulo desta fic postado! Boa leitura pessoinha :3

Capítulo 2 - Jambes canines, racines du château


Le Village, masion du Dréfit, 8:00 PM, apres

Peguei a carta no canto da mesa e a guardei dentro de um livro nas estantes, faria alguma coisa com ela quando estivesse com tudo já organizado. Apaguei a lamparina que iluminava a biblioteca e me retirei, trancando a porta após isso. Repide deve ter saído para almoçar com seus amis, ele costuma fazer isso quando tá bravo com alguma coisa, no caso, comigo. Faz uns 16 anos que Pallidum se foi, dói muito ver que ele ainda está tentando superar tudo isso. É difícil acostumar-se a uma vida sem uma figura materna para ensinar-lhe o necessário, eu sei, uma meré é insubstituível. As vezes eu tento ser essas duas figuras, um pai e um tipo de mãe para mi petit chot. Mas... infelizmente, não é assim que as coisas funcionam.  Os dias de seu féte d'anniversaire se aproxima, estou pensando em escolher um presente que o agrade de todas as formas, quem sabe um Chiot? É, eu sei que as crianças e jovens adoram cachorros, pelo menos foi o que eu ouvi falar. No momento, Repide está com seus seize ans e completará dix-sept completos. Heh... mon dieu, eles crescem rápido demais! Ainda me recordo de quando tinha apenas alguns meses de vida, quando ainda estava pensando em comprar a casa, vivíamos alojados na casa de um amigo distante, que hoje não está mais entre nós.

Flashbacks


Subi as escadas apressadamente, corri para o quarto em que estava localizado, os choros eram altos e pouco amistosos. Depositei um chute forte na porta com um pé, as mãos ocupadas com uma cesta com mamadeira preenchida com leite morno e biscoitos. A porta colidiu contra a parede pelo forte chute, e logo eu adentrei ainda apressado. Aproximei-me de seu berço, seus choros cessaram ao notar a minha presença e uma risada doce e deliciosa manifestou-se dele. Sorri e suspirei, calmamente retirando da cesta a mamadeira com o leite morno e entregando para o pequenino no berço. Ele agarrou a mamadeira sem demora, levando o bico da mamadeira até a boca e bebendo do leite que lá havia, seus movimentos eram graciosos e delicados enquanto se alimentava. Depois de beber de todo o leite da mamadeira, entregou-me de volta e fez gracinha, pedindo dos biscoitos na cesta. Assenti e lhe dei uns dois biscoitos que havia trago de dentro da cesta, ele mastigou tudo com um pouco de dificuldade por conta de seus dentinhos de leite, mas acabou que por conseguir engolir tudo e deixar um bocejo sonolento escapar.

Bonne noit, mon trésorier.. — Afaguei sua cabeça, depositado um beijo estalado na mesma e me retirando silenciosamente dali com a cesta e a mamadeira vazia.

Logo desci novamente aquelas escadas, agora sem muita pressa ou nervosismo. Quando cheguei ao andar de baixo, me direcionei para a cozinha e coloquei a cesta sob a mesa do centro.

Fim do flashback

E que dia... 

Nunca imaginei que ser um pai fosse tão difícil assim, heh.. . 

Meus pensamentos são interrompidos por batidas fortes na porta, corro para atender quem quer que seja. E acabo por me deparar com mais um daqueles fanáticos caçadores de vampiros baratos. Santa paciência. Não mereço isso, abrir a porta pra desconhecidos que acham que vampiros são reais, pfft! Pura fantasia! 

— Bonsoir, monsieur Dècrit, puis-je entrer? (Boa noite senhor Décrit, posso entrar?) — Desvio o olhar para os lados, mas dou-lhe passagem para que pudesse entrar, fechando a porta após isso.

O caçador se acomoda no sofá e percorre seu olhar por volta de toda a extensão de mon humble maison, é grande mas simples. Tenho vários quadros de meus familiares pendurados nas paredes, bem antigos. O tapete de entrada, tricotado a mão, as paredes são de várias cores, entre elas laranja, vermelho, amarelo, rosa e preto. Gosto de cores menos densas, mais leves e nem tão neutras, que mostrem sofisticação e graça mas ao mesmo tempo leveza e simplicidade. Na sala, há dois estofados marrons xadrez, aconchegantes, mas não tanto caso queira passar a noite dormindo em um. O piso é de porcelanato, meio escorregadio, heh, Rapide e eu já quebramos muito nossos braços ao escorregar por este piso.

— Qu'est-il arrivé á venir directemente chez moi?(O que houve para vir justamente a minha casa?) — Indago com meu típico sotaque francês, voltando da cozinha com uma bandeja com chá e biscoitos e pondo-a sob a mesinha de vidro da sala.

— Attendez,(espere) — Enfiou as mãos em um dos bolsos da mochila que anteriormente carregava nas costas, cheia de bugigangas e artefatos.

Da mochila ele retirou um colar de alho picado e estacas de madeira afiadas, entregando para mim. Fiz uma cara confusa e encarei aquelas porcarias que ele me entregou, em êxtase. Depois voltei novamente meu olhar para ele, estranhando.

— C'est pour la protection, vous ne savez jamais quand ces sangsues vont attaquer, votre bébé ne sera pas la prochaine proie(É para a proteção, nunca se sabe quando esses sanguessugas vão atacar, vai que sua cria não é a próxima presa). — Advertiu, bebericando de seu chá na xícara.

Eu, que estava prestes a beber de mon thé na xícara, deixei com que ela caísse no chão e milhares de cacos de espalhassem pelo piso de porcelanato, sujando-o com a bebida gelada. Quem aquele misérable malheurux pensava que era?!?! Dizer na minha cara que eu não sei como cuidar de meu filho! Vá pro inferno! Amargamente, agachei-me e recolhi os cacos de vidro da xícara, tomando certo cuidado para não me furar. Acabou que por um caco de vidro grudar no meu dedo e perfurar-me por breves instantes, tive de o arrancar para que aquilo não piorasse. Droga.. Vem este caçador de vampiros e meu dia virá de cabeça pra baixo, isso que dá abrir a porta para desconhecido Décrit! O piso, antes manchado com chá, agora manchou-se com contínuas gotas de sangue do meu dedo pingando. Ignorei a dor e suprimi um suspiro frustado, levantando-me com os cacos de vidros todos reunidos e caminhando em direção a lixeira da cozinha, jogando o resto lá dentro. Voltei pra sala e o caçador de vampiros irritante já não estava mais lá, deve ter se retirado depois de eu deixar explícito que já não estava mais tolerante em relação a sua presença.

— Meh. Vou limpar este sangue  e... — Ouço o barulhinho de asas batendo no batente da janela, viro-me confuso em qualquer direção e me pergunto o que diabos acontece ali.

Caminhei até uma janela e abri a cortina, deparando-me com um par de asas brancas esvoaçantes e peludas. 

Um morcego albino!

Abro o batente da janela e ajudo ou pauvre. Pobrezinho, parece faminto. Vejo que ele me encara meio irritado, mas sua atenção é vidrada no sangue meio seco, mas ainda fresco, de meu dedo. Ainda há uma fresta para o sangue escorrer, causada pelo caco de vidro da xícara quebrada..

— Hã... Você... Quer? — Levo meu dedo, meio hesitante, até às suas pequenas presas.

Ele pareceu sorrir de alguma forma, logo abocanhando meu dedo e envolvendo sua língua na fresta para o sangue. Confesso que aquilo fez várias cócegas, mas me acostumei com a sensação. Passou-se alguns minutos enquanto ele alimentava-se do sangue, chupando e sugando meu dedo incontáveis vezes, quando finalmente comecei a me sentir enjoado, é que ele parou. Agradeci mentalmente por este ato e sorri meio tonto, balançando a cabeça pela sensação inesperada.

— Ei, amiguinho, consegue voar? — Tentei o imitar batendo as asas, ele fez uns ruídos estranhos, como se estivesse confirmando que sim. 

O levei de volta para a janela entre aberta, permintindo sua passagem e seu vôo por ela. Ele atravessou a janela entre aberta, despendido-se com um aceno de suas asas e batendo em retirada após isso. Por alguns minutos, fiquei observando ele sumir de vista em vôo aberto. E que belo morcego era. É raro um morcego albino, queria ter lhe estudado por mais tempo.. 

— Pai, pai! — Rapide adentra na sala, gritando por meu nome.

— Estou aqui Rapide, estou aqui. — Aceno, quando me vê, ele rapidamente se acalma, respirando aliviado.

— Que bom que está bem papa, fiquei preocupado! Quando soube do caçador de vampiros, pensei logo que tivesse sido atacado! E o que são essas bugigangas? — Ele apontou para as estacas e colar de alho picado na mesinha de vidro da sala.

— Nada de mais. . Coisa de louco. Sabe, esses caçadores estão ficando cada vez mais enxeridos. — Dou um sorriso do canto da boca.

Seu olhar calmo repousa sobre meu dedo com o sangue seco, e logo sua postura tranquila se altera inesperadamente.

- Pai!! O que é isto?!?!?! — Apontou frenético para meu machucado.

Dei de ombros e revirei as órbitas por conta de sua desnecessária agitação.

— Só cortei o dedo, nada de mais.

— Nada de mais?! Venha comigo, iremos tratar disso pai! — E saiu me puxando para tratar do mísero machucado.





Urg ... teimoso






Muito teimoso..


Notas Finais


Espero que tenhas gostado do capítulo, qualquer errinho me diz nos comentários, vou revisar e corrigir c:


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...