História Mon rêveur doux et amer - Swap Vampire Verse - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Error Sans, Flowey, Frisk, Grillby, Ink Sans, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Aus, Eraser, Errink, Freshy, Halluciv, Marvul, Mr Jam, Nightcross, Paperfresh, Reboot, Swap Vampire Verse, Vampire Verse, Xcellence
Visualizações 86
Palavras 2.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uhu, depois de amanhã, não tem aula! Menos um dia pra me estressar na escola! Depois que você chega em casa ao terminar uma prova, você sente todo o peso das consequências caindo sobre suas costas, é sério, depois vem o alívio de ter saído daquele inferno e preocupação em saber qual vai ser a sua nota, só que no meu caso inglês, não tô nem aí c:

Meh, agora, boa leitura, plágio é crime!

Capítulo 3 - Peintures et tableaux commandés, Client Nocturn


— Vous dérangez trop avec les petites choses, fils .. (Você se incomoda demais com as pequenas coisas filho..)  — Murmurei, observando ele trazer o kit de primeiros socorros e coloca-lo sobre a mesa, abrindo a maleta vermelha e tirando de lá o algodão e o álcool.

— Pas nécessairement père, je veille juste à votre bien-être (Non necessariamente pai, só estou tratando de seu bem estar). — Piscou, molhando o algodão com um pouco de álcool e passando-o em volta de meu machucado no dedo, fiz um "tsk" com a boca e desviei o olhar para a parede.

— Parlons plus clairement maintenant, (Vamos falar mais claramente agora) — Suspirei, encarando aqueles olhos multicolor, a qual transmitiam impaciência e intolerância em seu olhar, — Non quero você se estressando, por minha causa, ouviu bem? 

— Mas papa, eu-- — Fora interrompido por um olhar crítico vindo de minha parte, sabia que insistir de nada adiantaria.

— Entendo... Pai... — Suspirou, terminando de colocar o curativo sobre meu dedo e afastando-se. — Non é como se você precisasse de mim, eu non sou suficientemente capaz, non é mesmo? — Fitou-me com um olhar mais deprimente, mon dieu, não fora isso que eu estava esperando!

Balancei a cabeça negativamente e o envolvi em um forte abraço, non queria deixa-lo assim desamparado, as vezes era difícil entender os meus sentimentos e os sentimentos de meu filho ao mesmo tempo, era tão prático mas tão confuso.. 

— Non filho, eu amo-te, tu dizer isso é como dizer que eu não sou suficientemente capaz de te amar. Rapide, por favor, non se esforce tanto.. — Sussurrei, desfazendo o abraço e fitando seu rosto confuso.

— Papa.. Perdoe-me.. E-eu só.. Queria.. Ser forte, forte como você. Mas no fundo.. Sei que não chego nem perto, desculpe..

— Rapide... — Não deu tempo de falar mais nada, Rapide usou de seu estoque de magia para teleporta-se para o andar de cima, o quarto.

Urg!! Eu non consigo, eu tentei, Pallidum, nosso filho é um teimoso e eu sou o pai tonto que, ao invés de resolver os problemas, piora as coisas! 

Pensei desapontado, jogando-me contra o sofá de bruços e tentando cair em uma soneca, isto apenas para esquecer os problemas que a cada dia apareciam se multiplicando na minha vida..


Quebra de Tempo 

Desperto, o anoitecer já havia caído, pois pude ouvir o som que a coruja do lado de fora produzia ao chegar a noite e se pôr o dia. Tudo estava escuro, as lamparinas haviam sido apagadas recentemente e a caixa de velas eu havia deixado no porão.. Se fosse para ir até lá acabaria escorregando no piso de porcelanato e dando mais um machucado para mim mesmo. Mas, ficar aqui parado e imóvel não irá adiantar de nada. Definitivamente eu teria de chamar Repide para cuidar dessa situação, lembrei que no quarto havia algumas velas, ele poderia usá-las para chegar até mim e acender as lamparinas. Com cautela, sai andando apoiando-me nas paredes, de vez ou outra certificando do lugar onde pisava para não acabar escorregando no chão. Consegui chegar até a janela do outro lado da sala, a porta de entrada estava apenas alguns centímetros dali. Aliviado, caminhei até ela e foi neste mesmo instante que fui surpreendido por batidas fortes na porta, no caso, na minha testa, pois abri na hora em que a pessoa ia bater.

— Aii! Hey, Attetion!! (Ai!! Ei, cuidado!!) — Resmunguei, massageando suavemente a minha testa, maldita seja a pessoa que me acertou essas batidas de doer o osso!

Entendeu, "doer o OSSO" ! Hahaahah!! Sério, preciso parar de andar com seres comediantes, acabo me tornando um num dia desses!

— Je suis pressé.. (Eu estou com pressa..) Murmurou a tal pessoa encapuzada, seu tom era frio e vazio.

— Et j'ai mal, nous sommes même. (E eu estou com dor, estamos  quites).— Retribui um olhar mal humorado, levando a mão até a maçaneta da porta e empurrando-a para frente em um movimento de que iria fechar, mas fui contido pelo encapuzado, que colocou um de seus pés no meio para impedir o meu ato. — Ahen..?..

— Et je suis impatient, énervant (E eu impaciente, irritadinho/irritante). — Eu não sei se ele estava querendo me provocar, ou se era só minha imaginação, mas.. Parece que o mané encapuzado está conseguindo, minha paciência está chegando ao limite!

— Vous êtes celui du magasin, n'est-ce pas? Ne me souviens pas de moi? (Você é aquele da loja, non? Non se lembra de mim?) — Ele abaixou o capuz, demonstrando um ser esqueleto com ridículas e atrativas presas brancas meio caninas, pupilas de cor heterocromia e linhas abaixo das órbitas. 

Como eu consegui enxergar com aquela escuridão toda? Non sei.. Em parte minha visão noturna ainda funciona eu acho.

— Je ne me souviens pas de t'avoir jamais vu... (Eu non lembro de ter lhe visto algum dia..) — Admiti e dei de ombros 

E era verdade. Minha memória estava falha. Não me recordo de algum dia ter trombado com aquele ser na minha loja. Ele desfez o sorriso convidativo e deixou um ponto de interrogação e exclamação estampados em cada uma de suas órbitas, adentrando na casa e fechando a porta com um pé.

— Linda moradia. — Murmurou, olhando estático para as paredes coloridas da casa, finalmente alguma palavra que eu não tenha de falar com meu acentuado sotaque francês para demonstrar entendimento.

— Merci, fico contente que alguém como você tenha bom gosto, porquê.. Uh.. Bem.. A capa não vem junto ao quite, não é mesmo? — Comentei sarcástico e revirei as órbitas, batendo o pé no chão em impaciência.

Ele riu levemente e assentiu sem demora, sentando-se e se acomodando no sofá da sala. Resmunguei alguma coisa e caminhei até a cozinha, acendendo a lamparina e voltando com uma bandeja e uma xícara de café nela, chá só para os que eu fui com a cara. Punho a bandeja sobre a mesinha de vidro e observo ele erguer uma mão até a xícara com café, apreciando do cheiro da cafeína e logo após tomando um gole da xícara.

— Você não é de conversar muito, né? — Ele me fita com um olhar divertido, terminando de beber o café na xícara e pondo-a sob a mesinha de vidro.

— Non, non sou. Mas isso non vem ao caso, o que veio fazer aqui mesmo? — Fico brincando com os dedos nervosamente e sento-me ao seu lado no sofá, mantendo uma certa distância.

— Ah, é.. Bem... Eu vim ver alguns quadros. — Admitiu embaraçado e rindo fraco, essa minha pergunta também foi meio estúpida, o que mais uma pessoa faria se não vir até mim encomendar quadros de pintura? Tirando o coisa de jogar conversa fora.

— Oh.. Entendo. Se quer quadros, porque non decidiu vir mais cedo? Já anoiteceu e suponho que sua família esteja preocupada ao chegar tarde em casa e.. --- — Fui cortado por um olhar incrédulo do mesmo.

Seu coração pareceu palpitar mais rapidamente, acelerado. Ele ergueu-se do sofá bruscamente e engoliu em seco, quase rasgando em tiras seu capuz acinzentado com um movimento tão rápido quanto aquele. O encarei, extremamente confuso, tinha dito algo errado? Obviamente. Sou um estrangeiro em terras distintas, mesmo morando aqui há alguns anos, nunca me acostumei com os costumes e tradições destes povos.

— Er.. Bem.. Eu.. Vivo sozinho. Sabe, tô acostumado. — Murmurou com um olhar sem graça, voltando a sentar-se no sofá e fitando o chão, seu nervoso era aparente.

— Entendo.. Eu não vivo sozinho, tenho meu filho, Rapide, comigo. — Sorri ao lembrar de mon fils, seu jeito ousado e alegre era único dele.

— Um.. Filho?.. — Ele pareceu quase engasgar-se com a própria saliva, desta vez encarando-me com as órbitas arregaladas e a boca aberta em um quase perfeito 'O'. 

Revirei as órbitas novamente e assenti, vendo ele se acalmar, mais ou menos. Não sei porquê o espanto. Já não sou mais jovem, posso ter esta cara de juventude e tal, mas pra quem está quase chegando aos 22 anos não é fácil.

— Exato. Suponho que o senhor também tenha filhos, non? — Sorri, ganhando um negativo de sua parte e pondo-me frustado com sua inesperada resposta. — Mas eu pensei..

— Eu tenho um filho, — Parou um pouco para me observar, como se estudasse as expressões que eu estivesse demonstrando em meu rosto, a quaisquer momento acabaria de me fazer querer sumir de vista ao me por nesta situação constrangedora. — é quase isso, ele é o.. Meu aprendiz, heh.. Estou treinando-o para tornar-se o príncipe da casa, não tenho herdeiros, por isso o escolhi, e não me arrependo desta decisão. — Finalizou, é uma boa hora para dizer que eu estou começando a achar que ele não é um animal como antes? Talvez eu devesse dizer?

Oh sim Décrit, diga isso na cara dele "Já não lhe considero mais um animal selvagem, senhor" E terá a cabeça cortada ao meio numa sopa de vegetais, a meia noite.. Non acredito, estou mesmo deixando-me convencer com estas histórias de vampiros toscas e fúteis? Se bem que ele quase parece um: os caninos afiados refletem aos dentes vampíricos de um vampiro, o olhar enigmático disponibiliza o acesso para uma hipnose perfeita - aquela da qual você jamais deseja sair -, as roupas assustadoramente esquisitas e seu jeito de falar tão formalmente como se quisesse adaptar-se ao século em que está vivendo, era como se os anos tivessem passado em um piscar de olhos e já estivéssemos na época do futuro. 

No que está pensando? — Ele sorri de forma casual, balançando a mão na frente de meu rosto para ter de volta a minha atenção.

Pisco algumas vezes e bufo em desgosto, levantando-me de onde estava sentado e pegando a bandeja com a xícara vazia.

— Vou até a cozinha, cliente noturno, deixar esta bandeja e xícara na pia para lavar depois. Espere aqui, quando voltar quero que me diga exatamente como quer que encomende seu quadro de pintura.

Ele concordou e no final acabou que por aceitando facilmente a minha oferta. Voltei para a cozinha em passos largos, de vez ou outra olhando por cima do ombro para ver se este estava ali ou estava me seguindo. Sou meio paranóico em questão de desconhecidos. Nunca se sabe, non é? Nunca se sabe se eles non te atacarão por trás, fazendo você ser apunhalado pelas costas e depois morrer sem saber a causa de sua morte. Tremi com esse súbito pensamento, logo a sensação de estar sendo observado me tomando conta. Talvez Rapide tivesse razão com cuidados extras. Direcionei-me rapidamente para pia da cozinha e depositei a bandeja com a xícara lá, voltando silenciosamente para sala. E.. Non havia ninguém..

— ?.. — Encarei o cenário meio confuso, ele estava aqui uns minutos atrás!

Foi aí que percebi um bilhete em cima da mesinha de vidro da sala, ele que deixou? Ok... Agarrei o bilhete e comecei a desembrulhar, estava mesmo meio amassado e letras minúsculas difíceis de se ler, mas acabei que por conseguir entender o que lá havia sido escrito:

"Monsieur Décrit, je sais que vous devez être offusqué d'avoir quitté la maison comme ça, mais j'étais vraiment pressé. (Senhor Décrit, sei que deve estar se sentindo ofendido por ter saido assim do nada de sua moradia, mas é que eu realmente estava com pressa).

"S'il vous plaît, voulez-vous aller au château un jour? J'adorerais voir ces images accrochées aux murs de ma maison, ce serait divin." (Por favor, gostaria de ir até o castelo algum dia? Adoraria ver estes teus quadros pendurados nas paredes de minha moradia, ficaria divino).

Ass: Client Nocturn (Cliente Noturno)

Agora eu me toquei.. Cliente Noturno.. O cliente.. As coisas não estariam conectadas assim, ou estariam?.. Pera ai.. Deixe-me recordar..




(...)





Dias atrás 




Flashback ~



"Pai, quem era?" — Rapide indaga enquanto encomendava os quadros de pinturas para os clientes que chegavam.

"Só.. Um cliente.. " — Respondo.

"Uh.. Sei não.. Me parecia um duque." — Retrucou com uma careta, aceno com a cabeça, meio que concordo com ele, o modo como aquele ser se vestia era um tanto peculiar.

"Mudando de assunto, pai, você já pensou no que vai me dar de aniversário?" — Perguntou-me com estrelas em suas órbitas, ajeitou sua boina escorregadia, a qual duas palavras estranhas tinham sido escritas, 'Yo-Lo'.

"Non.. Non me decidi, heh" — Menti, é claro que eu já tava com tudo planejado, ia o dar de presente um cachorro, só non sabia escolher qual a raça.

"Pois então não se preocupe papa, qualquer presente vindo de você é coisa boa." — Ele ofertou-me um sorriso curto, saindo dali.

No fundo eu sabia.. Que ele non estava falando a verdade cem por cento. Eu o conheço. Sei que nesses últimos anos, ficar só ganhando dinheiro para guardar em um cofre non está lhe caindo bem. 

Por isso, Irei abandonar os presentes que sejam bens materiais, vou dar-lhe de presente algo muitíssimo melhor, um ser vivo e que será seu melhor amigo, vou dar-lhe seu próprio cachorro. Passarei na loja de animais depois de alguns dias, escolherei a raça ideal e o levarei para conhecer seu novo lar e sua nova família.

Patas caninas fazem o dia ser muito mais divertido, espero mesmo que Rapide tenha os mesmos pensamentos que eu, ao menos em parte..

Mon dieu, acabei de lembrar, deixei o leite fervendo lá em casa! Tenho de ir, se derramar é uma bagunça, quem vai limpar sou eu e além do mais estou sem tempo. Meh. Vou anotar de nunca tentar cozinhar. Sou péssimo com isso.




Fim do flashback ~




Era ele! O cliente de antes, era ele! Mon dieu, e eu o tratando mal! Mas...  Meh. Eu meio que non me importo muito, tipo... Eu também non o conheço, ele é tãooo estranho, e tem um ar de quem se gaba por ser superior e blá blá blá blá. Devia ter perguntado qual a droga do seu nome, idiota! E aliás, porque aquele estúpido não me disse?!?! Ele deveria ter me dito o nome dele! E pera ai.. Como é que aquela coisa sabe o meu nome?! Eu nem sequer disse! Mas.. Eu sou famoso por minhas pinturas, é super normal as pessoas souberem o meu nome. Na verdade.. Non... Me é estranho.. Ele vir aqui, de repente, e saber onde eu moro, poucos sabem onde eu moro, não sou daqueles que espalha pro mundo inteiro dizendo: "Ei, olha a minha casa, vem me visitar! Moro perto do bosque, perto da floresta, vem me visitar!" Estupidez hunf!

Me aconchego de volta no sofá e deito-me com a barriga pra cima, encarando o teto de gesso e me perguntando o que é que estava acontecendo comigo. Tantas perguntas, poucas respostas. Rapide deve estar em um bom sonho, para não ter acordado com toda aquela conversaria que eu estava tendo com o Client Nocturn, ou o idiota que não me diz seu nome.

Deito de lado e bocejo sonolento, agora eu realmente precisava dormir. 


Non se preocupe estúpido Client Nocturn, eu non esqueci dos quadros de pintura. Amanhã mesmo, vou segui-lo até sua casa, sem que me veja, e irei descobrir toda a verdade sobre este "Mistery" nada.




Heh..







É uma promessa Sir..







Vou te descobrir, non se preocupe







E ai





Vou jogar na sua cara que és um perdedor





Jogo de gato e rato







Quem ganha, 






Sou eu sir..



Notas Finais


Hoi, espero que tenhas gostado do capitulo!

Já notou que a maior parte de Décrit é do original Error né?

Sim -3- Décrit é rebelde, Décrit se faz de fofenho, mas é rabugento, um fofenho rabugento c:


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