História Money Money - Capítulo 13


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Angelique Boyer, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde (RBD), William Levy
Personagens Anahí, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Levyrroni, Ponny, Rbd, Vondy
Visualizações 114
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Irmandade


Fanfic / Fanfiction Money Money - Capítulo 13 - Irmandade

Angel foi da forma mais sensual que pode para a noite de trabalho para que assim conseguisse o dinheiro para pagar Ninel, ela tinha medo do que poderia acontecer se ela não conseguisse aquele dinheiro. Ángel foi vestindo um sutiã e um micro short jeans. Ela estava terminando o terceiro programa quando recebeu uma visita inesperada.

- Tem um cara te esperando. - Falou Christian na hora que ela foi pegar as bebidas no balcão.

- Quem?

- Nunca vi aqui antes. Ele foi para a porta do seu quarto e pediu urgência.

- Ok. Obrigada Chris!

Ángel achou aquilo estranho, mas foi ver quem era o homem e acabou se surpreendendo ao ver quem era.

- Derrick?

- Angelique.

- O que você tá fazendo aqui?

- Precisamos conversar.

- Tá.

Angelique abriu a porta de seu quarto ainda confusa, tentando entender o porquê seu irmão estava ali depois de quase um ano que ela já havia saído de casa.

- Fala. Por que está aqui?

- Precisava te ver. Estou com saudades, você nunca mais voltou fiquei com medo de que algo ruim tivesse acontecido. - Falou Derrick sentando na cama.

- Tem quase um ano.

- E eu continuo preocupado, agora mais ainda. Somos irmãos, família.

- Como me encontrou?

- Pesquisei, investiguei e depois que te achei te segui. Tentei ir no prédio onde vi você entrando, mas não deixaram eu subir, precisei vim aqui.

- Eu não posso ficar conversando com você, tenho que trabalhar.

- Eu te dou dinheiro, isso não é problema.

- O que quer Derrick?

- Angelique eu te amo! É minha irmã e isso não mudou, eu me preocupo. Olha onde está. Não precisa disso, você sabe. - Falou Derrick.

- Não? E viver de quê? Eu não quis sair de casa, me expulsaram.

- E eu sinto muito por isso, não queria que tivesse sido assim.

Os olhos de Angelique estava cheios d'água.

- Que bom que está aqui. Eu senti saudades. - Falou ela finalmente dando o braço a torcer.

Derrick se levantou e a abraçou, Angelique voltava a ser como uma criança e se sentiu confortável naquele abraço.

- Eu também Angel. - Concordou Derrick. - Eu não vim apenas pra te ver. - Falou ele saindo do abraço.

- Do que está falando?

- Eu te trouxe algo.

- O quê?

- Isso. - Falou Derrick a entregando um envelope pardo que estava bem cheio.

Angelique pegou o envelope e o abriu, dentro havia bastante dinheiro.

- O que significa isso?

- Depois que você saiu de casa, nossos pais... - Falava Derrick quando Angel o interrompeu.

- Seus pais.

- O que seja. Eles pegaram a grana que tinham guardado para sua faculdade e me deram para comprar um carro. Mas eu não achei isso justo e guardei porque eu sabia que iria te encontrar outra vez e eu encontrei. - Explicou Derrick.

- Guardou esse dinheiro por todo esse tempo?

- Sim. Acho que é o mínimo que eles podem te dar depois de tudo o que aconteceu. Faça bom proveito desse dinheiro, como um curso ou até mesmo uma faculdade e saía daqui, esse não é lugar pra você.

- Eu não sei se isso é justo, com esse dinheiro você poderia comprar um carro.

- Eu já comprei um carro, eu tinha minhas economias. Esse dinheiro é seu, guardei todo esse tempo pra você.

- Obrigada Derrick. - Falou Angel voltando a abraça-lo.

Os dois então passaram o resto da noite naquele quarto conversando tudo o que não conversaram no último ano, eles riram, choraram e recordaram bons momentos.

*---*---*---*

Maitê estava bonita como sempre, provocante e sensual. Ela servia a todos com um grande sorriso no rosto apesar de não ser como estava se sentindo. Ela servia um cliente pela segunda vez quando viu William entrando no bordel, ele a encarou por alguns instantes e depois a chamou. Maitê foi até ele como se fosse um cliente como qualquer outro.

- Uma bebida? - Perguntou ela.

- Quero mais que uma bebida.

- O que está fazendo aqui?

- Talvez eu não tenha conseguido controlar a vontade de voltar a te ver.

- Talvez não devesse estar aqui.

- Não foi você mesma que disse que são pessoas diferentes? Quem eu estou vendo aqui? - Questionou William de forma debochada.

- Você está vendo uma pessoa que está bem chateada. E uma pessoa que não vai te levar pro quarto hoje. - Falou ela se virando para sair. - Não tem como saber quem você está vendo.

- Eu vou pagar.

- Como qualquer outro. Você não é o único que quer uma noite comigo aqui ou no colégio. - Falou ela piscando e saindo o provocando.

Maitê foi ao cara que já tinha servido duas vezes para o servir pela terceira vez, ela sorria bastante e deixava a mostra seu decote. O cara perguntou quantos anos ela tinha e ela afirmou que dezessete, ele ficou apreensivo e ela afirmou que ninguém saberia, o cara acabou se rendendo e foi com ela para o quarto. Tita antes de entrar no corredor que dava acesso aos quartos olhou para William que bebia no bar aparentemente bem nervoso, piscou e saiu rindo com o cara do próximo programa.

*---*---*---*

- Senhora Ninel? - Falou León ao se aproximar.

- Sim.

- A Senhora que é a responsável pelas garotas?

- Por favor, sem a necessidade do senhora. E sim sou eu a responsável, algum problema?

- Problema? Não! Eu vim para pedir-lhe uma autorização.

- Autorização? - Ninel ficou curiosa. - Que tipo de autorização?

- Quero levar a garota Candy para jantar.

- Essas garotas não fazem programas fora daqui.

- De maneira alguma? Não há formas de negociar? Eu posso pagar o quanto desejar. - Falou León.

- Bom, duas mil pratas para levá-la agora e deixá-la aqui as seis horas em ponto. - Falou Ninel e León assentiu aceitando. - E vai ter que me dar mil e duzentas pratas agora, e o restante você paga para a própria Candy.

- Fechado!

León pagou a Ninel as mil e duzentas pratas podendo levar Candy para além do bordel. Candy havia trocado de roupa, colocou algo mais discreto, mas ainda sim sexy e bonito. Eles saíram no Porsche preto de León rumo a um caro restaurante na zona sul da cidade. Os dois jantaram e em seguida Léon levou Candy para um motel de alto nível com todo o luxo possível. Os dois ficaram, dormiram algumas horas e fizeram outra vez, depois eles tomaram banho e Léon levou Candy de volta ao bordel as seis horas a pagando mil pratas pela noite.

*---*---*---*

Ao final da noite Angelique foi acertar suas contas com Ninel.

- Conseguiu o dinheiro? - Perguntou Ninel. - Porque eu não te vi muito no salão.

- Eu consegui.

- Mas hoje fecharam a sua noite mais uma vez, não?

- Não! Eu recebi a visita do meu irmão, foi só isso. - Explicou Angelique. - Aqui está o dinheiro. - Falou ela colocando o dinheiro na mesa.

- Viu? Quando todos cooperam dá tudo certo.

- Posso ir?

- Não fique brava comigo Angel, mas eu tenho que ser imparcial nesse critério.

- Tudo bem.

- Pode ir. - Falou Ninel e Angel saiu.

*---*---*---*

Maitê saiu do bordel correndo como sempre, atravessou e pegou o ônibus rumo ao colégio. Naquele dia ela teria aula com Levy de sociologia. A aula passou parecendo uma eternidade e ela evitava ao máximo encara-lo, aquilo era bem desconfortável para ela.

Sem querer Maitê foi a última a sair da sala e William se levantou para falar com ela.

- Com licença? - Pediu ela para poder passar.

- Será que podemos conversar?

- O que quer?

- Por que não quis ficar comigo ontem?

- Não sei do que está falando. - Falou ela fazendo cara de deboche.

- Vai ficar fazendo jogo agora?

- William eu já te falei sobre isso, são pessoas diferentes.

- Então me dê a oportunidade de conhecer a Maitê?

- Tanto faz.

- Me encontra hoje após a aula na rua de trás, eu vou te levar pra almoçar e assim podemos conversar melhor. Ok? - Falou William.

- Tudo bem. - Falou ela saindo.



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