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História Money Money - Capítulo 29


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Notas do Autor


Olá meus amorexxx, turu poom?

Então agora estou 100% recuperada e gostaria de agradecer todos os lindos comentarios de vocês me desejando melhoras.

Hoje, voltei ao trabalho e como já tinha tido quando voltei de vez eu agora postarei os capítulos com uma frequência menor mas fiquem tranquilos que essa fic não será abandonada.

Besos, IzzyRebel Sz

Capítulo 29 - Apoio


Fanfic / Fanfiction Money Money - Capítulo 29 - Apoio

- A justiça liberou a Dolores para a adoção. - Falou a Madre deixando Dulce em choque com aquela notícia.

- Que? Como assim? Eles não podem fazer isso.

- Podem sim querida. O juiz determinou que a Dolores não pode ser reintegrada na família de origem por motivo de falta de condições sociais que proporcione uma educação e formação da criança como cidadã mexicana, sendo assim ela deve ser liberada para adoção e assim ser reintegrada a uma nova família, sendo criada e educada em um ambiente que tenha condições financeiras, sociais e morais para recebê-la. - Falou a Madre lendo o comunicado que havia recebido.

- Eles não podem fazer isso madre, ela é minha irmã. Meu Deus!

- Eu sei querida, mas eu não posso fazer nada.

- Ela vai ser transferida?

- Não, ela continuará aqui, mas como as outras meninas também poderá ser adotada.

- Eu não posso acreditar nisso. - Falou Dulce passando a mão na cabeça já com os olhos marejados. - Eu... Minha irmã... Eu não acredito nisso.

- Dulce, eu sei que é uma situação complicada mas tem mais uma coisa ainda. - Falou a Madre com cautela.

- Mais?

- Você não pode mais visitar a Dolores.

- Como é que é?

- De acordo com o comunicado você fica proibida de fazer visitas regulares a Dolores porque eles acreditam que isso possa atrapalhar ela no processo de desvinculação e adaptação a uma futura nova família, a justiça entende que você não é uma boa influência pra ela. - Explicou a Madre.

- Eu... Eu... Eu não posso acreditar nisso... - Falou Dulce.

- Eu permiti sua visita hoje, mas foi a última.

- Madre eu não posso ficar sem ver a minha irmã, ela é tudo o que me restou. - Falou Dulce já deixando algumas lágrimas escorrerem.

- Eu sinto muito minha filha, mas não sou eu que tomo essas decisões. Se eu pudesse te entregava a Dolores, mas não é a assim que funciona.

- Que droga! - Falou Dulce chorando e em seguida saiu sem dizer mais nada.

Dulce começou a andar de volta pra casa enquanto chorava bastante, ela estava sem rumo, não sabia o que fazer diante daquilo, ela então se sentou no passeio, colou o rosto apoiadas na perna e continuou chorando sem parar. Passado-se cerca de dez minutos Dulce já estava sem forças para chorar, porém continuava ali, perdida. Ela então sentiu uma mão tocando seu ombro, ela se virou e encontrou a imagem de Christopher a olhando se entender.

- O que você tá fazendo aqui? Tá tudo bem? - Perguntou ele.

Dulce não disse nada, ela apenas se levantou e o abraçou, Christopher correspondeu ao abraço a abraçando forte.

- O que foi? - Perguntou ele se afastando um pouco e passando a mão no rosto dela.

- Posso te pedir uma coisa?

- Claro!

- Me leva pra algum lugar.

- Levo!

Christopher a pegou pela mão e a levou até seu carro, abriu a porta para ela, Dulce entrou e em seguida ele foi para o banco de motorista e saiu dali.

*---*---*---*

May chegou em casa cansada sem acreditar em tudo o que estava acontecendo, na sala haviam roupas jogadas, algumas de mulher, o silêncio reinava ali. Ela subiu para seu quarto, deixou sua mochila no chão e foi até o banheiro e quando abriu havia uma mulher que ela nunca havia visto antes sentada no vaso.

- Ah. - Gritou a mulher quando Maite abriu a porta e ficou a olhando sem entender. - Tudo bom queridinha? - Ela estava claramente bêbada.

- Quem é você?

- Eu tô "saindo" com seu pai, na verdade hoje foi a primeira vez que transamos e... - Falava a mulher quando Maite a interrompeu.

- Tá bom, eu não preciso saber de tantos detalhes, ok? - Falou ela e a mulher assentiu, em seguida Maite fechou a porta e foi para seu quarto.

Maite se trocou e deitou para dormir. Ela acordou três horas depois escutando gemidos altos vindo do quarto de seu pai, ela colocou o travesseiro na cabeça, mas continuava ouvindo. Maite se levantou, vestiu uma roupa rapidamente e saiu, ela estava cansada mas sabia exatamente onde queria ir, haviam coisas que precisavam ser acertadas e ela não queria ficar em casa naquele momento.

Após três batidas apressadas na porta William finalmente a abriu estando com uma calça jeans e sem camisa, Maite o olhou de cima a baixo.

- Precisamos conversar. - Falou ela e ele apenas indicou com a cabeça que ela deveria entrar.

Maite entrou sem graça, não sabia como ele iria reagir, ela passou a mão na sua calça, ficou parada olhando pra janela e na hora que ouviu a porta bater se virou para William.

- O que você fez? - Perguntou ele ríspido.

- Por que está tão nervoso? Você não vai ser demitido.

- Mas você está sendo prejudicada. O que você falou com a Dona Alice, Maite?

- Eu disse que a culpa era minha, que eu tinha te drogado e por isso você não sabia o que estava fazendo.

- Isso não é verdade!

- Não? Como você pode ter certeza? - Questionou ela.

- Maite, por favor! Chega de agir feito criança. - Falou ele e ela ficou séria. - Vamos conversar como adultos civilizados.

- Engraçado que você tá todo sério e bravinho sendo que sou eu que estou sendo exposta no colégio e chamada de coisas nada legais, eu estou sendo humilhada e mesmo assim pensei primeiro em te proteger, não estão te ofendendo pelo contrário está sendo elogiado pela sua performance. E é você que fica com raiva? Se acha mesmo nesse direito?

- Eu só quero entender o que aconteceu, só isso e eu não quero brigar com você.

- A Raquel descobriu que a gente se encontrou e por isso ela divulgou o vídeo. E eu me formo esse ano William, depois que eu me formar eu saio do colégio e acabou, mas você não, você continua sendo professor e vai continuar lá por anos, eu não podia deixar que ela te prejudicasse.

- Mas não é justo, você não pode assumir toda a culpa.

- Já foi, é o melhor a se fazer. Tá tudo bem, duas semanas não vai me prejudicar tanto assim. - Falou ela e ele passava a mão no rosto, parecia pensar.

- Você é terrível. - Falou ele se aproximando dela. - Eu te amo! - Disse ele e em seguida eles se beijaram.

- Eu também te amo. - Falou Maite após o beijo. - E é por isso que eu tomei uma decisão Levy. - Falou ela séria.

- Que decisão? - Questionou ele.

- Eu não quero mais te ver e nem ter mais nada com você. - Informou ela, William ficou sério e se afastou.

*---*---*---*

Christopher levou Dulce até um parque ecológico que havia ali perto, eles foram até um quiosque e ele comprou duas águas de coco.

- Se quiser me contar o que aconteceu. - Falou ele.

- Ucker, você não faz nem ideia de quem eu sou.

- Sabe que eu tenho bastante tempo? - Falou ele olhando para o relógio em seu pulso esquerdo. - Eu quero realmente te conhecer.

- Meu nome não é Candy, é Dulce.

- É ainda mais lindo, sabia? - Falou ele passando a mão no rosto dela e sorrindo leve.

Dulce então contou toda a sua história para Ucker, ele a contou um pouco sobre sua vida. Os dois ficaram ali conversando por cerca de duas horas, para o clima ficar mais leve conversaram sobre outras coisas além da vida pessoal, riram, deram uma volta pelo parque e se entreteram até que começou a escurecer.

- Eu preciso ir trabalhar. - Falou Dulce.

- Eu te levo, vamos.

Os dois então foram até o carro e Ucker deixou Dulce na porta do bordel.

*---*---*---*

- Como assim não quer ter mais nada Maite? Foi tão bom em Acapulco. - Falou William.

- Eu sei, eu também amei estar com você. Mas não dá, toda vez que a gente se aproxima acontece algo que nos afasta, é sempre assim.

- Nós estamos no início, estamos tentando.

- Eu não posso, não estou em condições de tentar nada, não agora. Eu estou em uma situação complicada, meu trabalho é complicado, minha família é complicada. Eu não posso te prejudicar outra vez no colégio, nem me prejudicar, é o seu emprego. Sinceramente, não dá eu não posso lidar com esse peso. - Falou ela.

- Não pode ser. Você não pode, não está me prejudicando porque eu amo estar com você.

- William é minha decisão, já está decidido. Foi muito bom tudo o que passamos e vivemos, mas acaba aqui esse jogo e essa fantasia.

- Não é só um jogo. - Falou ele sério olhando pra baixo.

- É uma fantasia. - Falou ela se aproximando dele e colocando uma mão no ombro dele, em seguida ela lhe deu um beijo na bochecha bem próximo a boca. - Obrigada Levy! - Falou ela sussurrando após o beijo, em seguida ela saiu.

*---*---*---*

Anahí estava em casa vendo televisão no meio da tarde quando a campainha do apartamento toca, ela vai atender e se surpreende com a visita.

- Derrick? - Falou ela ao abrir a porta.

- Oi Annie. Tudo bem?

- Tudo! Entre. - Falou ela o dando passagem para dentro. - Aconteceu alguma coisa?

- Não! Não! - Falou ele agitado. - É... Eu queria mesmo era saber como você tá e como anda o processo contra o Sebastián.

- Bem, eu tô bem, na verdade estou tentando ficar bem. E o processo contra o Sebastián vai bem também, o advogado já montou uma estratégia para o tribunal e ele está preso preventivamente. - Contou Anahí. - E você? Está bem?

- Tô! Estou... Bem.

- Sabe que não parece. Você não veio aqui só pra saber sobre esse processo, né?

- Não! - Falou ele ficando um pouco mais calmo. - Meus pais me expulsaram de casa por eu ter ido atrás da Angelique e ter ajudado com o velório, e ainda estar ajudando.

- Que? Eles não fizeram isso.

- Sim, fizeram e não me surpreende, eles nunca aceitaram a Angelique.

- Mas aonde você vai ficar? Você precisa de alguma coisa? - Questionou Anahí preocupada.

- Não, tá tudo bem. Eu estou ficando na casa de um amigo que mora sozinho. Eu só precisava de alguém pra desabafar, alguém que me entendesse. - Falou ele e Anahí o abraçou.

- Eu entendo.

Depois do abraço eles se sentaram no sofá, conversaram um pouco e Anahí ouviu Derrick que parecia estar bem mal com tudo o que estava acontecendo. Depois de um tempo ele foi embora.

*---*---*---*

Pov Dulce

Christopher me deixou na porta do bordel às dezenove horas, entrei e tive tempo suficiente pra me arrumar tranquilamente. Eu passei uma tarde bastante agradável com Christopher, ele era um verdadeiro príncipe, cuidou de mim e me tratou com tanto carinho, estar com ele me fez esquecer por um tempo meus problemas, mas só por um tempo porque eu não conseguia esquecer que Lola poderia a partir de agora ser adotada e ainda tinha essa história que Enrique estava inventando de que Lola era filha dele. Minha cabeça estava a mil, eu não sabia o que fazer mas eu não iria me deixar vencer tão facilmente, eu não iria abrir mão da minha irmã tão fácil, ela era tudo o que tinha me restado. Por Lola eu faria qualquer coisa, tudo o que fosse necessário e em um ato de desespero mandei uma mensagem para Leon, em um dos encontros ele me passou o número dele caso eu quisesse algo.

"Candy: Hoje você vem ao bordel?

Leon: Não sei.

Candy: Eu queria que você viesse.

Leon: Algum motivo especial?

Candy: Sim! Eu pensei em um desejo que quero que você realize.

Leon: Antes da meia-noite estarei aí."

Às vinte e três horas e trinta minutos Leon estava lá, como prometido, ele já nem falava mais com Ninel apenas apontava e ela assentia com a cabeça. Entramos no carro e fomos para um restaurante. Chegando lá eu já ia começar a falar quando ele pediu para que eu esperasse, ele fez o pedido e somente quando a champanhe chegou ele permitiu que eu começasse a falar.

- Diga, qual o seu desejo? - Perguntou ele.

- Você já sabe a minha história e disse que se eu quisesse realizar algum sonho ou desejo você poderia realizar.

- E posso.

- Pois bem, eu quero que me ajude a conseguir a guarda da minha irmã Dolores que está no orfanato La Luz. - Pediu Dulce e Leon sorriu.



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