História Monster - Céu Sangrento - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Anime, Assassinos, Drama, Ficção, Hentai, Romance, Suícidio, Violencia
Visualizações 4
Palavras 1.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


❝Você está cansada de se sentir magoada
Você não é a única
Eu a tomarei pela mão
E vou te mostrar um mundo que você pode compreender
Essa vida é cheia de sofrimento
Quando a felicidade não funciona
Confie em mim e pegue a minha mão
Quando as luzes apagarem você irá entender❞

Compositor: Barry Stock / Three Days Grace
Música: Pain


Boa leitura.

Capítulo 21 - 16."É Mamãe Yuju"


Fanfic / Fanfiction Monster - Céu Sangrento - Capítulo 21 - 16."É Mamãe Yuju"

–Olha aqueles predios bonitos, Akemi –Yasuko falou apontando para um predio bem alto, todo de vidros transparentes, era realmente bonito. Assenti sorrindo, enquanto andávamos.

Abaixei a cabeça olhando para nossas mãos que ainda estavam juntas -os olhares de pessoas não eram despercebidos por mim - parecíamos um casal junto.

–Onde vamos? –Perguntei.

–Você vai ver não se preocupe –Eu o olhei e ele sorriu de um lado e pisco um olho. Eu tenho certeza não só certeza de que estou mais vermelha que um pimentão por esses simples ato repentino.

–Yasuko.

–Sim, pequena? –Voltou a me olhar.

–Porque foi normal demais para você oque eu fiz? –Aperto a mão dele esperando uma resposta de verdade.

–Porque foi normal. Akemi, você quer se tornar uma assassina ou não? Você terá de enfrentar coisas piores –Ele parou de andar e me olhou nos olhos  – Choros após mortes não ajudam em seu desempenho, Você está fazendo isso por você ou por seu pai?

–Eu...Eu acho que pelas duas partes –Respondo.

Ele suspirou e voltou a andar e eu o acompanhei, já que não daria para parar de andar -Mãos dadas - e enquanto ele admirava a paisagem e sorria com o ar fresco que as árvores próximas davam, eu o olhava sem nem mesmo estar percebemos direito.

–Tem algo na minha cara? –Yasuko olha para mim com uma expressão curiosa arqueando uma sombrancelha. E eu senti uma pontada forte no meu peito enquanto meu rosto ficava quente.

–Não, não tem nada... –Abaixo meu rosto.

–Estamos quase chegando.

Olho para ele denovo, com a boca aberta.

–Yasuko, como você conhece esse lugar assim?

–Meu pai e eu já viemos muito pra cá —Sorriu

–Hm... Você deve conhecer vários lugares, não é? –Perguntei.

–Bem, não sei se 11 lugares são muito, mas sim.

Volto a olhar para o chão - Só que com mais umas perguntas presas na garganta.

–Porque está fazendo isso para mim Yasuko?

–....Não acha que está perguntando demais? –Diz Yasuko apertando minha mão, e com o gesto entendo que deveria parar de perguntar.

Como um susto Yasuko me puxa com força para um beco, e eu não entendi muito por que entramos ali, minhas pernas começaram a tremer pensando no que poderia acontecer aqui. Não, eu sou muito nova para fazer esse tipo de coisa. Não pode ser, oque está acontecendo.

–Y-Yasuko –Chamo ele que estava na minha frente e ele soltou minha mão.

–Não fique com medo Akemi –Seu tom soou aterrorizante e isso me fez ficar com uma grande vontade de correr dali -Como eu não vou ficar com medo e me sentir mal?

Ele tocou a parede parecendo procurar algo nela -oque tornava aquilo mais estranho ainda - seu olhar estava filtrado naquela parede e ele coloco à cabeça nela e eu o olhei sem entender nada enquanto ele permanecia com um sorriso cínico.

–O-Oque está fazendo? –Perguntei mais que atordoada.

–Encontrei –Ele bateu 3 vezes na parede usando os punhos.

–Ham? –Como assim? Oque ele vai fazer?

A parede se abriu revelando ser uma ponta pintada de parede - parece fanfic clichê até – e ele fez gesto para que eu o seguisse e assim fiz. Entrei na parede -isso soaria muito estranho se dissesse a alguém .

–Isso é uma espécie de portal mágico nada mágico? – Ri baixo.

–Eu não usaria esse termo –Ele volta a segurar minha mão –Teremos que ficar grudados as vezes ok?

–Mas pa... –ele sorri.

Esse sorriso que ele esboça em seus lábios diz que ele está aprontando.

–FILHINHO!! –Uma voz de mulher gritou, e eu dei um pulinho –Vamos entre, entre –Ela puxa ele, e ele me puxa.

Quando entramos no lugar, olhei para todos os cantos e percebi que tínhamos entrado em uma lanchonete, eu não entendi muito -quer dizer eu não entendi nada.

–Porque entramos nessa 'lanchonete secreta?'

–Porque sim, e primeiramente não é uma lanchonete e aqui dará a um outro caminho –Bem, não entendi nada, vou deixar tudo nas mãos dele.

–Sente-se Yasuko – Falou, e eu me dei conta que ela nem havia percebido minha existência aqui.

Entramos mais, o lugar era grande, espaçoso quentinho, com toques antigos de talvez seus ancestrais que faziam o mesmo trabalho, e um toque moderno chique porém de luxo ao mesmo tempo. É bem aconchegante. Entrei na conclusão que era um restaurante.

Nos sentamos em cadeiras, que ficavam próximos a janela ele de frente a mim. Que mostrava uma bela paisagem...

...De um muro de tijolos.

–Oque vai querer?  –Perguntou.

–Yasuko, não íamos... –Fiz sinais com a mão ilustrando fogo em um objeto.

–Sabia que você é bem doida? Olha ainda vamos chegar ai mas  eu estou com uma fome terrível, então espera aí –Respondeu colocando a mochila ao seu lado.

–Yasuko eu não te entendo –Ri porque não esperava que entraríamos em um restaurante –Ok, vou querer um hambúrguer.

-Hambúrguer? Bem não sei se ela vai poder te dar esse pedido mas também vou pedir o mesmo – Sorriu e eu retribuo.

Percebi a senhora se aproximando que não havia percebido que eu estava ali ela tinha os cabelos brancos devido a idade, algumas marcas em seu rosto, e o importante: um sorriso doce em seu rosto. Isso encantava, ela se aproximou de nossas mesas.

– Principe! Que bom que esta aqui! – Seu sorriso cresceu.

– Mamãe Yuju! –Ele sorriu largo à ela.

Ela é mãe dele?

Eles deram um abraço, ela parecia nem ter me visto até agora.

–Mamãe Yuju, essa é Akemi – Ele disse, acabando com o abraço dos dois.

Ela direcionou o olhar a mim, e seu sorriso cresceu, se eu pudesse ficaria a olhando com aquele sorriso por um bom tempo.

-Mas que linda!, por que não me apre... - Ele a interrompeu.

-Não, Yuju, ela não é minha namorada.. - Ele tirou o sorriso de seu rosto.

-Não fale assim, é Mamãe Yuju - Deu um sorriso e fez um cafune em sua cabeça bagunçando seu cabelo, e a beijando. - Não acredito que ainda não encontrou ninguém, você esta encalhado Yasuko?

-Yujuuu! –Yasuko

–Eu não suportava aquela menina metida que ficava com você...

Até seu quem é essa metida.

–Mas agora eu não suporto te ver encalhado ainda mais com dois chifres maiores que você na sua cabeça –Ri "Mamãe Yuju" era alguém que eu quero conhecer.

–Yujuuuuuu –Yasuko resmunga.

–Não vou parar até que me chame de Mamãe Yuju -Ela cruzou seus braços e sorriu.

–Ok, Mamãe Yuju... - Ele respondeu.

Ele me olhou, e viu que estava rindo e de um jeito mal educado mostrou o dedo do meio.

–Que isso! –Ela Bateu no dedo de Yasuko e ele gemeu de dor e abaixar a cabeça –Yasuko? Você está bem? Machucou? – Continuou com a cabeça baixa mostrando que ainda estava com dor, e eu já me preocupei –Yasuko meu deus! Eu não queria, ta doendo muito? –Ela continua a perguntar.

Eu me levanto da cadeira e toco o ombro dele o balançando esperando que ele falasse algo, mas ele continuou do mesmo jeito.

–Meu deus Yasuko! Não faz isso –Já desesperada com Yasuko que não mexia nenhum músculo.

–Pai nosso que estais no céu... –A Yuju começa a falar o Pai nosso, com os olhos fechados –Santificado seja o vosso nome...

Escuto risos.

E era Yasuko rindo,e ele mentiu descaradamente.

–Filho da mãe! Quer me matar do coração? –Bato na cabeça dele com força, e ele continua rindo.

Até uma coisa voar na cara de Yasuko batendo com força vindo de Yuju.

–Isso é por ter quase me fazer morrer aqui! –Yuju taca outro de seu sapato na cara dele, um tiro certeiro.

E ele continua a rir, com a cara vermelha que marcava o sinal do sapato.

–Me da o sapato aqui – Ele pega os sapatos e entrega para ela que ataca a mão dele com mais força.

–Ai! –Ele de qualquer forma não parava de rir como eu.

(...)

Yasuko já havia pedido, ela nos trouxe, e comemos, demos vários risos com Mamãe Yuju que com cada palavra ela lançava uma verdade envergonhando Yasuko.

E eu agradeço porque agora eu  conheço mais Yasuko. E que ele me fez esquecer do acontecido.



Notas Finais


Eu estava esperando muito que a Mamãe Yuju aparecesse logo

–Eu também esperava que eu aparecesse logo –Mamãe yuju

Foi isso psicopatas socialistas

Beijos que a mamãe Yuju mandou a vocês!

Obs: Mamãe Yuju foi inspirada em minha querida e sincera vovó que faz questão de me envergonhar falando de "coisas"
E outros tipos de "coisas" cof* cof*


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