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História Monster - Imagine Suho (EXO) - Capítulo 22


Escrita por: e Yuana__


Notas do Autor


Boa leitura ✨

Capítulo 22 - XXII - Rejeição de Sangue


Fanfic / Fanfiction Monster - Imagine Suho (EXO) - Capítulo 22 - XXII - Rejeição de Sangue

S/N

Entrei no quarto ainda com minha cabeça lotada de pensamentos, caminhei até a janela, com meu peito se apertando a cada vez que Ana vem em minha mente. Sai correndo do quarto, ao ver o carro de Lavínia de aproximando da casa. Suho já havia aberto a porta da casa, mordi meu lábio, nervosa.

— Aí meu Deus! Ana! — Exclamei, chorando.

Lay subiu as escadas com ela no colo, e me olhou, pedindo ajuda. Subi atrás, entrando no quarto dele. Suho subiu com um copo nas mãos, Lay pegou o objeto, o preenchendo com o seu sangue. Peguei uma blusa de Lay, junto de uma cueca sua também, deixei os dois no banheiro. Preparei a banheira, e logo voltei para o quarto, observando Ana beber o sangue de Lay, até esvaziar o copo que a segundos atrás estava cheio.

— S-s/n… — Corri até ela, me sentando ao seu lado, suas feridas se curavam rapidamente, segurei sua mão, recebendo um sorriso singelo dela.

Lay pegou Ana no colo novamente, á levando para o banheiro, onde deixou sentada na beirada de madeira da banheira.

— Eu…volto quando ela terminar. — Ana e Lay se olharam, observei os dois, mas logo o contato foi quebrado.

Ajudei Ana a tirar seu sutiã e calcinha, e logo á sentei dentro da banheira. Ensaboei seu corpo, ajudando a lavar seus cabelos também. A guiei até o box, tirando todo o sabão do corpo, e terminando de lavar o cabelo.

— Venha, se enxugue. — Enrolei a toalha nela, a sentando na cama, entreguei a blusa e a cueca de Lay, que foram vestidas rapidamente por ela.

— F-foi horrível. — Sussurou ela, me olhando suavemente.

— Quer me falar sobre isso? — Peguei a escova, começando a pentear seus cabelos molhados.

— Não, não quero me lembrar do que passei na mão deles. — Enxugou as lágrimas, fungando baixinho.

Deixei a escova de lado, após terminar de pentear seus cabelos acastanhados. Segurei o rostinho dela, a vendo segurar o choro, ainda com uma expressão de pavor no rosto.

— Lay, pode subir. — Falei, sabendo que o chinês estava escutando nossa mini conversa.

Virei o rosto para o lado, vendo ele entrar no quarto com os olhos fixados em Ana, que permanecia cabisbaixa, com os olhos marejando. Deixei os dois a sós no quarto, e desci para a sala, onde todos os meninos conversavam sobre algo, mas o assunto acabou, assim que cheguei.

— O que foi? — Olhei para todos, que se olharam, negando levemente para mim.

— Nada não, linda. Vem, vamos preparar algo para Ana comer, ela deve estar com fome. — Pegou minha mão, me puxando para a cozinha.

Estranhei isso, mas deixei para lá. Peguei uma panela, colocando a água para esquentar, para fazer o macarrão, sei que é a comida preferida de Ana. Suho ficou encostado no balcão, me observando. Me aproximei dele, com o pacote de macarrão nas mãos.

— Quer me contar algo? — Me juntei no seu corpo, sorrindo levemente.

— Sim. — Tocou meu rosto com as duas mãos, sorrindo para mim, aproximou os lábios do meu ouvido. — Vou te mostrar o meu sexo mais tarde, na minha casa. — Me arrepiei, esbugalhando levemente os olhos.

— Hoje? — Me afastei dele, olhando no seus olhos.

— É. Você disse que queria ver quem eu era na cama, não foi? — Assenti, rindo no final. — Mas por enquanto, vamos acalmar Ana, ela precisa de toda nossa atenção. — Confirmei, voltando a olhar para a água, rasgando o pacote de macarrão.

— E o que pretende fazer comigo, senhor? — Olhei para ele de canto de olho, o vendo me olhar dos pés a cabeça, mordendo seu lábio.

— Vou te foder ao ponto de não conseguir sentar. — Parei de abrir o saco, me assustando com suas palavras.

— Nossa, como você é romântico, amor. — Rio, sendo acompanhada por ele.

— Ah, cala a boca, Baekhyun! — Falou Suho bravo, olhei para ele, em dúvida. — Ele tá resmungando sobre a nossa conversa nojenta. — Arqueei as sobrancelhas, rindo.

Esperei mais um pouco, e joguei o macarrão na água, mexendo em seguida. Suho começou a rir sozinho, o que me fez olhar para ele, curiosa. Coloquei a carne no microondas para descongelar, ainda sentindo o olhar de Suho sobre mim, rindo.

— Está me deixando desconfortável. — Me aproximei, cruzados os braços.

— Você vai saber depois. — Sorrir, aproximando o rosto do meu, e beijou meus lábios, os puxando para si.

Sorrio entre o beijo, me deliciando dos seus lábios quentes sobre os meus. Mordi seu lábio, o sugando entre minha boca, deixando o moreno com os olhos cerrados sobre mim, me prendendo nele. O microondas apitou, me fazendo se separar dele.

[…]

Terminava de cozinhar a comida, até a Ana aparecer sorridente na cozinha, de mãos dadas com Lay, que olhava de uma maneira estranha para a mais nova ao seu lado. Olhei para Suho, que rir levemente, me olhando em seguida.

— Esse cheiro… — Ana fechou os olhos, querendo sentir mais o cheiro. — Macarronada? — Falou alegre.

Peguei o prato, colocando a comida para ela, que esperava anciosamente, me olhando atentamente. Lay continuava a olhar para ela de um jeito diferente, eu tenho certeza que rolou algo entre esses dois no quarto.

— Ficou bom? — Ana se lambuzava com o molho, confirmando com a cabeça, não parando de comer nem por um segundo.

Comecei a rir, a venda devorar todo o macarrão. Reparei na mão de Lay sobre a coxa dela, e o mais engraçado, era que Ana permitia isso. Lay olhou para mim, sorridente levemente envergonhado. Subi para o quarto com Suho, que se jogou na cama, suspirando profundamente.

— Você viu? — Tirei meu casaco, olhando para ele.

— Vem aqui. — Deu batidinhas na cama, me aproximei, sentando ao seu lado. — Enquanto você fazia a comida, eu escutava a conversa deles. — Franzi o cenho.

— Que coisa feia amor. Mas o que eles conversavam? — Rio, curiosa.

— Ele pediu desculpas por não ter protegido ela, e prometeu nunca sair do lado dela. — Olhei preocupada para ele.

— Mas…ele vai servir aos Taylors, não? — Confirmou, suspirando.

— Sim, e Ana não sabe disso. Eles…se beijaram. — Arregalei os olhos, sorrindo no final. — E pareceu que não foi a primeira vez que isso aconteceu, já que Lay fez uma piadinha perguntando se ela ia rejeitar ele novamente. — Sorrio fraco, encarando um canto qualquer do quarto.

— Ele não pode mentir para ela, Ana odeia mentiras. — Segurei nos seus ombros. — Diz para o Lay, que se ele quer um relacionamento bom com Ana, que ele passe a abominar as mentiras e segredos. — Suho olhou para mim, e concordou.

— Eu falo com ele, fica tranquila. Mas, vamos focar em nós dois. — Em uma velocidade rápida, fui colocada contra a cama, com ele sobre mim. — As sete, estarei te esperando no carro. — Aproximou os lábios do meu pescoço, deslizando levemente sua língua no local, mordi meu lábio, sentindo uma fisgada em meu íntimo.

— Isso não parece errado? — Rio.

— O que? — Subiu o rosto, com os olhos presos em meus lábios.

— Você me deixando sem palavras a todo momento. — Agarrei seu pescoço, roçando meu nariz no seu. — Não acha? — Sorrio, olhando para sua boca.

— Não, não acho. — Juntou nossos lábios, explorando meu corpo com suas mãos.

— Eu te amo. — Me separei, com a respiração um pouco acelerada pelo beijo.

— Eu também te amo, linda. — Beijou o canto de minha boca, descendo para o meu pescoço.

ANA

Horas antes

S/n saiu do quarto, me deixando a sós com Lay, que mantia os olhos em mim, sem desviar em nenhum momento. Cocei minha nuca, fazendo um som com a garganta, tentando quebrar aquele silêncio agoniante.

— Oi, como se sente? — Se aproximou, sentando ao meu lado de sua cama.

— Com fome. — Falei a primeira coisa que veio em minha cabeça, podendo ver ele rir levemente, ainda me olhando.

— S/n está preparando comida para você e… — Fez uma careta, encarando o chão. — E tendo uma conversa nojenta com Suho. — Acabei por rir, ao imaginar.

Olhei para minhas pernas, notando que os machucados tinha sumido, assim como a dor no meu corpo. Fechei meus olhos, podendo lembrar de toda a dor, sem perceber, já estava aos prantos, chorando como uma criança. Me corpo foi puxado pelo chinês, que me abraçou de uma forma aconchegante, me fazendo esquecer por um momento tudo que vivi. Agarrei ele, apertando a gola de sua blusa, seu pescoço se arrepiou, com minha inciativa.

— Não chore, por favor. — Segurou meu rosto, próximo ao seu.

— E-eu… — Solucei, tentando me segurar.

— Foi minha culpa! Se eu estivesse ao seu lado, ele nunca teria triscado em você, me perdoa. — Neguei, limpando meu rosto das lágrimas.

— Não é sua culpa. A culpa é minha ao ser tão curiosa. — Tento sorrir, para o confortar. — Não se culpe, tudo bem? — Apertei seus ombros, olhando para cada cantinho do seu rosto. — Só…não saia de perto de mim, por favor. — Suas mãos desceram até minha cintura, puxando para mais perto do seu corpo.

— Eu prometo não sair do seu lado. — Colocou uma mexa de meu cabelo atrás de minha orelha, encarando meus lábios.

Me aproximei, moldando meus lábios nos seus, apertei sua blusa, querendo cada vez mais contato. Lay me puxou, me colocando sentada sobre suas coxas, me prendendo ali. Suguei seu lábio para mim, voltando a mover eles sobre os meus. Me separei, esperando alguma reação sua.

— Não vai me rejeitar novamente, vai? — Rio, negando com a cabeça.

— Não irei. Eu gos-… — Parei de falar, engolindo em seco.

— Continua sua frase, senhorita louca. — Bati levemente no seu ombro, o fazendo rir.

— Tarado abusado cretino, eu gosto de você. — Falei baixo, mas fui jogada sobre a cama, tendo seu corpo frio sobre o meu, agora, sugando meus lábios com vontade.

Seus lábios desciam pelo meu pescoço, onde tratou de sugar minha pele para si, arrancando gemidos baixos e excitantes meus.

— Eu acho melhor descermos para você comer, ou serei eu a comer vo-… — Rir, com o pensamento poluído.

— Estou morta de fome! — Me levantei rápido, ajeitando a blusa amassada pelos movimentos no meu corpo. Olhei para o chinês, o vendo sorrir para mim, com a mão sobre a barriga.

[…]

S/N

Desci as escadas da casa já banhada, a sala parecia vazia, até eu ver Baekhyun sentado no sofá, mexendo em seu celular, rindo igual um maluco as vezes.

— O que tanto rir? — Me sentei ao seu lado, querendo irritar um pouco ele.

— Jogo. — Me olhou. — Quer tentar? — Concordei, pegando o celular de sua mão. Franzi meu cenho, com minha cabeça confusa com esse jogo irritante. — Deixa que eu te ajudo. — Passou os braços sobre os meus, guiando meus dedos nos movimentos dos bonequinhos fofinhos do jogo.

— Aí, Baekhyun! Esse jogo é chato demais! — Reclamei, com a vida por um fio. Baekhyun ergueu uma arma, atirando firmemente na cabeça do adversário. Sorrio, ao vê-lo cair ao chão, morto. — Eu matei um! — Comemorei, dando leves pulinhos no sofá.

— Foi eu quem matei, garota! Você não sabe nem erguer uma arma! — Rir ele, me deixando brava. Fechei o rosto, encarando ele com os olhos semicerrados.

— S/n, eu- — Olhei para a escada, vendo Suho parado ali, olhando para nós de uma maneira enciumada. Tirei os braços de Baekhyun do meu corpo, me levantando rápido.

— Já vamos? — Perguntei, quebrando o silêncio.

— Não prefere ficar agarrada com ele? — Cruzou os braços.

Revirei os olhos, suspirando. Baekhyun rir de mim, negando levemente com a cabeça, caminhei até Suho, segurando nos seus ombros.

— Isso é sério? — Reclamei.

— Não. — Deixei meus ombros caírem, ao vê-lo rir da minha cara de preocupada. — Vem, vamos. Baek, na próxima vez que eu te ver com as mãos nela, eu juro que arranco sua cabeça! — Ameaçou, me assustando um pouco.

— Suho! — Protestei.

— Liga não, S/n. Ele acha que eu tenho medo dele. — Abri a boca, prestes a rir. Suho fechou os dedos, e Baekhyun assustado, usou sua agilidade subindo em segundos e batendo forte a porta do seu quarto em segundos.

— Deixa disso, vamos. — Segurei sua mão, guiado até a saída da casa.

Entramos no carro, passei o cinto pelo meu corpo, me sentando confortável no banco. Suho deu partida, sorrindo fraco para mim, seu olhar penetrante me deixavam desconfortáveis, ao ponto de me fazer virar o rosto.

— Olhe para mim, você é linda. — Virei meu rosto na sua direção, abaixando o olhar.

— Você também é lindo, seu bobo. — Rio. — Você falou com o Lay? — Apoiei meu cotovelo na borda da janela do carro.

— Ainda não. Ele…não desgruda de Ana, não tem como eu conversar com ele. — Assenti, voltando a olhar para a janela.

— Tenho pena dele.

— Por que?

— A Ana odeia quem mente para ela, e eu tenho certeza que quando ela descobrir sobre o serviço com os Taylors, ela não vai querer nunca mais olhar na cara dele. — Prendi meus lábios.

— Também imaginei isso. Ana estava falando sobre os Parkers para ele.

— Quem são os Parkers?

— É um clã que vive em umas montanhas, eles são refugiados pelos relíquios. Segundo Sehun, os Taylors pretendem matar todos da montanha, não deixando nem sequer um para contar história. — Falou um pouco nervoso. — Os Taylors não matam apenas, S/n. Eles matam lentamente, chegando ao ponto de te fazer implorar para que o matem. — Me assustei.

— A cada dia fico cada vez com mais medo dos Taylors. — Falei, cruzando os braços, pensativa. — Por que eles queriam tanto o Lay? — Me virei para ele.

— Isso…eu não posso te contar. Desculpa. — Me olhou por um tempo, mas logo voltou a prestar atenção na estrada. Suspirei, acompanhando todo o caminho pela janela. — Ficou chateada?

— Não, não. Nada disso, amor. Eu entendo. — Sorrio fraco para ele, que levou uma de suas mãos até a minha, apertando levemente.

— Obrigado por ser compreensível.

Nós aproximavamos da casa, Suho abriu a garagem pelo controle, entrando com o carro. Retirei meu cinto, levando minha mão até a maçaneta, mas fui impedida por ele que puxou rápido meu corpo, me deixando sentada sobre ele.

— Que susto! — Exclamei, rindo em seguida.

— Você me deixa louco, S/n. — Segurou meu rosto, me deixando parada, ao seu olhar.

Meu corpo se juntou ao seu, deitei a cabeça de lado, com seus lábios sugando minha pele para si. Meus lábios se juntaram aos seus, puxei alguns fios de sua nuca, sentindo alguns ralos por ali, meus seios foram apalpados pelas suas mãos que trataram de puxar minha pele, larguei seus lábios, deixando o mais velho conduzi-los pelo meu busto, a alça de minha blusa foi descida, deixando meus ombros nus para ele. O telefone no seu bolso tremeu, anunciando que alguém estava ligando.

— Pode ser…importante. — Joguei a cabeça para trás, podendo sentir algo duro abaixo de mim.

— Depois eu ligo de volta. — Falou rouco, voltando a da atenção ao meu corpo. Os bicos dos meus seios já permaneciam rijos, o que fez Suho abaixar o tecido, deslizando sua língua quente por ali.

O celular tocou novamente, me deixando preocupada. Com sua boca em meus seios, tirei o celular do seu bolso, joguei a cabeça para trás, rebolando sobre o seu colo.

— É…o Lay. Atende, pode ser algo com a Ana. — Desgrudei ele de mim, que gemeu em reprovação quando parei com os movimentos. Entreguei o celular para ele, que atendeu bufando, me olhando com um bico.

Ajeitei minha roupa, cobrindo meus seios e ombros. O olhei preocupada.

— Alô? Sim, sou eu. — Me ajeitei em seu colo, com minha calcinha completamente molhada.

— O que houve?

— Estamos indo, ok! — Desligou, negando levemente.

— É algo com Ana?

— Sim. Os roxos do corpo dela voltaram, como se o sangue de vampiro não estivesse mais fazendo efeito nela.

— Mas…tinha funcionado!

— Sim, Lay disse que ela vomitou toda a comida e o sangue também. Precisamos voltar, temos que lavá-la ao meu medico. — Concordei, saindo do seu colo, e voltando para o banco, colocando o cinto.

Suho olhou para mim, tristonho. Acabei rindo ao ver seu volume bem aparente.

— Se eu não tivesse tão preocupado com minha amiga, eu iria te ajuda. Desculpa amor, mas precisamos voltar rápido! — Ele concorda, acelerando o carro.

CHANYEOL

Corri até o quarto do chinês, entregando o balde a ele, que colocou na frente de Ana. A garota vomitou mais sangue, gemendo de dor no corpo. As marcas de feridas e roxos pelo seu corpo voltava, como se o seu corpo recusasse o sangue com poder vampiresco de curá-la.

— Respira, calma. — Lay falava com Ana, que jogava a cabeça para trás de dor. — Ela precisa de um médico, Chanyeol! O que vamos fazer? Isso nunca aconteceu, meu sangue deveria ter curado ela totalmente. — Falou desesperado, passando a mãos sobre os cabelos da acastanhada.

Fiquei observando a humana se contorcendo de dor. S/n entrou no quarto desesperada, correndo até Ana que chorou ao vê-la.

— Ela precisa de um médico, Lay! — Exclamou S/n, com os olhos marejando ao ver a amiga sofrendo.

— Se chegarmos no hospital com Ana, o que iremos falar? Que demos sangue de vampiro e não está funcionando? Se eu hipnotizar um, terei que hipnotizar todo o hospital.

— Já sabemos disso, Chanyeol. E? — Lay reclamou.

— Eu conheço alguém que pode ajudar! — Sorrio fraco.

— Quem?

Sai do quarto, saindo rápido da casa com a velocidade de vampiro, cheguei rápido no hospital, podendo ver ela saindo do hospital sorridente, indo até o seu carro. Apareci em sua frente, assustando a mais nova.

— Você! Por que insiste em aparecer assim? — Colocou a mão no peito, me olhando assustada.

— Preciso de sua ajuda, é urgente! — Olhei nos seus olhos.

— No que posso ajudar?

— Venha comigo, não tenho tempo para explicar agora. Sobe. — Virei de costas, flexionando os joelhos, para ela subir em minhas costas.

— Quê? Eu não vou subir nas suas costas! — Revirei os olhos.

— Izzy, por favor! — A olhei, vendo a garota rir, negando levemente.

Segurei suas coxas, a prendendo bem em meu corpo. Olhei para os lados, e corri rápido, chegando em alguns minutos na casa, Izzy desceu rápido das minhas costas, com os olhos arregalados.

— C-como você fez isso? — Tocou todo o corpo, assustada.

— Te explico depois, vem! — Segurei seu pulso, levando ela para dentro de casa, subi as escadas correndo, com ela reclamando a todo momento.

— Ei, me larga! — Exclamou brava. Abri a porta do quarto de Lay, todos me olharam, se assustando ao ver Izzy ao meu lado.

— Está louco? Humana? — Suho reclamou.

Izzy correu até a Ana, passando a mão pelo rosto dela. Seu instinto de cuidar das pessoas deixam ela atraente, é algo que mais admiro nos humanos.

— Preciso que me tragam soro e remédios. Vamos ter que tirar todo o sangue de dentro do corpo dela. Por que bebeu sangue, sua louca? — Ana olhou para S/n, que encarava Izzy cuidando dela.

— Por que estão parados? Vamos pegar o que ela pediu! — Lay reclamou, saindo rápido do quarto.

— Quero alguns adesivos e gases para curativos, tragam bastante soro, pelo que estou vendo, será demorado. — Izzy suspira, limpando o corpo de Ana com um pano molhado que tinha ali.

A humana olhou para mim, sorrindo de lado. Fiquei olhando para ela, me perdendo no seu olhar e movimentos.

— Hey, acorda! Vamos pegar as coisas no hospital! — Baekhyun estalou os dedos no meu rosto, me fazendo acordar.

— Pode deixar, sei o que estou fazendo. — Falou Izzy, me fazendo sorrir para ela.

O cheiro do seu sangue é…atraente e…conhecido.

Como se…

Eu á conhecesse de algo…

-CONTINUA…


Notas Finais


Por que será que o sangue está sendo rejeitado???
Por que Suho não pode falar muito sobre o Lay???
Prestaram atenção na conversa de Lay e Lavínia no capítulo anterior???

Meu perfil: @Kim_Annah3
Caso você queira ser uma das personagens da história, no meu perfil tem um link para o meu grupo no Whatsapp, entre lá e fique sempre atentamos capítulos. Ah, não se esqueça de comentar!

Beijos 😽


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