História Monster - Jikook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Top, Kookmin, Monster, Park Jimin, Pwp, Uma Shot Por Dia, Yaoi
Visualizações 627
Palavras 3.877
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amores
Eu não me responsabilizo pelo que vão ler aqui kkkkkk



Não revisei, terminei agora e corri pra postar.
Música título: Monster - EXO ♥

Capítulo 1 - Capítulo Único


JEON JUNGKOOK

Eu nunca fui o tipo de pessoa que se apega ou insiste em alguém. Nunca me apaixonei ou ao menos me afeiçoei por qualquer um que fosse. Dizem que eu não tenho sentimentos, que nunca os tive e talvez nunca os tenha. Como se eu verdadeiramente me importasse com isso.

A única coisa que sou capaz de sentir por outra pessoa é desejo.

E o meu maior objeto de desejo se encontra nesse instante em minha frente, ofegante enquanto eu o encurralo contra a parede. Eu jamais seria capaz de fazer algo que ele não sentisse vontade, posso ser uma pessoa que vive na indiferença, mas nunca poderia machucar alguém dessa forma ou até mesmo algo mais grave. Isso não. Tudo tem limites!

– Por que você parece tão nervoso, Park? – Jimin apenas vacilou seu olhar e mirou um outro ponto que não fosse eu. – Eu te deixo desse jeito? Eu te deixo nervoso? Uh? Eu posso fazer você tremer de outra forma.

O ouvir arfar e mirei seus olhinhos esmagados por suas pálpebras, o lábio inferior sendo mordido com força e as mãos inquietas. Sempre fui um bom observador, mas com ele eu conseguia ser ainda mais. Porque eu o desejava como nunca desejei ninguém.

– Você me odeia, Jungkook. – Mirou-me como se eu fosse a solução de qualquer coisa que ele precisasse resolver, me fazendo soltar um riso não apenas por seu olhar, mas também por sua frase.

Não amo ninguém, mas também não odeio. É bem simples.

– Não, não, amor. – Provoquei-o, assistindo com gosto ele morder com mais força seu lábio inferior. – Eu nunca gostei de você ou dessa sua personalidade petulante, ousada, abusada e provocante com os outros, mas isso não significa que eu não pudesse sentir outras coisas e eu sempre senti muito desejo por você. Sempre quis tê-lo em minha cama, sempre quis te amarrar, te vendar, te bagunçar por completo. E quando eu conseguir isso, você vai me chamar do que quiser, até de monstro, porque eu não vou parar até que você diga que não aguenta mais.

Foi muito rápido, mas ouvi quando ele deixou um gemido lhe escapar. Interessante. Jimin também me quer, é algo praticamente óbvio a esse ponto. Me escapou um sorriso e eu me aproximei um pouco mais, deslizando meus lábios por seu rosto antes de alcançar seu ouvido.

– É isso o que você quer, não é? Você quer ser fodido por mim. – Afirmei sem nem precisar ouvir sua resposta.

Jimin estremeceu, sua pele estava arrepiada e ele não respondeu com palavra alguma, mas assentiu com a cabeça de forma frenética. Ele definitivamente me queria. O Park segurou minha mão e a levou até sua cintura, logo fazendo o mesmo com minha outra mão, se empurrando em minha direção logo depois, grudando nossos corpos.

Seu olhar mais uma vez subiu até o meu, ele parou de morder a própria boca e ficou ali apenas dividindo aquele olhar tão docinho comigo. Quer dizer, docinho era o olhar dele, porque o meu estava bem longe de ser qualquer sinônimo de bondade ou sutileza.

Aproveitei as duas mãos que seguravam sua cintura e apertei sua pele com força moderada, mesmo querendo afundar meus dedos em sua pele até que a marca ficasse visível. Eu nunca fui fã de carinho.

– Não podemos fazer isso aqui. – Ditei. Mesmo que eu e ele fôssemos colegas de trabalho e ficássemos a sós em nosso setor, eu sabia que não podíamos transar ali. – Mas em vinte minutos poderemos ir embora. Se você for comigo, irá sabendo o que quero, irá sabendo que eu não sou calmo ou carinhoso. Se for... estará automaticamente aceitando ser vendado e amarrado. De acordo?

– Sim, Jungkook. Eu não sou nenhum santo. – Malícia. Era isso o que enfeitava belamente seu sorriso. – Eu aceito ser amarrado, vendado, bagunçado e fodido por você. – Jimin se aproximou mais ainda, deixando uma mordida em meu pescoço. – Apenas faça com força, faça com que eu esqueça até meu próprio nome.

E então ele se afastou. Talvez a minha provocação tenha sido pouca perto da dele, mas tudo bem, nada relevante.

Apenas sei que não me concentrei nem um pouco naqueles últimos vinte minutos de expediente. Não quando eu sabia que dali alguns minutos eu iria para casa e Jimin iria junto. Meses tentando fazê-lo perceber todo o meu desejo, e finalmente eu o teria. Mesmo que apenas por uma noite, eu já me sentia ansioso.

Quando enfim pudemos sair do escritório, Jimin passou em minha frente e piscou para mim por cima do ombro, logo sorrindo de lado e indo na direção do elevador. Apenas registrei meu ponto e fui atrás dele, adentrando o mesmo lugar. Tudo que eu queria era grudá-lo contra uma daqueles paredes de metal para agarrá-lo com força, mas outros colegas nossos também estavam ali e precisávamos ser discretos.

Meu coração estava acelerado e tudo em mim demonstrava minha ansiedade, mas não deixei visível nem quando ficamos a sós em meu carro. A tensão era bem visível – e se tirarmos o N da palavra tensão apenas digo que também tinha ali.

O caminho que durava cerca de vinte e cinco minutos agora mais lembrava uma eternidade. Bem que dizem que quando ficamos ansiosos por algo o tempo quase para. E eu apenas queria acelerar aquele carro e nem me preocupar com uma possível multa, mas não tinha espaço na rua para fazer isso. Foi bem frustrante.

Ao que chegamos em minha casa nunca me senti tão contente por finalmente adentrá-la. Jimin estava logo ao meu lado e tirou os calçados assim que passamos pela porta, e por isso acabei fazendo o mesmo. O Park, com aqueles fios claros pendendo por seu rosto, os lábios gordinhos e os olhinhos pequenos, era definitivamente uma obra de arte.

Mas o seu corpo... ah, aquele corpo eu nem saberia definir em palavras toda a beleza. Eu apenas queria tocar cada mínimo pedacinho seu, cada parte sua.

– Estava aqui me perguntando se você vai me oferecer algo para beber ou se me dará algo melhor para colocar na boca. – Eu quase senti-me afogar com o ar quando ele simplesmente soltou as palavras

Sorri de forma maliciosa, o grudando contra a parede de forma bruta sem me importar com o impacto de suas costas contra a superfície dura. Segurei sua cintura e grudei meu corpo ao seu, sentindo o quão bom era o encaixe entre nós. O sorriso repleto de maldade continuava pendendo de forma doce por seus lábios, me deixando ainda mais tentado a prová-los até que ficassem inchados e avermelhados.

– Será que você aguenta? – Sabia que ele entenderia ao que me referia e sua risada debochada apenas comprovou isso.

– Será que você aguenta? – Rebateu de forma abusada, mexendo comigo de todas as malditas formas possíveis.

Apenas sorri mais largamente, mordendo seu queixo com os olhos ainda fixos aos seus, as mãos menores que as minhas percorriam meus ombros em uma carícia longe de casta, a boquinha sendo mordida a cada poucos segundos, maltratando o que ainda seria mais maltratado por mim.

Finalmente findei qualquer espaço entre nossas bocas, porque era desnecessário e por ele naquele instante eu até pararia de respirar se fosse necessário. Não começou calmo como talvez devesse, foi agressivo e eu engoli seu arfar sem me importar. Os lábios macios de Jimin me pareciam a melhor coisa que eu poderia provar em minha vida e cheguei na conclusão de que estava certo assim que chupei seu lábio inferior ainda o encarando. Eles definitivamente eram maravilhosos.

Jimin ainda me observava atentamente, apertando minha nuca e arranhando com as unhas curtas. Eu gostava de ser arranhado dessa forma.

Findei mais o espaço, entregando-me de vez ao momento assim que enfiei minha língua em sua boca, não tendo resistência alguma de sua parte e ainda ganhando de recompensa carícias em meus cabelos – que em seguida se tornaram puxões e eu pouco me importei.

Jimin fechou seus olhos e acabei por fechar os meus mesmo que quisesse prestar mais atenção em seus detalhes, afinal queria ver cada reação sua perante qualquer toque meu.

Desci minhas mãos de sua cintura até sua bunda, que eu confesso ficar sempre reparando por ser um grande sem vergonha que ficava secando seu corpo sem pudor algum. Jimin mordiscou meu lábio inferior quando eu o apertei com força e acabou também puxando mais meus cabelos.

– Gosta assim? Gosta que eu aperte com força? – Deslizei os lábios em uma trilha de beijos e sugadas por seu rosto, descendo até seu pescoço.

– Pode apertar mais se quiser. – Eu sentia provocação sendo pingada junto a cada palavra proferida por ele. Jimin é, definitivamente, o melhor parceiro que eu poderia ter arranjado. – Você sempre fica admirando minhas pernas... não quer apertá-las também? Eu gosto.

Soltei uma risada baixinha que foi abafada em seu pescoço, deixando que minhas mãos fossem até suas coxas, onde apertei para poder puxá-lo para cima, prendendo assim suas pernas em minha cintura. Segurei-o com mais firmeza e saí de perto da parede, andando para a sala. Eu não queria esperar chegar no quarto, eu só queria agarrá-lo em qualquer canto, o sofá serviria muito bem.

Deitei o corpo de Jimin no estofado grande e confortável, logo me posicionando acima dele, grudando nossos corpos – que infelizmente ainda estavam cheios de roupas – e mais uma vez nossas bocas, de forma ainda mais afoita e também mais intensa.

Enquanto nos beijávamos senti suas mãos abrindo meu paletó para jogá-lo em algum lugar que não prestei atenção. Aproveitei e fiz o mesmo com ele, usufruindo desse momento para já deixar aberta sua camisa. Vi que ele estava usando gravata e pensei em manter aquela pequena peça em seu corpo. Somente a gravata e nada mais.

Fiquei de joelhos acima de seu corpo e o puxei pela gravata para perto, vendo que isso o agradou pelo sorriso que me direcionou. Jimin levou as mãos até minha camisa e passou a desabotoá-la sem pressa alguma, parecendo admirar meu corpo ao longo do processo.

Assim que me vi livre daquela peça tirei por vontade própria minha gravata, levando-a em direção aos olhos de Jimin após questioná-lo se poderia mesmo vendá-lo. Ele concordou, por isso prossegui. Ele parecia tão lindo vendado daquele jeito...

Tirei seu paletó e sua camisa, já que havia aberto ambos antes. Acabei usando a camisa para poder amarrar seus pulsos acima de sua cabeça.

– Você fica tão lindo assim. – Elogiei enquanto admirava seu corpo. – Mal começamos e você já parece tão bagunçado.

Ele parecia um pouco nervoso, mas tremeu de um jeito lindo quando deixei que o som de minha mão batendo em sua coxa ecoasse pela sala silenciosa. Foi tão... gostoso de se assistir. Excitante!

Abri sua calça e a puxei para baixo, podendo ver a ereção mais que marcada por baixo de sua boxer branca. Branca... meu ponto fraco... talvez Jimin seja meu ponto fraco.

Vi a marca de minha mão em sua coxa e prontamente sorri, gostando de ver meus dedos estampados em sua pele branquinha. Aquela era apenas a primeira marca que eu deixaria em seu corpo ao longo da noite. Jimin também sorria, me fazendo perceber que ele há havia captado minhas intenções e que ele era tão sádico quanto eu.

– Bate mais, Kookie-ah. – Ele mais gemeu do que falou, me fazendo fechar os olhos com força, tentando me manter firme sem simplesmente tirar nossas roupas e o foder logo. – Quero poder acordar e ver meu corpo todo marcado, e quero saber que foi você quem me marcou.

Assenti mesmo sem ele poder ver e levantei do sofá, terminando de me despir para acabar com pelo menos uma porcentagem do incômodo que o aperto da roupa me causava. Era doloroso, mas valeria tanto a pena.

Deslizei minhas mãos por sua pele, vendo o quanto ele se arrepiava com os toques leves. Minha boca trabalhava em seu pescoço, mordendo, beijando e chupando, deixando pequenas marcas avermelhadas – que eu torcia para que ficassem roxas no dia seguinte, como um lembrete para ele sobre nossa noite. Ele não podia me tocar e isso apenas tornava as coisas mais excitantes.

Sentir se tornaria muito mais intenso para ele. Eu definitivamente gosto de deixar tudo intenso.

Fui descendo lentamente os meus lábios, até que os pressionei sobre um de seus mamilos. Jimin arqueou as costas e gemeu bem baixinho e manhoso, senti meu membro pulsar, mas apenas continuei focado em agradar o Park. Minha mão estimulava seu outro mamilo, enquanto com a boca eu o mordia e chupava, me maravilhando com o quão sensível ele era ali. A maioria era, mas Jimin parecia ainda mais.

Continuei a descer minha boca, continuando a lamber sua pele e morder e chupar, deixando-o arrepiado e com pequenas manchas vermelhinhas por tudo. Ver alguém com marcas minhas me deixa tão, mas tão excitado, que eu poderia gozar apenas olhando-o daquele jeito.

Minhas mãos puxaram de forma apressada sua boxer branca, mesmo que ela o deixasse ainda mais gostoso que o normal, afinal eu precisava de seu corpo inteiramente nu. E eu salivei muito ao vê-lo sem absolutamente nada, não me contendo em deixar mais mordidas por suas coxas, agora subindo lentamente.

Lentidão torna as coisas mais gostosas, exceto em alguns momentos.

Levei minha mão até seu membro, iniciando uma masturbação de extrema lentidão. Os gemidos de Jimin eram deliciosos de se ouvir, ele não poupava soltá-los e eu me deliciava em ouvi-los.

– Parece ansioso, deseja algo? – Ele havia movido seu quadril na direção de minha mão, claramente querendo mais, e foi a oportunidade perfeita para provocá-lo mais.

– Além de foder sua boca? – Mesmo vendado e amarrado ele não tinha trava na língua.

E como eu gosto disso...

Normalmente quando eu amarrava ou vendava as pessoas, todos ficavam extremamente submissos e apenas faziam o que eu mandava, e justamente por esse motivo que Jimin parecia melhor, porque ele não ficava em silêncio.

– Vamos ver se gosta desse jeito. – Sussurrei antes de me abaixar mais.

Envolvi só sua glande com meus lábios, lambendo em volta como se fosse o melhor dos doces, vendo-o arquear as costas mais uma vez. Eu poderia sorrir, mas preferia usar minha boca para outra coisa agora. Continuei a masturbá-lo com minha mão enquanto lambia e chupava só a cabecinha, percebendo apenas o olhando que ele definitivamente estava gostando.

– Sua boca é tão gostosa, Kookie-ah. – Nunca parei para pensar em apelidos, mas esse saindo por seus lábios conseguiu me agradar de uma forma muito peculiar.

Tirei minha mão dali e apenas o enfiei de vez em minha boca, mesmo que não coubesse tudo não me importei, apenas indo o mais fundo que poderia e voltando para cima, indo e voltando, acariciando suas coxas e deixando alguns tapas estalados sobre as mesmas – que apenas arrancavam ainda mais gemidos dele.

Levantei suas pernas e as deixei por cima de meus ombros, ficando melhor posicionado ali enquanto ainda o chupava com afinco. Jimin estava a cada instante mais sensível, os gemidos mais manhosos, seu membro pulsando em minha boca, eu sabia que ele iria gozar e não demoraria para isso acontecer, então apenas me empenhei ainda mais.

Eu disse que não pararia até ele dizer que não aguentava mais e cumpriria minha palavra.

Quando Jimin gozou eu apenas senti seu líquido em minha boca e engoli sem problema, limpando minha boca em seguida antes de subir até ele para beijá-lo mais uma vez.

– Essa foi só a primeira vez, bebê. – Sussurrei com a boca ainda próxima da sua.

Sua respiração estava completamente descompassada, ele mal conseguia respirar, quem dirá falar qualquer coisa que fosse.

– Me deixa tocar você. – Pediu ainda ofegante, e enquanto ele se recuperava eu apenas o marcava mais, fosse com mordidas ou tapas, gostando do quanto ele gemia bem manhosinho por estar tão sensível após um orgasmo. – P-por favor.

– Não teria graça alguma se eu acabasse com a brincadeira desse jeito. – Deixei uma risadinha me escapar. – Será que já posso continuar?

– Já está até demorando. – Reclamou falsamente.

Respondi-o com silêncio, observando um pouco seu corpo enquanto respirava fundo. Avistei a gravata ainda em seu pescoço e virei-a para trás, pensando no quão útil ela seria daqui a pouco. Ah... minha mente é tão fértil quando se trata de sexo.

– Fica de quatro. – Minha voz saiu um tanto rouca e alta. Me ajoelhei mais para trás enquanto Jimin tentava virar-se, finalmente se apoiando no sofá com os joelhos e cotovelos. – Você tem um corpo tão gostoso, bebê. Minhas marcas ficaram ótimas, mas estou com vontade de fazer mais.

– Faça. – Concordou com a cabeça como se afirmasse ainda mais.

Me inclinei sobre ele, começando outra trilha com minha boca por seu corpo em busca de deixá-lo com mais das marquinhas avermelhadas. Comecei por sua nuca, deixando nela uma mordida um pouco mais forte, logo descendo por suas costas bem lentamente, vendo sua pele brilhar de suor e também pelos beijos que eu o dava.

Deixei mordidas por tudo, gostando muito do meu pequeno empenho. Desferi mais um tapa em sua bunda, gostando ainda mais de ver uma marca da minha mão ali, e logo as minhas duas mãos ficariam marcadas – uma em cada lado – por eu estar segurando com força enquanto separava os dois lados, encarando de perto sua entrada que se contraía a cada poucos segundos, me fazendo ver que era proposital de sua parte.

– Eu não tenho lubrificante aqui... – Não era tão necessário, ambos sabíamos, porque Jimin parecia não se importar com a dor e porque ao menos nesse momento eu conseguia ser um pouco mais calmo.

– Não precisa disso, nem me preparar, só vai logo! – Apressado. Ele estava mesmo com pressa.

– Ah, Jimin, você definitivamente não me conhece. – Sussurrei, mesmo com a voz mais rouca que o normal. – Eu vou te foder de todas as formas possíveis, seja com a língua, com meus dedos ou com meu pau. E você vai gemer em todas elas, porque eu sei que é o que você quer, sei que você gosta.

Jimin gemeu apenas ao me ouvir, fazendo-me perceber o quão certo eu estava em supor aquilo. Jogar com palavras me parece tão bom.

Me aproximei mais, passeando com minha língua em volta de sua entrada, a qual ele permanecia contraindo. Ele parecia não ter medo de brincar com fogo! Não me demorei, não aguentava mais, eu precisava de algum alívio porque já estava começando a sentir dor. Era muito desejo acumulado, muito mesmo. Logo o penetrei com minha língua, bem devagar, provocando-o de todas as formas que eu conseguia, apertando-o mais com minhas mãos.

Eu ia e voltava ou apenas movia dentro de si, ganhando em resposta os gemidos que eu disse que ele iria me dar. E quando ele pareceu se acostumar apenas levei um de meus dedos até sua entrada e o coloquei, deixando-o junto de minha boca, o preparando bem devagarzinho, querendo que ele sentisse absolutamente tudo.

– Só me fode logo, Jungkook! – Murmurou entre gemidos após um tempo, quando eu já estava de joelhos atrás de si novamente e brincava com meus dedos em sua entrada. – Eu... por favor.

Tirei meus dedos de dentro dele e finalmente toquei em mim mesmo, soltando um gemido rouco pelo toque depois de tanto tempo. Dar prazer a Jimin sem tocar em mim foi definitivamente um desafio. Eu amo desafios.

Esfreguei minha glande em sua entrada, uma provocação rápida antes de eu penetrá-lo. Deveria ter sido mais devagar do que foi, mas eu não percebi ele se aproximando com tamanha rapidez, apenas percebi quando ele já tinha ido com tudo para trás e eu estava totalmente dentro de si. Mais uma vez digo: apressado.

– Isso tudo é vontade de sentir meu pau dentro de você?

– Isso é vontade de ser fodido de verdade! – Rebateu rapidamente, parado na mesma posição, porque eu segurava sua cintura com força. – Vai logo!

Ri com vontade. Jimin era tão apressado que para fazer com que eu me mexesse começou a contrair sua entrada de novo. Entendi o recado e fiz o que ele pedia, porque era essa a finalidade de tudo, certo?

Voltei para trás quase saindo totalmente dele apenas para voltar com toda força e rapidez que podia, repetindo isso algumas vezes enquanto ele ainda se acostumava com aquela invasão em si.

Aproveitei-me da gravata que ainda estava em seu pescoço e o puxei para trás, grudando suas costas em meu peito.

– Rebola para mim, vai. – Pedi enquanto mordiscava sua nuca. Ele já estava bem marcado, mas não me parecia o bastante.

– Deita. – Senti que era uma ordem, e embora não gostasse de receber ordens me senti tentado a acatar seu pedido.

Jimin se afastou de mim e eu deitei, o puxando para cima do meu corpo. Ele se apoiou em meu peito e foi se aproximando, ficando de joelhos sobre mim da mesma forma que eu estava anteriormente – porém atrás dele e não em cima.

Ajudei-o a se posicionar melhor e ele lentamente desceu sobre meu membro, gememos em conjunto. Jimin tirou as mãos do meu peito e não demorou para começar a subir e descer sobre mim, sua boquinha entreaberta apenas me fazia querer beijá-lo, e os gemidos eram tão gostosos que eu queria ir mais fundo em si apenas para ouvi-los ainda mais.

Jimin então parou de literalmente quicar em mim para tornar as coisas mais lentas, rebolando em mim, gemendo mais alto, e precisando voltar a se apoiar. Eu segurei sua cintura, ajudando-o com os movimentos, movendo meu quadril de encontro ao seu, indo mais fundo, alcançando sua próstata – o que eu percebia a cada vez que ele gemia mais alto e mais manhoso, todo dengoso em meus braços.

– A-ah, Kookie... você é tão g-gostoso. – Soltou entre lamúrias de prazer. – Tão grande, hmm, tão fundo.

Continuávamos a nos mover um de encontro ao outro, cada vez mais rápido, deixando ecoar pela sala os gemidos, sussurros, as peles se chocando e as respirações mais que aceleradas.

Jimin estava cada vez mais mole sobre mim e acabou se deitando mais em cima do meu corpo, se apoiando melhor em meu peito. Segurei com mais força sua cintura e passei a me mover mais rápido, mesmo com as pernas cansando e com o peso de seu corpo sobre o meu.

Quando o ouvi gemer ainda mais alto percebi que mais uma vez eu havia o feito gozar, agora não em minha boca e sim em meu abdômen, e sua entrada contraía ainda mais, o que me fez também ter um orgasmo, com as mãos apertando mais sua cintura.

Jimin literalmente se desmanchou em cima de mim, se deitando por completo enquanto ao menos tentava respirar tranquilamente; tarefa difícil para nós dois no momento.

Sem pressa alguma desamarrei o nó de sua gravata e a larguei no chão em qualquer canto, logo tirando a que cobria seus olhos e soltando também suas mãos. Ele mal se mexeu, apenas se aconchegou melhor.

– Você queria me bagunçar, mas me destruiu, isso sim. – Murmurou com a voz baixinha e cansada, me fazendo rir de forma perversa. – Eu não vou levantar daqui por um bom tempo... você está confortável como meu travesseiro.

– Precisamos de um banho. – Lembrei-o, o ouvindo resmungar que não queria banho.

– Só me deixa quietinho aqui. – Pediu emburrado. Segurei seu rosto e o levantei, fazendo-o me olhar.

– Nossa noite ainda não acabou, bebê.


Notas Finais


EU VOU FUGIR DE TANTA VERGONHA DEPOIS DE ESCREVER ISSO.

Se vocês querem bônus dessa shot, não deixem de favoritar e comentar, porque depois que eu postar as 31 shots no dia 31/08, as dez com mais comentários/favoritos irão ganhar um bônus (essa é uma maneira de eu ver se vocês gostaram ou não).

Perfil no wattpad: https://www.wattpad.com/user/Fabi_Park
Grupo no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/BscsqwKTsWb7h3s6hw4wCU
Beijinhos <3


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