História Monster - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Mistério, Monster, Romance, Vampiros
Visualizações 146
Palavras 1.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeyyy pessoas! Esta é minha primeira fic eu espero que gostem,estou ansiosa, vou fazer de tudo para esta merda dar certo. ^-^
Avisando que eu uso fatos de aconteceram nos capítulos do anime mas modifico em várias ocasiões, ao longo da história o roteiro muda completamente, pois não gosto que fique parecido.

Capítulo 1 - Encurralada


Fanfic / Fanfiction Monster - Capítulo 1 - Encurralada

O que eu estou fazendo?

 

O mundo ao seu redor estava sombrio, os pingos da chuva pareciam granizo, relâmpagos e trovões quebravam o céu brutalmente. Correndo adentro da floresta, onde os galhos das árvores rasgavam seu rosto impiedosamente, o suéter preto e a saia vermelha estavam coladas ao seu corpo.

 

O que era aquilo?

 

De repente ela para de correr e começa a olhar ao redor, apenas neblina.

 

"Procure a mansão, VÁ ATÉ ELA!" O que isso quer dizer?

 

Ela volta a correr, até enfim avistar um telhado de uma casa entre as copas das árvores.

 

Será possível?

 

Ela disparou diretamente ao lugar, suas pernas estavam gélidas e fracas como gravetos finos de madeira seca, e lá estava, a mansão. Procurou a entrada principal e após chegar à porta deu um suspiro de alívio e tocou a campainha.

A porta se abriu sozinha, a garota franziu as sobrancelhas de desconfiança e impulsivamente olhou para dentro.

— Olá? — e o silêncio respondeu — Eu fui ordenada para vir até aqui. — mais uma vez ninguém respondeu.

Decidiu ir até a escadaria que havia no centro do grande salão. Ela viu uma pessoa dormindo no sofá em um dos cantos do lugar, correu até ele, mas quando o tocou para acordá-lo, apenas sentiu sua mão morta e gelada, verificou as batidas de seu coração colocando seu rosto em cima do peito dela, e nada. Pegou o celular e começou a discar para ambulância em um movimento repentino alguém o pega de suas mãos.

— Droga, como você é barulhenta. — reclamou o rapaz se levantando.

— Merda!

A garota levantou para correr até a porta, mas algo passou o braço em sua cintura e a puxou de volta, ela caiu ao lado dele.

— Calada, se não você vai acordar todo mundo! — ele deu um pequeno sorriso e examinou seu pescoço — Interessante. — ele abriu a boca exibindo seus caninos afiados e se aproximou pressionando seus braços contra o sofá.

— Ayato! Por favor deixe suas atividades para dentro do seu quarto.

Um homem alto e rígido surgiu no salão e interrompeu o rapaz.

— Que merda, é você, Reiji. — Reclamou  Ayato soltando a garota.

Ela saiu rapidamente do sofá logo após dele soltá-la e correu para perto do outro homem.

— Por favor me ajude!

Ele lançou um olhar de canto.

— E você de onde veio?

— Eu estava dentro de um carro, de repente o motorista me mandou sair e correr para floresta, ele me ordenou que procurasse uma mansão e viesse para cá, quando eu fui para fora do veículo eu apenas vi uma coisa pular em cima dele...— Ela fez uma pequena pausa — e então eu encontrei este lugar.

O homem abaixou a cabeça e apoiou seu queixo em uma das mãos pensando sobre a tola historinha da garota.

Eles foram para outra sala para conversarem, se sentaram nas poltronas que ficavam no centro dela, nem sequer convidaram ela para sentar-se com eles, então acabou ficando de pé.

— Olha o que temos aqui, então é verdade que temos uma garota linda humana por aqui.

Outro rapaz de chapéu, apareceu no alto da escada apoiado, a garota olhou para ele, subitamente sente uma pequena lambida em seu maxilar.

— Que cheiro bom e doce você tem.— Um jovem atrás do sofá segurando um ursinho de pelúcia, surge inesperadamente assim como os outros.

Em seguida do outro lado ela sente outra em seu pescoço.

— É verdade. — Diz o outro.

Um jovem atrás do sofá segurando um ursinho de pelúcia, surge inesperadamente assim como os outros.

 

Será que estou em um hospício?

 

 — Ei vocês dois, acham esse comportamento adequado para quem acabaram de conhecer? — disse o homem que estava usando óculos.

— O quê? Mas não é todo mundo que vê algo bom e quer provar? — Disse o jovem com o ursinho.

— Não é Kanato?

Sim! — Respondeu o jovem abrindo um sorriso.

— Ei, primeiro de tudo eu que tenho direito sobre ela! Eu sou o primeiro a tê-la! — Protestou o primeiro rapaz a recebê-la.

— Cala a boca Ayato, já estou cansado de ver você falando deste jeito. — Diz uma voz alta misteriosamente.

— Dane-se, eu sei que é você Subaru. Apareça! — Ele começou a olhar para os lados, procurando pelo outro jovem.

— Eu estou aqui.

Outro rapaz apareceu no fundo da sala, ele parecia ser mais duro.

— Não pude deixar de sentir o cheiro de um humano aqui. — Ele olhou para a garota — Como ousa atrapalhar meu sono?

Ela não respondeu, estava tão assustada com isso tudo que continuou olhando para ele sem dizer nada.

— ME RESPONDA! — ele gritou socando a parede fazendo ela rachar.

Ela acordou de seus pensamentos lembrando da pergunta do rapaz, mas não respondeu.

— Alguém poderia ter ouvido alguma coisa sobre esta dama vir justamente aqui? Assim como ela diz. — interrompeu o homem ajeitando o óculos no rosto.

— Me desculpe interromper mas eu preciso ir, adeus! — A garota, por sua vez, interrompeu a conversa e andou até a porta.

A porta estava aberta, por sorte, ela abriu

— Moça, fique precisamos de mais informações. Não poderia pelo menos nos dizer o seu nome?

A garota olhou para eles, mas sem responder saiu correndo para fora da mansão, onde a chuva ainda caía.

 

Eu preciso ir para longe desses psicopatas!

 

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— Idiotas! Quem deixou a porta aberta?! — Reclamou Ayato.

— Calma, ela é uma humana não poderá ir tão longe em pouco tempo.— Laito tentou acalmar o rapaz.

— Eu vou buscá-la. — Prontificou Ayato indo em direção à porta.

— Espere, antes que vá preciso que você fique — Interrompeu Reiji se voltando para os outros rapazes — Eu ainda preciso de uma resposta.

Ninguém respondeu até que:

— Avisaram que uma garota viria.

Mais outro deles apareceu deitado no sofá aos fundos, de olhos fechados com fones de ouvido.

— O quê? — Resmungou Ayato.

— Um padre disse que a mandaria para cá, por segurança. E que tivéssemos cuidado com ela...nada mais.

— Interessante. — Disse Laito sorrindo.

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Por quê?

 

Outra vez, lá estava ela, correndo desesperadamente.

 

Só pode ser um pesadelo!

 

Estava em uma estrada que não parecia ter fim, já havia corrido muito, deveria estar bem longe deles. Repentinamente uma luz por trás dela vai se ascendendo, vinha da mesma direção de onde ela veio.

— Ah não, faça-me o  favor. — Sussurrou para si mesma.

Eram eles. Decidiu ir para dentro da floresta novamente, com esperanças deles não a verem. Após se esconder em um arbusto, começou a imaginar o que poderiam fazer com ela se a pegassem, um barulho próximo a assustou, mas permaneceu imóvel.

— Te achei!

Ele a ergueu pela gola de seu suéter.

— Achou mesmo que conseguiria escapar?

Um forte soco deu ela bem na cara do rapaz , que caiu para trás consequentemente soltando-a, a garota conseguia ouvir seus risos. Com isso ela conseguiu tempo e fugiu mais adentro da floresta. 

— Tola. — Sussurrou uma voz em seu ouvido.

Inesperadamente o chão atinge seu rosto, e o mundo começou a girar, ela havia tropeçado em algo e a rolar ladeira abaixo. De repente sua cabeça bate em um pedregulho, mas ainda continuava a girar. 

Ela parou,  seu corpo estava em desespero, a dor se alastrou, olhou para o céu cinzento onde apareceu uma pessoa, sua visão começava a ficar mais embaçada e sua cabeça a girar de tontura. Alguém a pegou no colo.

— M-Meu nome é... Miyu...Okashita... — Disse gaguejando impulsivamente, se lembrando da última pergunta que foi feita à ela.

Seus olhos se fecham...

 

 

 

 

 


Notas Finais


Eu utilizei três dias para fazer isso, estou sem tempo e criatividade. Então pode ser que eu demore para criar o próximo capítulo entããão... Esperem. 😘 kkk


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