História Monster - Capítulo 20


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii Gente!!! Boa madrugada!!!

Boa Leitura!!!📖📖

Capítulo 20 - Chapter 19


Fanfic / Fanfiction Monster - Capítulo 20 - Chapter 19

Capítulo 19

Por conta da encomenda importante para a África que estava mobilizando todos na fazenda, Yoongi e Hoseok quase não puderam se encontrar nos dias seguintes ao jantar que MinJae revelou que estava grávido. Os encontros se resumiam a algumas vezes que ele passava pela cozinha para um lanche rápido que ele preparava, mas rapidamente precisava voltar ao escritório para atender a um telefonema ou resolver algum problema de última hora. Hoseok entendia perfeitamente que ele estava sendo pressionado pelo pai para que a encomenda fosse entregue corretamente e tentava ajudá-lo a relaxar da maneira que mais sabia e que ele apreciava

Aproveitou que não havia ninguém na cozinha pela manhã e que Yoongi estava sozinho no escritório para fazer uma visitinha surpresa. Deu duas batidas leves na porta e abriu lentamente ao perceber que ele falava ao telefone com pressa e olhava algumas anotações feitas em várias folhas de papel espalhadas sobre a mesa. Yoongi o fitou quando respirou fundo e ele sentou na cadeira em sua frente para esperá-lo terminar o telefonema.

Filho da puta! - Yoongi murmurou desligando o telefone e passando a mão pelo cabelo ouriçado das diversas vezes que fez aquilo durante o dia.

- Algum problema? - Ele perguntou vendo o estresse e cansaço nítido nele.

- Esses africanos idiotas que ligam a cada dois minutos perguntando se a outra metade da encomenda já foi enviada.

- Você vai acabar enfartando cedo se estressando dessa forma. - Ele comentou preocupado com a intensidade que ele aperta o celular na mão para dispersar a raiva e a veia na jugular nitidamente pulsando.

- Mas como é que não se estressa com tanta pressão?

- Sempre existe uma forma de relaxar, Yoongi.

- Aham, passe um dia no meu lugar para você ver se consegue relaxar facilmente.

- Hyung. - Hoseok disse ficando em pé e caminhando para ele. - Existem formas e formas de relaxar. Vai me dizer que você não conhece algumas?!

- Hoseok... - Ele resmungou impaciente, mas parou quando ele girou sua cadeira de escritório e o puxou para mais próximo.

- Que tal ficar calado e tentar relaxar? - Ele perguntou apoiando-se nas coxas dele e aproximando seus lábios.

- Ok, você manda. - Yoongi sorriu de canto e respirou fundo quando os lábios de Hoseok tocaram os seus antes do beijo breve que ele o deu.

O japonês acariciava os lábios de Hoseok no beijo enquanto suas mãos acariciavam suas coxas cobertas pela calça jeans, mas ele se afastou dele quando o moreno levou as mãos para seu quadril e tentou puxá-lo para mais próximo dele.

- Nada disso. - Ele o provocou sorrindo de lado e deslizando as mãos deles para longe. - Um pouco de paciência seria bom.

- Tranque a porta. - Ele pediu babando pelo que podia ver no decote com a posição em que ele estava.

Pff, porta trancada? Qual a graça disso, Hyung?

- O que eu fiz para merecer tudo isso, hein? - Ele quis saber quando Hoseok caiu de joelho entre suas pernas e mordeu o lábio inferior ao pousar uma mão no botão de sua calça.

- Nem eu sei. - Hoseok respondeu rindo e descendo o zíper dele.

A vendo puxar sua calça jeans para baixo, Yoongi levantou um pouco da cadeira para auxiliá-lo e aproveitou para tirar a camisa já que o calor de ver o ruivo de joelhos em sua frente e cheio de más intenções para relaxá-lo invadiu seu corpo em uma onda de suor em sua nuca arrepiada com o toque de uma mão em seu abdômen contraído.

- Você sabe que não faz bem se estressar tanto dessa forma. - O japonês comentou arranhando as unhas abdômen acima, mas descendo a mão para acariciar o membro de Yoongi por cima da cueca preta. - Você realmente precisa relaxar, Hyung.

- Não sei como vou relaxar com você me deixando duro em poucos segundos. - Ele grunhiu sentindo o arrepio peculiar percorrer sua espinha a cada acariciada que ele dava e mordia o lábio inferior para atiçá-lo mais ainda.

- Pode deixar que eu tenho algo em mente. - Ele piscou e dedilhou o elástico da cueca com o sorriso beirando o travesso e o pornográfico.

Yoongi arfou alto e fechou os olhos em busca de um pouco de concentração quando o japonês voltou a se ajoelhar entre suas pernas estrategicamente afastadas e puxou sua cueca até o meio de suas coxas ao mesmo tempo em que a mão agarrava seu membro já perfeitamente excitado como ele queria.

Ele fez o primeiro contato passando a língua da base até o topo e sentindo Yoongi estremecer levemente e agarrar os braços da cadeira com força. Deu uma risada baixa com o orgulho crescendo ao ver que ele não duraria muito tempo com aquele controle e rapidamente abocanhou seu membro até onde conseguiu como se sua vida precisasse daquilo. Talvez internamente o ruivo precisasse dar prazer ao coreano para saber que o tinha por completo.

- Está relaxando? - Hoseok sussurrou quase não encostando a língua na extremidade do membro denso em sua mão.

- Ah... - Yoongi grunhiu em resposta sem saber o que dizer ou o que pensar. - Eu...

- Olhe pra mim. - Ele ordenou o assistindo com os olhos apertados. - Talvez a imagem te faça relaxar mais.

Ele abriu os olhos e a cena não o relaxou, muito pelo contrário, o elevou a um nível extremo de excitação porque em sua frente estava Hoseok ajoelhado, submisso, com uma mão segurando a base de seu membro enquanto o acariciava e a boca preenchida por ele. Ele o abocanhava com desejo, com vontade, mas não tirava os olhos chocolate dos seus durante o processo. Eles estavam presos através do olhar e por alguns segundos se esqueceram do ato para se perder no que estava sentindo.

Mas antes mesmo que Yoongi pudesse chegar à conclusão do que ter o japonês o servindo por vontade própria o causava, ele jogou a cabeça para trás e deixou a garganta arranhar com o gemido que precisou controlar ao máximo para não externar em um volume que pudesse atrair a atenção das outras pessoas na casa. Apenas deixou que seu corpo cedesse aos estímulos e gozou ainda sentindo o calor do interior da boca de Hoseok ao seu redor.

Vendo-o buscar pelo ar e com o peito ligeiramente suado, Hoseok ficou em pé e umedeceu os lábios com um prazer novo dentro do peito. Ver um homem - principalmente seguro se seus atos como Yoongi - se rendendo a um simples sexo oral fazia o ego de qualquer homem inchar, pois só provava que eles tinham o poder nas mãos em qualquer relacionamento. Conseguiam o que desejavam com toques simples, palavras certas e um pouco do Male Fatale presente em cada um.

- Vista sua roupa. - Ele sussurrou se inclinando sobre ele e acariciando seu peito nu. - Não vai querer ninguém entrando aqui e te vendo nessa situação.

- Eu tô pouco fudendo para tudo agora. - Yoongi confessou rindo sem força e pousando uma mão preguiçosa na cintura do ruivo. - Muito obrigado.

- Não agradeça ainda. Você vai pagar por isso mais tarde, não se esqueça. E na mesma moeda.

Os dois finalizaram o momento selando os lábios num beijo tão delicado que não indicava em nada que minutos antes estavam sendo eles dois; devassos, dominados pelo prazer e escravos do sexo. Mas Yoongi e Hoseok possuíam a disparidade no modo de se comportar que começavam a se adequar aos momentos não sexuais que se tornavam mais comuns entre os dois. Era apenas questão de tempo esses momentos superarem os outros e eles atingirem um novo nível de relacionamento.

A técnica de relaxamento que Hoseok utilizou nele fez o efeito esperado e Yoongi atendeu a mais uma ligação dos clientes africanos com um sorriso pervertido nos lábios enquanto se recordava do que ele tinha feito e da dívida que pagaria mais tarde com todo o prazer do mundo. Pensar no que iria fazer para pagar na mesma moeda a ajuda que ele lhe deu também auxiliou para que ele aguentasse o restante da manhã com telefonemas, cobranças e seu pai dizendo mais uma vez que aquela encomenda era uma das mais importantes.

Tinha passado de meio dia quando Yoongi não aguentou e deixou o escritório abafado para fumar e comer algo. Seu estômago reclamou quando sentiu o cheiro de comida bem temperada vindo da cozinha, mas foi obrigado a parar antes de adentrá-la quando viu Jimin descer a escada já com um sorriso indicando quais eram suas intenções para com ele.

- Bom dia, Yoongi. - Ele o cumprimentou parando no último degrau e cruzando os braços quando se apoiou no corrimão. - Não te vi o dia inteiro.

- Estava ocupado trabalhando, coisa que você não tem feito ultimamente. - Ele retrucou parando e o olhando com desconfiança.

- Você anda trabalhando demais essa semana. - Jimin se aproximou e pousou as mãos sobre o peito do moreno e iniciou carícias vagarosas. - Está precisando relaxar, não acha?

- Estou relaxando da minha maneira. - Yoongi tentou cortá-lo, mas Jimin estava determinado de conseguir o que queria.

- Mas que tal você relaxar da nossa maneira? Não há ninguém em casa nesse momento e seu quarto está a apenas alguns metros de nós...

- Não estou afim. - Ele respondeu tirando a mão de Jimin de sua nuca, mas o homem insistiu e a apertou com mais firmeza.

- Kim Yoongi sempre está afim e eu bem sei disso. - O homem retrucou aproximando os lábios dos dele.

Mas antes que pudessem se beijar, passos de alguém se aproximando o fez parar em um estalo e olhar por cima do ombro antes de puxar Yoongi pela mão e empurrá-lo para dentro do banheiro social ao lado da escada.

- Que merda você está fazendo? - Ele perguntou tentando abrir a porta, mas Jimin se pôs em sua frente e sorriu com malícia. - Abra a porta, Jimin.

- Não vou abrir, sabe por quê?

- Eu não estou brincando.

- Nem eu. Se eu abrir a porta agora, alguém irá vê-lo saindo do banheiro com o esposo de seu irmão e pode não pegar muito bem. Quer levar a culpa sem ao menos ter feito?

- Se você não abrir essa porta agora...

- Vai fazer o que, Yoongi? - Ele perguntou se descolando da porta e parando o máximo possível colada a ele. - Vai me bater? Eu vou amar, você sabe.

- Vai se fuder, Jimin. - Yoongi bradou entre os dentes e deu as costas para ele.

Jimin não desistiu de ter Yoongi naquele momento e o assistiu sentar no vaso sanitário tampado passando a mão pelos fios bagunçados ao soltar um suspiro de cansaço. Seu sapato ecoou pelo banheiro silencioso quando ele se aproximou dele e ficou de joelhos em sua frente com as duas mãos segurando o rosto do moreno antes de beijar seus lábios por breves segundos e começar a estalar beijos suaves por seu maxilar e pescoço.

- Você fica um tesão estressado comigo dessa forma, lover. - Ele murmurou dando um chupão sem força perto do pomo de adão de Yoongi que subia e descia com as deglutidas nervosas que ele dava. - Quanto mais você manda eu me fuder eu quero que você me foda. Não dá para controlar se é você que eu desejo todas as malditas noites que eu vou dormir encharcada e morrendo de tesão.

- É papel de seu marido acabar com o seu cio. - O moreno comentou tentando não desejá-la, mas Jimin ainda sabia quais palavras usar para deixá-lo pronto.

- Você quer que eu diga quem é o único homem que sabe me comer? É você, Yoongi. Só você sabe me comer, me fazer morrer de prazer mesmo quando me despreza assim. E eu quero te dar prazer agora sem me importar com as pessoas lá fora.

- Deus... - Yoongi murmurou jogando a cabeça para trás quando ele desabotoou sua calça jeans.

Jimin correu as unhas curtas pelo abdômen de Yoongi por dentro de sua camisa antes de uma mão invadir sua cueca para agarrar o membro ainda adormecido do moreno. Ele grunhiu com a sensação da mão fina o acariciando, mas antes que ele o deixasse excitado nas proporções exatas, batidas na porta interrompeu o momento e fez os dois olharem assustados para ela.

Senhor Jimin? - Uma voz feminina perguntou.

- O que é? - Jimin gritou bufando.

O senhor JungKook ao telefone para o senhor.

- Estou saindo em um minuto.

Ele levantou do chão nitidamente tomado pela raiva de ser interrompido quando estava tão próximo de ter um segundo da atenção de Yoongi mesmo que não fosse obter prazer nenhum daquilo. Yoongi fechou a calça jeans, arrumou o membro ainda excitado de um modo mais confortável e passou uma mão pelo cabelo que estava precisando cortar. Ao tentar abrir a porta foi impedido por Jimin segurando seu braço.

- Onde você pensa que vai? - Ele perguntou rapidamente.

- Voltar ao trabalho. - Ele respondeu com obviedade no tom de voz.

- Espere um pouco, nós ainda não terminamos.

- Não, eu já terminei. - Yoongi anunciou se livrando do aperto e abrindo a porta.

Podia escutar reclamações vindas do homem que deixou dentro do banheiro, mas não estava se importando com nada, nem mesmo ao encontrar Miki perto do banheiro olhando surpresa para ele. Dane-se que as pessoas começariam a comentar que ele e Jimin estavam no mesmo banheiro em plena luz do dia. Yoongi só queria se afastar daquele homem e voltar a se concentrar naquela entrega que deveria ser tratada como a mais importante de toda sua vida.

SeokJin só apareceu em casa pouco antes do almoço para verificar como as coisas estavam, mas tinha decidido que aquela encomenda importante seria de total responsabilidade do filho. Um dia Yoongi seria o comandante de toda a máfia coreana de cocaína e para isso ele teria que aprender desde o começo que não se brinca com clientes importantes ou alguém terá que rodar.

O olhar que o pai lançou-lhe ao saber das últimas notícias só aumentou a pressão que ele estava sentindo. SeokJin não precisava dizer nada, apenas o fitar sério de seus olhos castanhos era suficiente para a nuca do moreno inundar com suor e ele pensar em como estaria ferrado caso alguma coisa desse errado. Ele escutou o pai murmurar. - Ok, continue trabalhando. - Antes de deixar o escritório e Yoongi se recostou na cadeira de escritório e bufou ao passar as mãos pelo rosto querendo despertar seu cérebro cansado.

Uma visita de Hoseok cairia bem agora, ele pensou ao tentar relaxar, mas foi impossível. Seus ombros estavam duros de tensão e até seu estômago reclamou da situação de extrema pressão que seu corpo e mente estava passando.

Já havia passado de meio dia quando ele olhou no relógio de pulso, mas não sentia fome. Só queria fumar um pouco e tentar esquecer o trabalho enquanto não fosse a hora para despachar a última parte da carga para a África. Não havia mais nada a fazer no escritório, não precisava fazer nem receber nenhuma ligação. Seu trabalho já tinha acabado por enquanto.

Yoongi ainda estava tenso quando deixou o escritório em direção a varanda da casa. Se não bastasse as poucas horas de sono naquela semana, o quase flagrante que deram nele e Jimin saindo do banheiro mais cedo, ele ainda teria que encarar uma noite inteira no porto de Seoul supervisionando a estocagem da droga. Tudo que ele precisava era de uma noite de sono para compensar o dia cheio que estava tendo.

Ele não tinha nada para fazer até ás sete horas, quando iria para o porto junto com o caminhão recém-carregado. Nessas horas de ócio gostava de caminhar observando a colheita das folhas de coca, analisando as mãos feridas dos roceiros arrancarem cada folha de seu sustento. Decidido de que era aquilo que faria naquele momento, ele tirou um cigarro do maço e puxou o isqueiro para acendê-lo, mas congelou com o cigarro preso entre os lábios quando avistou a cena no fundo da casa.

O cachorro sujo corria com a língua para fora em direção ao Hoseok e ele gargalhava quando desviava de seu avanço. Seu cabelo estava selvagem enquanto ele corria do cachorro que mostrava os dentes e tentava mordeu seu calcanhar nu em uma brincadeira. Parecia estar se divertindo muito, abaixando o troco para bagunçar o pêlo um pouco curto do animal e fingindo que iria avançar sobre ele, recuando em seguida. Yoongi não gostava daquele cachorro que pertencia a um dos roceiros que morava na fazenda. O achava chato por causa do latido e das pulgas que tomavam conta de seu pêlo, mas Hoseok parecia não se importar com aqueles fatos. O tomava nos braços e o jogava para cima, rindo alto o vendo se retorcer para se livrar de seu aperto. Quando percebeu, Yoongi já estava parado ao seu lado como se uma energia o puxasse para perto dele.

- Pega ele, totó. – Hoseok disse sorrindo para Yoongi e mexendo a pata do cachorro em direção a ele. – Yoon mau...

- Esse cachorro é um saco de pulgas, Hoseok. – Ele comentou jogando o cigarro no chão. – E provavelmente fede muito.

- Garanto que ele é mais cheiroso que você. – Ele retrucou se curvando para colocá-lo no chão.

A retaguarda do ruivo exposta tão próxima o deixava sem noção, todo o cansaço daquele dia fugindo de seu corpo quando a vontade de possuí-lo mais uma vez tomou conta de sua mente. A lembrança de ter seus lábios macios ao redor de seu membro a menos de quatro horas fez o monstro dentro dele despertar cheio de fome por aquele homem. Não aguentou mais e laçou aquela cintura modelada, puxando o corpo de Hoseok para colar ao seu com brutalidade.

- Mas garanto que ele não te deixa no cio como eu faço... – Sussurrou afastando seu cabelo do pescoço e encostando a boca no ouvido do ruivo.

Hoseok riu baixo ao sentir a mão de Yoongi puxando a barra de seu short para cima e descendo para dentro de sua coxa, a acariciando lentamente. O sol forte batendo na pele de ambos já o deixava suado e aquele tipo de toque só piorou sua situação. Em um minuto, Hoseok já estava se sentindo duro.

- Gemendo como o cachorro que você é... – Ele arfou novamente com o toque e as palavras, mas parou ao escutar aquilo.

Quanta audácia de Yoongi se dirigir a ele daquela maneira tão vulgar! Hoseok apreciava a falta de respeito que eles tinham com sexo, mas não aceitava palavras de baixo calão quando se referia a suas atitudes. Ele simplesmente não deixaria aquele insulto ser esquecido facilmente.

- Filho da... – Hoseok girou o corpo para estapeá-lo, mas Yoongi segurou seu pulso antes dele encontrar seu rosto.

Yoongi apertou seu pulso vendo o ódio crescer no rosto de Hoseok e sorriu com aquilo. Adorava quando aquele homem perdia o controle, principalmente com ele, como a algumas noites atrás num dos raros encontros que tiveram naquela semana cheia. Seu pescoço ainda estava marcado com suas unhas selvagens e as mordidas que ele deu em seu pescoço só para enlouquecê-lo.

- Me solta, seu idiota. – Ele bradou tentando puxar o pulso de seu aperto, mas Yoongi o surpreendeu o puxando mais ainda.

Contra sua vontade, Hoseok foi arrastado até o outro lado do quintal, sendo empurrado para dentro do quarto onde dormia com Jiwoo. Yoongi bateu a porta o jogando contra a madeira, as costas de Hoseok doendo com aquilo, mas antes que ele pudesse fugir, o moreno o imprensou contra a porta utilizando a força de seu corpo contra o dele.

- Filho da puta, é? – Ele perguntou entre os dentes.

Como se pudessem ler a mente do outro, suas bocas se encontraram com violência quando a mão de Yoongi adentrava o cabelo de Hoseok e o puxava com firmeza. Ele gemeu de dor e prazer com aquilo, rindo descarado quando ele puxou seu lábio inferior com um chupão e apertou sua bunda com uma força ideal.

- Filho da puta sim. – Ele o provocou passando a ponta da língua pelo lábio inferior de Yoongi, rindo em seguida. – Cachorro.

- Não me provoque, jagiya. - Yoongi o alertou descendo os lábios pela clavícula do ruivo se ajoelhando enquanto subia seu moletom. - Você não sabe do que eu sou capaz...

- Você não é capaz de nada, Hyung. - Hoseok estremeceu levemente quando ele beijou sua pélvis e prendeu o elástico de sua cueca entre os dentes. - Só do que eu mandar.

- E o que você quer que eu faça agora? - Os dentes do moreno seguravam com firmeza a cueca e a puxavam para baixo juntamente do short, despindo o ruivo que soltou um gemido alto provocativo.

- Pague na mesma moeda o que você está me devendo.

O ruivo jogou uma perna sobre o ombro de Yoongi e ele precisou se controlar quando a visão e o aroma que exalava de sua pele inebriaram sua mente. Gostava de ter o sabor do ruivo em seus lábios e de saber que possuía todas as partes do seu corpo, mas sua intenção não era essa naquele momento. Por isso ele o provocou com beijos na parte interna da coxa e roçando a barba por sua pele até estar cara a cara com o membro excitado de Hoseok, respirando pesadamente quando parou seus lábios a milímetros dele.

- Eu só pago quando eu quero. - Ele murmurou livrando o ombro do peso que a coxa torneada de Hoseok fazia e ficando em pé.

Segurou seu pulso mais uma vez e puxou para mais dentro do quarto, o jogando contra a cama arrumada sem saber se era dele ou da outra cozinheira. Arrancou a camisa enquanto observava Hoseok apoiar os pés no colchão para abrir as pernas e puxar o moletom para cima, deixando seu membro exposto para os olhos famintos do moreno. Era um olhar de tamanha safadeza que ele esqueceu por um minuto o que pretendia fazer com ele, mas retomou os planos quando Hoseok puxou o cós de sua calça e passou as unhas roídas no limite do elástico da cueca que ele usava.

- De quatro. – Ele disse secamente tirando sua mão dali.

- O quê? – Hoseok perguntou sem entender, apoiado nos cotovelos. – Até parece que...

Sem paciência para sua conversa fiada, ele o puxou pelo pulso mais uma vez e o pôs de pé, girando seu corpo com pressa. A bunda de Hoseok grudou em sua rigidez e ele puxou seu cabelo para o lado enquanto mordia a ponta de sua orelha.

- Eu vou te mostra quem é o cachorro aqui... – Sussurrou com um aperto breve na anca de Hoseok, deslizando a mão para o meio de suas nádegas e descendo os dedos até encontrar seu sexo duro.

Yoongi o acariciou lentamente para tê-lo literalmente nas mãos e poder fazer o que tinha em mente. Antes mesmo que Hoseok pudesse retrucar, ele sentiu duas mãos a forçarem contra a cama e caiu de quatro sem poder impedir que ficasse naquela posição. As mãos de Yoongi agiam rápidas enquanto ele abria a calça e a abaixava junto da cueca, puxando o quadril de Hoseok contra a sua pélvis com força. Ele mordeu o lábio inferior em um sorriso sacana e olhou por cima do ombro quando Yoongi agarrou o membro enrijecido com uma mão e os dois tiveram os olhos presos um no outro até o moreno penetrar lentamente sua entrada com a extremidade do membro e dá uma estocada violenta sem que ela esperasse.

- Oh fuck. – Ele gemeu agarrando o lençol, contraindo a entrada de um modo que o deixava mais dolorido.

Ele se curvou sobre ele e os dedos adentraram seus fios pela nuca, puxando sua cabeça para trás, arrancando mais gemidos de sua garganta. Hoseok sentia a dor em seu couro cabeludo, mas ele não queria nem um pouco que ele parasse. Poderia gritar auditivamente que ele não fizesse aquilo.

Tomaranai. (Não pare.) – Ele gemeu com seu corpo se movimentando para frente e para trás graças as investidas violentas que ele dava.

Watashi wa itte inai... (Eu não vou parar...) – Ele retrucou entre os dentes, um sorriso de satisfação nos lábios. - Zettai ni. (Nunca.)

Nunca, desde que começou a se encontrar com Hoseok, ele pediu que ele fosse mais delicado com ele. Sempre queria ser invadido com força, sentir suas paredes queimarem com o atrito, o peito prestes a explodir com a respiração escassa. Por isso que ele não se cansava daquele corpo, cada vez sendo superior a anterior, cada gemido escutado com o mesmo prazer que ele o emitia. Um verdadeiro amante japonês. Hoseok era tudo que Yoongi poderia querer em um homem e estava tendo.

Kuso... (Droga...) – ela xingou baixo deixando a cabeça cair para frente e o lençol grudando na bochecha suada.

Yoongi segurou as laterais de seu quadril e tornou os movimentos mais rápidos, estocadas curtas e breves no sexo do ruivo só para vê-lo se render. Já podia sentir os arrepios em intervalos de segundos e a garganta secando, mas não poderia se perder antes de ver o japonês arquear seu corpo daquela forma que só ele fazia e emitindo os sons devassos que o deixava louco por horas após os seus encontros.

- Qual o problema, jagiya? – Ele questionou com o riso em sua fala. Adorava vê-la desistindo de resistir a ele.

- Eu vou...

Era tarde demais para completar a frase. Todo seu corpo se arrepiou e se contorceu violentamente, suas pernas tremendo e sua voz fraca executando o último gemido alto. Hoseok queria desabar na cama, mas Yoongi o prendia pelo quadril e continuava a busca pelo mesmo prazer enquanto externava grunhidos de prazer.

Segundos após – que pareciam minutos – Hoseok sentiu as mãos de Yoongi o apertarem com mais força e depois afrouxar o toque enquanto gozava dentro de su entrada sem preocupação alguma. Finalmente ele pode desabar na cama sem se importar em recolocar o moletom no local certo e virando para encará-lo. Yoongi fechava a calça e ria de algo que pensava, o cabelo bagunçado e alguns fios grudados na testa.

- Qual a graça? – Ele questionou o vendo pegar a camisa do chão.

- Você. – Ele respondeu se vestindo.

- Eu?

-É. – Yoongi disse se inclinando na cama e se aproximando dele. – Não aguenta dois minutos longe de mim.

- Idiota! – Hoseok empurrou seu ombro, mas ele colou seu lábio nos dele delicadamente em um último beijo.

Com um último sorriso nos lábios, Yoongi tentou arrumar o cabelo e abriu a porta do quarto, saindo sem dizer nada. Hoseok estava destruído, principalmente porque aquela acusação era verdade e ele já não conseguia ficar um minuto longe daquele homem. E nem queria.

A tarde transcorreu mais rápido do que Yoongi esperava e logo ele precisou deixar a fazenda em direção ao porto de Seoul. Ainda era cedo para a última parte da carga para a África ser despachada, mas antes ele precisava verificar o barco e se todos os peões que trabalhavam com ele no cais estavam a postos. Não era fácil gerenciar tantas pessoas envolvidas em seu trabalho e seu cansaço físico enquanto dirigia pela estrada vazia informava que aquela madrugada seria uma das piores. Tudo que ele queria era dormir por horas para se recuperar de tanta pressão que sofreu com aquela encomenda.

Após quase duas horas de estrada, estacionou seu Volvo atrás do galpão alugado há vários anos por seu pai para aquelas situações e avistou os três homens que trabalhariam com ele aquela noite. Eram conhecidos de outras ocasiões e até aquele dia não deram motivos para desconfiança, até porque a arma que o moreno carregava munida na cintura era a segurança de um trabalho sem problemas.

- Boa noite. - Yoongi disse acendendo um cigarro quando se aproximou dos homens jogando cartas e bebendo cachaça.

Boa noite, Senhor. - Eles cumprimentaram em uníssono e com acenos de cabeça.

- O caminhão carregado sai às 23h da fazenda, o que nos dá umas duas horas ainda.

- Uma partida de pôquer, Senhor? - Um homem barbudo e sem camisa sugeriu indicando as cartas sobre um caixote no centro da roda. - Para passar o tempo.

- Apostado? - Yoongi retrucou sentindo os dedos coçarem com o vício que tinha por pôquer apostado. Qualquer coisa estava valendo.

Dosis de aguardente.

- Uma partida. - O moreno avisou sentado no caixote livre que servia como banco para eles.

Mas o vício e o tédio falaram mais alto nas três partidas que eles jogaram. Yoongi perdeu apenas uma, mas a cachaça que os peões bebiam era da pior qualidade e queimava antes mesmo de atingir sua garganta por conta do teor alcoólico altíssimo. Sua mente já letárgica de sono ficou ainda mais lenta com aquela dose, mas ele tentava ficar acordado fumando um cigarro atrás do outro e rindo das conversas carregadas de palavras de baixo calão. Nessas horas ele esquecia que era herdeiro do Império do Pó e agia como qualquer homem de vinte e sete anos jogando, bebendo e contando lorotas.

O caminhão chegou ao porto no horário exato; meia noite e meia. O motorista buzinou ao estacionar perto do pequeno barco atracado e os homens jogando com Yoongi entenderam rapidamente que o trabalho começara naquele momento. Cada um bebeu a última dose da cachaça e deixaram as cartas sobre o caixote para correr em direção ao caminhão já com as portas abertas. Yoongi acendeu um novo cigarro e pegou a garrafa de cachaça para acompanhar o trabalho dos homens de perto e rezar para que nada desse errado.

A cocaína estava dividida em 10 fardos de 20kgs cada um, cada fardo contendo pacotes menores de 1kg cada. Dois homens dentro do caminhão jogavam os fardos para os homens no chão e esses carregavam o peso quase igual a sua massa corpórea nas costas até o barco atracado onde mais dois homens arrumavam no depósito, bem longe dos olhos da guarda costeira ou de qualquer individuo que se aproximasse da embarcação. Era um trabalho rápido, pois eles tinham pressa para começar logo a viagem de quase uma semana atravessando o oceano atlântico em direção ao outro continente.

Yoongi olhou o relógio Mont Blanc no pulso e viu que já eram duas horas da manhã, faltando pouco mais de três horas para ele atingir um dia inteiro sem dormir. Os homens descarregavam o último fardo do caminhão e o motorista trancou as portas do bagageiro, mas o moreno ainda teria que recontar os fardos no barco para ter certeza de que tudo estava correto e entregar as carteiras de identidades e licenças falsas para os homens que levariam a encomenda. Tomou um gole da cachaça direto do gargalo para ver se despertava e deixou a garrafa no chão para se dirigir ao seu carro.

- Taeil! - Ele gritou e assoviou um dos homens perto do barco. - Vou pegar os documentos. Termine de arrumar tudo no barco.

- Certo, Senho. - Taeil gritou de volta e pulou no barco para sumir no depósito.

Ele destrancou o carro e sentou no banco de passageiro, abrindo o porta-luvas onde os documentos dos dois homens que fariam a viagem estavam. O conforto do banco de couro com o frescor que o ar-condicionado deixou no interior do carro fez Yoongi respirar fundo e recostar-se melhor por alguns segundos, fechando os olhos só para buscar forças para terminar aquela noite, mas essa decisão foi sem dúvida alguma muito estúpida, pois o moreno despertou assustando quando escutou duas batidas no vidro e percebeu que seu pai estava parado do lado de fora do carro.

- Eu... - Ele disse acordando em um pulo e fechando o porta-luvas.

- Estava dormindo quando deveria estar trabalhando. - SeokJin disse com um olhar rígido.

- Eu não estava dormindo. Só vim pegar os documentos e fechei os olhos por um segundo...

- São quase quatro horas da manhã e esse barco já deveria ter deixando o porto há meia hora. Se no seu relógio um segundo significa uma hora eu não sei, mas não quero sua irresponsabilidade fudendo com meu negócio outra vez, certo?

- Desculpe, Appa.

- Não tente se desculpar e vá terminar a porra do serviço antes que você coloque tudo a perder.

Yoongi respirou fundo e contou até vinte para se controlar e não mandar o pai se fuder por causa daqueles comentários que SeokJin adorava fazer sobre o filho mais velho. O moreno era seu braço direito no tráfico, mas isso não era bastante, pois Yoongi sempre fazia a coisa errada e era irresponsável na opinião do chefe. Nada que o filho fizesse estava bom, mas Yoongi não era louco de reclamar e aceitava as barbaridades do pai calado até aquele momento. Um dia ele iria estourar e ninguém queria estar por perto quando isso acontecesse.

- É assim que você quer ser o próximo Kim no comando? - SeokJin murmurou para ele quando os dois caminhavam lado a lado para o barco.

- Eu sei que fiz merda ao dormir em serviço, Senhor. - Yoongi retrucou entre os dentes e contando mentalmente para se controlar.

- Você nunca será bom o suficiente para esse trabalho se continuar agindo como um moleque, Yoongi. Você me entendeu?

- Sim.

- Então tente fazer a coisa certa agora.

SeokJin parou um pouco antes do limite do cais e cruzou os braços para observar o filho entregar os documentos para os homens e explicar tudo que eles deveriam fazer durante a viagem e ao fazer a entrega na África. Não considerava Yoongi um completo irresponsável, mas forçá-lo a sempre buscar se superar e fazer melhor era uma forma de não dar moleza ao filho e não ter erros incorrigíveis depois. Aprendeu sozinho o que fazer e o que não fazer quando se trabalha com cocaína, armas e o vício dos outros, mas não iria dar as dicas e escrever um manual para facilitar a vida de ninguém, nem mesmo do próprio filho.

O barco deixou o cais por volta das 4h30min da manhã e o serviço teve o fim esperado. A quantidade certa da encomenda foi embarcada, ninguém desconfiou da movimentação no porto e o caminhão vazia já deveria estar de volta à fazenda naquele momento. Yoongi acendeu um cigarro enquanto voltava para o carro com o pai logo atrás e reprimiu um bocejo para não demonstrar cansaço e dar mais motivo para sermão.

- Vá para casa e não precisa trabalhar hoje. - SeokJin disse pegando o celular no bolso da calça jeans. - Você está com uma cara pior que a de um drogado do centro.

- Muito obrigado. - Yoongi murmurou entrando no carro.

- E avise a seu Appa que terei reunião o dia inteiro em Busan.

Yoongi ignorou o pai naquele momento e ligou o carro para deixar o porto e poder voltar para casa. Durante o caminho só conseguia visualizar sua cama confortável após um banho quente e sonhar com as horas de sono que finalmente poderia ter, mas quando avistou a porteira da fazenda logo após os primeiros raios da manhã esquentarem seu corpo ele também desejou outra coisa; poder ver o ruivo que estava começando mais um dia àquela hora.


Notas Finais


O Yoongi tá começando a recusar o Jimin e a pensar mais no Hobi! SINTOMAS DE PAIXÃO!!!

Desculpe se tiver qualquer erro ortográfico...

Até o próximo!!!
Beijos!!😘😘😘😘


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