História Monster - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Boku No Hero, Deku Villain
Visualizações 87
Palavras 1.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - 3


Acordei assustado, não se lembrava de nada, forçou um pouco sua memória e conseguiu se lembrar, era para ele estar morto mas uma pessoa havia o salvado.

Analisou o ambiente que se encontrava, era um quarto comum, as paredes brancas com pôsters de super heroínas, uma raque com computador e duas portas uma em cada lado do quarto.

Ainda meio groge se levantou da cama, a quanto tempo dormia? Aonde estava? Pensou se havia sido levado novamente para o hotel, mas logo descartou, estava em um lugar muito bonito, completamente diferente daquele local.

Se assustou novamente quando a porta foi aberta, se agaixou e ficou em modo de combate, não sabia se a pessoa que o levou ate ali era uma pessoa boa.

Assim que a pessoa abriu completamente a porta, corri em sua direção e -lhe passei uma rasteira, assim que a pessoa foi ao chão eu subi em cima dela, ela se assusta pela velocidade, ela levanta os braços e fala: 

-c-calma, não precisa ter medo, não farei mal a você.

Não acreditei, coloquei uma das minhas mãos em seu pescoço o apertando, me aproximei com intenção de intimidar, na qual parece ter funcionado:

-aonde eu estou? Quanto tempo estive desacordado?

Perguntei para o ser minúsculo embaixo de mim: 

- v-você esta na m-minha casa, v-você ficou i-inconsciente por três dias, v-você perdeu m-muinto sangue .

Disse gaguegando, me afastei para ver melhor quem era a pessoa, era uma garota bonita, tinha que adimitir, parecia morar sozinha, não sabia qual era sua individualidade, mas ela não parecia uma ameaça.

Suspiro, e solto o seu pescoço, havia apertado com força suficiente para deixar marcas, me levantei e a ajudei a se levantar, meia relutante aceitou minha ajuda, ela olha em meu rosto e se apresenta:

-meu nome e uraraka ochaco, você me assustou, eu estava vindo medir sua temperatura.

Assim que terminou de falar reparei no termômetro jogada no chão, viro em sua direção e pergunto:

-porque me trouçe ate sua casa, você e burra ou o que? Você não sabe quem eu sou, sempre trás desconhecidos machucados ate sua casa?

Estava a reprendendo, ora essa, parecia que ela queria morrer, ela fecha a cara e faz um bico estranho, logo falando:

- eu não sou burra, apenas quero ajudar outras pessoas, deveria ficar agradeçido por eu te salvar, que a proposito, nem me agradeceu!!

Ok, ela realmente queria morrer, minha segunda personalidade implorava para eu a torturar lentamente por ousar gritar comigo, óbvio que não faria isso, meus pensamentos são cortados pelo meu estômago que reclama, havia dormido três dias, estava com fome, ela da uma pequena risada e fala:

- venha, vamos comer algo, mas antes tome um banho, você esta imundo, irei colocar alguma roupa que possa caber em você.

Ao terminar de falar, ela sai quarto a fora, eu continuava parado tentando entender aquela menina, céus ela era estranha, olho para meu corpo, estava enfaichado nos lugares que havia sido desintegrado, usava as mesmas calças de quando havia fugido, estava sem camisa.

Deixando isso de lado, fui a porta que ainda estava fechada, era um banheiro comum, não era pequeno mas também não era grande, era ate sem graça.

Retiro as ataduras lentamente, estavam vermelhas mas nada preocupante, retiro minhas calças e cueca, ligo a água e entro, meus musculos relaxam com a água quente, não podia me dar o luxo de fechar meus olhos e abaixar minha guarda, aquela garota poderia parecer inofensiva porém nunca vi sua individualidade ela poderia ser perigosa.

Terminei o mais rápido possível, ficaria observando aquela garota, ela poderia ser um risco, como não havia achado uma toalha saiu nu, não se importava muito com isso, assim que saiu, a garota estendia um moletom escuro e uma calça que parecia folgada o suficiente para caber em mim. Ela virou em minha direção e percebendo que estava nu, tampou os seus olhos envergonhada, patético, eu poderia a matar agor-  :

-merda.

Susurei, minha segunda personalidade parecia querer avançar em cima dela e ver o sofrimento em seus olhos, isso iria ser perigoso. 

-v-você n-não p-pode ap-parecer as-sim!!

Falou envergonhada, céus, ela era irritante,fiz um barulho de desagrado, e falei:

- garrota burra, eu poderia te matar agora, destampe os olhos, se seu inimigo estivesse nu, e você fizesse isso você já estaria morta.

Ela tirou as mãos do rosto e virou para mim:

-meu nome não e garota burra, me chame de uraraka, você que e o burro por não falar meu nome.

Disse atrevida, maldita, ainda nu avancei em sua direção, a segurei pelo pescoço e a levantei do chão, o olhar de desespero dela era maravilhoso, percebo o que estava fazendo, ainda segurando em seu pescoço eu disse:

-se não quiser morrer de forma dolorosa, não me provoque ururaka.

Logo a soltei, ela foi ao chão com as mãos no pescoço, a ignorando me virei para a roupa abandonada na cama, me vesti é sai daquele quarto, explorei um pouco a casa analisando as formad de fugir, a casa era comum, havia poucas janelas, uma porta dos fundos, começei a ficar estressado, havia poucas rotas de fuga, aquilo seria um problema.

Se aproximou da cozinha e sentiu um cheiro familiar, era katsudo, esse pensamento o fez se lembrar de sua mãe, céus, precisava ver ela, ela provavelmente se jogaria em cima de mim, me beijaria e falaria o quanto sentia saudades, esses pensamentos o acalmaram, ele logo foi procurar um prato para comer, enquanto vasculhava as prateleiras, uraraka apontou para uma prateleira específica, a abri e vi os pratos, pego um e pegou um pouco do katsudo, e quando provei, ah, eu lembrei da minha mãe era tão parecido que fiquei com vontade de chorar.

Enquanto repetia, uraraka senta lentamente em uma cadeira ao meu lado, parecia assustada, ate porque quem não ficaria?, ela parecia querer perguntar algo, talvez não tivesse coragem, mas aquilo estava incomodando, já sem paciência me virei para ela e disse:

- pergunte logo, você me observando esta me incomodando.

Ela um pouco envergonhada por ter sido pega no flagra, disse baixo:

-eu ainda não sei o seu nome .

Parando para pensar, realmente, eu não havia me apresentado, suspiro e coloco a colher no canto do prato vazio, levantou o olhar e disse:

- meu nome é midoriya izuku.





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