História Monstro verde - Capítulo 13


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Categorias Demashitaa! PowerPuff Girls Z, Meninas Super Poderosas (The Powerpuff Girls)
Personagens Ace, Docinho, Durão, Explosão, Florzinha, Fortão, Lindinha, Macaco Louco, Personagens Originais, Prefeito de Townsville, Princesa MaisGrana, Professor Utônio, Senhorita Bellow, Senhorita Keane
Visualizações 66
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Monster- Definição do capítulo: tenso...
:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O:O

Capítulo 13 - Eu odeio hospitais


Horas atrás...

O rastro verde cortava o céu de Townsville, indo em direção ao maior hospital da cidade.

Aterrissou na entrada da frente, a porta automática se abriu instantâneamente, entrou apressada.

Havia uma jovem no balcão da recepção, cabelos curtos morenos, sorriso cansado, mesmo assim parecia feliz por estar alí.

A morena anda apressada até a recepção, a recepcionista levemente entedia, não era pra menos ja havia semanas desde o último ataque de monstros de grande porte a cidade, somente a movimentação normal do cotidiano de Townsville, ou quase nada como preferir.

-- Por favor, eu procuro saber sobre o estado de saúde de... Bubbles e-e... Blossom Ultônio. Mi ligaram aqui do hospital mais cedo.— sua fala era fria, mais ainda sim refletia a maturidade da qual a morena foi obrigada a adquirir de forma precoce, a falta de expressão em seu rosto dizia mais do que simples palavras conseguiram descrever.

-- Oh! Não achei que fosse tão jovem...— murmurou. 

Dentro de sua mente ecoou uma risada amarga.

-- Desculpe...— sussurrou de cabeça baixa. A pobre morena entrou em desespero pensando ter de alguma forma ofendido a pequenina.

-- Oh céus! Perdão! Não-não se sinta ofendida! E-e-eu não tive a intenção, é-é que você, quero dizer, sua voz parecia tão... madura, não é normal pequeninas... digo crianças NÃO! Por favor mi faça parar de falar...— disse batendo a testa na mesa da recepção.

-- Acalme-se, não foi nada acredite é uma confusão comum. Mas sem querer ser rude, pode mi informar o quarto das duas garotas que citei.

Ela assentiu, começou a abrir gavetas, ate encontrar uma prancheta de madeira, folheava os papéis apressada, seus olhos passeavam livremente pelas folhas, se fixando em uma em particular.

-- Aqui! Segundo andar, quarto 667, a direita!— disse/gritou de nervoso.

Buttercup vendo o desespero da mulher, teve uma ideia.

-- Pode mi acompanhar até lá? Tem uma grande chance de eu mi perder— sorriu amigável.

-- Ah! Eu adoraria! Quero dizer...affs quem eu quero enganar, estou louca pra sair daqui, a propósito me chamo Ha...nna...(?).

-- Ok, Hanna, teria o prontuário delas?— perguntou num misto de curiosidade e aflição.

-- Acho que sim...— pensou acariciando o queixo com o indicador.

A moça pulou por cima do balcão, literalmente, foi quando a morena notou que a mesma usava um... tutu rosa pink por debaixo do avental.

-- Aqui! Achei!— disse já devolta, já indo em direção ao elevador.

A mulher analisava os papéis.

-- Houve uma explosão no laboratório subterrâneo da casa.

Buttercup pareceu ponderar sobre a informação.

Haha talvez ele tenha morrido, se bem que... eu queria ter essa sorte hahahahah.

-- Perdoe a intromissão mais... por que o seu número era o de contato, digo, você não é...— foi interrompida.

-- Um pouco jovem? Sim, sou emancipada.

-- Mais tão jovem... Isso mi' lembra até a uma notícia que vi na TV anos atrás...

-- Sim.— tentou acabar com o assunto por alí mesmo.

-- Ultônio... não pode ser— sussurrou assustada.

-- Prazer, Buttercup, mais conhecida como... Docinho— sorriu, um sorriso triste cheio de amargura.

-- Perdão— sussurrou.

O assunto acabou por alí mesmo.

O som característico de sino ecoou pelo elevador, segundo andar.

"Hanna" foi a primeira a sair, Buttercup notou alguns fios coloridos, mais resolveu ignorar, tinha coisas mais importantes para prestar atenção, por agora.

"661,662,663,664,665,666,667!"

As duas frente a porta, Butter travou.

-- Hey! Não precisa...

Ouviu a porta ser fechada.

-- Corajosa...— olhou no prontuário novamente, seus olhos se arregalaram -- Não, não, não, não!

Socou com força a parede, um grito mudo escapou por seus lábios, pôs a mão pouco abaixo da da gola do jaleco, arrancado o que parecia ser uma máscara, logo depois a peruca, revelando cabelos das cores do arco-íris, as lágrimas arrancaram sem piedade as lentes de contato, trazendo a tona exóticos olhos laranja.

-- Pode...sair daí... Autora— disse como se cada palavra rasga-se sua garganta para sair.

Uma figura saiu de um canto onde um vaso de planta, típico desses locais, fazia sombra, mais especificamente da sombra.

Um sorriso psicótico brincava livremente em seus lábios avermelhados.

-- Eiai? Como foi?— perguntou cínica.

--...

-- Gostou do serviço? Eu queria tanto fazer mais achei que você ia gostar mais...— cuspiu as palavras embargadas de sarcasmo.

-- Você não me avisou sobre isso— as palavras ainda saíam de forma dolorosa.

-- E você não pareceu querer avisar alguém quando fez o que fez...

-- Como você... você você não tem...

Seu corpo foi de encontro com a mesma parede que socou, o empurrão foi extremamente forte, não se surpreenderia se tivesse rachado a parede, seus rostos próximos, via os olhos pretos se tornarem felinos e começarem a expandir.

-- Coração? Oh Happy, Happy, Happy, pensei que já tivesse aprendido... Eu. Não. Tenho. E. Nunca. Vou. Ter. Coração. É a porra do fardo que eu tenho que carregar nessa merda de vida.

Autora posicionou o antebraço na garganta de Happy, após ouvi-la sufocar poucos instantes, encarou seus lábios, depositou um selinho demorado, sua cara de espanto com o gesto tão inusitado foi ilária, sua língua trilhou caminho até sua orelha.

-- Feliz agora? Aprenda a assumir as consequências de seus atos...

Distanciou-se, e sorriu, mais um de seus sorrisos de pura insanidade, que a muito não tinha o ( des )prazer de ver.

Caminhou até a sombra da planta, acenou como despedida, e pulou de forma engraçada relembrava um mergulho lembrando de tapar o nariz e eu aceno engraçado com a mão.

-- Como eu quebrei aquela desgraçada(?)— afirmou em tom de pergunta, enquanto se arrastava na parede para sentar no chão.

Cuspiu algo viscoso, azul celeste, sangue, seu sangue.

-- Filha da p...

~ No quarto~

-- V-v-vo-c-c-ê?— perguntou desconcertada.

-- Isso é jeito de falar com se pai?— rosnou.

Tu-dum.

Tu-dum.

Tu-dum.

Tu...

...

(2)


Notas Finais


Autora- Pra quem não entendeu nossa briguinha ela vai ser toda explicada no; verdade ou desafio: coloridos
Até...


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