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História Monstros - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Capítulo 13


- Prova aquela lingerie pra mim – sussurrou Villanelle no ouvido dela entre beijos.

- Não tem graça se você ficar assistindo o processo – comentou Eve sorrindo enquanto afastava uma mecha do cabelo dela que lhe cobria parcialmente um dos olhos.

- Você curte um mistério, não é? – As pontas dos dedos dela percorreram vagarosamente a garganta de Eve.

- Você não? – a outra acariciou os lábios avermelhados dela.

- Está bem – a loira se virou de costas para ela com um suspiro e disse: - Fique de costas para mim, como na ponte. E só nos viramos uma quando estivermos prontas.

- Poderíamos fazer isso em casa sabia? Com segurança – insistiu ela.

 - E qual a graça nisso? – provocou. – Vamos, a porta tem tranca, ninguém vai nos pegar – insistiu.

- E se tiver câmeras? – preocupou-se.

- Aqui dentro? Aí eles seriam muito tarados – riu.

- Não aqui dentro, mas no corredor. Vai aparecer que saímos juntas do mesmo provador – comentou Eve.

- E daí? Você está preocupada com o que pessoas que você nunca vai encontrar vão pensar?

- Eu não estou acostumada a fazer esse tipo de coisa – confessou timidamente.

- É eu sei, o sexo com o bigode devia ser bem chatinho, só no papai-e-mamãe certo? – debochou a outra.

- Pensei que você não tivesse interesse em saber – Eve devolveu a provocação com um sorriso maldoso.

- Tem razão, não quero. Eu quero ver a sua bunda dentro desse fio dental. Agora – sussurrou.

- Está bem, você me convenceu. Droga como você sabe ser persuasiva!

- Eu sei – Villanelle a virou de costas novamente e virou-se também.

As duas separaram as peças de lingerie e começaram a se despir de costas uma para a outra.

- Narre pra mim o que você está fazendo – pediu Villanelle com curiosidade.

- Eu acabei de tirar a minhas botas e agora estou abrindo a calça – Villanelle ouviu o zíper e logo em seguida a queda da calça ao chão ficando excitada ao imaginar a cena.

- O que você está tirando? – devolveu ela com o mesmo interesse.

- Eu ainda estou desabotoando o casaco – comentou ela com impaciência tentando ser mais rápida.

- Não sei porque você fecha ele todo, se fica impaciente na hora de tirar – lembrou Eve.

- Porque aberto não fica tão bonito – explicou como se fosse óbvio.

- Ficar bonito é mais importante que ficar prático para você, certo? – Eve ponderou.

- Sempre – concordou ela finalmente tirando o casaco e pendurando-o no cabide pois era caro demais para ser jogado ao chão de um provador de loja. - Continue narrando – pediu ela novamente.

- Eu estou tirando o sutiã agora agora... – respondeu Eve ouvindo finalmente o zíper do vestido dela sendo aberto.

- Ah vou ter que me apressar para poder me virar logo e tocar em você – sussurrou com uma voz sedutora enquanto tirava as meias.

- Não precisa se virar... – Eve deu um passo para trás e tocou o corpo de Villanelle com o seu. Sentiu as costas nuas dela contra as suas e um arrepiou quente percorreu seu corpo inteiro. Ainda se surpreendia com o quanto desejava aquela mulher.

A loira gemeu roucamente com o contato e encostou a cabeça contra a dela erguendo o braço para tocar os cabelos cacheados de Eve.

- Ah porque você fez isso? Posso me virar? – implorou Villanelle.

- Você está pronta? – questionou Eve.

- Você sabe que não – sorriu ela.

- Então não. A ideia foi sua, agora cumpra – ordenou ela.

- Ok, chefe – a outra devolveu com sarcasmo.

Villanelle terminou de se despir rapidamente e começou a vestir o body sedutor que caiu perfeitamente em seu corpo.

- Já estou pronta – afirmou Eve pouco depois.

- Um minuto – respondeu Villanelle admirando-se no espelho. – Nossa eu sou muito gostosa – comentou ela.

- E modesta – Eve riu.

- É sério, eu não sei como você resistiu tanto tempo. Acho que eu devia ter usado mais decote – comentou com ar pensativo.

- Não vou mentir. Foi bem difícil – Eve confessou rindo. – Podemos nos virar agora? – perguntou com impaciência.

- Podemos. Vamos lá, quando eu disser 3, a gente se vira. 1...2...3... – As duas se viraram e trocaram olhares que indicavam que tinham gostado do resultado.

- Uau, você parece um anjo pornográfico – brincou Villanelle passando o dedo indicador no decote do babydoll branco.

- E você... – suspirou Eve reparando em como o body vermelho realçava os seios da loira. – Você realmente é muito gostosa – brincou, aproximando-se e dando uma mordida de leve no ombro dela enquanto suas mãos vagavam pelas costas nuas descendo até as nádegas e passando pelo fio dental.

- Deixa eu ver de costas – comentou ela com um olhar felino pegando na mão de Eve e fazendo-a girar. Eve obedeceu meio encabulada com aquele olhar de desejo eminente que ela expressava.

- Deliciosa – a loira sentou-se no pequeno banco de apoio do provador e puxou Eve pela cintura ainda de costas deslizando as mãos pelo contorno minúsculo da calcinha enquanto lhe dava uma suave mordida. – Vire-se pra mim agora – ordenou e Eve obedeceu.

- Eu gosto quando você é mandona sabia? – Eve sussurrou sentando-se em cima das pernas dela e beijando-a demoradamente nos lábios, no pescoço na nuca e nos ombros. A outra aproveitou a posição para infiltrar seus dedos dentro da calcinha dela e gemeu satisfeita ao constatar que ela estava completamente úmida e quente.

- Não... Nós ainda temos que pagar essas roupas – Eve lembrou. – Não seria agradável passa-las no caixa já com vestígio de terem sido usadas – lembrou.

- Tira então – a outra sussurrou abrindo o babydoll com pressa deitando o rosto entre os seios de Eve, saboreando-os com vontade.

- Ah sua maluca, o que você está fazendo comigo? – Eve resmungou tocando os seios ocultos pelo body justo e frustrando-se pela dificuldade em despi-la.

- Levante – Eve ordenou com um tom de voz que fez a outra abrir um sorriso maroto e obedecer.

A coreana então levou as mãos aos ombros da outra deslizando com elas as alças do body que escorria pela cintura. Villanelle colocou as mãos sobre as dela e deixou que a lingerie caísse ao chão, voltando a sentar-se mais uma vez.

- Vem – chamou. – Eve tirou a calcinha e voltou a montar sobre ela que prontamente começou a acariciar a morena com seus dedos. Eve afogou seus gemidos no ombro da loira cuja pele começava a ficar marcada pelos dentes de sua amante. Sentir Eve tão excitada aumentava ainda mais seu próprio prazer embora não estivesse permitindo que Eve a tocasse.

- Eu quero ver você gozar – sussurrou contra os lábios da outra.

- Eu quero tocar você.... Sentir você – Eve disse com a voz sôfrega.

- Depois – respondeu simplesmente enquanto massageava-lhe o clitóris. Eve parou de insistir e aproveitou o momento de completa dedicação ao prazer dela, algo que ela não estava acostumada a ter. Nem se incomodou com fato de estarem em um lugar público, pois com a assassina ela se esquecia de tudo, até mesmo em que planeta estava. O orgasmo veio forte, jorrando entre os dedos de Villanelle que de uma forma completamente pornográfica lambeu os próprios dedos logo em seguida.

- Deliciosa – afirmou mais uma vez e Eve beijou-a com força dando uma mordida de leve em seu lábio inferior. Nunca em sua vida imaginou que justamente uma mulher lhe daria tanto prazer. E não era qualquer mulher, era uma mulher que ela devia prender, não amar. No entanto era impossível não se apaixonar ainda mais por aquela assassina a cada minuto que passava. Quando seu corpo se recuperou um pouco do êxtase ela começou a beijar Villanelle desde a clavícula, descendo pelos seios até se ajoelhar em frete a sua companheira. Abriu as pernas de Villanelle afundando a cabeça entre elas. Suas unhas apertavam as coxas da loira enquanto a degustava como se fosse um prato caríssimo. Villanelle gemeu de dor ao sentir as unhas dela rasgando em sua carne, então Eve preocupada ergueu o rosto por um minuto:

 

- Machuquei você? Apertei de mais? – Ela negou com a cabeça e ainda completou:

- Eu gosto quando dói. – Eve com esse comentário não se preocupou mais e deu inclusive uma mordida na virilha dela.

- Você está ficando extremamente boa nisso – elogiou enquanto agarrava os cabelos de Eve. Ela não queria ter um orgasmo logo pois realmente estava muito agradável, porém foi impossível segurar. Eve sentiu o tremor nos músculos dela com satisfação e beijou suas coxas antes de fecha-las e deitar sua cabeça sobre elas. Villanelle deitou o rosto sobre o dela com a respiração irregular abrindo um sorriso de completo deleite.

Ela nunca mais entraria naquela loja com os mesmos olhos.



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