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História MoonLight - Capítulo 8


Escrita por: e ToddyCrazy


Notas do Autor


οℓά gєиτє, αգυι є́ α єѕτєя иοναмєиτє! ϲοмο νοϲє̂ѕ єѕτα̃ο? ναмοѕ αοѕ яєϲα∂ιинοѕ ∂є ѕємρяє?!

●αѕ ατυαℓιzαϲ̧ο̃єѕ αgοяα, ѕєяα̃ο αѕ ѕєgυи∂αѕ є αѕ ѕєϰταѕ, єѕѕα ѕємαиα נά ϲοмєϲ̧α οκ?.

●ο нοяάяιο οƒιϲιαℓ ρяα ροѕταя є́ 12:00, мαѕ αѕ νєzєѕ αϲοиτєϲє υиѕ ιмρяєνιѕτοѕ є αϲαϐαм ѕαιи∂ο мαιѕ ϲє∂ο ου мαιѕ ταя∂є.

●ѕє τινєя αℓgυм ƒυяο иα нιѕτόяια, єяяο ου αℓgο գυє νοϲє̂ѕ иα̃ο τєинαм єиτєи∂ι∂ο, иοѕ ∂ιgα (ѕό ѕєנα є∂υϲα∂ο ροяգυє яєѕρєιτο є́ ϐοм є το∂ο мυи∂ο gοѕτα 😉).

●иα̃ο ѕє єѕգυєϲ̧αм ∂є ϲοмєиταя є мαи∂αяєм ραяα οѕ αмιgυιинοѕ τα?!

є́ ιѕѕο αмοяєѕ, ατє́ α ρяόϰιмα є ϐοα ℓєιτυяα :)

Capítulo 8 - Capítulo Oito



Ayla acordou sentindo seu corpo doendo, principalmente seu pescoço.


Levantou da maca em que estava, olhou ao redor e constatou que estava em um tipo de quarto hospitalizado. Tinha janelas de vidro liso do teto ao chão sem cortinas e logo percebeu que estava no segundo andar, viu que provavelmente aquilo não era um hospital, ainda mais quando o Dr. Cullen entrou no quarto com um olhar preocupado dirigido a mesma.


  - Ayla, acho melhor se sentar, você ainda pode estar fraca.-disse enquanto se aproximava da menina que estava parada em frente a janela.-venha querida, deite-se aqui.


Ayla resolveu obedecer e deitar na maca, sentia que se ficasse em pé provavelmente cairia. 


Enquanto Carlisle fazia perguntas sobre ela sentir dor em algum lugar, sua mente traiçoeira a levou pra bem longe daquele diálogo, o corpo dela estava ali, mas sua mente estava revivendo tudo o que aconteceu antes de tudo apagar.


Naquela hora pareceu o certo, mas vendo por outro lado agora, ela foi estúpida em querer fazer isso, ela ia decepcionar tantas pessoas.


Não Ayla, não pense nisso, você não tem que agradar à ninguém, de novo não.


  - Ayla?


  - Desculpa Dr. Cullen, o que você dizia?


  - Tem uma pessoa que quer falar com você, posso deixar entrar?


Apenas confirmou com a cabeça, estava frágil demais pra falar, tanto fisicamente quanto emocionalmente.


Esme, mãe dos Cullen's, entrou assim que percebeu que a mesma provavelmente confirmou sua entrada. Carlisle saiu dando uma beijo na testa de sua esposa e dando um olhar tranquilizante a garota.


  - Ayla, é um prazer te conhecer, ouvi muito de você.


  - Espero que somente coisas boas Sra.Cullen. -deu uma risada envergonhada pela atenção.


Esme somente sorriu simpática e parou o seu olhar no pescoço da mesma.


  - Sabe Ayla, pode me chamar de Esme se quiser. Vai ficar uma marca roxa durante algum tempo, acho que você já sabe disso. -a mais velha disse ainda sorrindo simpática, mas seus olhos brilhavam em compreensão, ela não estava julgando-a.


De repente a garota se sentiu momentaneamente sem graça por ter feito aquilo de novo e por ter dado trabalho aos Cullen's.


  - Querida, você é com certeza uma menina incrível e o motivo pelo qual estou aqui é essa marca no seu pescoço. Se Jasper não tivesse chegado a tempo, você provavelmente nem estaria aqui.-Esme se sentiu triste com isso, odiaria ver seu menino inconsolável com a perda da amada.


  - Uma vez, eu tentei a mesma coisa, mas Carlisle estava la e me impediu.-a mesma continuou a falar segurando a mão de Ayla, alterando um pouco o seu relato, era uma meia verdade afinal. -Eu tinha acabado de perder meu segundo bebê, ele não tinha nem meses direito.


Ayla viu os olhos de Esme lacrimejar, mas não desceu nenhuma lágrima. Apertou a mão de Esme em forma de apoio, ela sabia o que Esme passou, o quão triste isso era, sua mãe tinha passado pelo mesmo.


  - Mas eu não entendo, como Jasper chegou la tão rápido?-ela estava confusa, não se lembrava de ter deixado a porta destrancada ou ao menos ouviu barulho de carro.


Do outro lado da casa, os Cullen's conversavam sobre Ayla.


  - Por que o seu dom demora a agir na humana Alice?-Rosalie estava ficando cada vez mais estressada com aquilo tudo.


  - Não sei, é como se algo tivesse controle sobre a intensidade de meu dom, como uma barreira difícil de penetrar.


  - É a mesma coisa pra mim, acho que para Jasper também.


Edward já tinha tentando ler a mente de Ayla e Jasper também já tinha tentado ler suas emoções, o único resultado disso eram poucas palavras e somente uma leve sensação de paz, ela sabia manipular bem suas emoções.


Ayla era um mistério a todos e ninguém sabia decidir se isso era bom ou ruim.


  - Você devia estar absorta demais com tudo.


  - Entendo.-não, Ayla não entendia.


  - Acho que é melhor te deixar descansando, talvez alguém queira falar com você mais tarde.-com o mesmo sorriso doce, Esme piscou o olho na direção da garota.


A mesma observou a mais velha fechar a porta e mergulhou em um silêncio bom. O que ela iria fazer dali pra frente? Com que cara olharia pra todos?


Resolveu descansar um pouco, isso com certeza seria melhor do que pensar nisso.



  - Ayla?-voltou aos sentidos com a voz de Jasper abafada pela porta.


Como ela não respondeu por ainda estar meio confusa, o mesmo abriu a porta e encontrou a garota meio tímida.


  - Oi Jasper, eu...você não me pegou num momento muito bom não é?-corou ao imaginar o estado em que ele a encontrou.

 

O que ele deve ter pensado? Ver alguém tentando se matar em sua frente não é uma cena muito legal.


  - É sobre que eu vim falar. Eu queria saber a razão que te levou a tentar se matar.-ele parecia um pouco chateado e até mesmo assustado com a possibilidade de não ter conseguindo chegar a tempo.


  - Jasper, me desculpe, eu não aguentei, tudo que eu achei já ter superado, se mostrou vivo e ainda bem doloroso dentro de mim.


Só notou que estava chorando quando sentiu a mão fria de Jasper em seu rosto, enxugando suas lágrimas.


  - Eu tentei ser forte, eu não queria fazer o mesmo que minha mãe, mas foi impossível depois de tudo o que me lembrei, a sensação da perda, a tentativa de ser perfeita, as decepções que eu sofri, tudo. Eu já tinha tentado isso uma vez, por isso a cicatriz no pescoço, dói demais e para muitos é apenas um mimimi que pode ser tratado com remédios e consultas terapêuticas, mas muitas vezes, é tão forte que pode se comparar a uma adaga perfurando você, em lugares que iram te fazer sofrer, mas não morrer, é como se depois de toda perda de "sangue", depois de toda a dor, tudo ficasse pior e você simplesmente não aguenta mais, você já não é mais forte, eu não consegui ser forte, eu...eu não consegui!


Ayla já estava soluçando e sentia seu peito apertar pela falta de ar que estava causando. Jasper não sabia o que fazer, não conseguia acessar as emoções da companheira, ele só sentia uma leve dor que o mesmo sabia que nela estava mil vezes pior.


A única coisa que veio a mente dele, foi abraça-la, segurou-a em seus braços, tentando mostrar que ele estava ali com ela e ele sabia que era preciso de palavras pra ela entender isso.


E pela primeira vez depois de algo assim, Ayla se sentiu em paz, tranquila, suas lágrimas ainda desciam, mas essas eram de alívio, sentia-se bem nos braços dele e mesmo destruída, ela finalmente se sentiu em casa.




Notas Finais




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