História Mora than friends - Capítulo 2


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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Wendy, Yeri
Visualizações 21
Palavras 910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, LGBT, Orange, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, galers, a partir desse cap que a história vai se desenvolver melhor

Capítulo 2 - Promise


Seulgi estava lá em frente ao prédio de muitos andares, o qual Joohyun, ou como ficou sabendo que agora a mesma tinha nome artístico de fotografa, Irene, tinha seu mais novo loft. Esperava ajuda-la com a mudança mas foram informadas que  tudo já estava pronto para mudança. Então a visita seria para apenas aproveitarem o tempo juntas. 

 

A de cabelos escuros tomava coragem de digitar o numero do andar, respirando fundo e desejando muito que não tivessem perdido a intimidade e a liberdade que sentia quando conversava com Irene. Em sua mente viam memórias de sua infância e adolescência a qual não se desgrudavam nem por um minuto, foram confidentes e sabiam as coisas mais importantes dessa época; Primeiro beijo, a primeira vez, primeiro relacionamento... Não existia vergonha quando estavam juntas. 

 

Tocou a companhia apenas um vez e um Joohyun carregando um sorriso apareceu atrás da porta, Seulgi jurou sentir seu coração errar a batida e talvez até tivesse babado um pouco. Não acreditava como ela estava linda e tão radiante, mesmo em uma roupa casual. Seu transe foi despertado por um abraço apertado, os braços da menor envolviam seu pescoço e os seus se fizerem presente na cintura amostra pela blusa curta. 

 

— Senti tanto sua falta, bear... — Irene afundou mais o rosto no vão do pescoço de Kang, gravando em sua mente o cheiro tão familiar e que jurava ser um dos melhores perfumes do mundo. Suspirando pesado logo em seguida, com a pontada de dor pelo tempo que ficaram longe se misturando a felicidade de estarem frente a frente. 

 

— Fazem o que... dois anos desde a ultima vez que conseguiu um tempo pra ver, não é? — A mais alta sentiu o arrepio da respiração quente contra sua pele sensível, e se afastou levemente, evitando demonstrar que aquilo havia mexido consigo de certa forma. Além do seu coração batendo forte só pelo encontro. 

 

— Sim... Mas entra, aceita um vinho? Vamos conversar sobre tudo que aconteceu nesse tempo. — A menor, que tinha aparência bem mais jovial que sua idade, deu espaço a Seulgi e assim adentraram o apartamento que tinha espaços bem organizados e arrumados. Não era nada grande, mas de um ótimo tamanho para quem morava só. 

 

 

 

 

 

 

A segunda taça de vinho era aberta por Irene, que já tinha as bochechas rosadas assim como sua companhia, o álcool já demonstrada efeito em ambas. Que após horas e horas de conversa, já riam de histórias antigas e piadas que só elas entendiam. Desabafaram sobre seus relacionamentos passados, sobre trabalho... Qualquer assunto rendia ali. 

 

Seulgi estava jogada de maneira preguiçosa no sofá largo, enquanto seu copo estava novamente cheio até a metade. Bebericando um pouco a cada pausa do assunto, assim como Joohyun. A última que talvez levada pelo impulso do álcool ou ao fato de finalmente ter coragem, se sentou no colo de sua amiga. Onde suas duas pernas a prendiam abaixo de si e suas mãos foram direto ao rosto delicado, acariciando-o. 

 

— Você sempre foi tão linda, bear... JongIn foi um babaca de deixar você ir, mas isso é bom, certo? — Sua voz estava rouca, carregada, Seulgi não sabia dizer se tudo ali era efeito do álcool, mas não poderia negar que estava mexida. 

 

— É, é bom, eu acho... Você não deixa de ser grudenta comigo nem adulta. — Sorria de leve, não sabendo bem como agir naquela situação. Tinha medo de perder sua melhor amiga, que finalmente estaria de volta em seu dia a dia. 

 

— Você não deveria reclamar, ficamos longe muito tempo. — Sussurrava a menina em seu colo, em uma proximidade tão perigosa que sentia a adrenalina percorrer suas veias. Os lábios bem desenhados de Irene tão perto, o hálito quente batendo em seu rosto, seu autocontrole estava sendo jogado no lixo. — Bear... Eu quero fazer algo que sempre tive vontade. — A menor tomou impulso necessário e com a destra descendo até a nuca alheia, colou os lábios aos semelhantes. Em um selar longo, com gosto forte de vinho. 

 

 

Seulgi não tinha forças para negar, apenas se deixou levar por algo que também sempre fora sua vontade, mesmo que jamais admitisse em voz alta. As mãos que antes não tinha rumo, agora se preenchia das coxas leitosas de Bae, sem deixar de afastar seus lábios. O beijo fora aprofundado com mordidas em seu inferior e logo as línguas batalhavam por dominação. Kang se rendeu após seus fios serem puxados com certa força, e então Bae ditada um ritmo necessitado. 

 

Até o beijo ser cortado pela falta de ar e talvez a realidade ‘batendo a porta.’ 

 

— Seulgi, eu... Bem, desculpa, eu só.. Acho que bebi demais. — A coloração de seu rosto, estava próxima a cor do vinho que agora era só mais um detalhe. Desviando o olhar para um ponto qualquer que não fosse sua amiga. 

 

— Tudo bem, Hyun, nossa amizade não precisa ficar estranha e nem nada, certo? Tem muitos amigos que se beijam e também fazem... Sabe? — Sugeriu mesmo com o risco de ganhar um possível não, era melhor do que nunca tentar. Seulgi tinha sérios problemas com namoro, assim como a outra, talvez essa relação na verdade fosse o que mais daria certo na vida de ambas, sem cobrança, sem compromisso... 

 

— Isso ajudaria em nossos problemas com relacionamentos fracassados. — Riu com um tom desgostoso, se dando conta que talvez nunca fosse capaz de fazer alguém se sentir amado como deveria. Mas ainda pensativa sobre a proposta de Seulgi. — Com uma condição, bear, sem se apaixonar, promete? 

 


Notas Finais


E então


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