História Morada da Noite - HOUSE OF NIGHT - Capítulo 1


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Categorias House of Night
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Palavras 3.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
<3 *-*

Capítulo 1 - Marcada- Parte I


Fanfic / Fanfiction Morada da Noite - HOUSE OF NIGHT - Capítulo 1 - Marcada- Parte I

”02 de abril de 2008”

Eu me lembro muito bem.

Eu estava saindo do carro de uma ex-amiga da minha mãe, Genevine Gade, mãe de Karlyn, uma menina que foi doce e meiga quando criança, e que seria o meu ponto seguro quando chegasse a vida de adolescente.

Genevine sempre me dizia que o maior sonha dela quando me conheceu foi corta o meu longo cabelo negro. -Antes que eu saísse do carro, ela me puxou pelo apoio do cotovelo e disse quase sussurrando como suplica:

-Não vai dar um beijo na sua segunda mãe não?.-Ela pareceu se diverti com a minha cara de surpresa.

-É claro tia Gade.- Murmurei e fui me esticando a sua bochecha para dar um leve selinho estalado de despedida, quando ela agiu mais rápido e afogou  de leve a cabelo na região da minha orelha dizendo:

-Não se esqueça da sua tiara .-Sendo assim, ela me beijou e eu pude sentir o cheiro de baunilha que emanava do seu curto cabelo louro percebi de relance que antes de se afastar ela inalou o meu cheiro, fiquei com vontade de me afastar, mas não queria que a mesma pensasse que eu não gosto quando ela me faz carinho, e eu tenho que admitir, que amo isso, eu me sinto atraída pelo toque dela, eu nunca admitiria isso em voz alta, mais eu me sinto com uma verdadeira criança amada quando a Genevine me leva a escola, prefiro os carinho da Tia Gade do que os da mamãe...

-Você tem cheirinho de lavando, igualmente a sua vovó Redbird. -Ela se afastou e esticou a sua mão branca e delicada com unhas postiças que eu sempre quis ter para o banco de traz e tirou de lá um tiara de veludo Pink e a fiquisou na minha pequena cabeça, tomando cuidado para não arranhar a o meu rosto quando colocou uma mexa do meu cabelo atrás da minha orelha, revelando a mesma chamativa que eu sempre odiei até aquele dia, mas isso ia mudar, por causa dele...

-Tchal, minha grandona, tenha uma boa aula... e um bom dia...-Antes que ela terminasse de falar eu já tinha me virado e pulado do carro rebaixado rapidamente. De fora dava pra ver pelo vidro escurecido ela acenando para min, eu fiz o mesmo, me virei andando em passas esguios e lentos olhando para os lados da rua, e ouvindo o som de dentro do carro abafado da voz de Tia Gade tentando gritar para eu escutar:

-Lembre que hoje quem vem te buscar é a sua mãe, esteja na calçada esperando por ela se não...  –Era tarde demais, eu já estava muito longe e não daria para escutar a voz dela me alertando. O meu  ultimo pensamento antes de ver o que o destino me revelava para aquele dia comum 02 de abril de 2008  foi:

       

       ``a tia Gade é aquele tipo de pessoa que nós faz queres fugir de casa com ela pra qualquer lugar debaixo da terra´´

  Antes de chegar na calçada, escondi com uma mexa mais grosa e escura do meu cabelo a minha orelha, não queria que ninguém olhasse muita pra aquela “coisa”...

Então eu vi, o meu mundo parou, eu não sei por quantos segundo, eu até hoje me pergunto porque eu fiquei ali parada. Não sei se foi pela minha alma, pelo o meu humor daquela manhã, ou se foi simplesmente “ELA”, aquela risada que ecoa na minha cabeça quando o meu coração acelera, ela estava tão feliz, como se soubesse porque eu  fiquei paralisada. Eu queria gritar, perguntar a risada, a ela, na minha cabeça porque o meu mundo parou, mais foi tão rápido, tão bom, como um suspiro cute antes de deitar a cabeça no travesseiro antes de dormi. Do mesmo que aquele transe veio ele parou. Eu voltei ao normal

.Me dei conta que estava parada quase na calçada da escola, e apertei o passo, não muito, para me dar mais visão do que acabou de me dar um enorme choque.

Ele estava saindo de uma BMW antiga. Ele parecia brilhar, eu fiquei frustrada, ele era tão branco. Só de pensar em esta na mesma escola que aquela beldade, eu senti o transe voltar, para impedir o mesmo, (é obvio Helly) balancei a cabeça, pareceu funcionar.

 Ele passou por min, eu fiquei bem atrás dele, tendo visão bem ampla  do menino novo, tão novo, tão pálido, tão delicado, tão, tão, sei lá, nem sei sequer o nome. Mas deveria ser um daqueles nomes défices de pronunciar e que ninguém sabe como se pronuncia de verdade , como Mosiah ou Phresefone.

Ele parecia de porcelana, andava com tanta naturalidade como a de uma maré tropical, vai e vem. Como se isso fosse a única coisa importante no mundo, a naturalidade. Indo para em direção da entrada do portão da “Hight School”, sem menos se despedir da montanha de músculos e casacos que dirigia a BMW, e que vigiava da porta do veiculo o filho entrar pelos portões, bem eu não sabia se era pai dele, mais pelo jeito que ele esticava o pescoço para poder ver o veterano entrando pelos portões parecia mesmo que ele pensava que o garoto poderia quebrar o qualquer momento.

 Naquela comum dia, segundo dia  letivo de 2008, ele estava vestido como se fosse pescar, tão comum mas tão confortável, me fez sentir como uma pateta com aquela veludo bobo Pink na cabeça

 

 

‘ Naquele dia eu descobri o nome dele, e fiquei desapontada quando vi que ele era da turma do Quarta serie do fundamental, o que me deixou também chocada, ela era tão pequeno e fofo, de vista diria que faz o Segundo ano. Eu estava na Terceiro ano, pelo menos as nossas salas eram de frente uma pra outra, isso era um ponta a favor. Mal eu sabia que ia ser assim pra resto de Ensino Médio.

 Naquele dia eu também conversei com ele no recreio e no final da aula na saída, ele era tão fofo, e tinha covinha tão perfeitas que fiquei tentada a beliscar e perguntar se ela eram falsas. O que me deixou mais apaixonada era o jeito como ele falava comigo naquela época:

-Você tem-m e-mail? Eu-u tenho. Ahnn eu pensei que você quisesse  falar comigo sabe, Ahhn, conversa!  - Ele tinha cachinhos loiros, quando o vi na entrada pensei que fosse uma menina de cabelos curtos, mas claro logo de cara depois percebi que era um menino. Aquele foi, na minha vida, o única momento em que eu achei que Heart era uma menina, nem com o tamanho dele, a delicadeza e jeito baixinho de rir e a forma que ele bebia o suco de larajean* e comia o seu sanduiche era tão feminino mas eu nem levava em consideração.   (é eu fiquei olhando pra ela no recreio quando comia, tem algo contra leitor?)

O nome dele, foi tão difícil de pronunciar no começo, eu ficava com um bolo na garganta sempre que pensava em falar com ele. Então eu evitava em todas as circunstancia pronuncia-lo.

-Você é tão alta Eliné, anhh quantos anos você? Ah sabe eu vi que você faz a terceira serie e eu pensei que você era atrasada, mais eu não te achei burra, NÃO pense isso, é ahnn apenas curiosidade grandona, e você é alta e tem esse cabelo comprido, deve ter levado muitos anos pra crescer...

  Eu não fazia ideia como conversa com ele, então apenas fiquei olhando ele de pertinho. Então abaixei a cabeça para ver Heart e o seu corpanzil pequeno e baixo, o mesmo levantou a cabeça para ter mais acesso mim. Eu queria guarda a imagem do rosto dele na minhas lembranças, como se eu não olhasse pra ele naquele momento, ele fosse se dissolver, como se eu fosse esquecer ele se não olhasse com cuidado cada parte do rosto dele:   O cabelo dourado que parecia mais claro com o sol do quase meio dia, os cachinhos que terminavam quase chegando nos ombros pequenos, como os lábios eram rosados e como a pele branca dava a ele um ar tão inocente e totalmente novo pra mim. Ele era tão pequeno e contido, e estava ficando tão vermelho para um garoto albino.

``Ah, ele está com vergonha´´ me dei conta tarde demais

-Ahnn, tem algo de errado com os meus ombros, você não para de olhar. Ahn, Eliné se não quiser falar comigo eu vou entender. –Ele desviou o olhar do meu o olhou os próprios ombros pequenos e bem vestido com um casaco acolchoado, e começou a brincar com as mãos no colo:

-O meu nome...

-O que tem o seu nome, Eliné?. –Ele pareceu surpreso de repente na menção do meu nome.

-Eu me chamo “Hellyne”, você fala “Eliné”, não é assim que pronuncia, e olha que o meu nome é fácil. É “Reline” não “Eliné”.

-O meu deus, me perdoa... Eu não tive há... desculpe. –Ele pareceu ficar mais vermelho do que uma pessoa normal consegui, ele parecia um tomate. Eu tinha que fazer alguma coisa:

-Ahn, eu não quis te intimidar, eu só achei estranho alguém errar o meu nome. Não precisa ficar tão vermelho assim, você está parecendo um tomate, isso é engraçado...-Quando ele olhou pra mim eu forcei um sorriso, eu não queria parecer tão intimidadora para um pessoa com pequena e delicada...

Foi então que ele me surpreendeu, eu forçou um sorriso pra mim, foi a coisa mais linda, um sorriso tão verdadeira, mas tão tímido, ele esta voltando a cor e se levantando, por um motivo eu tive um mine infarto: POR QUE ELE ESTÁ ELE LEVANTANDO?

Ele olhava para algo além de mim, atrás, eu segui o seu olhar  e me  assustei no começo: A BMW que eu vi ele saindo de manhã estava lá , era o suposto pai dele. Ele estava de braços cruzados e olhava fixamente para Heart com uma cara muito seria para quem olha para um criança, eu dei um paço para trás, tentando ficar o mais longe daquela montanha de tensão, esbarrei de leve em Heart de  costas, o mesmo olhou pra mim e sorriu, eu tentei sorrir, mais em vez disso saiu um gargalhada de frustação, eu ainda olhei para o homem na BMW, quando ele percebeu que eu estava olhando pra ele com a maior cara de tonta e medrosa pelo tamanho dele, ele deu um leve sorriso, e eu vi, não duas como Heart, mas sim uma covinha, eu não tive duvida na hora: Ele era o pai de Heart, sem sombra de duvida.

       Heart saia  em disparada ao carro, sem olhar pra mim, ele andava com tanta rapidez para um menino tão pequeno. Quando chegou perto do pai deu um salto e se segurou no pescoço do mesmo. Mais uma prova que Heart quando criança era um bebe ambulante, o pai dele o segurou com apenas um braço o abraçando e beijando o topo da cabeço do pequeno filhote branco como um lobinho.

       O pai de Heart sussurrou algo no ouvido do filho que por questões de distancia, eu infelizmente nunca pude saber, o resposta do filho foi um gargalhada nada delicada, totalmente diferente da que ele dava no recreio quando estava correndo e brincando como as crianças normais como ele.

        O pai foi contagiado pela alegria do filho e olhou de relance para mim, parece que ele ficou satisfeito com o que viu em mim, porque riu mais alto ao me ver olhar para ele e o seu filho pequeno em um dos braços:

       Com o outro braço livre, ele pegou Heart de lado e o colocou no chão. Ajudando o filho a subir no carro alto ele fechou a parta do carro e antes de dá a volta no carro para poder ir ao banco do motorista olhou pra mim e acenou, foi bem rápido e sutil, ligou o carro e saiu para o sul da rua, pelo vidro de trás do carro puder ver o meu Mini Heart dá um Bye Bye frenético, eu  abri um sorriso, e vi o carro desaparecer no horizonte.

      Poucos minutos depois ou segundo, eu não me lembro bem, a minha mãe chegou, ela vinha trazendo os meus irmão e a filha da titia Gade, naquela noite eu durmi na casa da Karlyn e fizemos um festa do pijama, eu não contei sobre Heart, eu não queria que ela soubesse da existência dele,  mal eu sabia, que aquele pensamento, estava criando um novo rumo para a minha alma e a do amor da minha vida...

 

   01 de outubro de 2017, faltando 5 minutos para fechar os portões de Hight School

       >>DIAS ATUAIS<<

-Meu DEUS Helly, você não tinha outra pessoa para ficar depois da aula não? –Karlyn foi mais legal quando criança, bons tempos...

-Eu não tenho culpa que temos que evacuar a escola 5 minutos, essas pessoas parecem que evaporam quando o sinal toca.

Eu sou apenas uma garota normal, de 16 anos que dirige um Fusca Mercedes Benz. A minha mãe não dá a mínima pra mim, os meus irmãos são duas caras, a minha melhor amiga me apunhala pela costa, sempre, o que de diferente pode acontecer comigo? A única coisa que eu odeio é ser obrigada a entender matemática e tenta entender geometria, sem falar em tira notas boas, porque agente não pode escolher apenas uma matéria legal, como ciências ?. O meu padrastotario colocou todos da  minha  casa contra mim, a minha mãe me colocou de escanteio a 5 anos atrás, quando se casou com um homem do Povo de Fé.

 Esses são os meus problemas, sem falar no Heart  fazendo besteira, e perdendo aula, nós amamos dês de criança prometemos nos casar, fizemos os nossos votos em segredo. Será que é assim? Amar uma pessoa quase a sua vida toda, e no fim do Ensino Médio terminar tudo?

Preciso resolver isso com o meu quase-ex-namorado logo, antes que saia do controle e a gente não tenha mais solução, mas não vou fazer isso agora, tenho que terminar o que eu comecei...

-É bem simples, é só você me acompanhar até os armários, eu só vou pegar o meu livro de matemática que eu esqueci de levar pra casa, preciso estudar pros simulados, se não o meu padrastotario vai ficar no meu pé. –Aquele idiota.

-Tá...- as vezes eu me pergunto se Karlyn gosta de mim mesmo...

   Quando chegamos ao corredor dos armários, estava tudo apagado, usei o luz do iphone da Karlyn para enxergar. O proposito de karlyn era ficar velando as minhas costas, pelo caso de alguém nos pegar, foi até o fileira do meu armário, quando algo se mexeu no escuro. Eu forcei o vista e percebi o que era, era uma garoto, ele estava de moletom de capuz preto mas isso não foi o que me fez não percebe-lo, era porque estava de cabeça baixa, e pareceu se camuflar.  Eu fiquei confusa no começo, o corredor estava totalmente escuro, porque ela esta ali ?

Eu fui até ele para perguntar se ele precisava de ajuda quando o meu mundo parou:

-Você precisa de ajud... –Ele levantou as palmas das mãos e eu vi, eu congelei. As tatuagens de uma Vamp rastreador. Ele iria transforma alguém em ‘novato. Ele era um ‘Rastreador.

Eu queria gritar, fugir, morrer, mais algo dentro de mim aceitou por uma segunda ideia de ser rastreada... A voz dele era tão bela, tão ampliada, ele sussurrou as palavras, mas ela vieram para mim e entraram pela raiz dos meus cabelos e foram tremendo ate os  meus pés

-Quem precisa que ajuda é você... se não entrar em contato com alguma Morada da Noite em de 24 horas vai virar morrer... –Ele terminou de falar e levantou a cabeça, revelando as tatuagens na testa de vampiro, e os dentes translúcidos.

          Ele estendeu a mão com as marcas do que ele era e tocou a minha testa, no mesmo instante, eu senti um dor que foi como se o simples toque dele me tivesse perfurado a cabeça. Levei a mão ao meu da testa onde ela havia tocado e gritei ao sentir o sangue pulsar.

      Sai correndo e fui ao encontro de Karlyn correndo e gritando: emoções pulavam no meu peito, raiva, dor, angustia, MEDO do que vinha pela frente... Eu sabia o que vinha...

       -Karlyn, SOCORRO, o que está acontecendo comigo? –Quando ela olha pra mim ela quase ficou branca...

-Meu, deus, você ? não pode ser...

                   Foi ai que eu vi a minha melhor amiga sair correndo:

Que ótima melhor amiga eu tenho. Com uma dessas quem precisa de inimiga.

Deixei cair o iphone da Karlyn no chão, quando o fleche ativou e tirou um foto minha:

          Meu abaixei para pegar o aparelho tremendo de medo, quando disquei a senha e foi a galeria para ver o resultado do fleche, eu gritei em altos pulmões:

-NÃOOO!!!

                 A foto revelava a minha testa branca fora do normal, eu parecia uma fantasma , a minha testa sagrava como se eu tivesse levado uma facada na mesma, no meio das minhas sobrancelhas pretas, esta ela. A Marca em forma de Lua Crescente de cor azulada safira, e uma pequena lagrima foi capitada pela câmera saindo dos meus olhos castanhos.

       A ultima coisa que pude ouvir antes de cair dura no chão foi a risada do rastreador desconhecido. Ele riu de mim com sarcasmo e gritou quando o meu mundo escurecia e eu tombava no piso escolar.

  -Esses novatos idiotas, uma mine tatuagem e eles pensam que o mundo acabou... HUMANOS IDIOTAS...

            Assim eu apaguei, e o meu ultimo pensamento foi:

“ Se eu não tivesse pegado Heart fugindo da escola, eu teria tempo de ter pego o meu livro...”

‘Enquanto o meu corpo ia perdendo a força, eu ouvi uma melodia, mas não era uma musica, era como um canto, uma oração, um rito... Era “ela”...’

                                                             “... O minha pequena, finalmente chegou, as responsabilidades voltam, a alma renascia, a vida acaba, e outra começa.  A marquei como minha já em seu doce e primeiro respiro...  Minha, minha por direito, do berço até o ultimo suspiro...  Minha, minha juraram as tuas forças...”

 

E ai eu apaguei...

 

 

 

Continua*****************************

 

 


Notas Finais


>>> PORQUE HOUSE OF NIGHT ?<<<
Eu amo romance, e atualmente a minha escritora favorita é a P.C Cast. Alem de amar a forma que ela descrevi senas simples, e até em simples beijo, eu estou mergulhando em seu mundo com a serie " Deusas". Ela teve um sucedido trabalho com a sua filha "Kristin Cast". Uma serie que fala sobre a vida de uma adolescente chamada Zoey.
A serie House of Night foi feita em 2008, mas ainda conquistar adolescentes até hoje, exemplo: Eu.
Hellyne e Zoey não são a mesma pessoa, eu não queria que a Fic fosse igual a historia da P.C. Então, lugares,nomes, fatos, pessoas, personagens e escolhas foram drasticamente mudadas. A historia real tem 13 livros, eu estou no livro numero 9 da serie, "Despertada", mas garanto que quero levar a Fic além, não gostei de inúmeras atitudes da Zoey a protagonista da serie, mas como uma boa Vamp que sou, eu irei mudar isso em minha Fic.


.......Espero que gostem. Beijos.......


Misa A.A


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