História Morango e Menta - Changlix - Capítulo 7


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Changlix, Minsung, Stray Kids, Woochan
Visualizações 1.081
Palavras 1.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá, eu sou outsiders e seja bem vindx a mais um capítulo de M.E.M.

como vão? eu vou com sono.
capítulo não betado, terminado agora e... sei lá, só aproveitem.
vou responder os comentários do último capítulo daqui a pouco.
vão dar view em My Pace!

boa leitura!

Capítulo 7 - Sorvete de Creme de Leite - Capítulo sete;


— Como é estar apaixonado?

Eu e meus pais estávamos na cozinha jantando. Eu passei o jantar inteiro quieto, até então.

Eu nunca estive apaixonado antes. Já fiquei com algumas poucas pessoas, beijei muitas bocas, mas isso não quer dizer que um dia eu estive apaixonado e querendo algo sério. Não! Até porque, nenhuma das pessoas que eu tinha ficado queria algo sério. Então querer saber como era, seria, com certeza, algo que me deixaria menos confuso.

— Por quê? — perguntou minha mãe me encarando, já com um sorriso ladino — Está gostando de alguém, menino? — minha mãe sempre teve o costume me chamar de “menino”, mas de uns tempos para cá, ela tinha parado de me chamar dessa forma.

— Eu não sei, ‘tô confuso! — respondi, largando meu garfo e me encostando na cadeira.

— Primeiro de tudo; você tem que saber que, estar apaixonado, é diferente de estar amando! — falou meu pai, chamando a atenção — Às vezes a pessoa se diz estar “amando” a outra, mas está apenas apaixonada. Depois de sete ou oito meses, esse “amor” acaba. Era algo momentâneo. Como sua avó dizia: isso é apenas um cio, onde logo depois você vai sair ferido... — meu pai sorriu, se levantando de sua cadeira e logo se sentando ao meu lado — Na época em que eu conheci sua mãe, eu fiquei interessado nessa. Corria atrás igual a um cachorro no cio dizendo que estava apaixonado por ela... — olhou minha mãe — Conhecendo sua mãe, dá pra ver que ela com certeza me ignorou em todas as investidas. Eu só queria algo com ela, nunca tinha passado na minha cabeça que iríamos chegar onde estamos. Nunca imaginei um futuro com ela, isso naquela época. Como eu disse antes, eu estava afim dela, isso também é algo momentâneo. E de tanto ela me ignorar, de ir atrás dela, eu comecei a conhecê-la melhor. Sua personalidade, carisma, defeitos e qualidades. Comecei a querer tratá-la com carinho. Escutá-la sempre, ser o amigo dela. Assim como ela deixou de me ignorar e me deixar se aproximar.

— Tá, e o que isso quer dizer? — perguntei, não entendendo o que meu pai queria falar.

Não sei... — fez uma careta, logo sorrindo — Só queria te contar isso mesmo!

— Pai! — o encarei.

— Só coloque seus sentimentos em ordem. Pensa no que tá sentindo. Não quero meu garoto chorando depois! — falou dando um tapa na minha nuca e logo depois bagunçando meu cabelo.

Sinceramente, eu não entendi porra nenhuma do que meu pai quis dizer. Não agora. Quem sabe mais tarde eu entenda.

— Mas, quem é a pessoa? — perguntou minha mãe.

— Depois eu conto! — respondi, sorrindo lembrando da tarde que tive com Changbin.

Minha mãe revirou os olhos. Meu pai riu, arrastando seu prato até onde estava, não querendo sair do meu lado.

Nós terminamos de jantar. Tive que lavar a louça por não ter contado para minha mãe quem era a pessoa. Logo me despedi de meus pais que estavam na sala assistindo algo na TV, e fui para meu quarto, me banhando, vestindo meu pijama de bolinhas, que mais parecia um roupa de palhaço e me jogando na cama.

Agarrei meu polvo, sentindo o cheiro impregnado de meu hyung nele. Não muito tempo depois, meu pai entra no quarto, me olhando encostado na porta, logo andando por meu quarto olhando minhas coisas. Pegou um de meus mangás e se jogou ao meu lado folheando livro.

— Ele beija bem? — me perguntou, fazendo eu franzir o cenho e logo me encolher de vergonha — Por que você acha que eu fiz aquele joinha? Vocês podem não ter entendido mas aquilo foi por causa do estrago que vocês fizeram se beijando. Cabelos bagunçados, cheios de farinha, respirações ofegantes, como se tivesse corrido uma maratona. Bocas vermelhas... — jogou o mangá em meu criado-mudo, cruzando os braços em cima do peito. E então riu soprado — Sejam mais discretos, sua mãe tinha ficado puta com a bagunça e não percebeu.

— Nunca tinha ouvido o senhor falar palavrão! — falei, cobrindo meu rosto com o polvo, deixando apenas meus olhos amostra.

— Não quero ir pro hospital com a cabeça quebrada por causa de um vaso de flores... — falou, me fazendo rir — Changbin parece ser um bom menino. Não só parece como é. Se amigou rápido com a gente... — pegou o polvo de mim começando amassá-lo.

— Para! Não amassa o Robert! — pedi tentando pegar minha pelúcia de volta, mas meu pai abraçou Robert, cheirando o topo da pelúcia.

— Pergunta pro meu genro aonde ele comprou esse perfume, gostei! — colocou o polvo em minha cabeça e se levantando da cama — Só se comam logo! — e saiu do quarto correndo fechando a porta, quando eu ameacei jogar Robert.

Abracei minha pelúcia de novo, sorrindo igual um idiota enquanto olhava para a porta. Meu pai abriu a porta de novo, colocando apenas a cabeça para dentro, sussurrando um “Eu te amo”, antes de desligar a luz do quarto.

— Eu também! — sussurrei me cobrindo e logo pegando no sono.

Eu estava, literalmente, me arrastando pelos corredores da escola. Se existe uma pessoa mais preguiçosa do que eu, eu não sei só existe.

A vontade pedir para alguém me carregar até minha sala e pagar pelo esforço é muita, mas eu só tenho o dinheirinho do lanche. Não vou gastar. Senti alguém segurando minha mão e dando um beijinho em minha bochecha. Olhei para pessoa ao meu lado. Era Changbin.

— Me carrega! — falei chamando sua atenção.

— O que eu ganho se te carregar? — me perguntou soltando minha mão.

— O que você quiser, mas que não faça eu ficar com fominha depois! — respondi, vendo Changbin tirar sua mochila e colocá-la como se fosse aquelas “bolsas” canguru que carrega bebê no peito. Sorri subindo em suas costas.

— Que leve. Você não come não? Vou precisar dar um de bruxa de João e Maria e te engordar? — perguntou, começando a caminhar.

Deitei minha cabeça em seu ombro, murmurando um “uhum” enquanto fechava os olhos.

Nós não falamos mais nada. Changbin me carregava, sempre apertando minhas coxas para não me deixar cair. E quando eu menos percebi, já estávamos na frente da minha sala, vulgo uma das várias portas para o inferno.

— Desce! — pediu, neguei com a cabeça — Desce! — pediu de novo, mas não desce — Desce ou eu te jogo! — e então eu mordi seu pescoço, logo descendo — Puta que pariu, Félix!

— Sou um gato revoltado! — falei empinando o nariz — Porém muito educado, então, obrigado por me carregar, Seo. Mas o que você quer em troca? — perguntei.

Changbin se aproximou, me puxou para mais perto dele e me deu um selinho.

— Ainda não disse o que queria, te falo mais tarde! — e saiu correndo igual um retardado me deixando parado na porta da sala.


Notas Finais


eu não confio nesse "não sei" do pai do félix.
me desculpem os erros, vou corrigir assim que possível, rs.

até!
XOXO~


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