História Morda-me, Querida - Capítulo 23


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora, em breve novas aventuras de Elizabeth Joanne. :)

Capítulo 23 - Mate o unicórnio!


A noite chegou e com ela veio à certeza das minhas desconfianças. Estava muito frio e começou uma forte ventania. O olhar gélido de Denise era de total interesse. A bruxa sorriu e voltou para o quarto.

- Agora é só esperar um pouco e tudo estará em minhas mãos. Ah! As coisas já estão em minhas mãos! – Disse a bruxa.

A lua sangrenta destacava-se sob o céu estrelado. A Delegada Ângela Mangabeira pegou a garrafa de conhaque e serviu-se de um copo.

- Esta cidade realmente tem suas peculiaridades. Não fica tão distante assim de Urucubaca, literalmente. – Afirmou a Delegada.

Clarisse correu da ventania e entrou em sua casa. Denise ouvira seus passos e ficará em completo silêncio.

- Meu coração bate tão forte por aquele homem. Albert... O que tanto você tem para me deixar desse jeito? – Questionou Clarisse.

Denise saiu de seu quarto e bateu no quarto da filha.

- Ainda acordada Clarisse? – Questiona Denise.

- Já estou indo dormir mamãe. Não precisa se preocupar comigo. A Elizabeth não está no quarto. – Disse Clarisse.

- Sua prima não está? Onde será que ela possa ter ido? – Questiona Denise.

Na pensão. Sarah Toledo lavou seu rosto depois de um longo dia. As palavras do Prefeito Geraldo ainda estavam em sua mente. Sua preocupação estava cada vez mais forte.

- Ninguém pode descobrir. Ninguém pode descobrir que sou a Sarah Toledo! – Disse a jornalista.

Ouviu-se batidas na porta e ela permaneceu quieta. Era Deodora que levara um pouco de chá para Cecília.

- Fiz um chá para se acalmar! – Disse Deodora.

- Não precisava se incomodar. Eu disse que estou melhor. – Respondeu Cecília.

- Com a saúde não se brinca! – Respondeu Deodora com um sorriso.

Albert se aproximou da janela de seu casarão e espiou a rua rapidamente. Seus olhos se arregalaram. Ele viu um cavalo branco correr pela praça e depois percebeu que o animal possuía um chifre.

- O que será que está acontecendo? – Questiona o Vampiro.

Toni estava em sua cabana e também ouviu que o animal passava por perto. A fogueira do lado de fora ainda estava acesa. Ele trancou a porta e confirmou que sua arma estava no local onde havia deixado.

Maria Regina estava ajoelhada diante do altar. Joana viu o estado da mãe e entrou em seu quarto. Celso estava lendo um livro na cama.

- A mamãe está sofrendo bastante! – Disse Maria Joana.

- É difícil para ela... Perder duas filhas ao mesmo tempo! – Disse o rapaz.

- Ela ainda tem a mim! – Disse Joana.

- É melhor você ir para seu quarto. Não fica bem. Ainda não nos casamos oficialmente. – Pediu Celso.

Sarah Toledo percorreu uma parte da floresta e se aproximou da cabana de Toni. Ela bateu na porta várias vezes e o rapaz ouviu.

- A senhorita por aqui? – Pergunta Toni.

- Meus instintos me levaram até aqui. Talvez eu precisasse de um ombro amigo. Incomodo? – Questiona Sarah.

- Não... Sua presença até me agrada! Às vezes me sinto muito sozinho. – Respondeu Toni.

- Então... Eu posso ficar? – Questionou Sarah sabendo da resposta.

Denise desceu ao sótão. Ela começou a mexer no caldeirão e deu uma gargalhada.

- Mate-o! Mate-o! Mate o unicórnio! – Disse a bruxa determinada.

 

Continua...

 

 

 



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