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História More And More (SaTzu) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oii gente!! Bom... Esse e minha 1° Fanfic de yuri, eu já escrevi uma antes porém flopou(😭). Agora estou trazendo uma fic da Satzu (as duas são minhas bias). Sou fã da Twice e pensei em fazer a desse shipp. Boa leitura! Se puderem pfv me sigam. Obg😘

Capítulo 1 - Desejo Você (Hot)


Fanfic / Fanfiction More And More (SaTzu) - Capítulo 1 - Desejo Você (Hot)

Eu sou Tzuyu, tenho dezessete anos e estou no terceiro ano do ensino médio. Quando eu tinha onze anos meu pai morreu em um acidente de carro, desde então minha mãe cuida de mim. Não perdi apenas meu pai, também perdi uma grande amiga quatro meses depois, dessa vez ninguém morreu, apenas mudou de país já com seus pais. Penso nela todos os dias, já conversamos poucas vezes pela internet, Mas queria ter tido mas contato com ela, espero um dia Vê-la novamente. 


 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐚𝐲, 7:00𝐚𝐦 


 (𝐓𝐳𝐮𝐲𝐮 𝐨𝐧)


Abro meus olhos com a luz do Sol. Amo a sensação da luz entrando pela janela, me levanto lentamente e abro as janelas. olhando o céu limpo, ainda estava amanhecendo porém a sensação do nascer do Sol era incrível. Mas sentia uma solidão no peito, algo que faltava, fazia muito tempo que sentia isso já estou acostumada com essa dor. 


Vou até o banheiro pra fazer minhas higienes, depois de terminar meu banho vou até meu guarda roupa e procuro meu uniforme, então eu lembro que hoje e o dia de descobrir quem e o novo diretor da minha escola, me visto e desço. Encontro minha mãe fazendo o café da manhã. 


𝙈ã𝙚:— Bom dia filha! Dormiu bem?


— Sim mãe. (Digo cabisbaixa, lhe deu um beijo em seu rosto).


𝙈ã𝙚:— Aqui estão as panquecas. (Disse colocando o prato na mesa). —Aliás, lembra da sua amiguinha de infância... esqueci o nome dela... Que vocês ficavam grudadas pareciam até namoradinhas... Lembrei! A Sana! Então, ela ligou pra cá disse que daqui a pouco vai passar aqui pra vocês irem juntas pra escola. 


—Hã?????????? COF COF!!!!!!.

 (Me engasguei com as palavras da minha mãe).


𝙈ã𝙚:— MEU DEUS!!!! Tzuyu você está bem???? (Veio correndo com um copo de leite na mão). — BEBEE!!! (Disse literalmente me fazendo engolir o líquido).


—PARA MÃE! Eu tô bem!! (Falei tentando recuperar meu fôlego). — Quer me matar?? 


𝙈ã𝙚:— Desculpa filha, achei que ia morrer.


— Realmente! você iria me matar com esse copão de leite! (Ela me olhou seriamente).  


𝙈ã𝙚:— Bom, já que não morreu termine de se arrumar e espere a Sana. Seja educada com ela! 


— OK! (Bufei). 

••••••••••••••


Aguardei a chegada dela de frente do portão de casa, eu esteja extremamente ansiosa pra vê-la. Fazia tanto que eu não via a Sana, ela tinha voltado pro Japão junto com os pais dela já como eles não gostaram muito de morar aqui em Taiwan por causa da cultura que e bastante diferente da japonesa. 


Eu estava olhando pros carros passando, quando sinto alguém me tocando. Viro meus rosto para algo extremamente belo, sim! Ela estava mas bonita do que nunca, eu seguia ela nas redes sociais, porém pessoalmente era mas linda.


𝙎𝙖𝙣𝙖:— OH MEU DEUS!! Tzuyu como você está gostosa! (falou me agarrando pelo cintura). — Quando você cresceu desse jeito? Tá parecendo um bambu. (Deu risada). 

Eu fiquei extremamente constrangida, como assim... "gostosa"? 


— Hã... Oi Sana, como você mudou... (Encarei aquele rosto fofo e sorriso enorme). — Como tem passado? Seus pais estão bem?


𝙎𝙖𝙣𝙖:— TZUYU!! (gritou). — Para de ser tão formal! somos amigas não precisa disso tudo. 


—OK... Então vamos? (falei tímida).


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Claro! Vamos? (Disse estendendo a mão esquerda pra mim). 


 (Ignorei sua mão, e fui andando, com ela logo atrás de mim).

••••••••••


Quando chegamos na escola, grande parte dos estudantes olharam fixamente pra Sana... principalmente os garotos. Um deles chega a morder os Lábios.


 Agora que eu reparei que a saia dela estava menor, isso provavelmente será um futuro problema pra ela, não quero que alguém brigue com ela. 


—Sana... (Falei olhando em seus olhos)


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sim? ( Me encarou novamente, olhei para baixo).


— Eu não quero ser inconveniente porém, sua saia está um pouco curta e não quero que seja desconfortável pra você, mas aqui na escola temos regras e uma delas e a saia um pouco mas pra baixo... (Disse olhando pra suas coxas que estavam a mostra).


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Entendo que está preocupada comigo Tzuyu, mas acho que não há problema para mim usar a saia um pouco mais curta. (Falou com um sorrisinho de lado).


— ... Mas está na regra! (Falei um pouco alto).


(Então ela se aproximou do meu ouvido e disse). — Meu pai e o novo diretor da Escola... Tzuyu. (Falou rouca e mordeu a ponta da minha orelha, que me fez arrepiar). — Então... eu faço o que eu quiser. 


Fiquei sem palavras com sua atitude, não sabia como agir, estava extremamente vermelha e nervosa. Olhei pros lado e todos já haviam ido pra suas salas estava apenas eu e Sana no corredor. 


Fui correndo pra minha sala, deixando Sana lá. Entrei e sentei na minha cadeira que fica no fundo da classe. 

Eu estava com a respiração a mil, não sabia o que fazer, sinto que estou molhada, algo que nunca havia sentido antes... Eu estava excitada.

•••••••••


As primeiras aulas tinham acabado, porém, temos o intervalo e terei que encarar a Sana. Não sei exatamente o que está havendo comigo... mas o jeito como ela estava vestida me deixou tensa. Talvez seja pelo fato de eu nunca ter visto alguma garota de saia curta.  


Fui em direção ao refeitório, e me deparei com uma cena que raramente acontece já como minha cultura e extremamente preservada, e machista. Sana estava com as pernas de um modo que de longe qualquer um avistaria sua calcinha... Fiquei alguns segundos olhando aquela cena, subo meu olhar para a garota... ela estava me encarando mordendo os lábios. Em questão de segundos meu corpo ficou quente, e minha respiração pesada, rápidamente olho pro outro lado. 

𝘖 𝘘𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵á 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘪𝘨𝘰? 



  (Tzuyu off)

        •••

   (𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧) 


Acho incrível como os anos passaram-se mas Tzuyu continua a mesma garotinha envergonhada de sempre, não imaginava que aquela criança se tornar-se um mulherão desses. Quando voltei pro Japão muitas coisas mudaram, e outras eu descobri... uma dessas coisas foi minha tesão por mulheres, acho incrível como relação entre homens e mulheres e tão diferente, principalmente na cama. 


Eu sempre tive tudo o que eu quisesse, principalmente sexo, eu decidia com quem eu iria passar a noite... ou dia. Mas agora que eu voltei pra cá percebi que perdi muitas coisas, uma delas foi a Tzuyu, quando éramos mais novas ficávamos grudadas, aliás quem foi que tirou o bv dela fui euzinha. Ela pode ter ficado fria mas tá na cara que quer chupar buceta. (Penso isso enquando vejo ela olhando pra mim sem graça). De repente ela vira o rosto, aproveito que ela não está olhando e vou em direção ao banheiro. 


Ando até o corredor quando me deparo com alguém que eu odeio... 𝘮𝘦𝘶 𝘱𝘢𝘪... 


𝙋𝙖𝙞:— Fiquei sabendo de uma aluna que está usando saia extremamente curta. (Disse com olhar de deboche olhando pra mim). — Então e você. (apontou pra minha saia). 


— Qual problema? e apenas uma saia. (Falei com desprezo). 


𝙋𝙖𝙞:— Não é apenas "uma saia" você sabe bem que esses adolecentes não podem ver uma garota que já querem fazer coisas indevidas. 


— Agora a culpa e minha que eles são punheteiros? (Falei com tom de deboche). 


No mesmo instante senti um tapa forte em meu rosto. Caí no chão, senti apenas gotas de lágrimas escorrendo pelo meu rosto. 


𝙋𝙖𝙞:— Cuidado Sana, não quero ver filha minha usando linguagens de puta. 


— Vai se fuder, seu desgraçado. (Disse com ódio).


𝙋𝙖𝙞:— Escuta aqui sua vadiazinha ( Apertou meu pescoço). — Você mora na minha casa, come da minha comida, e sobrevive do meu dinheiro. Caso você ache que tem liberdade pra usar essa boca pra falar imundície suma da minha vida, nessa escola não irei te tratar como filha, você só e mais uma dessas putinhas que correm atrás de macho. Caso me desrespeite irei transformar sua vida em uma inferno. (Largou meu pescoço com brutalidade). 


Escuto a voz da Tzuyu gritando meu nome. Eu já estava chorando pelo acontecido, meu pai já tinha saído de lá. Mas continuo chorando, ele sempre foi escroto desde quando eu era pequena, sorte que minha mãe se separou dele, porém ela casou com outro e me abandonou com ele. 𝘪𝘯𝘧𝘦𝘭𝘪𝘻𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦. 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— SANA!! Você está bem??? (Disse me abraçando com força). 


Eu não tive coragem pra falar nada, só ficar alí abraçada com ela. O jeito como ela me deixava aconchegada nela era reconfortante, pouco a pouco minhas lágrimas secaram, e a Tzuyu continuou ali comigo. 


 (Sana off) 

      •••

 (𝐓𝐳𝐮𝐲𝐮 𝐨𝐧) 


Eu não sabia o que falar, só sabia que ela não estava bem, não estava feliz... 𝘱𝘳𝘦𝘤𝘪𝘴𝘰 𝘢𝘫𝘶𝘥á-𝘭𝘢. Tomei coragem e perguntei: 


— Sana... eu sei que você não está bem, mesmo fazendo tempo que não ficamos 

unidas como antes quero cuidar de você, quero ficar próxima de você. (Sequei suas lágrimas). — Se você quiser... pôde ficar um tempo em minha casa, minha mãe fica a maior parte do tempo no trabalha tenho certeza que não irá se preocupar. Sana me encarava com olhar de esperança, como se estivesse me pedindo ajuda.


 (Fiz carinho em sua bochecha). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sério mesmo? 


—Sim! (Falei com afirmação, ajudando-a se levantar). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Muito obrigada Tzuyu!! (Me abraçou com força, e me deu alguns beijinhos no rosto). 


— Ok... volta pra aula... Não quero que fique com problemas no seu primeiro dia. (Falei corada). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— pode deixar... Aliás você fica muito fofa vermelha da vontade de fuder, Bye. 


Eu não sabia como reagir, não me movi... como assim vontade de fuder... oh meo Deus!!!!! Ela tem que parar com esse tipo de brincadeira. 


•••••••••


Depois de tudo que houve hoje o melhor era ir pra casa com a Sana. Fui até a porta de sua sala pra chamá-la. Vi que ela estava sozinha próxima de sua mesa. 


— Vamos? 

(Perguntei observando a garota) 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Só um estante... 

(Ela se aproximou de mim, me pretendo na parede). 


— O que você está... fazend*... (Sinto meus lábios sendo preenchidos). 


Exatamente! estávamos se beijando. Eu não sabia como reagir no começo eu tentei fugir, mas não adiantava muito... eu queria aquilo. Mas eu não podia talvez ela só estivesse fazendo isso por causa de mais cedo, ela está agindo por impulso. No mesmo instante que percebo que e errado, empurro ela para longe. 


— Não podemos fazer isso.

 (Falei limpado minha boca). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Por que não?

 (Olhou com indignação). 


— Você está agindo por impulso... 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Tzuyu... (puxou meu braço). 


— Não! Você não sabe o que está fazendo conheço bem seu tipo, você e igual um livro em branco... não tem sentimentos. (Fui em direção a porta). — Caso ainda queira irei lhe esperar no corredor para irmos pra minha casa, se não quiser ir o problema e todo seu, não sou boazinha. (Saiu da sala). 


••••••••


Não acredito que eu disse aquilo pra ela, fiquei com tanta raiva que falei aquilo... Não tive empatia nenhuma com ela, eu deveria ter pensado antes de agir por impulso. Sana precisa de ajuda, e eu falei aquilo sem pensar, preciso pedir desculpas a ela. 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Vamos? 

(Perguntou com sorrindo). 


— Hã... Sim... 

(Falei com vergonha). 


Como ela consegue? Eu simplesmente fui babaca, e ela sorri pra mim! Não entendo o porquê dela fingir. 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Tzuyu... Eu gostaria de pedir desculpas, fui errado em ter beijado você. (Me encarou). — Você está certa, não deveria ter feito aquilo, espero que isso não mude nossa relação. 


— Está tudo bem Sana, Só não faça mas isso. ( Falei com tom sério). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Então... Você me perdoa? 


— Sim, mas não faça isso de novo. 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— OK! Mas caso você me beije eu irei deixar (piscou para mim) — Eu estou com fome. 


— O quê você quer comer? (Perguntei). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Você! (Riu). — Brincadeira! Mas e sério tô com fome. (Fez bico). 


— Já vamos chegar em casa, tenha paciência. 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sim senhora! (Falou com tom deboche). 


Revirei meus olhos e continuei andando com ela ao meu lado. 


Quando chegamos na porta de casa, peguei a chave e deu espaço para que ela passa-se, mas no instante que ela fui atravessar, senti que ela roçou próxima da minha virilha. 


Fiquei vermelha pelo ato, mas percebi que não foi de propósito já como o espaço era pequeno. Enfim em casa! Olhei para o sofá da sala que estava bagunçado. 


— Não ligue pra bagunça, eu sempre esqueço de arrumar. (Fiquei sem graça) 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Está tudo bem! Gostei de sua casa... Mal vejo a hora de conhecer seu quarto. (Sorriu, mas sua voz foi malíciosa). 


Como assim meu quarto? WTF? 


— Obrigada... Então está com fome? (Indaguei)


 𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sim! 


— Irei ver o que tem na geladeira... Aliás, terei que ligar pra minha mãe perguntando se tudo bem você ficar aqui, ok? 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Ah Claro! 


Entrei na cozinha, peguei meu celular e liguei para minha mãe: 


— Mãe... A Sana pode dormir aqui? 


𝙈ã𝙚:— Claro filha! Acho muito bom você não ficar sozinha. 


— Então... Quando a senhora vai voltar pra casa? 


𝙈ã𝙚:— Talvez amanhã de manhã. Não se esqueça de arrumar a sala moçinha!  


— Sim senhora, aliás... (Vi que na geladeira só tinha água e garafas de sua de laranja). — Bem que poderia passar no mercado, a geladeira está praticamente vazia. 


𝙈ã𝙚:— Ash! Quem que você me lembrou disso! Quando acabar meu plantão irei passar no mercado antes de voltar para casa. Agora preciso ir tenho uma emergência. 


— tchau mãe! 


𝙈ã𝙚:— Tchau meu amor, se cuida! 


•••••••• 


— Sana!? (Chamei ela). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Oi? 


— Você se incomoda de comer lamen? (Fiquei com receio). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Claro que não! 


Fui em direção a cozinha colocar a massa do lamen pra cozinha, enquanto isso cortei os legumes. Até que sinto minha cintura ser agarrada... pela SANA! 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Precisa de ajuda? 

(Falou próxima do meu ouvido). 


— Não... Precisa. (Disse já ofegante). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Certeza? ( Senti ela beijando meu pescoço). 


— Para... Com... Isso (Acabei gemendo). 


 𝙎𝙖𝙣𝙖:— Pode deixa... (Beijou meu pescoço). 


Fiquei sem palavras por causa de sua atitude... Não sei o que está acontecendo com ela, aparentemente está levando para o lado sexual... Isso me deixa tensa, porque também estou desejando ela... Mas agora não e o momento, preciso ajudá-la. 

Quando terminei de cozinhar, chamei ela para comer. 

Mas o clima estava tenso, como se eu estivesse com medo dela. Até que ela diz:


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Não se preocupe Tzuyu, não vou fazer nada que não queria. (Disse sínica). 


— Você tem que parar de agir assim, seu pai lhe deu um tapa, e a única coisa que faz depois e querer me beijar? (Falei com raiva). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Entendo que foi aleatório, mas não quero pensar em meu pai agora... Já estou acostumada com ele sendo escroto dessa maneira... Mas esqueça isso, agora eu quero pensar em você... Tzuyu, você não sabe como eu pensei em você em todo esse tempo que ficamos separadas. Se você soubesse como senti sua falta, teria mas consideração por mim. (Mordeu meu lábio). 


— Sana... Eu também senti sua falta, sempre fomos grudadas, porém você foi embora e eu fiquei sozinha, ajudei minha mãe a superar a morte de meu pai, e todo o sofrimento que ela viveu enquando ele estava vivo... Foi difícil para nós duas, sofri mas ainda com sua partida pra Osaka, pensei em você todos os dias. 

 

Eu já estava emocionada, aconteceu muitas coisas em minha infância que tive que superar. Depois que Sana voltou pro Japão, passei por mudanças infelizmente. Ainda lembro das vezes que fiquei no intervalo sozinha, e quando eu sentia vontade de brincar com alguém me excluíram, ainda tive que lidar com o bullying por não ter um pai. Minha infância não foi fácil, mas sempre recebi amor da minha mãe, acho que isso me deixou com esperanças de continuar. 


Ficamos em silêncio durante a refeição, Sana estava calada mexendo em seu celular, e eu fiquei observando o quanto ela mudou, principalmente sua personalidade. 𝘋𝘦 𝘢𝘯𝘫𝘰 𝘴ó 𝘵𝘦𝘮 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘢. Depois que terminamos de comer, começamos a conversar sobre a vida dela no Japão e todos os acontecimentos que ocorreram. 


Já estáva tarde então decidimos assistir algum filme. Tive a sensação que estava sendo observada, virei lentamente meu rosto e vi Sana me olhando. Mas algo estáva estranho... A mão dela está na parte íntima. Fingi que não vi ela, até que Sana se aproximou de mim:


  (Tzuyu off) 

         •••

   (𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧) 


Eu sei que aparece errado... Mas eu estou desejando a Tzuyu, gosto do modo que ela se faz de dura mas continua querendo eu perto. Preciso ter mas dela, preciso do corpo dela! 


— Tzuyu... Você lembra de quando a gente era mais novinha, e você tinha medo do escuro?

 (Fui me aproximando mas dela). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Lembro... Sim... Por que? 

(Ficou nervosa). 


— Ainda lembra o que eu fiz na noite que dormiu na minha casa? (Falei em tom malicioso). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana... (Falou baixinho) 


(Beijei seu pescoço). 


— Eu tirei seu bv...

 (Mordi sua bochecha). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— O que você quer? (Estava corada). 


— Você! 


 (Sana off) 

       •••

( 𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙤𝙣) 


Assim que Sana falou isso meu corpo inteiro se arrepiou, não consigo falar nada, esse acontecimento de quando éramos mais novas sempre em meus pensamentos, mesmo assim, continuei gostando da Sana e quando ela foi embora doeu demais. Agora ela está aqui comigo mas talvez, a Sana não tenha o mesmo sentimento de antes. 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Qual e Tzuyu? Você sempre foi apaixonada por mim, desde quando éramos pequenas. Você acha que eu não percebia, que gostava de mim? Pra sua felicidade ainda gosto de você! 


Ficamos nós encarando em silêncio, não tinha saída eu estava presa ali... Com ela. Observei sua boca, e em segundos passei a deseja ela junto a minha, me sinto ambiciosa em ter algo tão belo e fácil de ser usado. Provavelmente Sana quer brincar comigo. 𝘌𝘶 𝘵𝘢𝘮𝘣é𝘮 𝘲𝘶𝘦𝘳𝘰. 


Puxei sua cintura para perto de mim, e a beijei, pedi passagem com a língua e ela cedeu. Senti seu corpo estagnado, ela não se movia, mesmo assim continuamos o beijo até faltar o ar. 

Senti sua mão passando pela minha cintura, e adentrou minha blusa. Fiquei alguns segundos parada tentando entender, percebi que estava indo pra algo mas sério, eu poderia impedir mas, eu estava querendo aquilo.

 

Agarrei seus cabelos e continuamos um beijo intenso, Sana estáva com a mão em meu seio apertando levemente o bico. Isso me deixou completamente arrepiada, e extremamente molhada, estava com tesão. Rápidamente Sana tirou minha blusa, e sutiã. Chupou meu pescoço indo direto pro meu seio esquerdo, era deliciosa a sensação. Sana passava em círculos a língua no bico, isso me deixava mas excitada. Sinto ela passando a mão em minha coxa subindo até minha intimidade. 


— Awn... (Gemi baixinho). 


Sana me olhou com malícia, e enfiou um dedo em minha intimidade. Joguei minha cabeça pra trás, com a sensação, eu estava completamente molhada pra ela. Sana usou o segundo dedo e foi mas rápido tocando no meu clitóris. Eu já estava gemendo eu seu ouvindo, e ela chupando meu pescoço. 

𝘌𝘶 𝘫á 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘭𝘦𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘶𝘦. 

   

— Own... Sana... Eu quero gozar... (Falei com dificuldades). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Ainda não bebê... (Saiu de cima de mim, e começou a tirar sua roupa). — Fica de quatro! (Disse alto). 


Não posso fazer nada, o que a tesão não faz com a gente! Fiquei no mesmo instante de quatro completamente exposta pra ela. Senti sua língua quente em na minha intimidade, e ela começou a sugar meu clitóris com força. Eu apenas gritei seu nome, e mordia meu lábio para os vizinhos não escutarem, Sana enfiou dois dedos na minha entrada. Ela comtinuo me chupando até que finalmente gozei em sua boca, senti os espasmos da sensação de alívio. 


Depois de ter respirado fundo, me virei de frente pra ela, e ataquei seu pescoço. 


 (Tzuyu off) 

       •••

 (𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧) 


O jeito como ela foi bruta ao subir em cima de mim me deixou excitada, fazia tempo que ninguém fazia isso, e bom ser dominada. 


— Ownn... Não sabia que gostava de brutalidade. (Ri com malícia). 


Tzuyu Foi em direção ao meu seio e começou a chupa-lo, ela olhava pra mim nem mesmo piscava, tenho certeza minha pele ficará avermelhada, mas que se foda! Senti seu dedo em meu clitóris, apertei seu braço com a sensação. Tzuyu foi descendo e passando a língua até minha Intimidade, antes de começar a me chupar, mordeu levemente na minha coxa, isso me fez arfar. Sem mas delongas, Tzuyu passou sua língua entre meus lábios e enfiou sua língua em minha entrada, e com seu indicador passava em meu clitóris. 


— Tzuyu!! Awnnnn........ 


Nem adiantaria segurar meu gemido, séria falho. Em seguida Tzuyu começou a chupar meu clitóris, subiu sua mão até meu bico e apertava suavemente. Eu não aguentaria por muito tempo. 


— Tzuy... Awhhhhn.... (Gozei). 


Estou completamente acabada, fazia tanto tempo que não gozava que foi intenso pra mim. Depois de alguns segundos consegui controlar minha respiração, levanto um pouco meu rosto para olhar Tzuyu e me deparo com uma cena um tanto sem graça... Eu havia molhado ela completamente com meu gozo. 𝘖 𝘘𝘜𝘌 𝘌𝘜 𝘍𝘐𝘡! 


— Oh Tzuyu! Me desculpe! (Falei desesperada). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana... (Ela passou a mão em sua bochecha molhada com meu gozo e a chupou). — Isso foi delicioso, não sabia que estava tão necessitada assim. 

(Deu uma risada sacana). 


— Ha..ha.. (Ri de nervoso). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Quer tomar banho? ( Indagou). 


— Sim! (Afirmei). — Sana... Eu sei que parece estúpido... Mas o que eu sou pra você? (Me encarou). 


—Tzuyu... Eu só voltei pra cá porque estava com saudades de você... Eu não queria ter ido embora, fui obrigada. Daqui um mês irei fazer 18 anos, serei dona do meu próprio nariz. Eu já decidi ficar porque gosto de você, mas seria muito precipitado começarmos um namoro agora. Já nos conhecemos bem, você não mudou nada. Talvez podemos conhecer mas uma a outra, mas tenho vontade em namorar você... (Fiquei vermelha com minhas palavras). 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Entendo perfeitamente isso, e concordo! Mas e seus pais? 


— Quero que eles se fodam! Não preciso deles, tenho você! 


𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— hihi, eu também preciso de você! (Beijou minha bochecha). — Vamos tomar banho? 


Concordo e fomos tomar banho. Ficamos um bom tempo lá, confesso que ficamos tocando uma a outra, faz tempo que não ficava tão íntima com alguém. Durante o banho também conversamos, Tzuyu me explicou bastante de sua vida, e sua relação com as pessoas. Percebi que só gosta da companhia de sua mãe, também me disse que a mãe dela e a favor de qualquer tipo de amor, me senti mas confortável sabendo que nessa caso não teremos problemas em tentar um relacionamento. 


 (Sana off) 

       •••

 (𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙤𝙣) 


Depois de um longo tempo no banho, saimos cobertas pela toalha. Fui até meu quarda–roupa pegar roupas limpas. Derepente começou a chover. 


— Nossa! Será que vai ficar mas forte? (Perguntei). 


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Você não precisa se preocupar (Me deu um selinho). — Estou com você agora. (Fiquei corada). 


Mas era verdade, estávamos juntas agora, e não deixaremos nada nós separar. Fui até a parte de cima do guarda–roupa e peguei um edredom de casal. Arrumei a cama, e coloquei outro travesseiro. 


— Pronto! Podemos dormir agarradinhas! (Ri com meu comentário).

 

Eu estava feliz, depois de anos era a primeira vez que fiquei feliz de verdade, poder ficar com a pessoa que eu gosto.


𝙎𝙖𝙣𝙖:— Agora eu posso ficar com você! (Me abraçou). 


Rimos, e deitamos. Parecíamos duas crianças felizes por terem ganhado o presente de Natal que esperaram o ano inteiro. Finalmente eu estáva com ela, e ela comigo, agora podemos ficar juntas. 

Já estávamos deitadas, comecei a fazer carinho em seu cabelo, até que percebo que a menor já havia dormindo. 


— Boa noite! (Falei baixinho, e beijei sua bochecha). 



Notas Finais


Espero que tenham gostado! Fiquem a vontade pra comentar, esse foi o primeiro capítulo. Desculpe qualquer erro. Bebam água! Bjs💕


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