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História More And More (SaTzu) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Trouxe mais um capítulo para vocês, vi que bastante gente gostou... Isso me deu animo para continuar a fic (๑˃̵ ᴗ ˂̵)و Muito obrigada pelo o apoio, espero que gostem. Boa leitura! Se puderem pfv sigam minha conta.

Capítulo 2 - Próximas Novamente...


Fanfic / Fanfiction More And More (SaTzu) - Capítulo 2 - Próximas Novamente...


(𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧)

Nunca imaginei dormir com a pessoa que gosto, maioria das vezes depois que eu transava com alguém, provavelmente eu iria embora e excluía o número dela. Já tentei namorar, mas não me sentia feliz, ou completa. Agora que estou com Tzuyu me sinto animada e feliz, mesmo demorado tanto tempo pra voltar pra Taiwan, ela ainda se importa comigo, pode até parecer clichê mas que faltava algo na minha vida. Cresci com as brigas dos meus pais, e sempre que me lembro delas me sinto mal, não quero um relacionamento tóxico e de aparências, quero amar e me entregar inteira. Quero que seja com a Tzuyu, sinto que posso confiar dela e amá-la sem preocupação.

Eu sei que não e porque transamos que iremos namorar, senti que ela estava preocupada nessa assunto, porém a muito a se fazer antes de começar um relacionamento sério, não e mesmo...

[ ... ]

Abri lentamente meus olhos, observei o teto de cor lilás, essa imagem tão simples me deixou calma. Virei lentamente para direita e vi Tzuyu dormindo tão quietinha, em seus lábios se formavam um biquinho extremamente fofo, e seu braço estava agarrado em minha cintura. 𝘔𝘦 𝘴𝘪𝘯𝘵𝘰 𝘣𝘦𝘮.

Me virei completamente de frente e observei seus traços, eram suaves e nítidos. Algo que admiro em Tzuyu são suas bochechas são lindas, acariciei seu rosto macios. Lentamente ela abriu seus olhos, e olhou para mim, ela mostrou um sorriso calma e tranquilo.

— Bom dia! (Me aproximei e beijei sua bochecha).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Bom dia... Dormiu bem? (Bocejou).

— Sim, melhor impossível. (Sorri).

Tzuyu se sentou e olhou no relógio que estava em cima do criado mudo. O relógio marcava 6:13 da manhã.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Precisamos nós arrumar pra irmos a escola. (Falou ao se espreguiçar).

— Tzuyu... Eu sei que você não tem nada haver com a minha vida, mas não tenho vontade de ir a escola, meu pai me humilhou... (Olhei para baixo).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Entendo você Sana, mas não pode faltar por causa do seu pai, sei que agora ele e o direitor e irá lhe comprar, mas não pode deixar de estudar por causa dele. Quando você for maior de idade poderá fazer o que quiser, mas até lá ficará sobre a guarda dele. (Disse seria). — Por que não liga pra ele, e conversam?

— Ele não se importa com isso Tzuyu, ele apenas quer se pagar de bom pai... Sempre quando eu opino em qualquer coisa ou faço algo que me sinto bem, sou repreendida. Minha mãe pediu a separação dele por conta disso, infelizmente ela me deixou com ele e foi morar no Brasil com seu atual marido... E difícil (Falei cabisbaixa).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Eii! Eu tô com você! Não se preocupe Sana, estou do seu lado. Pode contar comigo pra tudo, se quiser conversar sobre isso terei tempo de sobra, mas agora precisamos tomar banho e irmos. (Se levantou-se da cama).

— Mas nem uniforme eu tenho. (A encarei).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Não se preocupe! Eu tenho outro para emprestar á você. (Disse com deboche).

— Tzuyu! (Falei com raiva).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Qual problema? (Riu).

— Não tem graça! Eu queria ficar com você o dia todo! (Cruzei meus braços).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Mas nós estudamos juntas. (Indagou).

— Mas eu não irei ver você pelada o dia todo! ( Disse com malícia).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— SANA! (Ficou com as bochechas vermelhas).

—HiHi (deu risada da situação).

Era bom ter alguém pra rir de coisas bobas, era bom ter Tzuyu comigo. Claro! Antigamente brincavamos de boneca, agora nós brincamos de fuder.

[ ... ]

(Sana off)

(𝐓𝐳𝐮𝐲𝐮 𝐨𝐧)

Me sentia bem com Sana ao meu lado, o carisma e sua fofura me deixaram alegre. Estávamos tomando banho juntas, ouvi as histórias de Sana em Osaka, mas algo que me deixava com ciúmes era o fato de Sana já ter namorado alguém. Nós não temos nada sério, mas... Só de saber que Sana já deitou-se com outra me deixou desconfortável. Até que ela diz:

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Teve uma vez... Que participei de sexo a três. (Disse rindo).

— Como ASSIM??? (Arregalei meus olhos). — Sana isso e errado! (Falei alto).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Tzuyu... Você precisa relaxar... (Passou sua mão em minha cintura). — Você sabe como e bom ser chupada... (Lambeu meu pescoço). — A sensação de prazer... ( foi em direção a minha boca). — Até gozar... (Olhou em meus olhos).

Em questão de segundos, Sana atacou meus lábios, pediu passagem com a língua e eu cedi. Senti sua mão passando entre meus seios, descendo até minha intimidade, Sana passou seu dedo indicador entre meus lábios maiores e foi em direção ao meu clitóris. Arfei com a sensação de prazer. Ela se abaixou colocou minha perna em seu ombro, e começou a sugar meu clitóris, e enfiou dois dedos em minha entrada. Agarrei seu cabelo com um pouco de força.

— Ownn... Sana... Own.. Continua.. (Falei sofrida).

Sana olhou pra mim intensamente, e começou a sugar com mas força. Encostei minha mão na parede para equilibrar meu corpo. Ela fazia de uma forma que me fazia delirar, aquela boca trabalhava muito bem, extremamente excitante. Sana aumentou os movimentos com a língua, e sugava com mas força, até que gozo.

— Ahhhhh... San..a... (Mordi meus lábios).

Sana subiu lentamente até meu seios, com seus dedo ainda em minha entrada. Começou a chupar meu seio, e continuou rápido em minha intimidade. A sensação de prazer estáva tão boa até que escuto um voz:

— Tzuyu! Cadê você?????

𝘌𝘙𝘈 𝘔𝘐𝘕𝘏𝘈 𝘔Ã𝘌!!!

No mesmo instante empurrei Sana para longe, o que fez ela bater levemente da parede do box. Peguei a toalha, me enrolei, e desci a escada em direção a sala.

— Mãe? Eu estou aqui! (Gritei).

𝙈ã𝙚:— Precisamos conversar. (Disse séria).

[ ... ]

(Tzuyu off)


(𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧)

Era interessante como Tzuyu sente prazer, e são simples... O jeito como ela geme meu nome me deixa molhada. Até que ouvindo alguém a chamar provavelmente e sua mãe. No mesmo instante Tzuyu me empurrou levemente, pegou sua toalha, e saiu correndo em direção ao andar de baixo.

Fiquei triste, Tzuyu me abandonou excitada aqui... Que porra! Desliguei o chuveiro, me sequei com a toalha e fui em direção ao seu quarto. O uniforme está já separado em cima da cama, lá havia um conjunto de langerie rosa. 𝘌𝘶 𝘢𝘮𝘰 𝘳𝘰𝘴𝘢! Me vesti rápidamente, e fui a procura do meu celular.

Revirei o quarto inteiro a procura, até que ouvi alguém batendo na porta:

— Oi Sana... Sou eu a Sooyoung. (Nome da mãe da Tzuyu).

(Abri a porta) — Olá senhora Choi! Como vai? (Sorri).

𝙎𝙤𝙤𝙮𝙤𝙪𝙣𝙜:— Estou bem, mas acho que você que não vai bem... (Tzuyu apareceu logo atrás dela). — Tzuyu me explicou o acontecido.

— Ah sim... Espero não ter incomoda a senhora. (Disse sem graça).

𝙎𝙤𝙤𝙮𝙤𝙪𝙣𝙜:— Não se preocupe queria, só vim avisar que irei viajar e se teria algum problema ficar com Tzuyu durante esse tempo. (Indagou).

— Ah claro que não! Ficaria muito honrada em passar esse tempo com Tzuyu. (Sorri).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— O papo está muito bom... Mas preciso me arrumar. (Disse apontando pra si mesma).

Ai que percebi que Tzuyu estava apenas de toalha. Mordi meus lábios vendo-a daquele jeito, se eu quisesse poderia agarrá-la ali mesmo e retirar aquela toalha. Uma pena que sua mãe estava ali, não poderíamos fazer nada disso.

•••••••••

Já estávamos na escola, andamos o caminho inteiro em silêncio. O clima estava frio e o céu nublado, Tzuyu parecia triste, provavelmente e a partida de sua mãe. Fomos em direção ao corredor e vimos uma aglomeração de alunos biscoiteiros. Nós se aproximamos e vimos um grupo de quatro garotas, dançando e cantando kpop, mas especificamente Red Velvet. Uma dessas garotas tinha seus cabelos ruivos aparentava ser alta mas nem tanto com Tzuyu, a garota que ficou com que ficou no rap tinha cabelos laranjas isso a deixava fofo porque usava uma franjinha, uma dessas garotas chamava atenção por sua beleza, ouvi vários garotos dizendo o quando queriam ter uma chance de sair com ela, a última garota cantou o refrão principal 𝘥𝘦 𝘗𝘴𝘺𝘤𝘩𝘰 parecia ser a menor delas, sua feição era sexy mas seu tamanho a deixava fofa.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Que merda. (Falou revirando os olhos com deboche, indo em direção a sua classe).

— Eii! Elas até que dançam bem! (Falei animada).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Não disse que elas dançam mal, quis quiser que esses garotos não podem ver nenhuma mulher bonita que já querem pegar. (Me encarou).

— Você quer dizer... (Me aproximei de seu ouvindo). —Fuder? (Olhei com malícia).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana... Aqui não e lugar pra isso. (Suas bochechas ficaram vermelhas).

— Não pense que esqueci... Você não me fez gozar. (Falei suavemente em seu ouvido para que apenas ela ouvisse).

Assim que acabei de falar, ouvimos o sinal tocando para a primeira aula.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Agora você tem que ir pra sua classe! (Falou apontado para o outro corredor).

— Ok já vou, boa aula!

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Boa aula!

[ ... ]

(Sana off)

(𝐓𝐳𝐮𝐲𝐮 𝐨𝐧)

Depois de me despedir de Sana, fui direto para meu lugar, maioria dos alunos já havia entrado na classe. E o professor Liang de Ciências começou a explicar sobre cromossomos homólogos, até que ouvimos alguém bater na porta, o professor parou de escrever na lousa e foi até a porta. Ao abrir a garota de mais cedo que estava dançando entrou na sala e fez reverência a turma.

𝙋𝙧𝙤𝙛𝙚𝙨𝙨𝙤𝙧 𝙇𝙞𝙖𝙣𝙜:— Turma, essa e Roseanne Park, a intercambista da Austrália.

Todos ficaram de boa aberta quando o professor disse que ela veio da Austrália. 𝘘𝘶𝘢𝘭 é? 𝘌𝘭𝘢 𝘴ó 𝘦 𝘥𝘦 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘰 𝘱𝘢í𝘴.

𝙍𝙤𝙨𝙚𝙖𝙣𝙣𝙚:— E um prazer conhecer todos vocês! Como o professor disse eu vim da Austrália. (Sorriu). — Mas tenho descendência sul-coreana.

Nesse mesmo instante os alunos começaram a falar o quanto ela era bonita e que provavelmente sua família era bem sucedida. Roseanne caminho em minha direção e sentou-se na lugar que havia em minha frente já como estava vazio.

𝙍𝙤𝙨𝙚𝙖𝙣𝙣𝙚:— Olá! Muito prazer! (Sorriu).

— Eu sei quem você é. (Disse fria).

𝙍𝙤𝙨𝙚𝙖𝙣𝙣𝙚:— Então... Qual seu nome?

— Não te interessa. (Continuei escrevendo em meu caderno).

No mesmo instante ela ficou quieta e pegou seu material que estava guardado na mochila. Odeio quando atrapalham meu raciocínio. Observei seu cabelo vermelho...bonito.

[ ... ]

Fui em direção ao refeitório até que sinto alguém pular em minhas costas.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Hi, how are you?

— Estava na aula de inglês? (Perguntei).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Yes! (Sorriu).

— Não sei como você fica feliz por causa de uma aula de inglês.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Você deveria ficar feliz também!

— Por que eu ficaria feliz? (Indaguei).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Porque faz bem sorrir pra quem se ama. (Beijou minha bochecha).

Fomos andando até o refeitório e avistamos o grupinho de mais cedo, e junto delas estava Roseanne. Revirei meus olhos, e continuei andando.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— A Jisoo e a nova aluna da minha classe. (Disse animada).

— Quem é Jisoo? (Falei com ciúmes).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Ah esqueci... Jisoo é minha nova amiga.

𝘊𝘰𝘮𝘰 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮? 𝘚𝘶𝘢 𝘯𝘰𝘷𝘢 𝘢𝘮𝘪𝘨𝘢?

— Mas... Eu achei que eu era sua melhor amiga... (Disse cabisbaixa).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Tzuyu, nós somos mas que amigas... Você sabe disso. (Passou levemente sua mão em minha bochecha).

Vimos uma das garotas nós chamando sentamos com elas. Nem tive tempo para negar, Sana já havia me puxado para sentarmos com ela

— Prazer sou Jennie. (𝙈𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙞𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤𝙪).

— Olá sou Lalisa, mas pode me chamar de Lisa. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪 𝙜𝙚𝙣𝙩𝙞𝙡𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚).

— Oi sou Jisoo. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

𝘌𝘯𝘵ã𝘰 𝘦 𝘷𝘰𝘤ê...

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Por que não se apresenta? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙍𝙤𝙨𝙚𝙖𝙣𝙣𝙚).

𝙍𝙤𝙨𝙚𝙖𝙣𝙣𝙚:— Ela já sabe quem sou. (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙤𝙡𝙝𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙗𝙖𝙞𝙭𝙤).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Então por que não se apresenta para elas? (𝘼𝙥𝙤𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙢𝙞𝙢).

— Bom... Sou Tzuyu. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞 𝙨𝙚𝙢 𝙜𝙧𝙖ç𝙖).

𝙏𝙤𝙙𝙖𝙨:— Olá Tzuyu! (𝙎𝙖𝙣𝙖 𝙧𝙞𝙪).

𝙍𝙞 𝙘𝙤𝙢 𝙖 𝙖𝙩𝙞𝙩𝙪𝙙𝙚 𝙙𝙚𝙡𝙖𝙨. — Oi! (Respondi com simpátia, e todas riram).

Vi que Roseanne encostou sua cabeça na mesa, parecia estar triste. Ao seu lado Jisoo e Jennie trocavam carícias uma com a outra, percebi que Jennie estava passando sua mão na coxa de Jisoo.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Vocês namoram? (Perguntou com curiosidade).

— Sana! (Dei um beliscão em sua coxa).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eiiiii! Doeu!!! (Fez carinho em sua coxa).

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Sim, somos namoradas. (Deu um selinho em Jisoo).

Fiquei extremamente corada pela ação de Jennie. Olhei para o lado e vi Sana dando palminhas de comemoração com o selinho delas. Roseanne me encarava com um sorrisinho de malícia.

𝘗𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘴𝘦 𝘴𝘰𝘳𝘳𝘪𝘴𝘰?

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Vocês são tão fofas! Não e mesmo Rosé?

— Seu apelido é Rosé?

𝙍𝙤𝙨é:— Sim... Por que? (Disse com tom de surpresa).

— Achei bonito (Sorri).

Rosé sorriu, e suas bochechas estavam coradas. Isso foi fofo, talvez não teria problemas eu conversar com outras pessoas.

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— Então... O que Tzuyu é sua Sana? (Indagou).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Namorad... (Tive que interromper).

— SOMOS AMIGAS! (Disse alto).

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Que peninha... Vocês formariam um ótimo casal. (Afirmou).

Eu fiquei desconfortável com o comentário, mas Sana parecia com raiva do meu comentário. Cheguei proximo de seu ouvido e disse:

— Podemos conversar? (Sussurrei em seu ouvido).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— OK...

[ ... ]

— Você não pode falar para as pessoas temos algo a mas. (Falei com preocupação).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Por que não? Temos tudo pra dar certo, eu quero namorar com você!

— Eii! (Coloquei minha mão em sua boca). — Shiuu! Fala baixo! (Sussurrei em seu ouvido). — Estamos no corredor, podem nós ouvir.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Ok Ok... Tem outro lugar para conversamos?

[ ... ]

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Por que o teatro? (Disse com curiosidade).

— Aqui e o lugar mas tranquilo que tem na escola.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sério?

— Sim, vamos para o palco.

Subimos no palco e observámos o vazio do local.

— Agora podemos conversar.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eu não quero conversar (Aproximou-se de mim). Segurei minha respiração por alguns segundos, Sana aproximando-se de mim lentamente.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eu posso perdoar você... (Foi em direção ao meu ouvido). — Mas você vai ter que usar a boca. (Atacou meu lábios ferozmente).

Sana me beijava com ardor e vontade. Eu já sabia o que ela queria, segurei a barra de sua saia, e passei minha mão em sua bunda. Sana estava dando chupões em meu pescoço, eu rapidamente ajoelhei e abaixei sua calcinha, Sana colocou sua perna esquerda em meu ombro, lambi lentamente seus lábios e clitóris. Até que tive uma idéia. Passei minha língua em seu ânus em direção ao clitóris.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Own... Isso e maldade. (Puxou meu cabelo).

Já como não podendo demorar fui em direção ao seu clitóris e o chupava, enfiei meu indicador em sua entradinha, Sana gemia com a sensação de prazer. Mordi levimente sua bucetinha, Continuei sugando seu clitóris com tanta vontade. Em poucos minutos Sana goza em minha boca, e eu engulo seu gozo,subo até sua boca e a beijo. Mas ouvimos palmas e uma voz diabólica:

— Uau! Não sabia que gostava desse tipo de coisa Sana... (Era seu pai). — Sempre achei que era uma vadia que corria atrás de homens... Mas não! Você gosta de mulher.

Não sabíamos o que fazer, Sana estava estagnada e eu com medo, seu pai estava com ódio em seus olhos estava nítido.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Pai... Eu posso explicar...

𝙎𝙧. 𝙈𝙞𝙣𝙖𝙩𝙤𝙯𝙖𝙠𝙞: NÃO ME CHAME DE PAI! TENHO NOJO DE VOCÊ! (Gritou). — TEM ATÉ HOJE PARA PEGAR TODOS SEUS PERTENCESSES DE MINHA CASA! (Saiu batendo a porta).

(Tzuyu off)

(𝐒𝐚𝐧𝐚 𝐨𝐧)

Fiquei sem chão ali, nunca tive uma relação saudável com meu pai, nunca fiz questão dele saber nada sobre mim, inclusive sobre minha sexualidade. Por muito tempo senti vergonha de mim mesma por isso... Chegava dar nojo, mas descobri que era algo normal, que gostar de pessoas do mesmo sexo era normal, nunca estive doente nasci desse jeito e gosto de ser assim. Já tive uma namorada antes de vir para Taiwan, mas ela era extremamente possessiva e ciumenta, mesmo depois do nosso término ela tentou de qualquer jeito reatar o namoro, mas eu sabia que isso era uma cilada. Chorei feito uma idiota por tudo o que já passei, pelos mals tratos do meu pai, pelo abandono da minha mãe, pelo sofrimento de ter perdido Tzuyu. Mesmo eu estando na merda, Tzuyu estava comigo abraçada e me confortando com toda aquela sipresenciado não quis que tivesse presenciado.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Por favor... Não fique mal, estou aqui pra ajudar você. Não ligue para o que seu pai disse ou fez, estou contigo é vamos superar essa dor...(Beijou minha testa). — Agora vamos vista sua calcinha porque ainda temos aula... (Visto minha calcinha e dou risada do seu comentário). — Se você quiser, posso ir com você até sua casa para pegar seus pertences e roupas. (Sugeriu).

— Obrigada Tzuyu, sem você não sei o que seria de mim. (Lhe deu um selinho).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Agora vamos. (Pegou em minha mão).

[ ... ]

As aulas já haviam acabado, todos da minha classe foram embora é eu fiquei a espera de Tzuyu. Só fui pensar nela que ela apareceu... Gosto quando ela aparece quando preciso. 𝘈𝘤𝘩𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘰𝘶 𝘮𝘦 𝘢𝘱𝘢𝘪𝘹𝘰𝘯𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘦𝘭𝘢.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Você está bem?

— Na medida do possível. (Suspirei).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Quer mesmo ir lá? (Falou com tom de preocupação).

— Eu preciso... (Sorri sem mostrar os dentes).

[ ... ]

Estávamos dentro do táxi em direção a minha casa... Era minha casa. Tzuyu acariciava meu braço, ter ela ao meu lado. O táxi parou de frente a casa, Tzuyu pagou o motorista, e em seguida abriu a porta. Ficamos ali paradas depois que saímos do táxi, era estranha a sensação, tenho lembranças dessa casa quando pequena, foi a primeira casa que morei fora do Japão. Tzuyu pegou em minha mão e me levou em direção a campainha. Já como não coragem de tocar a campainha, Tzuyu fez isso por mim. Demorou aproximadamente 7:00 minutos para nós atender, até que finalmente abriram a porta. Uma mulher madura de aparência jovem, por alguns segundos tive a sensação que já vi o rosto dela em algum lugar.

— Olá, meu nome é Jessica, você deve ser a Sana? (Sorriu).

— Sim, o que faz aqui? (Perguntei com ódio).

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Sou a namorada do seu pai.

Então foi essa mulher! Essa mulher foi o motivo pelo o qual meu pai abandonou minha mãe quando estava grávida, me fez ela sofrer quando eu era criança. Lembro do meu aniversário de 7 anos que fiquei esperando ansiosamente para ver meu pai comigo é ele estava na cama com essa mulher.

Jessica Jung foi uma mulher extremamente famosa por ter uma marca de roupas de grande sucesso, mesmo ela sendo sul-coreana, sua marca de roupas fez um grande sucesso em toda Ásia, e também foi a mulher que destruiu minha infância e a relação que nunca tive com meu pai. 𝘗𝘰𝘳 𝘴𝘶𝘢 𝘤𝘶𝘭𝘱𝘢 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘧𝘢𝘮í𝘭𝘪𝘢 𝘴𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘳𝘶𝘪𝘶.

— Muito bom revê-la (Falei de um modo sínico).

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— ... Quando você me viu querida? (Disse surpresa).

— Eu sei que você não começou a namorar meu pai agora. (A encarei).

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Querida, o que está dizendo?

— Irei refrescar sua mente... (Me aproximei dela). — Uma vez, uma garotinha acordou com barulhos estranhos, mas não eram qualquer barulho... Era gemidos, e gritos. A Pequena garotinha ficou assustada, mas teve coragem para ver o que estava acontecendo... Então, ela abriu uma pouco a porta para ver o que estava acontecendo... Sabe o que estava acontecendo Jessica? (Me aproximei mas dela). — Seu papai estava traindo a sua mãe com uma vagabunda... Sabe quem é essa vagabunda Jessica?

Jessica estava com lágrimas em seus olhos, ela já sabia da história. Mas eu continuei:

— A vagabunda era você Jessica Jung, por sua culpa minha vida virou um inferno.


Notas Finais


Isso foi tudo, espero que tenham gostado desse capítulo, vou tentar fazer outro melhor. Se puder favoritar a fanfic ou adicionar na biblioteca, me ajudaria muito, me faz entender que estou indo bem, qualquer coisa fique a vontade para comentar que eu irei responder. Me perdoem qualquer erro!


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