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História More And More (SaTzu) - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oii gente! Desculpa a demora para postar, tive alguns problemas, mas obrigada por esperarem. Trouxe mas um capítulo para vocês, espero que gostem. E pfv me sigam aqui na conta do Spirit, obg.

Capítulo 3 - Você Aqui?


Fanfic / Fanfiction More And More (SaTzu) - Capítulo 3 - Você Aqui?

P. O. V. (Sana off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝐓𝐳𝐮𝐲𝐮 𝐨𝐧)

Sana estava com ódio, sua feição deixava claro isso, seu olhar de raiva queimavam Jessica de um mudo inexplicável. Tenho algumas lembranças de Jessica, ela tinha uma marca de roupa muito famosa, meu pai era investidor de sua marca, me lembro de quando papai chegava tarde por causa de suas reuniões. Minha mãe era médica e trabalhava direto, então não tive muito tempo com meus pais, quando meu pai morreu minha mãe sofreu demais e parou de esforça-se como antes, meu pai deixou dívidas é minha mãe teve que fazer empréstimos para poder pagar. Chorei todos os dias pela dor e sofrimento que foi lidar com tudo principalmente minha mãe que aguentou, tirando essa dor queria ver minha mãe dando uma oportunidade ao amor ela merece ser amada por alguém.

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Sinto muito Sana... (𝙁𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙘𝙝𝙤𝙧𝙖𝙣𝙙𝙤). — Eu não queria...

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Quer saber? A culpa não é sua! A culpa é do desgraçado do meu pai! (𝙀𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙘𝙤𝙢 𝙡á𝙜𝙧𝙞𝙢𝙖𝙨 𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙪𝙨 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙨). — Espero que seja feliz com ele, porque ele não te ama de verdade só vai te usar e largar.

Sana puxou meu braço é fomos em direção a seu quarto, Sana me puxou para dentro e me abraçou.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eu não aguento mas isso... (𝘾𝙤𝙢𝙚ç𝙤𝙪 𝙖 𝙘𝙝𝙤𝙧𝙖𝙧). — Desde pequena minha vida foi um lixo... Meu pai batia em minha mãe... É depois falava que a amava... (𝙎𝙚 𝙖𝙜𝙖𝙧𝙧𝙤𝙪 𝙚𝙢 𝙢𝙚𝙪 𝙘𝙤𝙧𝙥𝙤).

— Sana... Por favor, não chore mas por isso... (𝙎𝙚𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙡á𝙜𝙧𝙞𝙢𝙖𝙨). — Não sofra pelos atos de seu pai, ele errou é irá se arrepender um dia, mesmo que demore, ele tem conciência do que faz e diz. (𝘼 𝙖𝙗𝙧𝙖𝙘𝙚𝙞 𝙘𝙤𝙢 𝙛𝙤𝙧ç𝙖). — Temos que arrumar suas coisas, não quero que fique neste lugar.

Sana concordou é foi em direção ao seu closet pegar suas roupas, observei seu quarto, me lembro claramente dele quando mais nova, vivia vindo nessa casa brincar com Sana quando mais novas. Foi uma sensação nostálgica, pena que estávamos ali só que de uma forma infeliz.

[ ... ]

Já estávamos com todos os pertences e roupas em minha casa. Sana estáva abatida e provavelmente com seu coração partido por problemas familiares, isso me matava por dentro e me deixava triste junto com ela, a sensação de desprezo que ela sentia a magoava. Subimos até meu quarto e colocamos tudo em cima de minha cama, já como minha cama era de solteiro parecia menor ainda.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Me perdoe Tzuyu... Não queria te colocar nesse problema familiar, achei que meu pai como pedagogo entenderia essa situação, mas foi completamente escroto. (𝙎𝙚𝙣𝙩𝙤𝙪-𝙨𝙚 𝙣𝙖 𝙗𝙚𝙞𝙧𝙖 𝙙𝙖 𝙘𝙖𝙢𝙖). — Eu queria ter uma vida normal, o que adianta eu ter privilégios se nem minha família me ama.

Sentei ao seu lado e encostei sua cabeça em meu ombro. Deu um suspiro é disse:

— Lembra quando éramos crianças é eu tinha medo do escuro, você pegou em minha mão e falou que estaria do meu lado sempre que precisa-se? (𝙀𝙡𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙘𝙤𝙧𝙙𝙤𝙪). — Faço de suas palavras as minhas... Sempre que precisar de ajuda estarei do seu lado, não importa o que aconteça estou com você. (-𝘽𝙚𝙞𝙟𝙚𝙞 𝙨𝙚𝙪 𝙧𝙤𝙨𝙩𝙤).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Obrigada por ter me acompanhado lá e estar me deixando faltar nada.

— Está com fome? (-𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙚𝙞 𝙚𝙢 𝙪𝙢 𝙩𝙤𝙢 𝙖𝙡𝙚𝙜𝙧𝙚). — Se quiser posso pedir pizza para comermos?

𝙎𝙚𝙣𝙖:— Sério?? Eu quero! (𝙁𝙚𝙯 𝙗𝙞𝙦𝙪𝙞𝙣𝙝𝙤).

— Com uma condição... (𝙈𝙚 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙪 𝙘𝙪𝙧𝙞𝙤𝙨𝙖). — Não poderá ficar triste pelas merdas do seu pai, ok?

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sim senhora 𝘊𝘩𝘰𝘶! (-Riu).

— Por favor! Sorria sempre. (𝙇𝙝𝙚 𝙙𝙚𝙪2 𝙪𝙢 𝙗𝙚𝙞𝙟𝙞𝙣𝙝𝙤 𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙪 𝙡á𝙗𝙞𝙤). — Agora vai tomar banho, que eu irei pedir a pizza.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Por que você não cozinha? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙘𝙤𝙢 𝙘𝙪𝙧𝙞𝙤𝙨𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚).

— Digamos que eu não sei cozinhar... (𝙁𝙖𝙡𝙚𝙞 𝙨𝙚𝙢 𝙜𝙧𝙖ç𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sério mesmo? (𝙍𝙞𝙪).

— Não ri!

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Você fica tão fofa com raiva. ( 𝙇𝙚𝙫𝙖𝙣𝙩𝙤𝙪-𝙨𝙚 𝙚 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙤𝙪-𝙨𝙚 𝙚𝙢 𝙢𝙚𝙪 𝙘𝙤𝙡𝙤).

— Sana para de ser safada! (𝘼 𝙚𝙣𝙘𝙖𝙧𝙚𝙞).

[ ... ]

Eu é Sana estávamos comendo pizza, e ficamos procurando algum filme na Netflix, até que apareceu de sugestão um filme para maiores de 18 anos, chama-se 365 dias. Sana disse para assistirmos já que parecia interessante, em poucas minutos do filme uma cena forte passava na tela, o ator estava recebendo um boquete da atriz principal, e cortava a cena para ela se masturbando, Sana estava vidrada na cena.

[ ... ]

Depois que terminarmos de assistir o filme, me senti desconfortável mesmo o filme mostrando sexo, foi muito forçado.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— UAU! Que filme. (𝙈𝙚 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙪).

— Não gostei desse filme, prefiro 50 tons de cinza. 𝙋𝙚𝙜𝙪𝙚𝙞 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤 𝙥𝙚𝙙𝙖ç𝙤 𝙙𝙖 𝙥𝙞𝙯𝙯𝙖 𝙙𝙚 𝙢𝙪𝙨𝙨𝙖𝙧𝙚𝙡𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eu não sabia que você gostava dessa tipo de filme. (𝙈𝙚 encarou).

— Bom... Acho interessante... (-Indaguei).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Então você... Assiste pornô?

— Hã? (-Me engasguei).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— E bom se masturbar... Mas e mas gostoso alguém fazer isso por você. (-Me deu um selinho). — Agora eu preciso arrumar minha coisas, já volto! (-Foi em direção as escadas).

Mesmo estando desconfortável com aquele filme, fiquei exitada ao ver ela usando um blusão que acabava até suas coxas, provavelmente ela não estaria sem short apenas de calcinha. Isso me deu ótima idéia, fui em direção ao "nosso" Quarto, entrei de fininho, vi Sana de costas tirando suas roupas de dentro da mala, me aproximei é a agarrei por trás.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Meu Deus! Tzuyu, não me assuste assim! Quase morri! Aish!

— Desculpa! (-Fiquei sem graça por minha atitude). — Quer ajuda para arrumar?

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Eu acho que seria melhor arrumamos tudo amanhã, deixei sua cama com todas as minhas coisas, e vai dar muito trabalho arrumar tudo agora, e já precisamos descansar. (-Foi em direção ao seu celular que estava em cima da cômoda). — Realmente, já são 23:48 mas... Onde vamos dormir?

— Podemos ficar no quarto da minha mãe. (-Sugeri).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Isso não daria problema? (-Disse preocupada).

— Não se preocupe... (-Peguei em sua mão). — Só vamos dormir. (-Falei em tom malicioso, porém Sana não prestou atenção).

A levei ao último quarto, ele pertence a minha mãe. Quando entramos nele joguei Sana na cama de casal, e subi em cima dela:

— Eu sei que pode parecer loucura... Mas você me deixou com tesão. (-Fiquei com vergonha de falar aquilo, mas tomei coragem).

Sana sorriu imediatamente com malícia e acariciou minhas coxas.

P. O. V. (Tzuyu off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑 (𝙎𝙖𝙣𝙖 𝙤𝙣)

Tzuyu está excitada é eu estou disposta a aliviar ela, pode parecer loucura mas... Ser chupava e chupar alivia muito o estresse, só de pensar em ter Tzuyu me desejando me faz esquecer meus problemas, da vontade de mandar todos para o inferno.

Em questão de segundo Tzuyu estava em baixo de mim, é eu em cima dela, Tzuyu ficou corada por ter pegado ela desprevenida, tirei minha blusa e a joguei no chão, fui em direção à sua boca. Tzuyu deu passagem, então comecei um beijo lento e com desejo, adoro quando Tzuyu se entrega por inteira para mim, senti ela passando suas mãos em meus cheios, isso me faz arfar com a sensação, Tzuyu começou a beliscar levemente meus biquinhos. Nós separamos do beijo por falta de ar, tirei sua blusa e a fiz deitar-se confortavelmente, beijei, lambi, suguei seus cheios, então fui beijando sua barriga e puxei seu short junto de sua calcinha, Tzuyu ficou vermelha por estar exposta.

— Por que está vermelha? Já vi sua bucetinha antes. (-Sorri maliciosa).

Observei seu pré gozo escorrendo dos seus lábios maiores, passei meu dedo neles, Tzuyu apertava o bico de seu seio, podia sentir que estava tensa, então fui direto enfiar minha língua em sua entrada, e toquei em seu clitóris com rapidez.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Vai mas rápido! (-Pediu gemendo alto).

Atendi seu pedido, aumentei a velocidade de meus dedos em seu clitóris, Tzuyu puxou minha cabeça para mas perto de sua intimidade, então eu chupei com vontade ela, até que tive a idéia de montar em cima dela. Tirei minha calcinha e encostei nossas intimidades, Tzuyu segurou minha cintura, fui esfregando nossas intimidades lentamente, saiu alguns gemidos involuntariamente de minha boca, estávamos muito molhadas, nossos clitóris estavam extremamente enchadinho e a sensação deles se tocando era extraordinário.

— Owh Tzuyu... (-Gemi seu nome).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana... Eu quero te chupar... (-Disse com dificuldades, mas seu olhar estava ardendo em luxúria).

Deitei-me, Tzuyu me olhou com ardor, e me deu um beijo breve, mordeu meu biquinho e deu vários chupões na minha barriga, continuou até minha virilha, rapidamente Tzuyu puxou-me para mas perto deixando minha intimidade de frente sua boca, senti ela passando sua língua quente em meu botãozinho, e indo em direção a minha entrada, até que sinto seu dedo em meu ânus dando voltar. Pode parecer loucura mas era gostosa a sensação.

— Tzuyu... Enfia logo... (-Pedi para que enfiasse seu dedo na minha entrada de trás).

Assim ela fez, arrepiou meu corpo inteiro, mas já havia praticado sexo anal antes. Tzuyu enfiou seu indicador na minha intimidade, é seu dedo no meio na minha entrada anal, fui em direção ao meu clitóris e o sugou com força. Ela fazia de um jeito que me deixada mas é mas excitada, até esguichei gozo em sua boca, Tzuyu não perdeu tempo e engoliu. Fiquei de bruços na cama, tentando regular minha respiração, Tzuyu deitou-se ao meu lado, ficamos ali tentando recuperar nosso fôlego.

— Tzuyu... O que nós duas somos (Indaguei).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Amigas. (-Disse de uma vez).

— Você quer namorar comigo?

[ ... ]

P. O. V. (Sana off)

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𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙤𝙣)

Tive um choque com seu pedido, mesmo que temos relações sexuais não quero passar disso, não vejo Sana como algo a mas do que amiga, me sinto mal por não corresponder seu sentimentos. Eu não sabia o que responder, então falei:

— Preciso ir tomar banho. (Sorri sem graça). — Já volto.

Fui em direção a minha blusa que estava jogado no chão,e a vesti, fui em direção a porta é saí do quarto. Pareço uma idiota fugindo da pergunta, mas não sei como irei responder. Sana parece que gosta de mim realmente, eu não sei se sinto o mesmo, isso me deixa maluca!

[ ... ]

Já havia acabo meu banho, porém senti-me triste, pensei em Sana o banho inteiro... Eu gosto dela, mas não quero que dê errado, então prefiro ficar na amizade colorida, Sana não ficará presa a mim, é eu não ficarei presa a ela. Saí do box, e observei no espelho do banheiro as marcas de chupões, e arranhões que Sana deixou, provavelmente levará dias pra saírem, ri com a situação, era bom sentir prazer com isso, mas parecia tão errado. Mesmo que alguns dia começarmos a namorar seu pai será totalmente contra isso, é eu não quero a prejudicar. Peguei minha toalha e cobri meu corpo, saí do banheiro indo em direção ao quarto onde Sana estáva, agora que percebi que transamos no quarto de minha mãe.

Entrei no quarto silenciosamente, e vi que Sana havia dormido, abri a porta do guarda-roupa e peguei um edredom, fui em direção a cama e a cobri. Todas as roupas que estavam no chão, levei a lavanderia para lavar, voltei para o quarto e fui a procura de roupas minhas, sempre deixo minhas roupas no quarto de minha mãe, caso eu precise. Achei uma calcinha azul, e meu moletom preto. Deitei-me ao seu lado, e fiz cafuné em sua cabeça, vi as marcas que deixei nela, isso me deixou com o coração apertado, não queria machuca-la, sua pele estava extremamente vermelha e com vários arranhões. 𝘗𝘳𝘦𝘤𝘪𝘴𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘳𝘴𝘢𝘳 𝘢𝘮𝘢𝘯𝘩ã.

[ ... ]

Acordei com o barulho do despertador, eram 6:10. Eu estava muitoo cansada de ontem, gastei toda minha energia com Sana, mas me sinto muito mal por ter machucado ela daquela forma, sou muito bruta para ficar com Sana. Sinto ela se espreguiçando, e me abraçando com carinho.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Bom dia Chewy! (-Beijou minha bochecha).

Fiquei corada, Sana colocou esse apelido em mim quando eu era criança.

— Bom dia... (-Sorri).

P. O. V. (Tzuyu off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙎𝙖𝙣𝙖 𝙤𝙣)

Tzuyu estava com seu cabelo bagunçado, mas continuava bonita...

— Dormiu bem?

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sim... (Levantou-se). — Precisamos arrumar suas coisas. (Se espreguiçou).

— Mas... Nós mal arrumamos, não deveríamos tomar café? (Indaguei).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Façamos o seguinte... Você faz o café da manhã, é eu irei dar uma arrumada no quarto, que tal?

— Ótima idéia!

[ ... ]

Já estávamos arrumadas, fomos em direção a escola, estou com medo. Terei que olhar nos olhos de meu pai, não quero que Tzuyu saía prejudicada nessa história, caso meu pai faço algo ruim com ela, irá se ver comigo. Chegamos na escola, e estava tudo normal, eu estava muito nervosa, observei Tzuyu é ela ficou parada olhando o mural onde ficava as aulas extracurriculares.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana... Eu estáva pensando em participar das aulas de dança, o que você acha? (-Disse nervosa).

— Acho uma ótima idéia! Você tem bastante elasticidade, provavelmente dançaria bem! (-Sorri).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Por que não participa de alguma aula? (-Perguntou curiosa).

— Hum... Talvez eu tente mas aulas de canto, talvez eu consiga participar do Produce. (-Rimos com minha fala).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Não seria má idéia, eu gosto da sua voz, ela é doce. (-Indagou).

— A professora de canto, é a Srta. Yang?

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Não! ela está afastada. (-Afirmou).

— Ué! Por que? (-Perguntei curiosa).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Estavam comentando que ela foi pega transando com um aluno.

— UAU! Até a professora de canto está melhor que eu (-Falei debochando de Tzuyu).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Hey! O que você está insinuando? (-Indagou).

— Que você é gostosa! (-Dei um tapa discreto em sua bunda).

Tzuyu estáva morrendo de vergonha é ficou rapidamente corada.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Para de falar essas coisas aqui. (-Falou baixinho).

𝙇𝙞𝙨𝙖:— ACHEI VOCÊS! (-Praticamente gritou).

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Como vocês estão?

— Estou ótima! (-Falei animada)

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Bem...

𝙍𝙤𝙨é:— Está bonita Tzuyu. (-Disse tímida).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Obrigada.

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— Hey! Não queremos segurar vela!

Elas riram, eu não. ( ͡° ʖ̯ ͡°)

O sinal para a primeira aula tocou, fomos em direção as nossas classes até que:

P. O. V. (Sana off)

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𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙤𝙣)

O diretor estava saindo da nossa classe. (Minha é de Rosé). É parou em noss frente.

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Olá! (-Fez um olhar feio para mim).

𝙏𝙊𝘿𝘼𝙎: Olá! (-Revirenciamos).

Pai de Sana ficou a encarando com olhar de reprovação, nós já sabíamos o porquê.

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Tzuyu, se encomoda de conversarmos em minha sala? (-Levantou sua sombracelha esperando minha resposta).

— Sim, senhor!

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Vão logo para a classe de vocês!

𝙏𝙊𝘿𝘼𝙎:— Sim senhor! (-Assim fizeram).

[ ... ]

Já estávamos em sua sala, é eu estava nervosa, é com medo de sua reação com tudo o que aconteceu, seu que mesmo não gostando de sua própria filha ele é pai, e não quer que ela faça algo errado. 𝘌𝘴𝘵𝘰𝘶 𝘱𝘳𝘦𝘰𝘤𝘶𝘱𝘢𝘥𝘢.

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Então... Você é Sana estão tendo um caso. (- Sentou-se em sua cadeira).

— Não temos um "caso". (- Fiz aspas com os dedos).

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Então o que seria?

— Eu é Sana, somos solteiras apenas... Temos um relacionamento casual. (- Falei firme).

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Vocês apenas transam! (- Deu risada com suas palavras.

Fiquei calada com sua fala, foi nojento essa frase.

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Irei ser direto com você Tzuyu. (- Aproximou-se de mim). — Sana não sabe o que está fazendo, ela apenas quer atenção e ficar me provocando.

— Não é verdade! Sana gosta de mim de verdade. (- Falei alto).

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— É você? Gosta dela? (- Debochou).

— Gosto!

Não sei o que deu em mim, mas senti que realmente gosto de Sana, estou me apaixonando por ela a cada dia mais.

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Você não vai se afastar dela não é mesmo?

— Não!

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Então façamos o seguinte, fique com ela, faça sexo quantas vezes você quiser, mas não tenha um relacionamento sério com ela. (- Disse sério).

— Por que eu não teria?

𝘿𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧:— Ela não presta pra isso.

— Quem decide isso, sou eu.

Saí de lá correndo, estou com raiva de tudo, da forma que não posso ser feliz com quem eu gosto, como as pessoas são idiotas, estou com ódio de mim mesma por deixar serem escrotos comigo. Fui em direção ao banheiro, entrei é bati com tudo a porta, respirei fundo, e joguei água em meu rosto na tentativa de me acalmar, sem que isso será em vão.

𝙍𝙤𝙨é:— Isso mesmo! Quebra! (- Riu) — O que houve? Ele brigou com você?

— Ah! Nada de importante.

𝙍𝙤𝙨é:— Hum... Fiquei sabendo que Sana é filha do diretor, isso e verdade? (- Indagou).

— Sim.

𝙍𝙤𝙨é:— Aconteceu algo com vocês dias pra ele ficar encomodando?

— Desculpe Rosé, mas você não está querendo saber demais?

𝙍𝙤𝙨é:— Estou curiosa... Tzuyu...

(- Aproximou-se) — Você parece preocupada, aconteceu alguma coisa?

— Não precisa se preocupar Rosé, está tudo bem. (- Saí do banheiro em direção a minha classe).

𝙍𝙤𝙨é:— Calma Tzuyu! (- Veio atrás de mim). — Sana me disse que você estava pensando em participar das aulas de dança, é verdade? (- Perguntou com curiosidade).

— Ah sim, estava pensando em participar das aulas, mas acho que não me daria bem nas aulas.

𝙍𝙤𝙨é:—Eu não acho, tenho certeza que aprenderia rapidamente as coreografias. (- Disse com exatidão).

— Obrigada pelo apoio Rosé! (- A agradeci).

Entramos na sala de aula como se nada tivesse acontecido, sentamos em nossos lugares. Aproveitamos que o professor de Geografia não havia chegado é conversamos sobre as aulas de dança. 𝘗𝘦𝘭𝘰 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘯ã𝘰 𝘨𝘰𝘴𝘵𝘰𝘶 𝘱𝘦𝘯𝘴𝘢𝘥𝘰 𝘦𝘮 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘮𝘢𝘵𝘢𝘳 𝘰 𝘱𝘢𝘪 𝘥𝘢 𝘚𝘢𝘯𝘢.

P. O. V. (Tzuyu off)

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𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙍𝙤𝙨é 𝙤𝙣)

Pode parecer bem louco mas... Gosto da Tzuyu, o jeito como ela se faz de difícil me deixa excitada, isso é bem estranho porque nós conhecemos a pouco tempo, quando ela começou a conversar comigo sobre sua vontade de dançar senti que ela começou a confiar em mim, o único problema é que ela não me considera amiga. 𝘈𝘪𝘯𝘥𝘢...

Tzuyu falou sobre sua aulas de balé quando mais nova, porém não pode mas fazê-los por quanta da situação financeira de sua mãe, ela me explicou sobre o trabalho dela, é falou um pouco sobre amizade com Sana.

— Desde quando você conhece á Sana (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙚𝙞 𝙘𝙤𝙢 𝙘𝙪𝙧𝙞𝙤𝙨𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Desde dos meus 7 anos.

— Uau! Faz muito tempo!

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Realmente, uma pena ela ter voltado agora.

— Como assim? (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙪𝙚𝙞).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Quando éramos mais novas, Sana voltou para o Japão, então acabei ficando sozinha. (𝙋𝙚𝙜𝙤𝙪 𝙨𝙪𝙖 𝙜𝙖𝙧𝙧𝙖𝙛𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙙𝙚 á𝙜𝙪𝙖, é 𝙗𝙚𝙗𝙚𝙪 𝙖𝙡𝙜𝙪𝙣𝙨 𝙜𝙤𝙡𝙚𝙨).

— Deve ter sido difícil pra você ter ficado sem ela.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Vejamos pelo lado bom, Sana agora está comigo. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

— Você tem sentimento por ela?

Tzuyu engasgou-se com a água e tossiu.

— Tzuyu! Você está bem?? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙚𝙞 𝙙𝙚𝙨𝙚𝙨𝙥𝙚𝙧𝙖𝙙𝙖).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Tô! (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙧𝙚𝙘𝙪𝙥𝙚𝙧𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙨𝙚𝙪 fôlego).

— 𝙍𝙚𝙨𝙥𝙞𝙧𝙖.

Olhamos para nossa direita é a turma estava olhando para nós como se fossemos loucas. Dermos risada com a situação, fazia tempo que não ria por alguma bobagem. Mesmo que eu tenha Jennie, Jisoo, é Lisa, parece que falta algo que não me completa, me sinto só.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Meu Deus! Que vergonha... (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙧𝙞𝙣𝙙𝙤).

— Haha! Eu achei que você ia morrer! (𝘽𝙧𝙞𝙣𝙦𝙪𝙚𝙞).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Mas não morri! (𝘼𝙥𝙚𝙧𝙩𝙤𝙪 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖𝙨 𝙗𝙤𝙘𝙝𝙚𝙘𝙝𝙖𝙨).

— É...não morreu... (𝙊𝙡𝙝𝙚𝙞 𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙪𝙨 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙨).

𝘊𝘰𝘮𝘰 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘳 𝘵ã𝘰 𝘣𝘰𝘯𝘪𝘵𝘢?

[ ... ]

P. O. V. (Rosé off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙎𝙖𝙣𝙖 𝙤𝙣)

Já havia acabado as primeiras aulas, eu é Jisoo estamos indo em direção ao refeitório, já como era hora do intervalo. Vi Rosé é Tzuyu saindo juntas da classe, Rosé estava se aproximando de Tzuyu, e por incrível que parece Tzuyu estava dando liberdade para ela.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Olá meninas! (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙖𝙡𝙚𝙜𝙧𝙚).

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤 é 𝙚𝙪: Olá!

Jennie é Lisa vieram correndo em nossa direção.

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Hi Lorena! (𝙎𝙚 𝙧𝙚𝙛𝙚𝙧𝙞𝙪 𝙖𝙤 𝙢𝙚𝙢𝙚).

Rimos com isso.

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Hello bitches! (𝙁𝙚𝙯 𝙘𝙖𝙧𝙖 𝙙𝙚 𝙙𝙚𝙗𝙤𝙘𝙝𝙚).

𝙍𝙤𝙨é:— Hey! (𝘿𝙚𝙪 𝙪𝙢 𝙩𝙖𝙥𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙪 𝙗𝙧𝙖ç𝙤). — Cuidado com o que você diz.

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Por que?

𝙍𝙤𝙨é:— Vai acabar sem língua!

Lisa mostrou a língua.

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— OK! Mudando de assunto, eu estava pensando em fazer uma festa do pijama na minha casa, vocês topam (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙖𝙣𝙞𝙢𝙖𝙙𝙖).

Hum... Uma festa do pijama, me lembro que a última que fui perdi a minha virgindade com o irmão da minha amiga. Sim! Eu já transei com homem.

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— WOW! Uma festa do pijama!

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Mas Jisoo, seus pais não vai se incomodar?

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— Ah relaxa! Eles viajaram.

𝙍𝙤𝙨é:— Bom... Se não for incômodo, eu vou. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪 𝙨𝙞𝙢𝙥á𝙩𝙞𝙘𝙖).

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— E vocês? (𝘼𝙥𝙤𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙢𝙞𝙢, é 𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪). — Não vão?

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Ah... Eu não sei... Vou ver de posso ir. (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙨𝙚𝙢 𝙜𝙧𝙖ç𝙖).

— Bem, eu quero ir! (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙪𝙚𝙞).

𝙅𝙞𝙨𝙤𝙤:— Ok! Depois eu passo os detalhes, espero que possa ir Tzuyu.

(𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Por que não vamos até a quadra? Lá e mas calmo que aqui.

Realmente, aqui está muita barulheira. Fomos em direção à quadra, nela havia alguns garotos jogando basquete, mas tirando isso, o ambiente estava agradável. Nós sentamos na arquibancada e começamos a conversar.

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Quem é aquele lá? (𝘼𝙥𝙤𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤 𝙜𝙖𝙧𝙤𝙩𝙤 𝙖𝙡𝙩𝙤).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Aquele é o Chanyeol, ele é intercambista da Coréia do Sul. (𝙍𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙙𝙚𝙪).

𝙍𝙤𝙨é:— Nossa! Ele é bem alto. (𝙁𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙘𝙤𝙢 𝙨𝙪𝙧𝙥𝙧𝙚𝙨𝙖).

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Até que os garotos daqui são bonitinhos. (𝘿𝙚𝙪 𝙧𝙞𝙨𝙖𝙙𝙖𝙨).

— Dão pro gasto. (𝘽𝙧𝙞𝙣𝙦𝙪𝙚𝙞).

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Então Sana, você é virgem? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙧á𝙥𝙞𝙙𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚).

Fiquei surpresa com sua audácia, porém tive que responder:

— Não (𝙍𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙙𝙞).

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Eitaa! Você não tem cara de quem chupa rola hihihi (𝙁𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙗𝙧𝙞𝙣𝙘𝙖𝙣𝙙𝙤).

— Realmente, eu chupo buceta. (𝙧𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙙𝙞 𝙘𝙤𝙢 𝙙𝙚𝙗𝙤𝙘𝙝𝙚).

Observei Tzuyu, ela aparentava estar desconfortável com a conversar, talvez ela esteja com ciúmes de mim. 𝘌𝘶 𝘨𝘰𝘴𝘵𝘰 𝘥𝘦 𝘱𝘳𝘰𝘷𝘰𝘤𝘢𝘳 𝘦𝘭𝘢.

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Hum... Dê quem você chuparia a buceta? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙘𝙤𝙢 𝙘𝙪𝙧𝙞𝙤𝙨𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚).

Quando eu fui responder, senti uma pancada na cabeça, fechei meus olhos é cai no chão.

𝙅𝙚𝙣𝙣𝙞𝙚:— Escuta aqui seu merda! Você acertou minha amiga! Quer morrer?! (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙩𝙤𝙢 𝙙𝙚 𝙧𝙖𝙞𝙫𝙖).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Meu Deus! Sana!

Senti minha cabeça latejando com a força da pancada. Fiquei alguns segundos com meus olhos fechados na esperança da dor passar, foi em vão. Tive que abrir meus olhos de qualquer maneira, todos estavam em cima de mim, me observando.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sana, está doendo? (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙤𝙪 𝙥𝙧𝙚𝙤𝙘𝙪𝙥𝙖𝙙𝙖).

— Aish! Tá doendo pra caralho! (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙧𝙖𝙞𝙫𝙖).

(💭𝘌𝘶 𝘷𝘰𝘶 𝘮𝘢𝘵𝘢𝘳 𝘰 𝘪𝘯𝘧𝘦𝘭𝘪𝘻💭).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Eii! Olha a boca!

Me sentei com ajuda de Tzuyu, é vi que um garoto estava parado com cara de arrependido.

(💭 - 𝘚𝘦 𝘧𝘰𝘳 𝘦𝘭𝘦 𝘪𝘳𝘦𝘪 𝘢𝘳𝘳𝘢𝘯𝘤𝘢𝘳 𝘰 𝘱𝘢𝘶-💭). Ele se aproximou lentamente de mim é disse:

— Me perdoe! Não tive a intenção de machucar você, foi um acidente. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪 𝙨𝙚𝙢 𝙜𝙧𝙖ç𝙖).

— Perdôo e o caralho! Doeu seu imbecíl.

𝙇𝙞𝙨𝙖:— Calma Sana, também não é pra tanto!

Ele me ofereceu a mão para ajudar-me a levantar.

— Obrigada! (𝘼𝙜𝙧𝙖𝙙𝙚𝙘𝙞).

— Meu nome é Jackson, Jackson Wang. (𝘼𝙥𝙧𝙚𝙨𝙚𝙣𝙩𝙤𝙪-𝙨𝙚).

— Não perguntei. (𝙁𝙖𝙡𝙚𝙞 𝙘𝙤𝙢 𝙞𝙧ô𝙣𝙞𝙖).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— An... Então vamos? (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙗𝙚𝙢 𝙣𝙖 𝙝𝙤𝙧𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙨𝙞𝙣𝙖𝙡 𝙩𝙤𝙘𝙤𝙪).

𝙏𝙊𝘿𝘼𝙎:— Vamos!

[ ... ]

Já estávamos indo para casa, Tzuyu estava me esperando na porta de minha classe, até que a pessoa que mas odeio apareceu.

𝙋𝙖𝙞:— Sana, podemos conversar?

— O que você quer? (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙧𝙖𝙞𝙫𝙖).

𝙋𝙖𝙞:— Eu só vim conversar... (- 𝙀𝙣𝙘𝙖𝙧𝙤𝙪 𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙙𝙤 𝙨𝙚𝙪 𝙡𝙖𝙙𝙤). — Sozinhos.

Tzuyu encarou pra ele com ranço, seu olhar era de reprovação, em seguida ela saiu, deixando apenas nós dois.

— O que você quer? (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙪𝙚𝙞)

𝙋𝙖𝙞:— Apenas vim conversar com você.

— Então fale logo. (𝙍𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙙𝙞 𝙨𝙚𝙘𝙖).

𝙋𝙖𝙞:— Eu sei que sou um péssimo pai para você, sei que me odeia, sei que tem nojo de mim. Mas quero que me perdoe. (𝙀𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙘𝙤𝙢 𝙡á𝙜𝙧𝙞𝙢𝙖𝙨 𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙪𝙨 𝙤𝙡𝙝𝙤𝙨).

— Não é possível! Você me maltrata desde mais nova, sempre foi escroto! É agora tenta uma reconciliação? Você bebeu? (𝙂𝙧𝙞𝙩𝙚𝙞).

𝙋𝙖𝙞:— Eu sei disso! Sou uma pessoa horrível, mas quero melhorar... Quero ser aquilo que eu não foi a sua vida toda, quero reparar meus erros... Você é minha filha Sana, minha princesinha. (𝙀𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙘𝙝𝙤𝙧𝙖𝙣𝙙𝙤).

— Você sabe que eu não confio em você, sabe que não consigo ver esperança nisso, você não errou apenas comigo, você sabe disso. (𝙁𝙪𝙞 𝙚𝙢 𝙙𝙞𝙧𝙚çã𝙤 𝙖 𝙥𝙤𝙧𝙩𝙖, 𝙢𝙖𝙨 𝙚𝙡𝙚 𝙨𝙚𝙜𝙪𝙧𝙤𝙪 𝙢𝙚𝙪 𝙗𝙧𝙖ç𝙤).

𝙋𝙖𝙞:— Lembra quando você era criança é quando eu ia buscar você na escola?

— Lembro, por que?

𝙋𝙖𝙞: Quero voltar a ser um pai que ama sua filha mas que tudo, eu sei que errei com sua mãe, é principalmente com você filha, fui errado com você diversas vezes, por favor me desculpe por meus erros. (𝙄𝙢𝙥𝙡𝙤𝙧𝙤𝙪).

Não sei o que fazer, não sei o que dizer, estou paralisada, meu pai sempre foi orgulhoso é idiota, desde sempre ele fingia que eu não existia, é quando eu fazia algo "errado", ele me julgava, mas sei que é difícil ele pedir desculpas por algo principalmente pela forma que me trata, irei dar uma chance.

— Tudo bem... Acredito em você, mas com uma condição. (𝙊 𝙀𝙣𝙘𝙖𝙧𝙚𝙞).

𝙋𝙖𝙞:— Qual? (𝙇𝙞𝙢𝙥𝙤𝙪 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙡á𝙜𝙧𝙞𝙢𝙖𝙨).

— Você não irá prejudicar Tzuyu, entendeu? (𝙇𝙚𝙫𝙖𝙣𝙩𝙚𝙞 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙨𝙤𝙢𝙗𝙧𝙖𝙘𝙚𝙡𝙝𝙖).

𝙋𝙖𝙞:— Ok! Prometo! (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

Sorrimos, era a primeira vez em anos que me senti bem conversando com meu pai, maioria das vezes brigavamos mas ainda, isso machucava demais, eu estou feliz em ter me reconciliando com ele. Nós se abraçamos, fazia tanto tempo que não fazíamos isso, que caiu uma lágrima de emoção.

𝙋𝙖𝙞:— Sana, você não acha melhor voltar para nossa casa?

— Voltar para casa?

𝙋𝙖𝙞:— Sim! Voltar para casa, sei que você é Tzuyu estão juntas, mas não quero que fique desconfortável, sinto sua falta, é Jessica está preocupada com você.

— Jessica... (𝙊𝙡𝙝𝙚𝙞 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤 𝙘𝙝ã𝙤).

𝙋𝙖𝙞:— Sei o que aconteceu, mas quero que tenham uma relação saudável.

— Ok, mas... Posso voltar amanhã? Preciso avisar Tzuyu, é pegar minhas coisas que estão em sua casa.

𝙋𝙖𝙞:— Entendo.

[ ... ]

P. O. V. (Sana off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪 𝙤𝙣)

Não gosto do pai da Sana, ele é falso é manipulador. Eu sei que ele finge ser algo que ele não é, finge para todos é que um ótimo pai é diretor, mas sua atitudes provam o contrário. (- 𝘌𝘭𝘦 é 𝘶𝘮𝘢 𝘧𝘢𝘳ç𝘢). Vi Sana é ele, saindo da classe vindo em minha direção, ela aparentava estar contente. ( - 𝘋𝘦𝘷𝘰 𝘮𝘦 𝘱𝘳𝘦𝘰𝘤𝘶𝘱𝘢𝘳? -).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Oi... (𝙁𝙚𝙯 𝙪𝙢 𝙨𝙤𝙧𝙧𝙞𝙨𝙞𝙣𝙝𝙤). — Vamos? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙤𝙪-𝙢𝙚).

— Vamos... (𝙊𝙡𝙝𝙚𝙞 𝙚𝙢 𝙙𝙞𝙧𝙚çã𝙤 𝙖𝙤 𝙎𝙧. 𝙈𝙞𝙣𝙖𝙩𝙤𝙯𝙖𝙠𝙞).

Não gosto nem um pouco de pensar no que eles conversaram, mas parece que algo de bom aconteceu, Sana está alegre... Mas Porquê?

— O que vocês conversaram? (𝙊𝙡𝙝𝙚𝙞 𝙙𝙚 𝙘𝙖𝙣𝙩𝙤).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Nós conversamos... Acho que ele quer ter uma relação saudável.

— Entendi... (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙪𝙚𝙞). — Você não acha estranho ele querer isso logo agora? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙚𝙞).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Hum.. Por que acha isso?

Lembrei do acontecimento de mais cedo, seu pai aparentava não querer um futuro relacionamento da Sana comigo, agora ele quer reconciliação com ela... Isso está estranho, é mesmo que ele queira uma relação de pai é filha, duvido muito que ele me aceita.

— Nada de importância. (𝙍𝙞 𝙨𝙚𝙢 𝙜𝙧𝙖ç𝙖).

[ ... ]

Chegamos em casa, joguei minha mochila em cima do sofá e fui em direção a cozinha procurar algo para comer, vi um fatia de pizza da noite passada, meti minha boca nele.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Hey! Você não acha que precisamos comprar comida? (𝘼𝙥𝙤𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙛𝙖𝙩𝙞𝙖 𝙙𝙚 𝙥𝙞𝙯𝙯𝙖).

— Shiu! Respeite essa precisa fatia de mussarela, você ofendeu ela!

(- 𝘽𝙧𝙞𝙣𝙦𝙪𝙚𝙞).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Você também é maravilhosa. (𝙀𝙡𝙤𝙜𝙞𝙤𝙪-𝙢𝙚).

— Uhum, eu sei disso. (𝙍𝙞 𝙙𝙚𝙗𝙤𝙘𝙝𝙖𝙙𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Bem narcisista você dona Chou Tzuyu. (𝙍𝙞𝙪).

— Enfim... 𝙏𝙚𝙧𝙢𝙞𝙣𝙚𝙞 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙧). — Vou tomar banho. (𝘿𝙚𝙞 𝙪𝙢 𝙨𝙚𝙡𝙞𝙣𝙝𝙤 𝙣𝙖 𝙎𝙖𝙣𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Posso tomar banho com você? (𝙁𝙚𝙯 𝙗𝙞𝙦𝙪𝙞𝙣𝙝𝙤).

— Eu adoraria... Porém preciso de privacidade. ( 𝙋𝙞𝙨𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙥𝙧𝙖 𝙚𝙡𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Sua sem graça. (𝘾𝙧𝙪𝙯𝙤𝙪 𝙤𝙨 𝙗𝙧𝙖ç𝙤𝙨).

[ ... ]

Fiquei um bom tempo no banho, relaxando pensando em como era bom não ficar sozinha. Minha mãe sempre viajava por causa do trabalho, quando eu era mais nova, minha mãe contratava babás para cuidarem de mim, mas por causa de problemas financeiros, não pode mas pagar,então tive que aprender a ficar sozinha.

Saí dos meus pensamentos com a voz de Sana:

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Tzuyu... Eu tava pensando em voltar a morar com meu pai.

WHAT???????????

— COMO ASSIM?????? (𝙌𝙪𝙖𝙨𝙚 𝙗𝙚𝙧𝙧𝙚𝙞).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Meu pai disse que gostaria que eu voltasse a morar com ele, parece que ele sente minha falta... (𝙊𝙡𝙝𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙗𝙖𝙞𝙭𝙤).

— Sana... Eu gosto que você me faça companhia, não me sinto tão sozinha... Mas se você quer voltar a morar com ele, não posso impedir. (𝙁𝙞𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙩𝙧𝙞𝙨𝙩𝙚).

Mesmo que eu goste muito de Sana, não posso impedi-la de voltar a falar com seu pai, mesmo ele sendo ruim. Sana tem direito de ter uma relação de pai é filha, só espero que ele não esteja mentindo pra ela.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Obrigada Tzuyu pelo apoio. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

Fico feliz por Sana, mas ao mesmo tempo receosa, não confio em seu pai, não sinto verdade nele, só espero que não esteja mentindo para Sana.

Depois da nossa conversa, fui em direção ao meu quarto me vestir, até que Sana me chamou dizendo que seu pai ligou é havia nós convidado para jantar em sua casa, mas eu não entendi o motivo pela qual ele me incluiu. Vesti meu conjunto de langerie branco, achei uma calça jeans azul escura, e uma camisa branca, coloquei meu converse all star vermelho. Sana já havia tomado banho minutos antes então já estávamos cheirosas. Fui em direção ao quarto de minha mãe onde Sana estava se arrumando até que vejo ela tentando fechar o zíper do vestido.

— Precisa de ajuda? (𝙋𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙚𝙞).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Uhum. (𝙁𝙚𝙯 𝙨𝙞𝙣𝙖𝙡 𝙙𝙚 𝙨𝙞𝙢 𝙘𝙤𝙢 𝙖 𝙘𝙖𝙗𝙚ç𝙖).

Fui em direção da menor, e vi que seu sutiã era vermelho, desci minha mão até o zíper e subi lentamente, olhei o reflexo de Sana no espelho, ela estava bonita, seu lábios estavam da mesma cor... vermelhos, Sana usava um vestido preto discreto, porém deixava ela sexy.

𝙎𝙖𝙣𝙖:— Obrigada... (𝘼𝙜𝙧𝙖𝙙𝙚𝙘𝙚𝙪). — Você fica sexy em calça jeans, sabia? (𝘼𝙜𝙖𝙧𝙧𝙤𝙪 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙘𝙞𝙣𝙩𝙪𝙧𝙖).

—Sana! (𝙁𝙞𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙘𝙤𝙧𝙖𝙙𝙖).

𝙎𝙖𝙣𝙖:— O que foi? E a verdade. (𝙍𝙞𝙢𝙤𝙨).

[ ... ]

P. O. V. (Tzuyu off)

░░░░░░░░░

𝙋. 𝙊. 𝙑. (𝙎𝙖𝙣𝙖 𝙤𝙣)

Estavamos de frente daquele enorme portão novamente, aquilo me deixou assustada, lembrem-se da última vez que vim aqui, aquele dia não foi bom. Mas hoje espero falar tudo que tive vontade e guardei comigo por vários anos, tudo o que me machucou por tanto tempo pare de doer, apenas desejo que meu pai me respeite e me ame de verdade.

Tomei coragem para tocar a campainha, Tzuyu estava do meu lado, sua feição não parecia boa.

— O que houve? (𝙄𝙣𝙙𝙖𝙜𝙪𝙚𝙞 𝙥𝙧𝙚𝙤𝙘𝙪𝙥𝙖𝙙𝙖).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Nada. (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙨𝙚𝙘𝙖).

— Você parece que está incomoda com algo.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— E apenas impressão.

— Tzuyu você...

Não tive tempo de terminar minha fala, o portão foi aberto e em nossa frente surgiu aquela mulher...𝘑𝘦𝘴𝘴𝘪𝘤𝘢...

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Olá meninas! Entrem! (𝙘𝙤𝙣𝙫𝙞𝙙𝙤𝙪).

Entramos no corredor que ia em direção a sala, eu estava nervosa... Sinto Tzuyu segurar minha mão, e olhar para mim.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Você está bem? (𝙎𝙪𝙨𝙨𝙪𝙧𝙧𝙤𝙪).

Confirmei com a cabeça em sinal de sim, fomos em direção a sala, Jessica foi em direção a cozinha e disse que meu pai estava no cômodo de cima se arrumando. Nós sentamos no sofá é Tzuyu falou:

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Até que ela é legal. (𝙏𝙚𝙣𝙩𝙤𝙪 𝙢𝙚 𝙖𝙣𝙞𝙢𝙖𝙧).

Ri com o comentário, escuto passos vindo de cima, olho para a escada e lá estava ele... Meu pai.

𝙋𝙖𝙞:— Olá Sana... (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪). — Olá Tzuyu. ( 𝙎𝙚𝙪 𝙩𝙤𝙢 𝙙𝙚 𝙫𝙤𝙯 𝙨𝙖𝙞𝙪 𝙢𝙖𝙡𝙞𝙘𝙞𝙤𝙨𝙤).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Oi... (𝙎𝙪𝙖 𝙫𝙤𝙯 𝙨𝙖𝙞𝙪 𝙖𝙗𝙖𝙛𝙖𝙙𝙖).

𝘗𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘦𝘴𝘵ã𝘰 𝘢𝘨𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮?

— Por que vocês estão assim?

𝙋𝙖𝙞:— Haha! Não e nada filha... (𝘼𝙗𝙧𝙖ç𝙤𝙪-𝙢𝙚). — Tzuyu está brincando.

Tzuyu estava encarando ele com ódio, quando Tzuyu iria se pronunciar, Jessica disse:

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— A comida está pronta, venham (𝙁𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙨𝙤𝙧𝙧𝙞𝙣𝙙𝙤).

Fomos em direção a cozinha, sentamos na mesa enquando Jessica nós servia. Ela havia feito lasanha.

𝙋𝙖𝙞:— Pedi para Jessica fazer lasanha, se não me engano seu prato favorito.

— Achei que não sabia. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞).

𝙋𝙖𝙞:— Claro que eu sei! Então Tzuyu como anda sua família?

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Minha família? Ela... Anda bem... (𝙊𝙡𝙝𝙤𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤 𝙥𝙧𝙖𝙩𝙤).

— Pai... Não seja sem educação.

𝙋𝙖𝙞:— Não estou sendo sem educação, só estou perguntando como a família de Tzuyu está, então Tzuyu seu pai continua com negócios no exterior? (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙨í𝙣𝙞𝙘𝙤).

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Meu pai morreu. (𝙀𝙣𝙘𝙖𝙧𝙤𝙪 𝙢𝙚𝙪 𝙥𝙖𝙞).

𝙋𝙖𝙞:— É sua mãe? Continua cuidado de doentes?

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Sim! Minha mãe continua trabalhando como médica. (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙨é𝙧𝙞𝙖).

𝙋𝙖𝙞:— Que pena, ela é bonita poderia trabalhar em outra profissão. (𝙁𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙚𝙢 𝙪𝙢 𝙩𝙤𝙢 𝙢𝙖𝙡𝙞𝙘𝙞𝙤𝙨𝙤).

Tzuyu ficou com a cara fechada, meu pai olhava pra ela estranho, isso me encomodava, Jessica comia em silêncio, então tive coragem para perguntar.

— O que aconteceu?

Jessica olhou para meu pai, é eu olhei para ele.

— Vocês estão estranhos, por que não falam qual o problema?

Não acredito que isto está acontecendo, hoje era para ser algo bom e está virando briga.

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Temos algo mas importa para conversarmos. (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪).

— Realmente, só viemos para conversar é nós reconciliar.

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Como assim? (𝘿𝙞𝙨𝙨𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙛𝙪𝙨𝙖).

— Ué, meu pai disse que o jantar era para voltarmos a ser pai é filha.

𝙅𝙚𝙨𝙨𝙞𝙘𝙖:— Ele não tem disse? (𝙁𝙞𝙯 𝙨𝙞𝙣𝙖𝙡 𝙙𝙚 𝙣ã𝙤). — Eu estou grávida.

Meu mundo parou, não acredito que meu pai engravidou essa mulher, meu pai é nojento, ele sabia que não suportava a idéia de ele ter escolhido ela como esposa e ainda quer que eu tenha um irmão. Saí da mesa é fui em direção ao corredor onde ficava a porta de saída.

𝙋𝙖𝙞:— Onde está indo?

Tzuyu, vendo a passos largos atrás de mim.

— Estou indo embora!

𝙋𝙖𝙞:— Você é egoísta! Não pode ver ninguém feliz!

— Não é verdade! Você é egoista! Sempre me maltratou é me desprezou, agora acha que irei aceitar um filho dessa mulher, eu achei que você se importava comigo, mas estive enganada.

Tzuyu é eu saímos daquela casa, vimos um táxi e entramos indo em direção a casa de Tzuyu. Não acredito que ele mentiu pra mim dizendo que queria ter uma relação saudável comigo, ele apenas queria falar que terá um filho com aquela mulher. Tzuyu estava quieta, parecia triste.

— Desculpa Tzuyu, eu deveria ter ouvido você.

𝙏𝙯𝙪𝙮𝙪:— Está tudo bem! (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪 𝙨𝙚𝙢 𝙢𝙤𝙨𝙩𝙧𝙖𝙧 𝙤𝙨 𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚𝙨).

[ ... ]

Quando chegamos em casa, Tzuyu foi em direção ao banheiro dizendo que estava muito apertada, fiquei na sala observando o espaço vazio, me lembrando de quando éramos pequenas brincamos de boneca aqui. Até que percebo alguns barulhos vindo do quintal, vou em direção a cozinha que percebo que os barulhos são realmente são de lá fora. Abro a porta que da acesso ao quital, e vejo a piscina, observo uma sombra, parecia que alguém estava sentado em uma das cadeiras de praia. Me aproximo, e sinto cheiro de cigarro...

Em alguns segundos escuto:

:— Não sabia que gostava de lugares assim. (Falou irônico).

Eu conhecia aquela voz... Mas o que ela estava fazendo aqui.

— Mãe?

Ela se levanta da cadeira, joga a bituca de cigarro na piscina. 

:— Olá filha! (𝙎𝙤𝙧𝙧𝙞𝙪). 


Notas Finais


Esse foi o capítulo de hoje, me perdoe qualquer erro, e novamente desculpa pela demora vou tentar postar o quarto capítulo o mais rápido possível, agradeço a todos que estão lendo, e muito obrigada o apoio, bebam água e se cuidem! 😊💞 Fiquem avontade para comentar no capítulo. E pfv favoritem ou adicione na biblioteca, ajuda o engajamento da Fanfic.


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