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História More than Enemies - Dreamnotfound - Capítulo 1


Escrita por: Juh_McytSimp

Notas do Autor


•Por favor leiam a Sinopse.

Pessoal, essa história é uma completa inspiração de um livro já existente chamado "Vermelho, branco e sangue azul" da autora: Casey McQuiston.

Relembrando que essa história obviamente é roteirizada então provavelmente não mudarei eventos decorrentes do livro. E meu objetivo não é desmerecer ou copiar a história da mesma, eu realmente fiquei apaixonada por esse livro e essa ideia me veio em mente.

Capítulo 1 - Capítulo I


No jardim da Casa Branca, escondido em uma área deserta das cercas tom alabastro, entre as ervas daninhas com espinhos indesejados completamente esquecida pelos jardineiros locais, ou simplesmente imperceptíveis. Se mover do modo correto, terá passagem para uma área desconhecida, fora do terreno presidencial e aparentemente sem receber visitas a tempo ilimitado – Uma mensagem atalhada de modo bruto por uma chave de fendas ou um abridor de cartas velho possivelmente roubado da Ala Oeste.

Na história secreta das primeiras-famílias residentes da Casa Branca, uma indústria exclusiva de fofocas deve guardar os mais obscuros segredos, sob pena de morte caso contrário – Não se sabe ao certo quem escreveu aquela mensagem enferrujada. A única certeza que as pessoas possuem é que apenas o filho ou filha da presidência teria a devida coragem de vandalizar a Casa Branca sem receber punições. Alguns julgaram ser Lucy Walker, que segundo fontes desconhecidas, possuía uma paixão em rabiscar partes ignoradas da casa presidencial, enquanto outros pensavam ser Jack Scott um garoto que simplesmente não se importava com as consequências da vida e utiliza o local para fumar escondido – Não importa, a frase permanece e se mantém em segredo desde então, apenas os espertos terão capacidade de a encontrar entre os espinhos agonizantes do jardim. Clay descobriu na semana em que se mudou para a Casa Branca mas nunca contou a ninguém.

A primeira regra dizia o seguinte: Não seja pego.

Os quartos leste e oeste no segundo andar costumavam ser exclusivos a primeira-família. Foram projetados para ser um salão enorme de visitas e bailes noturnos durante o governo Sanchez, mas com o tempo foram divididos. Clay dorme no leste, de frente para a sala do tratado, e Annie no oeste, perto do elevador principal.

Quando moravam no Texas, eles tinham quartos na mesma área, um em cada lado do corredor. Na época, Clay sabia de tudo que Annie sonhava, aos dez anos eram pinturas em aquarela, aos doze calendários lunares e tabela de cristais e aos quinze posters e jornais sobre carreiras de jornalismo e casos criminais – Já o quarto de Clay permanecia o mesmo, só aumentava o número de prêmios, troféus e matérias acumuladas de sua faculdade de direito. Está tudo juntando poeira na casa que sempre negaram vender, permanece lá no Texas como memória dos anos comuns de seu cotidiano.

Nos últimos anos, os filhos do presidente não constumavam morar na residência antes dos dezoito anos, mas Clay começou a faculdade em Orlando no mesmo mês que sua mãe tomou posse da presidência, e em sua logística não tinha motivo para dividir os custos entre a Casa Branca e o apartamento que ele iria morar. Annie veio no mesmo período recém aprovada na escola local, ela nunca disse mas Clay sabe que ela se mudou para manter os olhos nele, afinal, Annie sabe mais do que ninguém que o loiro mais velho adora estar perto da ação.

Dentro do quarto, ele pode sentar e escutar Hall & Oates na vitrola, sem que ninguém o ouça cantarolar Heat Waves, como seu pai fazia. Pode fazer todos os guias de estudo detalhados e cheio de post-its coloridos – Ele não vai se tornar o congressista mais jovem a ser eleito na história moderna se não fizer por merecer, mas ninguém precisa saber o quanto ele se esforça para isso. Pelo contrário seu status de sex symbol cairia palmos a baixo.

"Ei" –Diz uma voz à porta. Ele ergue o olhar e vê Annie adentrando o quarto sem cerimônias, carregando seu telefone, uma pilha de revistas embaixo do braço e um prato na mão. Ela fecha a porta com o pé e caminha até o mesmo–

"O que você roubou hoje?" –Clay pergunta afastando a pilha de papéis para se sentar confortavelmente sobre a cama–

"Donuts sortidos" –Ela diz sorridente, utilizava uma jeans larga tom índigo, uma camiseta preta e tênis surrados, Clay já consegue imaginar as colunas de moda da semana seguinte, uma foto de Annie com aquela roupa estampada como propaganda para vender jeans diretamente para jovens práticos e profissionais–

Ele se pergunta o que a irmã fez o dia todo. Annie havia citado algo sobre uma coluna para o Washington post, ou era uma sessão de fotos para o blog? Ou as duas? Ele nunca conseguiu acompanhar o ritmo da mesma – Ela espalhou as revistas e começou a ler.

"Fazendo a sua parte para manter a indústria de fofocas norte-americana viva?" 

"É para isso que servem meus anos de estudo sobre jornalismo" –Annie responde–

"Ainda com o esquema de jornalismo? A mamãe finalmente te escutou?" –Clay questionou discretamente interessado, com o passar das semanas, a conversa fiada de Annie se tornar uma jornalista não agradou o ego de sua mãe, que até o momento negou desesperadamente a carreira da mesma–

"Ela continua com o mesmo sermão, mas não são todas as pessoas que querem trabalhar com a presidência e papelada. Sinceramente eu não me importo com o que ela pensa" –Ela responde indiferente–

"Okay Drista, o que tem de bom essa semana?" –Ele questiona encarando as revistas–

"Vejamos...a In Touch disse que estou namorando um garoto francês?" –Annie diz–

"Sério?"

"Quem me dera...ah falaram que você fez clareamento dental" –Ela diz folheando o papel desinteressada–

"É verdade" –O loiro afirma mastigando os granulados sabor chocolate–

"Imaginei" –Ela diz sem erguer os olhos. Depois de folhear a revista inteira, ela a fecha e enfia na pilha, logo pegando outra noameda People. Ela foelha distraidamente afinal, a People só escreve o que os assessores dela mandam, não tem graça– "Não tem muita coisa sobre a gente essa semana, ah sou uma dica no palavras-cruzadas"

Acompanhar a cobertura dos sites de fofoca é trabalho da Annie, às vezes isso diverte ou irrita a mãe dos dois – Clay é narcisista o bastante para deixar a irmã ler os destaques para ele. Geralmente é pura invenção ou frases prontas escritas pela assessoria de imprensa da família, mas às vezes ajudam a desviar rumores estranhos e especialmente maldosos.

Se pudesse escolher, Clay preferiria ler uma das centenas de fanfics apaixonadas que o protagonizam na internet, em que sempre aparece com um charme devastador e uma resistência física inacreditável. Mas Annie se recusa a ler isso em voz alta por mais que ele insista.

"Lê a Us Weekly" –Clay diz–

"Hmm...ah olha, estamos na capa" –Ela diz tirando a revista levemente amassada da pilha–

Ela vira a capa brilhante para ele, que possui uma foto dos dois estampada no canto: Annie com um coque desleixado e Clay ligeiramente bêbado mas ainda bonito, com seu maxilar forte e cabelos loiros. Embaixo as letras em negrito ditam: Noitada maluca dos primeiros-filhos em Nova York – Clay pode se lembrar claramente de tal viagem de "negócios", ele ficou completamente bêbado em uma boate enquanto sua irmã aproveitava o karaokê com Puff.

"Ah essa noite foi maluca mesmo" –Clay diz recostando na cabeceira alta de couro– "Nada mais agradável do que ser o palestrante principal de uma conferência sobre emissões de gás carbono e passar uma hora e meio comendo salgadinho de camarão enquanto pessoas cantam no karaokê"

"Estão dizendo que você teve um caso com uma 'Garota misteriosa" –Annie diz– "Embora a primeira-filha tenha sido acompanhada e levada de limosine para uma festa de celebridades após o evento, Clay, o galã de vinte e um anos, foi flagrado entrando no W Hotel para se encontrar com uma garota misteriosa na suíte presidencial e só saiu por volta das quatro da madrugada. Fontes internas do hotel dizem ter ouvido ruídos amorosos do quarto a noite inteira e correm boatos de que a garota é ninguém menos que...Minx Fischer, a famosa modelo de vinte e dois anos. Será que os dois estão vivendo seu romance?"

"Isso!" –Clay comemora, e Annie resmunga– "Faz menos de um mês! Você me deve cinquenta dólares"

"Espera aí, foi mesmo a Minx?"

Clay se lembra da semana anterior, quando apareceu na suíte de Minx com uma garrafa de champanhe. Eles tiveram um caso rápido anos antes, durante a campanha, meio que inventaram um lance que parecia inevitável, eles tinham dezessete e dezoito anos na época e tinham certeza de que eram as pessoas mais inteligentes do mundo – Desde então Clay admitiu que Minx era duas vezes mais inteligente que ele e que definitivamente era inteligente demais para namorá-lo algum dia.

Não havia nada que ele pudesse fazer se a imprensa não havia superado aquele falho relacionamento, só porque gostam da ideia dos dois juntos – Por isso ele e Minx se encontram de vez em quando em quartos de hotel para beber, assistir Netflix e fazer barulhos de gemidos altos contra as paredes apenas para chamar atenção da mídia. Eles estavam apenas transformando uma situação desagradável em uma diversão pessoal, e tirar dinheiro da Annie era também uma das vantagens.

"Talvez" –Ele responde, recebendo um tapa furioso com a revista–

"Você está roubando babaca!"

"Aposta é aposta. Combinamos que você me daria cinquenta dólares se aparecesse um novo boato sobre mim em menos de um mês, aceito PayPal"

"Eu não vou pagar, e vou matar a Minx amanhã" –Annie diz irritada– "Aliás, o que você vai vestir amanhã?"

"Onde?"

"No casamento" –Ela responde simplista como se Clay acabará de fazer a pergunta mais estúpida do mundo–

"Casamento de quem?"

"Hum, o casamento real" –Ela responde– "Da Inglaterra. Está literalmente em todas as capas que acabei de mostrar"

Ele duvidoso ergueu a Us Weekly de novo, dessa vez, Clay nota a principal machete em letras garrafais: PRINCESA AMELIA DIZ SIM! A fotografia mostra uma herdeira britânica extremamente sem graça e seu noivo igualmente desinteressado com sorrisos insossos.

"É esse fim de semana?"

"Clay nós vamos viajar amanhã" –Annie diz buscando mais um donut para testar a própria paciência escutando as perguntas de seu irmão– "Temos duas aparições antes da cerimônia. Não acredito que a Puff ainda não encheu seu saco com isso"

"Merda" –Ele resmunga– "Devo ter anotado em algum lugar, acabei me distraindo"

"Se distraiu conspirando com a minha melhor amiga para ganhar cinquenta dólares de mim?"

"Não, com o meu trabalho para a faculdade, engraçadinha" –Clay diz apontando dramático para uma pilha de anotações– "Passei a semana inteira fazendo esse trabalho sobre Pensamento político romano. E pensei que concordamos que Minx era nossa melhor amiga"

"Isso nem parece uma matéria de verdade" –Annie diz revirando os olhos– "Será que você não esqueceu propositalmente de um grande evento internacional que envolve seu arqui-inimigo?" –Ela o laça um olhar julgativo–

"Annie, eu sou o filho da presidenta dos Estados Unidos. O príncipe George é uma pedra do império britânico. Nem dá para dizer que ele é meu arqui-inimigo" –Ele diz e volta a mastigar a rosquinha– "O que ele poderia fazer afinal? Jogar chá quente em mim? Ou me fazer dormir com suas músicas clássicas?" –Adicionou irônico–

"Uau...Sabe que britânicos não fazem só isso né?" –Ela diz decepcionada–

"Independente, só estou falando"

"Bom, você não precisa gostar dele, só fazer uma carinha feliz e não causar um acidente internacional no casamento real" –Ela diz cruzando os braços séria–

"Drista irmãzinha, eu sempre faço uma carinha feliz" –Clay diz abrindo um enorme sorriso obviamente falso, e Annie faz uma careta de repulsa–

"Eca. Enfim, já sabe o que vai vestir né?"

"Óbvio, escolhi e pedi para Puff aprovar no mês passado. Não sou uma anta" –Ele responde–

"Ainda não decidi meu vestido...prefere o marrom ou o de renda?" –Ela pergunta–

"Renda. É a Inglaterra" –Ele responde sarcástico, buscando o leptop das mãos da mesma– "Eu realmente preciso estudar, vai mexer no seu Instagram ou sei lá, você é chata"

"Cala a boca, estou tentando decidir o que vestir. Eca, você tem 'hora de voltar' na sua lista? Está estudando cinema em 2005?"

"Eu te odeio" –Ele suspira irritado–

"Hmm, sei"

Lá fora, o vento bate mais forte sobre o gramado, fazendo as tílias farfalharem no quintal. A vitrola no canto parou de tocar, Clay sai da cama e vira o disco, dando início a "London, Luck & Love" – No fundo, ele nunca se cansou dos jatinhos particulares, nem mesmo depois de três anos do mandato da mãe.

Não é sempre que ele viaja assim, mas quando quando pode é difícil se manter no posto que deveria – Ele nasceu no interior montanhoso do Texas; sua mãe, filha de mãe solteira, e seu pai, filho de imigrantes mexicanos, todos muito pobres. Uma viagem de luxo ainda era um luxo – Quinze anos antes, quando sua mãe concorreu à presidência pela primeira vez, foi nomeda pelos jornais de "Cometa de Lometa". Ela havia saído de sua pequena cidade de Fort Hood, trabalhando dia e noite em lanchonetes para bancar sua faculdade de direito e, antes dos trinta estava defendendo casos de discriminação diante do supremo tribunal federal. Ela era a última coisa que alguém esperaria sair do Texas, uma democrata de cabelos loiros, respostas rápidas, salto alto, um sotaque forte e uma pequena família.

Por isso ainda é surreal para Clay estar cruzando o Atlântico em uma cadeira de couro de encosto alto com os pés para cima. Minx está debruçada sobre as palavras-cruzadas do New York Times aí frente dele. Os fios púrpura caindo sobre a testa – Ao seu lado, o gigantesco agente Alex do serviço secreto, apelido por Quackity, segura o próprio jornal, correndo para terminar as palavras primeiro que ela.

Caroline, apelidada por Puff – A assistente preferida de sua mãe, assim como a dos filhos. Ela tranquilamente borda flores em um guardanapo com seu material de artesanato.

Annie está ao lado dele, apoiada em um cotovelo completamente concentrada na edição da People, que por algum motivo resolveu trazer junto a si. Ela sempre escolhe os materiais de leitura mais bizarros para voos, na última vez era um guia antigo para acidentes de embarque, causando uma viagem em completo pânico e medo de turbulência.

"O que você tá lendo aí?" –Clay perguntou–

Ela rapidamente vira a revista para o mesmo, uma matéria intitulada: LOUCURA DO CASAMENTO REAL! Clay solta um grunhido, é definitivamente pior que o manual de embarque.

"Que foi? Quero estar preparada para o meu primeiro casamento real" –Ela se justifica novamente folheando a revista–

"Você já foi a uma festa de formatura, é só imaginar isso só que no inferno, mas você tem que ser muito gentil o tempo todo" –Clay diz para a garota que bufa–

"Dá para acreditar que gastaram setenta e cinco mil dólares só em um bolo?" 

"Que deprimente"

"E parece que o príncipe George vai sozinho ao casamento, e todo mundo tá pirando" –Ela força um sotaque britânico cômico– "Segundo rumores, saindo com uma herdeira belga no mês passado, mas agora aqueles que acompanham a vida amorosa do príncipe estão desnorteados"

Clay suspira. É inacreditável como milhares de pessoas acompanham a vida amorosa completamente sem graça da realeza. Ele até entende o motivo das pessoas ligarem para onde ele enfia a língua, ao contrário do príncipe, ele tem personalidade.

"Vai ver a população européia finalmente se deu conta que o príncipe é tão atraente quanto sandália e meias" –Clay diz–

Minx abaixa as palavras-cruzadas enquanto Alex solta um palavrão ao notar que ela terminou primeiro.

"Você vai dançar com ele então?" –Minx sugere–

Clay revira os olhos se imaginando rodar um salão repleto de pessoas críticas e interesseiras com o príncipe George, só de pensar lhe dá ânsia de vômito.

"Até parece"

"Aww você ficou vermelhinho" –Minx zoa–

"Olha, casamentos reais são um lixo, os príncipes que fazem casamentos reais também são um lixo, o imperialismo que permite a existência de príncipes é um lixo, um eterno lixo sem fim" –Clay diz–

"Que belo discurso, sabe que os Estados Unidos também é um império genocida né?" –Annie diz usando seus óbvios conhecimentos históricos–

"Sei Drista, mas pelo menos não temos a indecência de manter a monarquia viva" –Clay diz mostrando a língua–

Os novos funcionários da Casa Branca são avisados de pequenas características a respeito de Annie e Clay antes de começarem um expediente convicto – A alergia de Annie a amendoim, os pedidos frequentes de café que Clay faz no meio da noite, a antiga melhor amiga de Annie que ainda mora em sua antiga cidade, mas que manda cartas para a mesma, sempre chegando diretamente a suas mãos. E o velho ódio de Clay contra o príncipe caçula.

Não é nem ódio, muito menos uma rivalidade. É apenas uma birra infantil e inquietante que faz sua cabeça doer.

O mundo decidiu elencar Clay como o equivalente americano ao príncipe George desde o primeiro dia, visto que os irmãos da Casa Branca eram a coisa mais próxima da realeza. Nunca pareceu justo. A imagem de Clay é honesta, possui carácter, humor e carisma, já George é uma simples capa repleta de sorrisos plácidos o falsos. Na opinião de Clay, George tem um papel muito mais fácil a se representar.

Tá. Talvez seja uma rivalidade.

"Tá inteligentona, quais os números na nossa situação atual?" –Clay pergunta–

"Bom, avaliação de risco: Noventa e oito por cento de chance de o príncipe George estar gato, e setenta e oito por cento de chance do Clay ser banido do Reino Unido para sempre" –Minx diz sorridente–

"É melhor do que eu imaginava" –Diz Annie–

Clay ri, e o avião segue caminho.


Notas Finais


*Só para deixar bem claro, de modo algum eu estou shippando o Clay e a Minx, eles são apenas colegas que se aproveitam dos boatos virtuais para alavancar sua carreira.


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