História More than Friends - Capítulo 3


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Amigos, Amizade Colorida, Amor, Colegial, Festa, Harry Styles, One Direction, Originais, Romance
Visualizações 337
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Aquele com a "amiguinha"


Por incrível que pareça, acordei no horário. Consegui me arrumar e ir tranquilamente para o colégio. Os professores passando revisão pra prova e eu prestando atenção em cada palavra para me livrar da recuperação. Só tiro os olhos do caderno quando bate o sino pro intervalo. Geral comentando sobre o show da banda do Harry e ele entra na nossa sala, todo orgulhoso. Varias pessoas vão até ele pra elogiar o show e em seguida ele se junta a mim e meus amigos.

- Vocês arrasaram ontem, Harry! – Julia elogia. Ed, que está ao seu lado, a puxa para um abraço, todo enciumado.

- Valeu Ju, eu e os caras estamos muito felizes! – ele responde com um sorriso de orelha a orelha.

- Acreditam que o dono do Mendes ofereceu um contrato pra a banda? – Carol diz toda empolgada pelo sucesso do irmão. Todo mundo fica chocado e muito feliz pelos meninos da OneD.

- Nosso show de ontem fez mó sucesso, o Dono disse que nunca viu tanta gente no Mendes numa segunda-feira, aí todas as segundas a partir do mês que vem estaremos lá! – Harry claramente está pirando de tanta felicidade.

- Han? O grupo tem uma nova tradição? Toda segunda encontro no Mendes? Foi isso que eu ouvi, produção? – Brinco tocando na minha orelha, como se tivesse usando um ponto. Depois de umas risadinhas, Ed interrompe:

- Muita convivência com o Mark tá deixando essa menina mais comediante.

MEU DEUS, O MARK! Esqueci completamente que a gente tinha brigado na noite passada, e ele até agora não me mandou nenhuma mensagem. Saio correndo da sala, deixando meus amigos com uma cara de “???”, mas preciso ligar pra ele de um lugar mais silencioso. Primeira tentativa: não atendeu. Começo a ficar mais preocupada e continuo ligando. Não atendeu. Vou pra 5ª tentativa, se ele não atender agora eu tento mais tarde.

- Vamos seu idiota, me atenda. – resmungo sozinha enquanto andava de um lado para o outro.

Depois de muito tempo chamando ele finalmente atende.

- Alô? – que estranho, ele está rindo.

- Até que enfim, Mark. Sou eu. Olha, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu ontem...

- Ontem? Ah. – ele da uma pausa e ri. Não to entendendo, o que tá fazendo ele rir? – Depois a gente conversa sobre isso – ele fala segurando a risada.

- Ok... Onde você tá? – falo estranhando. Ele tá com o rosto longe do telefone, mas eu consigo ouvir sua voz falando algo, mas sem entender o que. De repende uma risada ainda mais alta. Pera aí. Não é só a risada dele. Tem uma risada feminina junto. Ele tá com alguém... Alguém que eu não consigo reconhecer pela voz. Sobe um calor em mim, acho que estou ficando irritada. E ele não me responde. – MARK!? – grito pra ver se ele me escuta.

- Amor, te ligo daqui a pouco, tchau. – Ele diz depois de voltar o telefone ao rosto e desliga. Não acredito. Ele desligou na minha cara. Que porra está acontecendo?

Volto pra sala de aula fervendo de raiva e encarando o celular a cada minuto pra ver se não chegava alguma mensagem ou ligação dele. Nada. As aulas passam, não consigo me concentrar. Nada. Bate o sino pra irmos embora. Nada ainda. Esse menino conseguiu me estressar logo de manhã, que raiva. Vou pra casa, almoço e resolvo tirar uma soneca pra ver se acordo melhor.

Acho que dormi demais, já são quase quatro da tarde. Nenhuma mensagem nem ligação perdida do Mark. Acordei mais relaxada, mas quando eu encontrar com ele vou exigir satisfações. Ainda deitada, começo a olhar as histórias do Instagram, passo por alguns amigos, alguns famosos. Do nada, uma foto do Mark. Com uma menina. Calma, eu a conheço. É a Carla, uma “amiguinha” assanhada dele. Volto a ferver de raiva. Há duas semanas ela mandou mensagem pra ele dizendo “to com saudades dos seus beijos, meu anjo”, o que nos gerou uma DR dos infernos. Ele me jurou que ficou com ela só uma vez, e bem antes da gente se conhecer. Mas do nada ele tá ali com ela, ontem ele tava todo raivoso e hoje tá muito feliz e rindo com sua amiga.

Contenho minha raiva, pego meu violão e vou pra sala de casa. Toco umas músicas calmas e canto baixinho. Não sou expert no violão, mas até que vou bem nas poucas músicas que sei tocar. Um barulho de interfone me interrompe. Olho pela câmera e vejo Mark. Coloco o braço pra fora da janela e abro com o controle, sem fazer o esforço de levantar, já que ainda estou um pouco raivosa. Assim que ele entra, eu digo:

- O que tá fazendo aqui? – claramente com impaciência na voz.

- Ué, vim te ver.

- Acho que você tem companhia melhor pra ficar... – o fuzilo com o olhar. Ele coça a cabeça, parecendo procurar palavras pra me responder.

- Ah, você viu a foto...

- Vi. – digo ainda impaciente e afinando as cordas do violão, evitando olhar pra ele.

Mark senta no sofá, um pouco longe de mim, e liga a televisão. Sobe a fervura em mim de novo.

 - Jura que você vai me ignorar? – digo mais alto.

- Qual é Paige, eu não to te ignorando.

- Ah, foi mal, então acho que confundi. – digo com a maior ironia do mundo, tentando fazer ele se tocar.

- O que você quer que eu fale? – falando mais alto também. Mais uma DR pra coleção, que saco.

- Quero que me fale o porquê de você ter ficado puto ontem, porque desligou na minha cara e porque saiu com aquela sua amiguinha que você sabe que eu não gosto sem ao menos se comunicar.

- Não tem motivo pra não gostar dela, já falei.

- Acho que eu tenho motivo sim, “MEU ANJO”.

- Nossa como você é ridícula, vai voltar na DR de, sei lá, 10 anos atrás.

- Não é questão de voltar na DR, Mark. Você passou o dia com uma menina que disse que queria te beijar a duas semanas atrás, sem ao menos dizer pra sua namorada “vou sair com a Fulana, tchau”. O que você quer que eu pense em uma situação dessas?

- Não tem nada a ver, eu tava dando uma volta de carro, parei na pracinha pra tomar um suco e ela veio me dar oi. Começamos a conversar e só, não rolou nada. Desliguei na sua cara porque não tava dando pra ouvir o que você tava falando.

- Óbvio né, com aquela risada escandalosa não ia dar pra ouvir mesmo.

- Como você é chata, meu. Não posso fazer nada que você já vem de coisinha.

- Chata é minha mão na sua cara, porra. Você surta sem motivo, sai da minha casa todo irritadinho e nem fala comigo durante o outro dia inteiro.

- Sem motivo? Você anda sendo grossa comigo, me ignorando, e eu não tenho motivo?

- Realmente não sei de onde você tirou isso, mas se pareceu me desculpe, não foi minha intenção. Alguns segundos de silêncio, e ele diz:

- Me desculpa por surtar daquele jeito também. – abaixando o tom de voz e com cara de arrependimento. – E desculpa por desligar na sua cara também. E por sair sem avisar.

- E por não falar comigo o dia todo. – complemento, arrancando um risinho dele, que me abraça e da um beijinho na minha testa.

- É, por isso também. – ele me puxa pra deitar em seu ombro e depois de uns segundos de silencio liga Friends na tv.



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