História More Than One Secret - Capítulo 55


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 55 - Por todos os mortos


Fanfic / Fanfiction More Than One Secret - Capítulo 55 - Por todos os mortos

— Você só pode tá de brincadeira. — Nicole falou jogando o celular.

Não demorou muito para que Max viesse abrir a porta.

— Nic, Thomas precisa ir para casa. — Max falou. — Eu vou deixa-lo agora. Você prefere ficar com a Alena ou...

— Eu vou. — Nic não esperou Max terminar.

— O.k. — Falou trancando a porta novamente.

Nicole me encarou e pude ver que ela estava assustada.

— Não vamos sair, o.k.? — Falou. — Me prometa que não irá à festa.

— Você promete? — Perguntei.

— Nem eu, ou Thomas, ou Max, ou você. — Falou. — Todos ficam bem longe dessa festa hoje à noite.

Nicole pegou o celular deixou o quarto.

Havia algo rolando... Nicole assegurou que Thomas não iria? Nic e Thomas? — Não, Alena, não faça má interpretação. — Ela também assegurou que Max não iria então...

Alguém bateu na porta e voltei à realidade.

Era Zach. Obviamente eu estou enlouquecendo. Estou na casa do meu ex, no quarto do meu ex... Eu preciso de um psicólogo.

— Ei... — Zach falou entrando no quarto DELE.

— Oi. — Falei desconfiada me levantando da cama antes que pudesse fazer algo como puxá-lo para aquela cama e passar o dia todo com ele.

— Nicole, Thomas e Max acabaram de sair. — Falou encostado na porta.

— Acho que é melhor eu ir andando também. — Falei.

— Você está melhor? — Perguntou.

— Graças a você. — Falei com um sorriso torto.

— Sempre que precisar, Cindy. — Falou sorrindo.

AH NÃO! ZACHARY BRYANT NÃO ME VENHA COM “CINDY” AGORA.

Meu coração quase pulou fora, mas manter as aparências era algo que havia aprendido com esses meses.

— Tenha um bom dia, Zach. — Falei me retirando do quarto.

— Alena. — Zach chamou quando já estava perto da saída. — Não vá à festa da Anna.

Eu confirmei com a cabeça e abri a porta. Peguei um táxi e fui para casa. Após algumas horas eu estava escutando música quando recebi as mensagens do Max:

Max Bayer: Falou com o Thomas?

Max Bayer: Não consigo falar com ele.

Max Bayer: Nic também não.

Max Bayer: Estamos preocupados.

Max Bayer: Seria bom saber se ele está com você, ou se você está bem.

Max Bayer: Mande mensagem assim que puder.

Max Bayer: Nic e eu vamos procurar Thomas.

Alena Holland: Podem passar e me buscar.

Alena Holland: Não estou com ele.

Max não demorou muito para aparecer na minha casa. O vi estacionar o carro e caminhar até a porta.

— Alena! Seu amigo está aqui! — Gritou minha mãe.

Eu peguei uma bolsa e desci.

— Como você está, Max? — Perguntou minha mãe. — Logo após se recuperar do acidente... Perder seus amigos não deve ter sido fácil...

— Eu as conhecia desde criança. — Max falou. — Não é fácil.

— Bem... — Minha mãe iria começar antes que eu a interrompesse.

— Mãe... — Falei a interrompendo. — Não faça um perfil sobre o Max. — Max sorriu. — Ela é psicóloga e acha que pode resolver tudo.

— Sério? Acha que posso me consultar com a Sra.? — Max perguntou. — Porque eu realmente preciso de ajuda...

— Precisamos ir, certo? — Perguntei.

— Bem, Max. — Minha mãe falou o abraçando e se despedindo. — Pode me procurar em qualquer caso. — Sorriu. — Eu realmente gosto de você.

— O mesmo, Sra. Holland. — Max falou sorrindo. — Sempre um prazer revê-la.

Max e eu saímos.

— Me lembre de nunca deixar você sozinho com minha mãe. — Falei.

— Você é poderia ser mais como ela. — Max falou. — Pelo menos ela gosta de mim.

— Eu amo você. — Sorri. — Acho que é bem melhor, não acha?

Max sorriu e abriu a porta do carro. Eu fiz o mesmo.

Nicole estava no banco de trás no celular. Max abriu uma garrafa de água.

— Nada do Thomas? — Perguntei.

— Não. — Nicole falou. Ela afastou o celular do ouvido e pude ver o contato de Thomas salvo. “Thommy ❤”— Ele não atende o celular.

— Você e o Thomas estão saindo? — Eu não pude segurar a pergunta.

Max quase cuspiu a água de sua boca, após isso ficou tossindo.

— O quê? — Nicole perguntou.

— Você e o Thomas... — Quase repeti a frase toda...

— Não. — Nicole me interrompeu voltando a olhar para o celular e ligar novamente para Thomas.

— Você sabe que se estiverem, você pode me contar, certo? — Perguntei.

— Alena, nós não estamos saindo. — Falou me encarando levando o celular ao ouvido.

— Sabe... Eu acho que encontrar o Thomas é o mais importante nesse momento. — Max falou dirigindo.

— Ele estava na casa da Kathrin. — Nicole falou. — Ela viajou e ele falou que iria dormir lá.

— É disto que estou falando! — Falei voltando a olhar para Nic. — Você sabe onde ele vai dormir e quer me falar que não estão juntos...

— Alena Holland, você passa o dia com meu ex. namorado e eu não lhe pergunto se estão dormindo juntos. — Nicole falou.

— É porque não estamos. — Max falou.

— Como eu vou saber? — Nicole falou.

— Porque eu não esconderia isso de você. — Falei.

— E eu esconderia de você? — Nicole perguntou.

— Você já fez. — Falei.

Max tirou o olhar da estrada e me encarou como se falasse “nada bom, Alena, nada bom”.

— Como o Max disse: Encontrar o Thomas é mais importante nesse momento. — Nicole falou.

Voltei a olhar para frente e Max me encarou.

Max parou o carro em frente à casa de Kathrin. Há muito tempo que não vinha até aqui.

O céu já estava escuro. Caminhamos até a porta da frente. Nicole bateu duas vezes e tocou a campainha.

— Thomas! — Gritei.

Max aproximou a mão da porta e com um leve movimento abriu.

— Campbell? — Max falou dando um passo a frente.

— Espere. — Falei. — Isso não pode está acontecendo certo?

Max ligou a lanterna do celular. Nicole e eu fizemos o mesmo.

Nic parecia assustada.

— Thommy? — Ela o chamou entrando logo atrás de mim.

Havia algo quebrado no chão.  Minha bota estalava pisando no vidro.

— Thomas? — Max chamou.

— O que diabos é isso? — Nicole falou assustada.

Eu me aproximei de onde havia mais vidro quebrado e vi sangue pelo chão. Abaixei a cabeça e pude ter certeza que era sangue. Quando levantei a cabeça novamente pude sentir meu rosto encostar-se a algo.

— Max? — Falei chamando a atenção dele.

Coloquei a lanterna do celular mais perto e pude ver o que era. Eram vários dentes pendurados no lustre que havia na sala.

Gritei.

Não demorou muito para que toda a polícia chegasse. Afinal Thomas é filho do policial.

— Cadê o Thomas? — Perguntei segurando as lágrimas olhando para Zach.

— Desaparecido. — Zach falou. — A polícia está procurando. Colocamos um alerta na cidade.

Eu segurei as lágrimas e olhei para Max. Max me encarou de longe.

Max estava consolando Nicole.

— Isso não vai bem, não é? — Zach perguntou.

— O que você acha? — Perguntei.

— Não sei. — Zach falou. — O que eu deveria achar?

— Arrancar dentes não é um grande traço de caráter. — Falei. — Ele se sente poderoso, arrogante...

— Mas às vezes não se trata de poder. — Zach falou. — Às vezes é apenas o desejo de ser compreendido.

— Por quem? Por mim? — Perguntei. — Esse é o Thomas. — Falei. — Ele pode ter feito coisas, mas é meu amigo e não merecia morrer desse jeito. É minha culpa.

— Não. Não é... — Zach começou antes de ser interrompido.

— Ele pegou o Thomas e agora está se gabando disso... Por minha culpa. — Falei.

— A cena do crime foi armada. — Zach falou. — Os dentes não são do Thomas. Pertencem a uma mulher, são os dentes da Mary.

— Thomas pode estar vivo? — Perguntei.

— Sim. — Zach falou.

— Precisamos achá-lo.

— A polícia está procurando qualquer sinal dele. — Zach falou.

— Sinal? Que tipo de sinal?

— Bryant! — Um policial chamou Zach.

Ele me encarou, segurou meu braço e deu um sorriso torto, e saiu.

Max se aproximou com Nicole.

— Então? — Max perguntou.

— É melhor irmos embora. — Falei.

Nicole se quer me olhou. Ela só fazia secar as lágrimas.

Max deixou primeiro Nicole. Ele desceu do carro e entrou com ela. Demorou um pouco para voltar. Ele voltou e ficou encarando a rua por um tempo antes de colocar a mão na ignição do carro.

— Sabe o porquê ele sumiu, certo? — Perguntei.

— Ele esconde algo. — Max falou.

— Nic não me encarou. — Falei.

— Você acha que o pegaram por isso? — Perguntou. — Thomas e Nic?

— Ele sempre fala que quer me mostrar algo... Mostrar a verdade. — Falei. — Se eles mentiram... Essa é a verdade.

Max ligou o carro e começou a dirigir.

— Alena, quem é? — Perguntou.

— Eu não sei. — Falei.

— Você precisa pensar! — Max falou. — É a vida do Thomas.

— Estou pensando. — Falei e tentei me lembrar de tudo que aconteceu nesses últimos meses. Tudo. Desde que cheguei à Montreal.

Max dirigiu até a casa dele. Ele parou o carro e ficamos quietos por um tempo.

— Thomas foi meu melhor amigo por um tempo. — Falei. — Foi o primeiro que conversou comigo longe de todos, foi o primeiro que soube sobre meu pai, sobre o acidente... — Eu segurava as lágrimas. — No começo eu lhe ligava na madrugada quando tinha pesadelos.

Max sorriu.

— Ele é esse tipo de amigo. — Falou ainda sorrindo.

— Ele ficou louco quando houve seu acidente com a Nic. — Falei. — Quando chegamos ao lago ele fez de tudo para ajudar vocês... — Sorri. — Ele é o tipo de amigo que vai até a sua casa porque tem alguém lá no meio da noite... Pode soar ridículo, mas...

— Espere, o que disse? — Max parecia confuso.

— Pode soar ridículo... — Ele me interrompeu novamente.

— Havia alguém na sua casa no meio da noite? — Perguntou. — Quando isso aconteceu?

Então eu tentei lembrar novamente o que havia acontecido naquele dia.

— Eu estava sozinha naquela noite. — Falei. — Havia brigado com Nicole e Thomas... Mas eu queria pedir desculpas, então fiquei ligando para Thomas.

— O.k. — Max falou.

— Ele demorou a ligar de volta. — Falei. — E quando ele fez eu pude escutar um barulho na cozinha. Era como se alguém estivesse na cozinha. Eu falei para Thomas que havia alguém na casa, ele não demorou muito para falar que estava a caminho.

— Típico Thomas, sempre salvando a garota. — Falou Max.

— Eu caminhei lentamente... — Falei fechando os olhos e pude sentir a mesma sensação ruim daquela noite. — Havia alguém lá, encostado a porta de vidro.

— Encostado? Era um homem?

— Era forte. — Falei. — E alto.

— Quanto alto?

— Não sei, não parei para pedir sua altura. — Falei ironizando. — Após isso eu apaguei.

— Apagou? Como assim apagou?

— Eu desmaiei. — Falei sorrindo. — Eu sei, é ridículo.

— Acha que talvez seja o assassino?

— Depois daquela noite nada voltou a acontecer. — Falei. — Digo... Alguém invadindo minha casa.

— Talvez quisesse chamar mais atenção. — Max falou. — Alguém mais se aproximou de você após isso?

— Acho que... Todos. — Falei.

— Alena, pense...

— Eu não sei! — Falei.

— Sobre as mortes...

— Descobrimos sobre a Melissa todos juntos. — Falei. — Mas a Emilly foi diferente. — Falei. — Foi na escola

— Mary Louise a viu. — Max falou. — Essa era a razão por ser considerada suspeita.

— Eu conversei com ela antes de morrer. — Falei. — Quando sai da sala havia pessoas no corredor... Jason estava lá.

— Patterson? — Max perguntou.

— Sim. — Falei. — Ele tentou conversar comigo após sair da sala, mas eu não prestei muita atenção.

— Está me dizendo que Patterson estava lá quando você saiu da sala que Emilly estava?

— Sim. — Falei.

— Talvez ele tenha visto algo. — Max falou.

Meu celular vibrou. Era uma mensagem. Numero desconhecido.

— Quem é? — Max perguntou.

— Numero desconhecido.

— O que diz?

Eu hesitei em abrir a mensagem.

— Isso é o Thomas? — Max perguntou assustado.

Havia uma foto. Era o rosto de Thomas e as luzes da cidade por trás.

“Venha me achar, A.H!”

— Oh meu deus. — Falei. — Ele tem o Thomas.

Eu segurei as lágrimas.

— Jason estava com o Jack. — Falei. — Ele saiu com o Jack na festa da Anna na noite que Jackson morreu.

— Você não acha que... — Max falou.

— Eu preciso ver o Jason. — Falei guardando o celular. — Preciso ver o Jason agora!

— Como acharemos Jason? — Max perguntou.

— A.H? — Falei me lembrando da mensagem. — Pode ser Anna Hertel?

— Pode ser uma armadilha. — Max falou.

— Pode ser uma boa pista. — Falei.

— Sei que quer fazer algo pelo Thomas, eu também quero, mas pode ser uma armadilha.

— Certo. — Falei. — Então porque não mostramos isso ao pai do Thomas? Talvez eles consigam o achar antes que o matem.

— O.k. — Max falou. — Vamos juntos, certo?

— Certo. — Falei.

— Legal. — Max falou ligando o carro.

Meu coração acelerava a cada vez que a casa da Anna ficava mais próxima.

Max estacionou o carro.

— Vamos fazer um acordo. — Começou. — Se acharmos ele, vamos ligar para polícia.

— Feito. — Falei.

Saímos do carro.

— Os dois vieram! — Anna falou correndo com os braços abertos.

Eu a abracei, Max fez o mesmo. Anna parecia bêbada.

— Ei. — Falei afastando a Anna. — Você convidou o Jason? Eu realmente preciso falar com ele.

— Eu convidei todos. — Anna falou sorrindo. — Mas não sei se estão todos aqui.

Eu sorri e segui em frente. Max me seguiu.

— É melhor procurarmos separados. — Falei.

— Alena... — Max ia começar.

— Se eu o encontrar mando uma mensagem.

— Promete? — Max perguntou.

— Quando eu o encontrar você saberá.

Eu soltei Max e segui procurando Jason. Meu coração apertava a cada minuto que se passava... Como estaria Thomas?

— Oi, estranha! — Daniel falou e ao seu lado estava Chad.

— Oi, Danny. — Sorri e o abracei. — Oi, Chad. — Falei acenando para Chad.

— Quer um copo? — Perguntou olhando para o barril.

Eu confirmei com a cabeça e Daniel foi encher o copo.

— Sua namorada? — Perguntei me referindo à garota que estava com ele há alguns meses atrás.

— Terminamos. — Daniel falou. — Não éramos tão bons juntos.

Eu ri.

— Talvez nascemos para ficar sozinhos. — Falei e bebi um gole do que Daniel havia colocado no balcão da cozinha.

— Pegue. — Falou me entregando o copo.

— Oh meu deus. — Ri.

Havia bebido algo de um copo qualquer. Daniel e Chad começaram a rir.

— Você é muito enrolada, Holland. — Daniel falou.

Eu ri.

— Vocês viram o Jason? — Perguntei.

— Patterson? — Chad perguntou.

Eu confirmei com a cabeça. Chad apontou para alguém que estava atrás de mim.

— Ele?

Eu virei e lá estava Jason.

— Ache o Max. — Falei olhando para Daniel. — Fale que ele está aqui.

Daniel e Chad saíram. Jason se aproximou.

— Oi, Alena. — Falou e observou tudo ao meu redor. — Sem companhia? Acho que essa é a primeira vez.

— Oi, Jason. — Fingi um sorriso. — Sabe... Nic ainda está muito triste por causa da Sarah. Max está em algum lugar por aqui. E Thomas ficou para ajudar a Nic. — Menti.

— Espero que ela melhore. — Jason falou. Ele olhou para toda a festa. — Gostei que a Anna fez isso por eles. — Falou.

— Eu também. — Fingi um sorriso novamente.

— Lembra de quando foi até a minha casa me desejar feliz natal? — Perguntei seria.

— Como assim? — Perguntou sorrindo. — Não gosta que lhe desejem feliz natal?

Riu.

— Não é isso. — Falei. — É que eu nunca te dei meu endereço.

Jason ficou um pouco assustado.

— Sabe... Qualquer um pode achar um endereço com o número do celular.

Eu sorri e confirmei com a cabeça.

— Tem razão. — Falei.

— Te assustei, não foi? — Jason perguntou.

— Um pouco.

— Sinto muito. — Sorriu. — Cresci em uma família que ama surpresas, sabe? Então o meu cérebro já funciona assim.

A música estava muito alta. Fiquei um pouco tonta e me senti fraca.

Jason me segurou pelo braço.

— Você está bem? — Perguntou e pude ver preocupação em seu rosto.

— Acho que bebi demais. — Falei tentando manter meus olhos abertos.

— Certo. — Jason falou olhando para os lados. — Vamos sentar. — Disse me ajudando a andar até a sala.

Jason me ajudou a sentar em uma cadeira e me encarou.

— Vou pegar um copo d’água para você, está bem?

Eu confirmei com a cabeça e Jason saiu. Eu me sentia mais fraca a cada momento. Tudo ficou um borrão.

Eu tentei levantar da cadeira. Consegui da alguns passos. Vi alguém de preto... Estava de luvas...

Apaguei. 



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