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História More Than Partners - Capítulo 10


Escrita por: e NSARMY


Capítulo 10 - Capítulo 10


Doyle acordou sentindo pontadas na cabeça, depois de perceber um movimento na cama. Ele não queria abrir os olhos, se sentia sonolento o bastante para tal.

— Eu sei que está acordado.— sussurrou a voz de London, depois de o policial sentir toques em sua mão.

O loiro abriu os olhos devagar e se viu com Julian entre si e o detetive, adormecido. Então lembrou-se de tudo o que aconteceu na noite anterior e colocou a mão na cabeça.

 —Ai meu deus… A gente realmente fez aquilo...— sussurrou o loiro.

London assentiu, com as sobrancelhas arqueadas.

O menor se moveu, entre eles e abriu os olhos, piscando várias vezes.

— Hum…~ Minha cabeça dói… — reclamou e olhou para Doyle, arqueando as sobrancelhas e depois virou o rosto para London e se sentou na cama, arregalando os olhos.— Puta que pariu… A gente… Fez aquilo mesmo?!

— Fizemos...— disse London, olhando o menor, com os olhos semicerrados pela claridade.

— Você está bem, Julian?...— perguntou Doyle, o olhando preocupado.— Nada dói, dói?...

— Além da minha cabeça, não… — disse e se jogou na cama, enterrando o rosto no travesseiro.

— Que bom...— disseram London e Doyle juntos.

O loiro respirou fundo e se sentou na cama, apertando os olhos. Se viu usando as roupas de London.

— Bom… Hoje eu ainda trabalho… Tenho que ir para a delegacia, então, vou indo.— disse ele, fazendo carinho na cabeça de Julian e bagunçou os fios de London.

— Calma… — disse Julian, o olhando.— Precisamos conversar… Sobre o que aconteceu… — disse e se sentou, olhando para London.

O loiro ficou quieto, os olhando.

London também se sentou.

— Você estava desejando o Doyle ontem?— perguntou o detetive para o platinado, acariciando sua perna.— Porque você nos estimulou bastante também, tirando o fato que estava sob efeito do álcool. Não estou te culpando, nem nada.

— Eu estava com um pouco de consciência do que estava fazendo, mas eu acabei me deixando levar...— disse Doyle.

— Eu não estava bêbado.— disse London, que olhou de Doyle para Julian.

— Então você só deixou acontecer?— questionou para London, arqueando as sobrancelhas.— Por quê?

— Porque você parecia querer muito e eu não vi muito problema já que o Doyle é conhecido nosso e é próximo da gente.— disse o moreno.— Eu estava curioso, assumo, mas eu poderia fazer com que parássemos se eu visse que não estava dando certo.

O menor suspirou e olhou para Doyle.

— E você…?

— Eu já estava interessado em você… E eu gosto do London e como fazíamos… Então, eu me deixei levar. —disse o loiro.

— Você não respondeu a minha pergunta, Julian.— disse London, olhando o menor.— Você estava desejando o Doyle?

— Quê? Não!— disse, o encarando e então olhou para Doyle.— Eu não sei… 

— Como assim “não sabe”? Você disse que o queria ontem, meu amor.— falou o detetive, olhando para o platinado.

— Ele deve ter se deixado levar pelo álcool também… Ele foi o mais afetado. —disse Doyle, colocando a mão no ombro do detetive.

O menor negou.

— Eu já ouvi falar de que as pessoas tendem a expressar seus desejos quando estão bêbadas...— disse o menor, olhando para baixo, processando as informações.

— Eu devo ter bagunçado sua cabeça, então.— disse o loiro, com um leve sorriso e levantou o rosto de Julian com o indicador.— Aconteceu o que aconteceu. Nenhum de nós estamos irritados com o assunto, então está tudo bem… Não é?— questionou, olhando para London.

— De certa forma, sim. Foi um evento inusitado, mas que não precisa ter tensão.— disse o moreno.

O menor suspirou e olhou para Doyle.

— Não sei se é tão simples assim.— disse Julian, suspirando, mordendo o lábio inferior.

— Com o que está preocupado?— perguntou London, acariciando as mãos do parceiro.

O menor se aconchegou em London e puxou Doyle.

— É que eu acho… Bom… Eu realmente te amo, On, amo muito, mas… Acredito que estou gostando do Doyle… Também…. 

London  arqueou as sobrancelhas, olhando do loiro para o menor.

Doyle arquejou, fazendo carinho no menor.

— Hum...— murmurou London.— Então,  você quer ficar com ele?

— Não! Quer dizer… Sim… Não… Eu quero estar com os dois… — disse, se vendo completamente confuso.

Doyle riu.

— Certo, vamos fazer um casal de três, então.— disse, em tom irônico.

— É isso que você quer?— questionou London a Julian.

— Eu não sei!— disse, se afastando dos dois e se levantou da cama, saindo do quarto.

London e Doyle se entreolharam.

— Acho que pressionamos ele… — disse o loiro.

O Moreno suspirou e se levantou, indo atrás do menor, encontrando-o na sala.

Doyle foi atrás.

— Precisa de um tempo?— perguntou o loiro, ao platinado.

— Preciso pensar… — disse, abraçando suas pernas.

— Tudo bem… Eu tenho que ir trabalhar.— disse o loiro, beijando a testa do platinado.— Te vejo mais tarde, okay?

London se encostou na parede, olhando-os, em silêncio.

O platinado assentiu, e logo o loiro se arrumou e saiu.

Julian olhou para London, notando seu olhar.

— Está chateado…?! 

— Não.— disse ele, o olhando.— Eu não sou possessivo, e sou muito pouco ciumento. Só estou… Surpreso e um tanto sem reação.

— Mas… E se eu quisesse os dois? Formar um trio… — questionou.

— Eu diria que você está fora da casinha… Mas sei lá, eu não sei… Eu não sinto como se mudasse muito desde que você não vá embora.

O platinado suspirou e foi até o moreno, o abraçando e beijando.

London envolveu sua cintura e beijou sua bochecha.

— Você não gosta menos de mim por conta disso que eu sei.  Então, estou meio tranquilo com isso.

— Eu te amo, muito mesmo.— disse, fazendo carinho em seu rosto.

— Eu também te amo.— disse e beijou sua testa.— Que tal um café da manhã?

— Tudo bem… — disse, ainda que sua mente vagasse pelo assunto anterior.

— Eu faço,não se preocupe com isso.— disse o Moreno, sorrindo de leve, levando-o para a cozinha e o deixando na bancada, enquanto ia fazer as coisas.— O que fizemos ontem te satisfez?

O menor corou de leve e concordou.

— Sim… — disse, pegando algumas gotas de chocolate, que o maior ia usar na panqueca, enquanto sentado na bancada.

London sorriu de leve.

— Eu notei pela sua carinha e pelo jeito que você me apertava...— disse, o olhando.

O platinado corou mais, o olhando nos olhos e então abaixou a cabeça.

— É estranho… Nunca fui de me apegar… De amar e agora… Sinto que não posso lhe perder, ou não serei mais eu… E no entanto, tem o Doyle, que me enche de dúvidas, pois, por algum motivo, quero ele comigo, também… — disse, sincero.

— Vou estar com você desde que eu não me sinta traído. Veja bem, eu faço bastante sexo com você, porque eu acho bom, mas vai ter momentos que eu vou preferir não. Quando eu preferir não e você quiser, eu não veria problema se você quisesse fazer com ele.— disse London, enquanto fazia as coisas.

— Então… Você está dizendo que eu manteria meu relacionamento com você e usaria o Doyle quando você não quisesse sexo?— questionou.

— Desse jeito que você falou parece ruim… Você pode manter uma relação amistosa com ele, sem que seja “uso”, sabe? 

— Não é o jeito que eu falo. Sua proposta que é ruim.— disse o menor, negando, com as sobrancelhas arqueadas.— Ele… Isso não vai ser bom para ele… 

— Pensa comigo, ele poderia se relacionar com você quando vocês dois desejassem também. Poderia sair com você normalmente, te tratar…. Tsc, tá, isso é um namoro.

— Eu namorando duas pessoas, separadamente?— questionou.

— Quer ficar em conjunto? Certo. Fale com o Doyle, se ele aceitar a gente vê no que dá.— falou o detetive.

O menor suspirou, pegando alguns morangos.

— Eu falo para ele passar aqui após o trabalho, se quiser.— disse London, terminando de cozinhar, colocando as coisas no pratos.

O menor concordou, saindo da bancada, indo fazer o suco e levou para os dois.

Eles foram para a mesa, onde começaram a comer.

— Acabamos não indo para o stand de tiro… Vamos depois, temos que limpar a casa hoje.— disse London, sorrindo de leve.

— Hum… Tudo bem.— disse sorrindo de leve, comendo.

 

Era quase fim de tarde e Doyle chegou ao apartamento dos dois, após receber a mensagem de London dizendo que ele deveria voltar.

London e Julian estavam na sala quando Doyle entrou.

— O que foi?— questionou o loiro, os olhando.

O platinado o olhou e se levantou, segurando suas mãos e o guiou para o sofá, o sentando ali e ficou em pé, olhando de Doyle para Julian, e vice-versa.

— Queria saber se você aceitaria ser um terceiro membro em nosso relacionamento… 

— Vocês levaram a sério mesmo aquele lance do casal a três?...— questionou Doyle, surpreso.

— É… Pensamos nos prós e ele gosta de você. Eu não me incomodaria de te ter por perto desse jeito.— disse London.

— E eu poderia agir sem restrições?— questionou Doyle a Julian.

— Sim.— disse o menor, assentindo, olhando para o loiro.

— Bom… Eu acho que não seria uma má ideia… Então aceito.— disse sorrindo de leve.

O platinado sorriu e sentou entre eles, abraçando os dois.

— Então, você é poligâmico?— questionou Doyle a Julian, envolvendo sua cintura.

— Eu não sei… Talvez… Vocês são exceções...— disse, confuso e suspirou.

— Entendi...— disse o loiro.

— Quer dormir aqui hoje, Doyle?— questionou London.

— Sim, mas não tenho roupas aqui.

— Você usa as minhas.— disse o detetive.

— Tudo bem, então.— disse o loiro, sorrindo de leve, então beijou a bochecha de Julian, lhe fazendo carinho.

O menor sorriu de leve e o deu um selinho.

— Está parecendo um cachorro… Feliz...— disse rindo de leve.

— Me chamando de cachorro...—fez uma carinha indignada e sorriu depois.— Estou feliz mesmo...— disse e o beijou um pouco mais demorado.

London os observava, entretido.

O menor retribuiu, rindo de leve, fazendo carinho em seu rosto e, quando se separaram, olhou para London, fazendo carinho em sua mão.

— Vocês são tão jovens...— disse London, sorrindo de leve, aproximando-se de Julian, dando-o um selinho.

— Ah tá, seu idoso.— disse Doyle, negando.

— Você só tem 28… — disse o Jones.— Ah… Quantos anos você tem mesmo, Doyle?— questionou.

— Vinte e seis.— disse o loiro, o olhando.— Você tem 24, né?

— Uhum… — concordou e suspirou, escorregando pelo sofá, se deitando no chão.— Tédio~

—  O que quer fazer, amor? Filme?— questionou London.

—  Vamos fazer compras? Você tinha dito que precisava ir no mercado.— disse Doyle ao Moreno e Julian.— Poderíamos ir pra lá.

— Pode ser.— disse o menor, se levantando.— Vou trocar de roupa e saímos.

— Vamos, então.— disse London, que estava usando uma calça moletom e uma camisa de algodão.— Vou assim mesmo.

O menor ergueu os braços.

— Você, ao menos, está bem vestido.— mostrando que estava só com camisa e cueca.— Mas se quiser que eu vá assim, tudo bem.— disse, indo em direção à porta.

— Não… Fica assim só para a gente.— disse Doyle, levantando-se e indo até Julian, envolvendo sua cintura por trás.— Vá se vestir.

O menor riu e concordou, dando um selinho nele e foi para o quarto, logo voltando, vestindo uma calça larga.

— Vamos.— disse, indo para a porta.

London se levantou e foi até Julian e Doyle, saindo pela porta e indo até o carro do detetive.

O loiro e o moreno ficaram na frente, enquanto Julian ficou atrás. Doyle ligou o rádio e ficou cantando, perturbando London.

Julian ria, deitado no banco de trás.

— Pensei em paranoia, mas não era não. É alucinação, sem dó, meu beijo é bem melhor que pamelo. Me cura.— Julian cantarolou, rindo.

— Até você? Ninguém merece!— reclamou London, lamentando-se.— Vocês estão me fazendo repensar esse relacionamento…

— Fazemos você parar de questionar na cama.— disse o loiro, sorrindo de canto.

— Esse truque não funciona comigo.— disse o detetive, entrando no estacionamento do mercado e estacionando.

O Jones riu de leve e os três saíram do carro, indo para dentro do mercado, pegando um carrinho.

Doyle envolveu a cintura de London.

— Se você é Sherlock, o Julian é o Watson, eu seria o que?

— Mycroft? Aquele outro detetive? Moriarty você não é. Mycroft é irmão...

— Tem algum policial? — questionou, em dúvida e os seguiu, passando por uma prateleira com cappuccino e pegou dois.

— Aquele que Sherlock ajuda, acho que o nome dele é Greg...— disse London.

— Ok, ok… Sou esse aí.— disse e soltou London, que foi pegar chá preto.— Esse é britânico… Ah, já ia me esquecendo, o Liam pediu para que levasse seu novo livro para que ele pudesse ler.

— Levamos quando formos o ver.— disse Julian, sorrindo de leve e pegou várias fini, pondo tudo no carrinho.

— Eu já li um livro dele, ele escreve ficção psicológica.—  disse London, pegando coisas para cozinhar.

— Ele anda escrevendo bastante. — disse Doyle.

 — Ele tem uma inspiração.—  respondeu o moreno.

O platinado se afastou, indo pegar as outras coisas. Eles foram atrás depois de pegar outras coisas e pôr no carrinho.

—  Vamos fazer milk shake?—  sugeriu Doyle, ficando atrás de Julian, que levava o carrinho.

— Pode ser, vamos pegar morango e sorvete de baunilha.— disse sorrindo, virando o rosto para o loiro.

Doyle olhou nos olhos de Julian e sorriu de canto, aproximando seus narizes, o prensando no carrinho.

— Faremos isso, então.— murmurou ele.

O menor sorriu e o selou. 

— Então vai pegar.— disse, beijando sua bochecha e voltou a andar.

London riu de leve e Doyle foi pegar as coisas, enquanto o moreno acompanhava Julian.

— Ele gosta de você mesmo.— disse o mais velho, envolvendo-lhe a cintura.— Vamos no estande de tiro amanhã, podemos ir visitar o liam amanhã também. Antes ou depois.

— Eu sei… Também gosto dele. — disse sorrindo e deu um selinho no maior.

Uma família, composta por um homem, uma mulher e uma criança passaram na hora do selinho e os pais fizeram uma cara de nojo, tapando os olhos do filho.

— Eles vão para o inferno.— sussurrou a mãe para o marido.

— Nosso filho não deve ser obrigado a ver esse tipo de cena.— disse, como se fosse partir para cima dos dois.— Essas bichas.

London arqueou a sobrancelha e riu com a aproximação do outro.

— Se eu fosse vocês, cuidaria da própria vida.— disse Doyle, aproximando-se e colocando algumas coisas no carrinho.— Sabiam que homofobia é crime? E vocês foram pegos em flagrante.

Julian fechou as mãos em punho.

A mulher puxou o marido para longe, ainda mais enojada com os três e eles saíram.

— Esse povo...— disse London, negando. Ele olhou para Julian e segurou sua mão, acariciando-a.

O menor o olhou e suspirou, parecendo cansado.

— Vamos adiantar, quero ir pra casa.— disse, indo pegar o resto das coisas e foram para a fila.

Eles pagaram, colocaram as compras no carro e foram para o prédio, levando as coisas para o apartamento e deixando-as na bancada da cozinha.

— Vou fazer o Milk shake.— disse Doyle, pegando as coisas para tal, enquanto London arrumava as compras.

O platinado concordou, indo ajudar London e, depois que arrumado, pegou as Fini, sorrindo e correu para a sala, se sentou no sofá, e começou a comer.

— Parece uma criança...— disse Doyle, sorrindo de leve, colocando o Milk Shake em taças.

— Essa criança eu gosto.— disse London, sorrindo e indo levar o Milk Shake a Julian.

Julian sorriu, pegando a taça.

— Sou uma criança evoluída.— disse e riu, bebendo.— Está muito bom, Doy.— disse sorrindo e puxou os dois para se sentarem com ele.

— Coisas doces são especialidade minha.— disse o loiro, sorrindo de leve.

— Realmente, está bom.— disse o mais velho, ligando a TV enquanto bebia a bebida.

— Amanhã, se vocês quiserem ir dormir na minha casa, agradeço. Eu ainda tenho um filhote lá.— disse Doyle, rindo de leve.

— É verdade… Já havia me esquecido.— disse, concordando e suspirou, olhando os maiores.

— O que foi? Que suspiro foi esse?— perguntou London, o olhando.

— Nada… Estou feliz por ter vocês aqui.— disse, tomando seu milk shake.

London sorriu de leve e fez carinho na coxa do platinado.

— A alegria é compartilhada.— disse Doyle.

O menor deu um selinho, gelado, em cada um dos dois.

— Vamos fazer o quê, depois?— questionou, bebendo.

— Vamos para cama.— sugeriu Doyle, sorrindo de leve.— Vou tomar banho antes...

O platinado concordou e logo eles terminaram, indo tomar banho e se deitaram, vestidos, com Julian entre eles.

— É tão gostoso ficar assim...— comentou Doyle, abraçando Julian, acariciando sua barriga.

— Realmente. Meu sono agradece o conforto.— disse London, com o queixo no ombro de Julian.

— Concordo, cama gostosa pra porra.— disse sorrindo, se remexendo. Como se aprovando o colchão.

—  Ele só se refere ao colchão...—  disse Doyle, indignado.

O menor riu de leve e os deu um selinho.

— É bom estar com vocês… É que eu não tive isso… Uma boa cama, pessoas que me amassem e morassem comigo… É complicado.— disse, suspirando.

— Tudo bem. Se quiser falar, estamos aqui.— disse o loiro, sorrindo de leve para ele.

London concordou, envolvendo a cintura do platinado, beijando seu pescoço carinhosamente.

O menor se arrepiou pelo beijo e se aconchegou neles.

— Talvez em um outro momento… Vamos dormir, estou com sono.— disse, suspirando e bocejou.

— Tudo bem, vamos.— disse London.

Eles se reconfortaram e logo adormeceram.

 



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