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História More Than Partners - Capítulo 12


Escrita por: e NSARMY


Capítulo 12 - Capítulo 12


 

Duas semanas depois

— O Liam sai hoje.— disse London, no computador de seu quarto.

— Vamos buscar ele, sim?— questionou, sorrindo.— A pena dele foi muito bem reduzida.— disse, indo até o maior, completamente nu, tendo saído do banheiro naquele momento.

— Realmente… Para onde vamos levá-lo? Talvez ele queira comer ou ir pra casa…

— Vamos o levar para um restaurante, ele come e podemos o levar para a casa dele, ou trazer para cá.— disse, indo se vestir.

— Eu temo pela vontade de viver desse garoto.— falou, desligando o computador e se levantando.

— Na casa do Doyle tem outro quarto, não é?! Vamos invadir a casa dele, assim podemos ficar de olho.— disse, terminando de se vestir.

London riu e assentiu, indo até o outro, envolvendo sua cintura e beijando sua testa.

— Eu te amo.

O menor o olhou nos olhos, sorrindo de orelha a orelha.

— Eu também te amo.— disse e o selou, mais vezes.

O moreno sorriu e segurou sua mão, o levando para fora do apartamento, indo para o carro.

Logo eles chegaram na penitenciária e um portão foi aberto, saindo Liam, acompanhado de Doyle e outros dois polícias.

Doyle dispensou os outros dois e levou Liam até o par à frente. O jovem vestia uma roupa comum agora, que foi providenciada por Doyle.

— Que bom vê-lo livre.— disse London, o olhando.

Liam sorriu de leve para London, quando Julian o abraçou.

— Estou tão feliz por você estar livre!

— É… Pelo menos, de algo eu estou.— disse o menor, sorrindo de leve. 

O platinado o olhou nos olhos, acariciando seu rosto.

— Está com fome? Vamos lhe levar para almoçar algo.— disse, indicando o carro do moreno.

— Não quero mais ser um estorvo para vocês…

— Não se preocupe, Liam. Aceite tranquilamente. Você não é um estorvo.— disse London.

— Você pode contar com a gente, sem se preocupar.— disse sorrindo, para ele.— Queremos que aproveite sua liberdade.

— Hum...— murmurou ele.

— Encontro com vocês mais tarde, ainda tenho que ficar um tempinho aqui.— disse Doyle, colocando a mão no ombro de Liam.— Vá com eles.

Liam suspirou, concordando, com o semblante neutro. Julian sorriu, indo se despedir do loiro. Logo os três entraram no carro.

— O que quer comer?— questionou o Jones, para Liam.

— Tanto faz… Algo comestível...— disse ele, olhando pela janela, com os fios sobre os olhos.— Podem escolher.

O platinado olhou para London, o questionando.

— Lasanha? — questionou.

— Pode ser...— disse Liam e London concordou, indo para um restaurante italiano.

O moreno estacionou na frente do restaurante e eles saíram, indo para o mesmo, sentando em uma das mesas.

O garçom anotou os pedidos deles e saiu.

— Bom… Tem algo em mente?— questionou, olhando para o asiático.

— De objetivo, publicar o que eu escrevi na cadeia.— respondeu, fazendo origami com um guardanapo.

— Hum… E tem onde ficar? 

— Eu morava em um apartamento alugado. Era recente, mas o dono já deve ter alugado para outra pessoa enquanto estive preso. Eu não tinha pagado antes. Mas não precisam se preocupar com isso.

— Pode ficar com a gente, até arrumar um lugar.— sugeriu o menor.— Bom, seria na casa do Doyle, na nossa não tem um quarto de hóspedes.

— E, por algum acaso, o policial sabe disso?— questionou Liam, com a sobrancelha arqueada.

— Ele vai saber, quando você concordar.— disse Julian, sorrindo.

Liam riu em escárnio.

— Você controla ele, é? Ele até poderia saber, mas concordar? Nem acho que pensaria no assunto. Um policial abrigar um assassino?

— Ele sabe muito bem o que houve. Posso não controlar ele, mas ele deixaria, sim.

— Por que a certeza?

— O Doyle é um bom homem, ele vai querer cuidar de você e fará isso bem.— disse London, olhando o gato de origami do jovem.— Pode confiar.

— Ele vai te receber bem.

— Hum...— murmurou o outro.— Assim sendo… Acho que tudo bem.

O menor sorriu, logo o garçom voltou, com seus pedidos e eles começaram a comer.

— É mil vezes melhor que a comida da prisão.— disse Liam, sorrindo de leve, enquanto comia.

— Imagino que sim.— disse o menor, comendo e suspirou.— Se eu me deleito com isso sem ter comido ela, imagine já tendo comido só aquela coisa que lhe davam.— disse, olhando para Liam, saboreando a lasanha.

O asiático assentiu, suspirando, olhando de Julian para London.

— Perdoe-me a pergunta, mas vocês são um casal?

Julian olhou para London, colocando comida em sua boca. 

— Hum… — murmurou, terminando de mastigar.—  Talvez… 

— Já sei.— disse Liam, assentando com a cabeça, terminando de comer.

— Por que isso?— perguntou London, bebendo seu chá de frutas.

— Curiosidade.

O Jones dá de ombros, continuando a comer.

— Isso não lhe incomoda, não é?!

— Não. Por que incomodaria?— perguntou Liam, olhando-o.

— Sei lá.— disse, dando de ombros, bebendo seu suco.— On, quero conversar contigo, depois. Acredito que eu tenha tomado uma decisão… A respeito daquilo e quero sua opinião.— disse, sorrindo para o moreno.

— Tudo bem.— concordou o detetive, terminando de comer.

O platinado sorriu, terminando seu suco e suspirou.

— Muito bom… — disse, sorrindo.

Liam fechava os olhos.

— Está cansado, Liam? — perguntou London, fazendo um gesto para o garçom trazer a conta.

— Estou com um pouco de sono….

— Se a cama do quarto de hóspedes for tão boa quanto do Doyle, você vai dormir como um bebê.— comentou Julian, rindo de leve.

— Se ele deixar eu ficar lá.— disse o mais novo, bocejando.

— Ele vai. Vamos!— disse, com London já tendo pago a conta e eles voltaram para o carro. Indo em direção à casa do loiro.

O platinado pegou a chave, que o loiro havia lhe dado, na semana passada, e abriu a porta.

— Vocês têm a chave da casa dele...— disse Liam, com as sobrancelhas arqueadas, depois deu um pulo aí ver ango.— Que monstro é esse?!

— É o cachorro do Doyle, é chato, lembra um gato.— disse rindo, entrando na casa e deu batidinhas no dorso do cachorro.— Ele só tem tamanho.

— Eu não acho que ele só o mantém porque tem tamanho...— disse Liam, entrando, mantendo-se distanciado do cachorro.

— Realmente.— disse London.

Julian deu de ombros.

— O quarto do Doyle é esse.— disse apontando para o quarto do loiro.

O mais novo assentiu e então escutou a porta abrir. Logo Doyle entrou na casa e estranhou a presença do asiático ali.

— Estão fazendo um tour, É?

— Aham… Ele tem que conhecer a nova casa dele.— disse o menor, sorrindo, indo até Doyle e o abraçou.

O loiro arqueou as sobrancelhas, olhando para o platinado.

— Como assim?...

— Parabéns, você ganhou um parasita.— disse Liam, sorrindo forçado.— Por livre e espontânea pressão.

— Um colega de casa.— disse o platinado, negando pela forma como ele havia se chamado.

— Ah É, É.. .? Quando vocês decidiram isso?— questionou Doyle, arqueando a sobrancelha, cruzando os braços.

— Hoje.— disse sorrindo, dando um beijo na bochecha do loiro.

— Ora… Por quanto tempo?— perguntou o loiro.

— Até ele ter dinheiro e condições para encontrar um novo lugar.— disse, olhando para Liam.

O asiático estava olhando para o Cane Corso deitado no chão da sala.

— Vou tentar ser o mínimo de estorvo.— disse ele, em um tom lúgubre.

— Tudo bem, eu te deixo ficar.— disse Doyle..

—Eu disse que ele deixaria.— disse sorrindo, animado.— Eu e o London podemos reabastecer a comida daqui, se precisar.— Disse o menor, olhando para o loiro, com carinho.

Liam os observou e suspirou.

— Vou no banco amanhã, ainda tenho dinheiro em minha conta e vou pegar minhas coisas. Também vou publicar as coisas. Vou repor tudo o que eu usar e o que precisar.— disse o asiático, sentando-se no sofá.

— Calma, meu jovem...—disse Doyle, arqueando as sobrancelhas.— Eu não te deixei ficar porque quero te manter de escravo não…

— O Doyle não vai se incomodar.— disse London.

— Ele quase não fica em casa, vai ter a casa, praticamente, só para si.— disse Julian, para Liam, se sentando na outra ponta do sofá.

— É,às vezes eu durmo com eles.— disse Doyle, indicando London e Julian.— Ai vai ter o Ango como companhia.

— Vai que esse ser, que não pode ser chamado de cachorro, goste de ti.— disse sorrindo, passando os pés, descalços, pelo dorso do grandão, que estava no chão.

— Duvido muito...— disse o asiático, bocejando.

— Quer ir para a cama?— perguntou London.— Pode ir.

O asiático concordou e Julian o levou até lá, pegando coberta e ligando o ar, fechando a porta ao sair.

— Ele é muito bichinho.— disse, sorrindo com uma carinha.— Eu o enrolei, a contragosto, ficou fofo~

London e Doyle riram de leve.

.— Você parece uma mãe.— disse Doyle, sorrindo de leve para Julian, segurando sua mão e o puxando para si, selando-o com carinho.

O menor retribuiu. 

— Ah… Uma bem irresponsável… — disse, rindo e negou.— Ah! On, eu tenho que lhe contar do negócio. Da minha decisão.

— Diga.— disse London.

— Devo escutar?...— questionou o loiro.

— Pode ficar.— disse sorrindo, os olhando.— Eu resolvi escrever um livro.

— Que bom, meu menino.—disse London sorrindo.— Sobre o que? Já tem alguma ideia?

— Eu pensei em escrever sobre mim… Sobre nós… Desde quando tudo começou… —disse sorrindo, um tanto tenso, querendo a aprovação do outro.

— Tudo bem, ficaria uma história bem interessante.— disse o detetive.

— Quer fazer uma biografia?— questionou Doyle.

— Não necessariamente, seria uma narrativa. Acredito que eu consiga lembrar tudo o que houve, caso não, é só fazer pulo de tempo para algo mais importante.— disse rindo de leve e suspirou.

— Vá em frente, então.— disse Doyle.

— Te apoiamos.— disse London.

O menor sorriu e se levantou do sofá, correndo para os braços deles.

— Obrigado, eu amo vocês.— disse sorrindo animado.— Provavelmente eu mude nossos nomes, deixe para que tenham uma noção de que tudo teria sido minha vida ou no final, ou se eu acabar escrevendo essa nossa conversa.

— Vai nessa.— disse London, abraçando o menor, beijando sua bochecha.

O menor sorriu, contente pelo apoio.

— Hum… Agora eu quero sexo… E o Liam ta do outro lado da porta… — disse o menor, baixinho, suspirando, manhoso.

Os dois riam, negando.

— Ou a gente faz sem fazer barulho, ou a gente vai para o apartamento de vocês.— disse Doyle, sorrindo de leve.

— Ir para o apartamento vai dar trabalho e vai deixar ele sozinho. — disse o menor, puxando os dois para o quarto do Doyle e trancou a porta.— Deitem lá… Vou fazer algo que o London havia pedido, há umas semanas… — disse, sorrindo sexy.

— Até sei o que é...— disse London, sorrindo, fazendo o que o platinado pediu. 

Doyle sorriu curioso e também o fez.

O menor pegou seu celular e colocou uma música lenta, com um ritmo forte. O menor escureceu o quarto, deixando luz apenas para que os dois pudessem lhe ver. Ele começou a se movimentar ao ritmo da música, olhando nos olhos dos dois, com um sorrisinho.

— É muito lindo...— disse Doyle.

London o observava com um leve sorriso.

O menor sorriu mais, começando a tirar sua roupa.

O loiro mordeu o lábio e London segurou a camisa que o menor havia jogado.

O menor movia seu quadril, sorrindo, logo começando a tirar sua calça, jogando em um canto do quarto, se aproximando deles, tirando sua cueca e foi até os dois, sentou no colo de London, o provocando, passando uma das mãos para o colo do loiro, massageando seu pênis.

O detetive ficou beijando e chupando seu pescoço, fazendo carinho em suas nádegas, sentindo o próprio membro se excitar.

O menor gemeu, com a música no fundo, deixando tudo mais sensual. O menor se cercou para o loiro, descendo sua calça e cueca e abocanhou seu membro, movendo-se no colo do moreno, ainda.

— Hum…—gemeu Doyle, baixo, acariciando a cabeça do menor.

O Moreno deslizava os dedos pela pele do outro,sentindo-o estremecer.

O platinado sorriu, e parou de estimular o loiro, escutando um gemido frustrado, mas foi tirar a calça de London e terminar de despir Doyle. Logo o menor tinha o pênis de Doyle dentro de si e olhou para London, com malícia.

— Vem também… — pediu, mordendo o lábio inferior.

London sorriu de canto e pegou o lubrificante de Doyle, preparando-se, para então penetrá-lo também, fazendo Doyle gemer baixo.

O menor se contorceu de leve, sorrindo, gemendo baixinho, fechando os olhos.

Doyle abraçou o tronco do mais novo e London segurou-lhe na cintura, beijando seu pescoço.

— Vai On… — pediu, gemendo baixinho, rebolando de leve.

O detetive sorriu e começou a estocá-lo devagar, mas com um pouco de força.

O menor gemia, gostando de como o outro fazia.

— Ah…~

— Cuidado para não gemer muito alto, amor...— disse London, beijando sua orelha, grunhindo baixo.

— O Liam pode acordar...— disse Doyle, sorrindo de canto, olhando nos olhos do menor.

— Sermos pegos, chega soar excitante.— disse sorrindo e selou o loiro, gemendo entre seus lábios.

O loiro retribuiu o beijo e London riu de leve, intensificando os movimentos.

O menor arfou, indo para frente, respirando fundo, quase sentindo que iria gozar.

— On!~— gemeu, mordendo o ombro do loiro, um pouco forte.

Doyle gemeu cortado e apertou a cintura de Julian. London inclinou-se, beijando as costas do platinado, ainda o esticando, até que todos os três chegaram em seu limite.

Julian gemeu mais alto, tapando sua própria boca, em seguida, corado e arfante.

— Sua expressão é tão… Sexy...— comentou Doyle, arfando, acariciando o peito de Julian, com seus fios dourados um pouco úmidos, olhando o menor.

— Eu amo quando ele fica corado.— disse London, mordendo o pescoço de Julian.

Julian gemeu novamente, pela mordida.

— Continuem judiando de mim… — disse sorrindo de leve. 

Doyle sorriu e levou a boca ao pescoço de Julian, enquanto London virou seu rosto na sua direção e selou o mais novo, acariciando seu corpo, movendo levemente seu quadril, provocando.

O menor arfou, mordendo o lábio.

— Parem~ — pediu manhoso.— Ou vamos acordar o Liam, se já não fizemos.

Os dois riram de leve e London saiu do interior do mais novo, fazendo com que o membro de Doyle saísse também. 

— Eu amo vocês.— disse Doyle, sorrindo de leve.

London sorriu e deu um selinho nos lábios do loiro.

— Eu amo Também.

— Ownt… Muito amor~— disse o platinado, manhoso os abraçando.— Também amo vocês.

London riu e se levantou.

— Vamos, todo mundo pro banho!

 Os três saíram da cama e tomaram banho. Assim que se vestiram, foram trocar a roupa de cama e o menor foi até a cozinha.

Liam estava bebendo água, sentado na bancada.

O menor sorriu de leve para ele e foi até a geladeira, pegando uma jarra com suco.

— Você tem algum remédio para insônia?...—  perguntou o asiático, bebendo um gole.— Eu não consegui dormir direito… 

— Deve ter algum aqui.— disse, bebendo o suco, que havia colocado num copo.

— Hum… O Doyle está dormindo?

— Não. — disse, terminado o suco e foi lavar o que sujou.

— E você não pode me dar o remédio?Sei lá, não tem alguma ideia onde tem remédios?

— Eu vou pegar.— disse o menor, voltando para o quarto, demorando um tempo, mas logo voltou com o remédio, entregando ao maior.

O moreno pegou o comprimido e assentiu com a cabeça.

— Obrigado… Você e o London vão dormir aqui?— questionou, pondo o comprimido na boca e tomando-o com água.

— Não sei, talvez, depende.— disse o menor, dando de ombros.

— Hum...— disse, assentindo, ficando em silêncio, olhando o outro.

O platinado ficou olhando para o asiático.

Eles ficaram um tempo assim, até London sair do quarto e vê-los.

— Não tinha ido dormir? —questionou a Liam.

— Não estava conseguindo.— respondeu o mais novo, levantando-se.— Mas vou voltar para a cama.

O platinado suspirou, pegando brigadeiro na geladeira, se largando no sofá, comendo, com uma colher, o doce.

— Vamos para a cama.— disse London a Julian.

Liam arqueou uma das sobrancelhas e foi para o quarto.

— To com fome.— disse, apontando para o brigadeiro.

— Hum… Tudo bem… Coma. Estou com sono… Vou me deitar, ok?— disse com um leve sorriso e se inclinou para beijar e sua testa.— Tem bolo no armário.

O menor se levantou num pulo indo para o armário e pegou o bolo, uma faca e um prato, então colocou uma fatia grossa do bolo e bastante brigadeiro.

— Vai ficar com dor de barriga assim.— disse London, rindo de leve, e voltou ao quarto.

O menor deu de ombro, ficando na cozinha, comendo. Ao terminar, ele lavou tudo é foi para o quarto, escovou os dentes e deitou entre os maiores, logo dormindo.



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