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História More Than Partners - Capítulo 5


Escrita por: e NSARMY


Capítulo 5 - Capítulo 5


— Tem algum caso hoje?— questionou o platinado.

— Ainda não...—disse London, com uma careta, usando seu roupão, sentado na poltrona da sala, uma vez que estava sem o sofá.

— Hum… Por um lado, isso é bom, temos mais tempo para nós dois e também não tenho que escrever.— disse sorrindo, indo até ele, com seu tronco nu, sentando em seu colo.

— Er...—disse, beijando a testa do outro, sorrindo de leve.

Do nada, escutaram batidas na porta.

— Pode ser um caso.—disse London.

O platinado arqueou as sobrancelhas, dando de ombros e selou o maior.

— Espero que não seja.

—Com licença, pinguim.— disse, sorrindo de leve, acariciando suas coxas. 

— Hum…~— murmurou manhoso e se levantou, o observando ir até a porta.

Quando London abriu, Doyle entrou na casa e sorriu para o detetive.

— Bom dia, London.— disse e se virou para Julian.— Bom dia, Jones.

— E aí?—questionou o detetive, o olhando.

—Nenhum caso, mas é para avisar que a agência está reservada para você.

Graham assentiu, pensando que também seria uma alternativa.

O platinado os observava e se sentou, apoiando seu rosto na mão, que tinha o cotovelo apoiado no braço da poltrona.

— O seu professor de faca vai ser o Doyle.— disse, London a Julian.

— Por?— questionou, com as sobrancelhas arqueadas.

— Ele é melhor que eu em facas.— disse London, cruzando os braços.

— Você será um especialista.—disse Doyle, sorrindo.

— Tudo bem, então.— disse, suspirando e se levantou, indo até eles.

— Virão agora?— questionou o loiro.

O platinado deu de ombros, olhando para o moreno, esperando resposta.

— É uma boa, vamos nos vestir e te encontramos lá.—disse London a Doyle .

O loiro assentiu e saiu do apartamento, fechando a porta.

— Tinha que aparecer justo agora...— disse suspirando, indo para o quarto.

London o seguiu e o abraçou por trás.

—  Hum..? Não precisamos ir exatamente agora.— disse, beijando suas costas.

— Ele está nos esperando, não?— questionou,  sorrindo, passando suas mãos pelas do maior.

— Não importa se fizermos ele esperar.— disse, beijando seu pescoço.

— Ah é?— disse sorrindo, divertido, dando mais espaço para os beijos.

— Uhum… O que quer fazer?— questionou, acariciando seu abdômen.

— O que não fizemos ontem no jantar… — disse, suspirando pelo carinho, ficando arrepiado pelo mesmo.

O maior sorriu e desceu a mão, tocando no membro do outro, massageando-o por sobre a calça.

— Parece que alguém já está acordado...

— Hum… Não está muito diferente.— disse, sorrindo, rebolando de leve, encostando sua bunda na intimidade do maior, sentindo o volume.

O detetive sorriu e o deitou na cama, retirando seu sobretudo e sua cueca, para depois retirar a calça e a cueca do platinado, começando a beijar seu corpo.

— Tem alguma posição que prefira?

— Você dentro de mim já é o vislumbre da posição que desejo.— disse sorrindo, gemendo baixo, com suspirou.

O detetive sorriu e foi buscar a camisinha, já colocando-a em si sem perder tempo. Colocou o lubrificante em seu pênis e foi até o platinado, preparando sua entrada também.

— Acredito que isso não seja necessário.— disse sorrindo, suspirando, o observando de forma ferina e o puxou para si, selando e trocando as posições, ficando por cima, onde posicionou o membro do maior em si e se penetrou.— Ah…~

O detetive arquejou baixo, envolvendo sua cintura, sentindo-o se mover.

— Você é bem ativo...—disse o moreno, sorrindo, e o selou, incentivando-o a se mover.

 —Você gosta disso.— disse sorrindo, rebolando no colo do maior, gemendo baixo.

Graham concordou, com um sorriso malicioso e envolveu o pênis do outro, estimulando-o.

O platinado mordeu o lábio inferior, gemendo, enquanto se movia, aumentando a velocidade.

London grunhia baixo, apertando, levemente, o corpo do outro, movendo seu quadril junto ao do outro, intensificando as estocadas.

Não demorou muito para que o mais novo gozasse, e logo London fazer o mesmo.

 — Ah… Você é incrível…

— Hum…~ Eu sei… —  disse sorrindo e saiu de cima do maior, o selando e deitou ao seu lado, exausto.

London envolveu seu corpo e o deu vários beijos no rosto.

— Cansado, Julian?

— Pela primeira vez, sim… —  disse sorrindo e o selou, com carinho.— Sinceramente, nunca me cansei… Com os outros… Você é outro nível.

O detetive sorriu, acariciando o outro.

— Ainda tem estamina para treinar?

— Achei que ia falar para um segundo round… — disse com uma carinha.— Tenho sim… Vamos tomar banho e sair.

O detetive riu e assentiu, levantando-se e carregando o menor.

— Teremos um segundo round mais tarde.— disse sorrindo.

— Não vejo a hora.— disse sorrindo e o deu um selinho.

Logo os dois tomaram banho e se arrumaram, saindo do apartamento.

 

 Eles entraram no carro e foram direto para a agência.

London guiou Julian pela construção até chegar em uma sala de treinamento com chão de tatame, na qual Doyle fazia flexões usando uma camiseta preta e uma calça meio aerada azul escuro.

— Vocês demoraram, hein.— disse o loiro, levantando-se.

O detetive vestia uma camiseta cinza e uma calça preta. Ele colocou as mãos no bolso e riu de leve.

— Acontece.

O loiro olhou para Julian.

— Eu te ensino primeiro.— disse, indo na direção do platinado.— Você vai se exercitar bastante, por sorte, aqui tem ar-condicionado.

— Por mim, tudo bem.— disse, dando de ombros, olhando o loiro.

O Jones vestia uma regata branca e calça cinza.

— Vamos começar, ou não?— questionou o platinado, sorrindo de canto.

— Repita o alongamento que eu fizer.— disse Doyle, alongando os braços.— Você tem uma musculatura bem definida. Você fazia algo com frequência para ter músculos assim? 

— Ser um homem da vida conta?— questionou, o imitando, sorrindo de canto.

— Bom… Deve contar, né.— disse Doyle, sorrindo de leve.

London também se alongava em um canto.

— Vou testar sua força e agilidade hoje.—disse o loiro, alongando as pernas agora.

— Tudo bem.— disse, o imitando, tranquilo.— Bom, eu tinha que manter o corpo em forma, na verdade, então eu saía para correr nas minhas folgas e me exercitava em casa, mas já trabalhei como carregador e entregador, muitas vezes carregando peso.— explicou, o observando, abrindo as pernas e pondo as mãos juntas em sua frente, as afastando mais de seu corpo, como Doyle fazia.

 — Entendo. Então, seu corpo é bem condicionado.— disse e voltou, terminando o alongamento.— Faça quinze flexões no ritmo que eu for contando.

— Beleza— disse tranquilo, se abaixando, preparado, esperando o outro começar.

 Doyle começou a contar, fazendo intervalos um tanto longos entre um número e outro para que o platinado aquecesse.

O Jones fazia de forma calma, indo com a contagem, até ela acabar e ele se sentou, colocando os fios para trás e olhou Doyle.

— Só isso?— questionou, apoiando seu rosto na mão.

— 15 abdominais.

O menor deitou com os pés alinhados e a barriga para cima.

— Vai contar?— questionou.

 O loiro assentiu e começou a contar, o observando.

London olhava para o platinado com um pequeno sorriso, até um agente abrir a porta e chamar London por um instante.

— Volto logo.—disse o detetive, seguindo o agente.

Doyle terminou de contar e mandou Julian levantar.

— Dê oito voltas nessa sala. As quatro primeiras correndo devagar e as quatro últimas rápido.

O menor concordou, começando uma corrida lenta.

 Doyle o observava, contando as voltas.

— Joelho alto.—disse e viu o outro fazê-lo.

Logo o platinado terminou e juntou as mãos, entrelaçando e alongou os mesmos, escutando alguns estalares.

— E agora?

— O London vai te ensinar luta corporal, mas vou te ensinar alguns conceitos antes.— disse e segurou as mãos de Julian, levantando-as em punho para frente do rosto.— Preste atenção na base.— Doyle abriu um pouco as pernas do outro usando o pé, deixando-o em pé em uma base diagonal.— Jab.— indicou o punho da frente.— Direto. — indicou o de trás.— Você só soca com a palma apontada pra baixo, e quando socar com o direto, gire o pé de trás para dar mais intensidade no soco. Assim.— disse e fez do lado dele, demonstrando.— Primeiro, vamos repetir o movimento de Jab e direto. Eu vou fazer do seu lado e você me imita.

— Quer me ensinar boxe?— questionou, fazendo os movimentos sem o outro fazer, o olhando calmo.

— Tem umas esquivas que vão servir para faca.—disse e saiu do lado do outro, ficando em sua frente.— Você vai esquivar na diagonal quando eu socar e vai marcar o soco nas laterais de meu corpo. Esquive-se na diagonal para frente, certo?

— Certo.— disse, sorrindo de canto.

Logo o loiro se movimentou e Julian esquivou, socando em seguida, sem pôr força, apenas em demonstração. Viu o outro ir em sua direção, esquivou e segurou o braço dele, pondo para trás de seu corpo, sorrindo.

— Não é que funciona.— disse Julian, sorrindo de canto, contendo o maior.

— Você até que sabe se defender...— disse com um sorriso de canto, mas empurrou-se contra o platinado e inclinou o tronco pra frente, fazendo Julian girar e bater  as costas no tatame, sem muita força no impacto, uma vez que o loiro o segurou.— E isso? Aprendeu sendo um homem da vida também?

— Bom, até o ponto antes de eu estar deitado com um homem sobre mim, não.— disse sorrindo, e segurou a camisa do loiro, o puxou de leve, aproximando seus rosto e depois empurrou seu peito, jogando seu corpo junto e ficou por cima, —sorrindo e se levantou.

O loiro riu e negou, levantando-se.

— Okay...— disse e foi em uma bancada da sala, pegando duas facas de madeira, para depois voltar e entregar uma ao mais novo.— Vamos começar. Primeiro, vou te ensinar a como esfaquear alguém com uma faca apenas para desarmá-lo sem que você se fira.

— Beleza, vamos nessa.— disse, sorrindo divertido.

O loiro ensinou duas movimentações para um oponente que segurasse a faca de dois modos diferentes e ficou observando o outro reproduzir as ações.

— Certo. Agora rápido.—disse e viu o outro repetir sem muito problema.— Agora, faça comigo agindo. Quero que tire a faca de minha mão sem eu acertar ela em você.

O menor acertou e os dois começaram um "duelo" de facas, até o menor passar sua faca pela do outro e a empurrou, acertando o punho no antebraço do outro, o desarmando.

— Bom garoto.— disse o loiro, sorrindo de canto. — Vamos ver se você consegue se defender de alguém com uma faca e você estando desarmado?— disse, roubando, rapidamente, a faca do outro.

— Pode vir com tudo.—  disse sorrindo de canto.

Doyle arqueou a sobrancelha e riu, dando o primeiro golpe e, quando o platinado o impediu, o loiro lançou a faca de uma mão para a outra, acertando, sem muita força, o pescoço do outro.

— Eu sou especialista em facas, Jones.— disse, o olhando.— Não posso usar técnicas avançadas agora.

— E eu sou especialista em sexo, mas não quer dizer que eu vá lhe ensinar.— disse sorrindo.— Bom garoto.— disse e deu tapinha em sua cabeça, sorrindo divertido.

O loiro não entendeu, achando estranho.

— Bom… Me pediram pra te ensinar, né… Não te pedi pra me ensinar sobre sexo.

— Só estava lhe imitando.— disse, sorrindo.— Bom, me ensine mais, mestre.— disse, pondo a mão em punho em sua palma, se curvando, em postura.

Doyle negou de leve e o passou mais táticas ao outro. 

London voltou a sala e ficou os observando. Logo o menor desarmou Doyle e apontou a faca em sua garganta, sorrindo contente.

O detetive sorriu e bateu palmas.

Doyle riu de leve.

— Ele aprende rápido.— disse o loiro, olhando para Julian.

— Eu sei, eu sei. Eu sou foda!— disse sorrindo, divertido.

Doyle riu de leve e negou, saindo do encontro do menor.

London  se aproximou deles.

— Pronto para a próxima etapa comigo?— questionou o detetive, sorrindo para o platinado.

— Claro.— disse sorrindo divertido, próximo ao moreno, piscando com um sorrisinho.— Pode vir quente, que eu estou fervendo.

O loiro riu, negando e London sorriu.

O detetive se aproximou do outro.

— Vou te ensinar a torcer as articulações.— disse e segurou as mãos dele, lhe passando o movimento.

O menor foi seguindo, o observando com um sorriso, seguindo seus movimentos.

Doyle os assistia, então pegou uma garrafa d'água.

— Sede, Julian?— questionou, quando London terminou de passar aquele movimento.

— Não, obrigado.— disse, olhando o loiro e depois voltou a atenção para o moreno, sorrindo.

London sorriu de leve e continuou a ensiná-lo.

O treinamento seguiu até as 13h da tarde, quando, enfim, terminou. O detetive e Julian já estavam indo para casa quando Doyle os parou.

— Aqui.— disse Doyle, entregando uma faca retrátil preta para Julian.— Um presentinho para caso precisar.

— Só evite matar.— disse London.

— Poxa! A parte mais legal, London.— disse e riu, pegando a faca.— Obrigado, Doyle.

— Por nada.— disse o loiro, sorrindo de leve.

— Nos vemos depois.— disse London a Doyle.

— Até mais.— disse o loiro aos dois.

London e Julian foram para o carro, indo em direção ao apartamento.

— Sou muito bom.— disse o platinado, sorrindo.— O que vamos almoçar? Estou morrendo de fome.

— Vamos pedir comida, estou com preguiça de cozinhar. O que quer comer?—questionou London.

— Hum… Comida japonesa?— questionou, sorrindo, fazendo carinho na coxa do maior.

London assentiu e logo entraram na garagem, saindo do carro e indo em direção ao elevador.

— E aí? O que achou do Doyle como professor?

— É bonzinho.— disse, pegando seu celular, pedindo a comida.— Pronto, faltam 40 minutos para a comida chegar. Temos tempo.— disse sorrindo, enquanto entravam no elevador e prensou o maior contra parede, o selando.

O maior retribuiu o beijo, até o elevador chegar ao andar e London o puxar para o apartamento.

— Temos que tomar banho.— disse o Moreno, sorrindo.

— Sim, temos.— disse sorrindo, o prensando novamente quando eles entraram no apartamento, apertando sua cintura, o selando com fervor.

O detetive correspondia a todos os carinhos, puxando o outro para perto.

— Podemos ir para a cama… E fazer coisas...— disse sorrindo, entre selinhos, o puxando para si.— Mas temos que ser… Rápidos...— disse, sentindo seus volumes.

— Não apoio a ideia da cama, estamos sujos… Mas não quer dizer que não possamos fazer no banho.— disse London, sorrindo de canto.

O menor sorriu e o pegou pelas pernas, envolvendo em seu quadril e o levou para o banheiro.

Chegando no banheiro, após Julian tê-lo posto no chão, London retirou sua camisa, selando o platinado, interrompendo o beijo para tirar a camisa do outro também.

Logo os dois estavam nus, dentro do box, com o menor prensando o moreno na parede, o penetrando, com as pernas do maior em sua cintura.

London segurava firmemente no platinado, arquejando com as estocadas.

— Hum…~ Está bem… Fundo...

— Essa é… A intenção… — disse sorrindo, o estocando, sorrindo ao escutar o outro gemer mais alto, por acertar seu ponto e continuou o estocando lá.— Ah…~

— Desse jeito… Você vai me fazer gozar rápido...— disse, com um tom um tanto manhoso, arfando, abraçando o platinado.

O menor sorriu ainda mais, o penetrando com mais força e rapidez.

— Eu também… Vamos… Juntos… — disse, gemendo rouco.

London argejou, sentindo que logo chegaria seu limite. Sentiu seu corpo estremecer quando sentiu o orgasmo, a medida que seu sêmen expelia-se .

— Julian...—gemeu.

O menor gozou, no interior do outro, gemendo alto, saindo de seu interior, em seguida, o pondo no chão, suspirando cansado, e o selou.

O mais velho retribuiu o beijo, encostando-se na parede, sentindo as pernas dormentes.

— Hum… Agora estou morto… Quero me deitar...—disse o detetive, ligando o chuveiro, sorrindo de leve.— E ainda temos que comer...

— Sim… Então vamos deitar e ficar juntos, sem fazer nada, ou dormir.— disse sorrindo e o deu um selinho, ensaboando o mesmo, dando alguns beijos no pescoço do maior.

O moreno também ensaboou o outro, sorrindo de leve.

— Porém, vamos comer antes.— disse o detetive e eles terminaram o banho, indo para o quarto com toalhas na cintura.— Minhas pernas estão moles...

O menor sorriu por isso, o observando, andando nu, tendo se secado no banheiro e beijou o ombro dele, por trás.

— Desculpa e de nada.— disse, e pegou roupa para ambos, quando a campainha tocou.— Nossa comida.— disse, sorrindo, vestindo sua cueca rápido e pegou a calça, vestindo enquanto andava, indo atender a porta.

O maior riu de leve e terminou de se vestir, com uma calça moletom e uma camisa de algodão. Foi para a sala e pegou a carteira, pagando o entregador com uma nota, logo recebendo o troco e o entregador foi embora, enquanto Julian colocava a comida na mesa.

— Agora estou com tanta fome...—disse o moreno sorrindo, guardando a carteira e indo para a mesa.

— Ah que pena, podia comer tudo sozinho.— disse o menor, sorrindo e o deu um selinho, pegando os pratos e copos, levando para a mesa.

London riu de leve e sentou-se com o mais novo, sorrindo. Quando o outro se sentou, eles começaram a se servir.

— Hum… Bem bom.— disse sorrindo, divertido.— Como está se sentindo?— questionou, o olhando.

— Satisfeito e morto… Meus músculos estão formigando.— disse sorrindo de canto.

— Hum… Interessante… Vou cuidar de você, querido.— disse sorrindo, comendo.

London riu de leve e comeu também. Eles continuaram a comer, terminando depois de alguns minutos, e arrumaram tudo, retornando ao quarto.

 O menor se jogou na cama sorrindo e se esparramando, sem deixar espaço para o maior deitar.

London não se importou se subiu na cama, deitando sobre o menor.

O menor sorriu e o abraçou.

— Gostei.— disse sorrindo e o deu um selinho.

O detetive sorriu de volta e o deu vários selinhos, abraçando-o.

— Você é confortável.

— Que bom.— disse e o virou, sorrindo, ficando lado a lado com ele o selando.— Vamos dormir… De noite podemos assistir um filme e curtir.— disse divertido.

— Vamos.— disse o moreno, acariciando o outro.— Hoje vou aceitar a folga...

— Ah, que bom.— disse sorrindo e o selou.— Vamos fechar os olhinhos e dormir.— disse, fechando os olhos, apagando.

London sorriu e o fez, dormindo aos poucos.

 

Algumas horas depois já havia escurecido e o menor acordou, observando o maior dormindo ao seu lado, sorrindo. Ele se levantou, sorrindo, indo para a cozinha e preparar algo para os dois e depois foi escolher algo para ele e o maior assistirem, agradecendo que o vizinho devolveu o sofá, pouco antes deles irem dormir.

Julian escutou um baque e, quando viu, notou que se tratava de London, batendo-se na porta do quarto, indo em direção ao platinado na sala, com uma expressão sonolenta. 

O menor sorriu e abriu os braços para receber o maior, o abraçando, beijando sua testa, ficando na ponta dos pés, para tal.

— Tudo bem, amor?— questionou, andando com ele para o sofá e o sentou em seu colo.

London sorriu para o outro.

— Tudo perfeito agora...—respondeu, abraçando-o.— O que escolheu?

— Fiz pipoca meio a meio e escolhi os jovens titans.— disse sorrindo animado.

O detetive franziu levemente as sobrancelhas.

— Nunca assisti isso… O nome é grotesco.

— Você é estranho.— disse o menor, negando, dando um selinho e sentou o maior ao seu lado.— Vou pegar a pipoca.

London assentiu e ficou quieto, até escutar o telefone tocar e ele o pegou, pondo-o na orelha.

— Alô?— disse e ficou escutando a pessoa do outro lado da linha falar.

O menor voltou com pipoca e suco, deixando na mesa de centro e se sentou ao lado do maior, o olhando, comendo da pipoca.

— Hum… Certo. Me parece interessante. A caminho.— disse e desligou, então olhou para Julian com um sorriso.— Um homem morto em seu quarto, não há pistas sobre o que aconteceu, segundo o Doyle.

— O quê? Mas agora? E a nossa série? Nossas férias… —  choramingou.

— Não estamos de férias, era uma folga. Vemos depois. Você tem problema em ver corpos?— perguntou, levantando-se.

— Assim, já vi muitos, gostaria de esquecer vários, mas imagino que não seja do mesmo jeito que eu vi.— disse, seguindo o outro, após desligar a TV.

Os dois se trocaram e o menor pegou a vasilha com pipoca e foi até a porta.

— Vamos adiantar isso.— disse, abrindo a porta, saindo com o balde, chamando o elevador.

— Onde viu esses corpos?— questionou, olhando-o, comendo um tanto da pipoca.

— Todos os homens com quem já fiz sexo. Por isso que eu disse que não era da mesma forma que o caso. Entretanto, acredito que não terei problema em ver um cadáver.— disse, sorrindo, dando um selinho no maior, voltando a comer, em seguida, já dentro do elevador.

— Ah...—  disse o detetive, também comendo. Suspirou, envolvendo a cintura do platinado.— Desculpe por não ter controle de quando os casos ocorrem.

— Justamente por não ter controle, não deve pedir desculpas. Você não tem uma bola de cristal para prever e nos adiantar. Não se preocupe, está tudo bem.— disse sorrindo e o selou com carinho, assim que a porta do elevador se abriu e os dois foram para o carro, com o platinado no banco do carona, comendo.

— Fico feliz que entenda. Eu ter que sair assim, do nada, é um dos motivos pelo qual eu não tinha um parceiro. Também não achava que me aguentariam...— disse London.

— É ne, que sorte teve em me encontrar. Sou um cara compreensivo, caseiro e pouco grudento, mesmo que amorzinho, que não possuía fé alguma no amor, até te encontrar.— disse sorrindo, olhando o maior, acariciando sua mão, e a levou à boca, dando um beijo suave.

London riu de leve e o beijou na testa, dando um selinho depois. Ele ligou o carro e saíram do apartamento.

— Achei que fosse mais tarde, são apenas oito horas.

— A noite é uma criança.— disse sorrindo, comendo.— Mas eu preferiria estar na cama.

O detetive riu de leve e pegou um punhado de pipoca. Logo chegaram a um prédio de classe média, e, em sua frente, duas viaturas estavam estacionadas.

London estacionou e saiu do carro com Julian entrando no prédio, que estava com o portão aberto. Foram recebidos por Doyle, na recepção, que vestia uma camisa de algodão e calça jeans, com o cabelo um tanto bagunçado.

— Estava dormindo, hein? Colocou a primeira calça que viu.—disse London para o loiro, olhando ao redor.

Doyle bocejou e assentiu, passando as mãos pelos fios.

— É...—disse o loiro, que olhou para Julian comendo a pipoca e sorriu de leve.

— Servido?— questionou o platinado, oferecendo a pipoca.

O loiro assentiu e pegou um tanto, comendo.

— Gostosa.— disse e pegou mais.— Vamos entrando, vou levar vocês no andar.—disse e o elevador se abriu, com os três entrando no mesmo.

O platinado comia tranquilo, aproveitando a mistura da pipoca doce e salgada.

— O que houve, mesmo?— questionou o mais novo.

— Agora, temos um cenário meio diferente. A vítima foi estrangulada, porém, não há digitais. E ele estava escrevendo uma espécie de história antes de morrer e, nessa história, o personagem havia morrido da mesma forma que ele.—disse Doyle.

— Há quanto tempo  ele morreu?—questionou London.

— Aparentemente, há cinco horas. A escrita da história, que ele fez num computador, data de seis horas atrás.— disse Doyle.

— Hum...—murmurou London e o elevador abriu.

O detetive foi direto para o apartamento em que a porta estava aberta e, assim que entrou na sala de estar, encontrou um corpo vestido em uma espécie de vestimenta asiática, combinando com o dono, uma vez que este parecia ser japonês. London olhou mais à frente e viu o computador aberto, um tanto afastado do corpo, em uma daquelas mesas de pernas curtas em que o usuário precisa se sentar no chão para usá-la.

— Interessante...— murmurou London.

O platinado se aproximou do corpo, comendo, ainda, se abaixou e pegou uma pipoca, fechando um dos olhos e colocou ela em frente ao olho do cara morto, a centímetros de distância.

— Ha… A pipoca seria maior que o olho dele, aberto.— disse e riu, se levantando, voltando a comer.

Doyle o olhou, questionando sua sanidade.

— Então tá…

London ficou andando, analisando as coisas.

— Tem câmeras?

— Nenhuma.—disse o loiro.

Dois policiais saíram de um dos cômodos e saíram do apartamento.

— Quem o matou foi alguém próximo à vítima.—disse London.

— Ele tinha filhos? Um irmão? Mulher, ou ex?— questionou o platinado a Doyle, deixando o balde, agora vazio, no chão e pegou luvas, indo até o computador.

— Não, não e não. Ele morava sozinho. Era um eremita, mas ele sempre recebia materiais para fazer saquê de um vendedor da esquina, e, no horário de sempre, o vendedor veio aqui, mas ele não abria a porta, achou estranho e quando pediu ajuda ao porteiro, encontraram o corpo.— disse Doyle.— O vendedor já foi ouvido, disse que tinha permissão de entrar porque, normalmente, quando acham que há algo de errado, podem abrir o apartamento. Mas somente se for um conhecido ou parente do morador. O vendedor disse que não era próximo da vítima, só conversavam na hora de vender o saquê.

O platinado escutava, mexendo no computador.

— Era um bom escritor… — disse, analisando a história.— Se ele tinha inimizade com alguém, ele pode ter escrito aqui. Muitos escritores refletem suas vidas em histórias.

— Sim, leia por mim, por favor.— disse London, analisando o corpo.— Não precisa somente ser inimizade. Se encontrar um amigo, também serve.— London se agachou e encontrou uma folha de papel abaixo da cabeça o corpo. 

O detetive colocou as luvas e pegou, vendo um papel com escritos em ideogramas japoneses e uma marca de gota na folha.

   — Tenho que examinar isso em um laboratório e fazer alguém que fale japonês traduzir.

O menor ia lendo, até terminar a história.

— Tem uma amiga de infância, que não via há anos. O vizinho de cima, do sexto andar, que eles se odeiam, porque o de cima faz muito barulho. Tem um cara, ele também é escritor, mas não diz exatamente o que ele seria dele.— disse o platinado, se levantando.

— Hum. Jones, pegue esse bloquinho, ao lado do computador e me mostre a letra nele.— disse o detetive.— Está com escrita japonesa?

O menor pegou.

— Sim e não. Tem japonês e inglês.— disse, dando de ombros, indo até o maior.

London foi até o lado de Julian e pegou o bloco, comparando o traço com o papel que encontrou ao lado do corpo.

— Foi ele quem escreveu esse papel.— disse London.— Doyle, pode levar o corpo, minha investigação aqui acabou, por enquanto.

— Sim, senhor...— disse o loiro, bocejando.

— Podemos ir para casa agora?— questionou o platinado, tirando as luvas e pegou o balde que havia levado com a pipoca.

— Sim.— respondeu o moreno, saindo do quarto.— Boa noite, Doyle.

— Boa noite...— disse o loiro, claramente com sono, falando no celular.

London e Julian desceram até chegarem ao carro.

Os dois entraram e foram para o apartamento.

— Que sono.— disse o menor, ao entrarem no elevador.

— Você pode ir tomar banho, eu vou fazer uma coisa com esse papel antes.—disse London, saindo do elevador e indo até a porta de seu apartamento e abrindo-a, indo direto para o quarto.

O menor suspirou e foi para o banheiro, onde tomou banho e voltou para o quarto, vestindo apenas sua cueca e beijou a bochecha do maior.

— Tem certeza que não quer minha ajuda?— questionou, bocejando em seguida.

London lacrou um pacote assim que o outro falou.

— Terminei. Deite-se. Vou tomar banho e logo estarei aí.

— Uau… — disse e riu, caindo na cama, com a cara no travesseiro e as costas exposta.

O detetive se despiu e foi direto para o banheiro, onde levou poucos minutos para tomar banho, voltando para o quarto. Vestiu sua cueca e uma calça, subindo na cama e deitando-se, puxando Julian para si, dando um beijo em sua bochecha.

— Boa noite.— disse o Jones, sorrindo e o deu um selinho, fechando os olhos, dormindo rapidamente.

O moreno suspirou, aconchegando-se, e fechou os olhos, também dormindo.

 



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