História Moreland Street - Capítulo 12


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Categorias Cailin Russo, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Drogas, Prostituição, Romance, Violencia
Visualizações 103
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capa nova! Capítulo novo! Sinopse nova! Tudo para comemorar os 301 favoritos. Muito obrigada. Estou muito feliz.

Boa leitura. ☘

Capítulo 12 - Consequências dos erros.


Fanfic / Fanfiction Moreland Street - Capítulo 12 - Consequências dos erros.

Narradora

Um mês e meio depois.

     Ela estava completamente acabada. Seu olhar caído e com bastante olheiras, sua boca com rachaduras e seu corpo implorando para que ela parasse de cheirar. Mas Cecília queria mais, muito mais que cocaína. Mia lhe deu uma seringa, Cecília olhou para a morena  e levou o copo com a bebida até seus lábios, depois pegou a seringa e enfiou a ponta nas veias, sem a menos saber o que era.

     Ela respirou fundo e deu um sorriso malicioso.

— Calada, hein! — Mia falou se levantando do chão e saindo do banheiro.

     Cecilia encostou sua cabeça na parede e fechou os olhos.

    Ela já estava completamente perdida, estava viciada, seu dinheiro todo ia nas drogas.

    Cecilia precisava de ajuda, mas quem ajudaria essa pobre menina? Que se entregou totalmente para essa vida, que nem sequer pensou um minuto em tudo que estava acontecendo com ela.

  Mia e ela nem desconfiava, mas Rachel já sabia de tudo o que estava acontecendo, que elas estavam usando drogas escondido. Isso era proibido na casa, podendo até ter consequências de morte se Rick descobrir. Era questão de tempo para qualquer coisa acontecer.

   A cabeça de Cecília estava pulsando muito forte, uma dor enorme se instalou por ali, fazendo a menina gemer baixo de dor. Kaysey entrou no banheiro e percebeu a situação de Cecília.

— Cecília —  falou meio alto e foi até ela. Cecília não conseguia abrir os olhos, sua respiração estava muito ofegante.

— Eu quero mais...— sussurrou baixo, ainda com os olhos fechados.

— Mais? — perguntou sem entender. — Mais drogas? – Kaysey disse com voz de choro, ela já sabia de tudo que Cecília estava fazendo nesses últimos meses. — Não, Cecília. Chega.— Kaysey deixou uma lágrima descer, ela gostava muito de sua amiga e nunca iria querer ver sua amiga naquele estado outra vez.

 Kaysey pegou Cecília pelos braços e a levou até a cama, colocou a menina ali e ficou passando a mão em seu cabelo tingidos de amarelo.

— Me deixe sozinha, Kaysey. — pediu a menina mais nova.

— Não irei te deixar sozinha, olha como você está. – Kaysey passou seu polegar direito nos olhos de Cecília, depois depositou um beijo em sua testa. — Você não deveria ter experimentado aquela merda! Olha como está agora. Você está acabada. Rick uma hora vai perceber.

   Cecilia balançou os ombros , olhou séria para ela e disse:

— A vida é minha, me deixa. — diz grossa e se levantou da cama, Key olhou-a com o rosto confuso e olhou decepcionada para ela.

— Tudo bem, que se foda Cecília, faça o que quiser. – Kaysey se irritou e saiu do quarto, batendo a porta.

   Cecilia revirou os olhos e foi até seu armário. Pegou um vestido preto curto e foi até o banheiro, ligou o registro e tomou um banho um pouco demorado, para tirar todo o peso em sua mente.

(...)

A loira tomou mais um copo de bebida quente, junto com sua cocaína, depois colocou um salto alto dourado e foi até o primeiro andar.  A casa estava cheia, havia muitos homens de várias idades, inclusive mulheres também.

— Ei! — Mia grita a loira de longe.

    Cecilia caminha até o bar onde Mia e duas meninas estavam.

— Toma, vamos aproveitar hoje. — Melissa deu-a um copo de whiskey.

— Tim! Tim!

   Todas tomam um gole e começaram a rir.

— Julietta? — um homem com aparência bem velha, chamou-a. Ela se virou e deu um sorriso sexy para ele. — Vamos subir? — perguntou chegando mais perto.

  Cecília assentiu e juntou sua mão junto com a dele. Eles subiram calmamente a escada, indo em direção a um quarto qualquer.

— Sua bunda é tão maravilhosa. — o homem diz, batendo sua mão na polpa bunda da menina.

— Tem coisas mais maravilhosas por aqui. — disse passando sua mão em seu corpo.

  Chegando no quarto, Cecília se despiu rápida, depois se jogou na cama. O homem fez o mesmo.

  Ele sobe na cama bem devagar, dando leves beijos na perna de Cecília, chegando até sua intimidade e passou a ponta de sua lingua no clitoris da menina antes de usar a mesma para penetrá-la.

— Puta merda, que língua é essa. — a loira disse gemendo baixo.

O velho enfiou seu dedo em sua intimidade, fazendo movimentos de vai e vem muito rápido.

— Goza para mim, piranha. — falou passando sua língua por toda a região.

  Cecília começou a sentir algo estranho em sua barriga, sua visão começou a embaçar e uma ânsia de vômito começou a subir sua garganta. Ela tenta tirar o rosto do homem no meio de suas pernas. Ela estava prestes a vomitar.

— Eu preciso ir no banheiro. — gritou saindo correndo da cama.

— Volta aqui. — o homem a segurou pelos braços, fazendo ela pagar imediatamente.

   Ela o olhou com os olhos arregalados, até que não conseguiu mais segurar e vomitou em cima do homem, acabando por fazer uma sujeira enorme no quarto. O homem se enfureceu, e acabou dando um belo tapa em seu rosto.

— Porra! Você é maluca? Sua piranha. — ele gritou limpando sua barriga com a mão.

— Desculpa! D-desculpa. — pediu nervosa e tentando entender tudo o que acabou de acontecer.

  Cecília passou sua mão lentamente no rosto, e só agora sentiu a dor e a ardência. Ela arregalou os olhos novamente, sem entender o porquê do tapa.

— Seu filho da puta! — gritou socando o peitoral do homem.

A porta é aberta bruscamente e quem menos Cecilia queria encontrar naquele momento estava a sua frente, Rick.

(...)

Escritório do Rick

— Eu soube de tudo a três dias, Rick. — Rachel falou olhando séria para Cecília. — Ela e Mia estavam usando cocaína a mais de dois meses.

— Por isso essa putinha está acabada. — ele falou mordendo o maxilar. — Eu te avisei, e você novamente fazendo merda.

  Cecília continuou com a cabeça baixa, seus olhos estavam lacrimejando, o medo estava evidente em seu olhar. Ela não sabia o que dizer, nem como reagir. Ela sabia que poderia ser o seu final agora, que Rick poderia dar um tiro em sua cabeça. Ele estava bastante furioso, o homem nunca teve problemas com as garotas, nunca teve que se preocupar com elas, mas agora as coisas mudaram.

— Chama a outra vadia e rala daqui. — ele falou se sentando em sua poltrona.

Rachel balançou a cabeça em positivo e saiu do escritório. Mia rapidamente apareceu ali, ela estava completamente bêbada e nem fazia ideia do que fazia ali.

— Você está aqui a mais de cinco meses e ainda se atreve a fazer isso na minha casa? Vocês duas estão fodidas. — ele gritou se levantando da poltrona.

— P-por  favor...— Cecília falou baixo, Rick foi até ela e puxou fortemente seu cabelo. — A sua hora vai chegar, mas ainda preciso de você aqui, sua putinha suja! — falou em seu ouvido esquerdo.

Rick soltou seus cabelos com brutalidade e foi em direção a Mia.

— Se ajoelha! — ordenou gritando. Mia continuou em pé, mantendo seus olhos firmes no de Rick. — Se ajoelha porra!

  Brutalmente ele tirou sua pistola da cintura, depois puxou os cabelos de Mia, fazendo-a se ajoelhar. Ela abaixou sua cabeça e começou a chorar, seus soluços estavam bastante altos.

  Rick sem pensar duas vezes apontou sua arma na cabeça da menina e deu dois tiros nela.

 Cecília pulou da cadeira onde estava, completamente aterrorizada. Seus gritos de medo ficaram presos em sua garganta, seus olhos não paravam de descer lágrimas. Suas íris foram de encontro com o corpo de Mia no chão, com a cabeça totalmente “explodida”. Seu cérebro ainda pulsava no chão.

— Agora é sua vez! — o homem furioso falou e pegou Cecília pelos braços. 

— Por favor! Por favor, não! — gritou chorando. — Eu não faço mais isso, Rick. Por favor. — implorou.

Rick continuou puxando-a até o outro andar. Eles subiram uma escada escura, indo em direção ao terraço da casa, e abriu um portão que havia ali.

— Para onde você está me levando? — perguntou Cecília ainda chorando.

  Rick continuou calado, eles foram caminhando até um pequeno quarto. Ele era todo escuro, sem nenhuma luz sequer, não tinha móveis, nem cama, nada, estava completamente vazio. O homem a jogou no chão e disse:

  — Fica aí, para pensar melhor no que tem feito piranha.



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