História Morning, Laylor - Capítulo 11


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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Laura Prepon, Taylor Schilling
Tags Alex Vause, Laura Prepon, Laylor, Orange Is The New Black, Piper Chapman, Taylor Schilling, Vauseman
Visualizações 190
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um ep pessoal <3

Capítulo 11 - Coincidência?


LAURA POV 

Naquele momento confesso que não fiquei tão nervosa quanto o esperado, eu apenas respirei fundo e relaxei, tentei imaginar a pior coisa que podia ser e quem sabe, se fosse de menor importância, não me assustaria.

Foi apenas um susto -sorriu o médico- pode ficar tranquila, entraremos com os papéis da alta e você será liberada nas próximas vinte e quatro horas!

Graças -suspirei-

Vou deixar você aí por mais um instante... descanse -disse enquanto saia do quarto- 

O silêncio do quarto abastecia meu pensamentos, fossem eles ruins ou não, eu apenas me calei e deixei que ficasse por isso. Olhava a imensidão branca do ambiente e me agarrava a energias positivas como se fosse a última coisa que faria na vida. Aquilo um breu se tornou, um vácuo talvez, qualquer coisa que passasse paz independente do estado emocional, e acabou se tornando a porta de entrada para que eu viajasse nas mais loucas aventuras no qual fossem percebidas apenas por mim. E de repente toda a imagem sólida que entrava por meus olhos se tornou uma vastidão preta, onde nem minha consciência alcançava, me senti cansada, então adormeci.

Senhorita Prepon? -dizia alguém tocando em meu braço suavemente- Senhorita Prepon?

Eu... acordei -respondi confusa- 

Sua alta saiu! Está liberada. -dizia uma linda enfermeira-

Quanto tempo eu dormi? 

Umas oito ou dez horas, por certo -respondeu-

Sério?

Sim, a propósito, a mocinha que estava internada a..... -fechou os olhos tentando se recordar o nome-

Schilling? Taylor? -respondi freneticamente-

Isso... essa mesmo. Ela acordou, ligou aqui no hospital e perguntou por você. O que 8 horas não fazem né -disse num tom sarcástico-

SÉRIO? ASSIM TÃO RÁPIDO?

Felizmente sim, ele teve um avanço inacreditável, respondeu aos medicamentos perfeitamente e está se recuperando bem.

Caramba.... Eu estou tão feliz com isso! Sério!

Eu imagino, aqui está, sua alta -disse me entregando um papel- boa sorte!

Obrigada!

Da uma olhadinha atrás, tem uma informação que talvez você queira saber -disse saindo do quarto-.

Rainbow Street, 35?! O que é isso? -sussurrei para mim mesma-

Logo que levantei percebi que não estava mais com nenhum acesso, precisei apenas juntar minhas coisas, trocar de roupa e chamar um táxi. E não demorou muito para o motorista chegar na porta do hospital.

Boa tarde senhora, vai pra casa? -disse abaixando o vidro- entra ai!

Coloquei meus pertencer ao meu lado e a folha da alta cai no chão, deixando totalmente exposto aquela tal endereço que havia ganho da tal enfermeira.

Eu vou... -pensei- ... quer saber?! tem como me deixar nessa rua? -dei-lhe o papel-

Hospital Grace?! Acabou de sair de um para ir em outro? -riu-

Hospital? -logo me caiu a ficha- ... a, sim, hospital! Eu vou visitar um parente. 

Caramba, vamos lá.

Durante o caminho inteiro eu pensei em desistir da visita, pedir que ele desse a volta e me deixasse em casa para descansar, estava pensando como ela encararia aquele fato novamente, e como eu encararia?! Meu corpo pedia uma cama, um aconchego, algo que desmaiasse a dor física que havia ficado, mas minha alma pedia para que eu fosse fundo, não desistisse e deixasse o tempo falar por si só e antes que eu pudesse escolher o motorista me interrompe.

Chegamos! ficou $37 -olhou para mim-

Sim, claro, $37! -paguei, sai do carro, e entrei no saguão do hospital-

Caminhei por uns 5 metros até chegar a recepção.

O que posso ajuda-la? -perguntou a recepcionista-

Eu... eu... vim visitar um paciente, talvez?!

Talvez? Desculpe!

Eu vim visitar um paciente! -disse ainda confusa-

Pode me dizer seu nome completo e o nome completo do paciente?

Laura Helene Prepon, visitarei Taylor Jane Schilling.

Ah sim, a senhorita Schilling! Ok, a visita começará daqui a 15 minutos, você poderia aguardar sentada naqueles bancos? -apontou-

Sim, claro.

Estava tão confusa que minha visão embaçava, tropecei no pé de um moça que estava sentada e sem ao menos me desculpar me acomodei em uma cadeira. Fiquei observando o local sem perceber do tempo que passava absurdamente rápido, e logo quando me dei de conta estava na hora.

O horário de visita se inicia! -disse um funcionário do hospital- eu direi o nome do paciente alto, os familiares façam uma fila, digam seus nomes, sua familiaridade e serão liberados para o quarto por 10 minutos. Todos entenderam?

Sim -respondeu um coral de pessoas- 

Michael Kunis? Familiares façam um fila aqui -apontava-

Enquanto o nome dos pacientes eram citados minha cabeça ia a mil, sem saber o que falar, o que fazer quando entrasse e visse a loira irresistível no qual havia me apaixonado naquela situação, queria poder tira-la dali e me colocar por um instante em seu corpo, mas como não era possível eu transpirava.

Mais alguém para a senhotira Schilling? -disse o moço encerrando a chamada-

Eu! Aqui.-levantei rapidamente-

Fique atrás dessa senhorita, por favor! -disse apontando para a moça da frente, no qual eu havia pisoteado minutos antes- 

OK! - concordei-

Qual seu nome? -a perguntou-

Carrie Brownstein! 

Familiaridade?

Noiva da paciente!

 

 


Notas Finais


comentem se gostarem, desculpa pela demora e obrigada por chegar até aqui


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