História MORNINGSTAR: Ascensão - Capítulo 1


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Categorias Lucifer, Sandman
Personagens Lucifer Morningstar, Personagens Originais
Tags Aventura, Dc Comics, Deckstar, Fox, Lucifer, Morningstar, Romance, Serie
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Palavras 588
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction MORNINGSTAR: Ascensão - Capítulo 1 - Capítulo Único

Era como uma boa música.

Os gritos das almas que rodeavam as paredes do inferno ecoavam em uma sinfonia infernal. Era um misto de alívio e tensão, afinal estavam livres do tormento mas para onde iriam? Ainda estavam no inferno e sabiam que o céu não os aceitaria. Além do mais, havia alguns demônios que se divertiam com alguns que não eram rápidos o suficiente. Mas a maioria gritava junto, achava hilário a confusão dos atormentados. Os demônios comemoravam! Seres que se divertiam tanto com o caos que estavam inspirados. O inferno estremecia. Não poderia culpá-los. Eu também estava. A liberdade enchia a mim de vaidade.Desde que abri as celas, o sorriso debochado não saiu de minha boca. Eram crias minhas, afinal.

- O que está fazendo? Ficou louco? Você está se rebelando contra sua casa? De novo? - Gaya surgiu do nada, como sempre. Era um demônio responsável, admito. Forjada do caos, responsável por colher almas e manter organizado o inferno. Eu estava contra toda sua natureza porém quando ela se formou, eu estava resplandecendo, vivendo as Cruzadas. Apesar de minha vontade de sair, não achava que iria cansar tão rápido. Milênios passaram como eras quase que infinitas. Não suportava mais as mesmas coisas rotineiras.

- Eu estou entrando de férias. O inferno está um tédio. Demais. Essas almas parecem que já vieram de outro inferno, não tem graça. A culpa humana perdeu a graça. Eu quero sair. Eu quero brincar. - Disse, me virando para ela e desafiando-a, zombando. - Essa armadura ainda lhe cabe? A última vez que a vi com algo parecido foi na Inquisição.

- Você sabe que sua zombaria não me afeta. E sabe que não abaixo minha cabeça, nem pra você. - Seus punhais brilharam, pedindo pelo meu sangue. Revirei meus olhos. Tédio. - Lute comigo pelo trono! Você poderá ir e eu governarei o inferno.

- Porque acha que deixaria o inferno em suas mãos? Nunca ouviu falar que o diabo é egoísta? Vai acabar se machucando, Gaya. Não existe forma de me ganhar. Você é fraca.

Gaya me encarou com ódio. Eu pude sentir a atmosfera mudando pela força dela. Era previsível e ela emanava muita força. Antes que pudesse me atacar, eu já estava ao lado dela. Minhas asas abertas, jogando-a longe e em meus lábios um sorriso infantil. Com a força das asas, o ambiente se tornou quase nebuloso pelas cinzas do fogo que estava se apagando. Mas ainda sim, era visível o ódio.

Ela se levantara novamente, havia uma rachadura que emanava um líquido negro em seu rosto. Gaya não era um anjo caído. Não possuía asas ou sangue divino. Era um demônio. Simples demônio. Mesmo que fosse grande em sua hierarquia, era um demônio.

Logo sua boca estava proferindo línguas mortas e espumando veneno. Ela iria me atacar mais uma vez. Não me dignei de usar minhas vestes de guerra. Quando ela se aproximou, movi apenas um único dedo. Quase milímetros de movimento, tão rápido e suave que olhos humanos não poderiam perceber sua sutileza.

Sua cabeça saiu do corpo.

Veneno escorria por todo o chão em torno do corpo morto. Era negro.

- Mais alguém? - perguntei alto para a platéia demoníaca que assistia em silêncio agora. Um deu um passo a frente.

- Você sempre será meu rei. Meu lugar é ao seu lado.

- Vamos achar nosso novo lar, Mazikeen.

Abraçando-a, nos envolvi em minhas asas. E em segundos, não havia sinal de que estivesse ali.

Doce é o sabor da liberdade.


Notas Finais


Oi gente!

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