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História Mortal Silence (Jeff The Killer) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Illusinist


Fanfic / Fanfiction Mortal Silence (Jeff The Killer) - Capítulo 2 - Illusinist

Eu olhava envolta me sentindo desconfortável com aquela sensação, não havia nada, não nada fora do comum, então decido investigar meu quarto, coloco meus pés nus no chão frio  me levantando do puff, andando por todo o comodo e observando cada detalhe de meu quarto.

(Talvez um invasor esteja em casa...)- Fico estática por um breve momento tentando escutar algum barulho que denunciaria qualquer movimento anormal na casa...E absolutamente nada, solto uma risada baixa enquanto levo minhas mãos sobre minha cabeça a coçando.

-Como sou estupida, um invasor? serio?- Converso comigo mesma pensando oque poderia ter me levado a ter aquele raciocínio fantasioso, saio do quarto lentamente me espreguiçando, ouso o piso de madeira branca antiga ranger a cada passo que dou em direção a porta. A mesma parecia estar tão longe de mim, balanço a cabeça saindo finalmente do quarto, fecho a porta atrás de mim observando o extenso corredor escuro de minha casa, paro por um momento observando uma fotografia que parecia estar rachada na parede do mesmo, passo os meus dedos frios pela moldura observando cada detalhe.

Na foto tinha eu ainda bebê no colo de minha mãe e ao lado de dois homens, meu pai e um homem alto e pálido ao seu lado, todos sorriam, pareciam estar felizes com alguma coisa. O semblante de felicidade estampado no rosto de minha mãe era uma novidade, dês de que me conheço por gente, minha mãe sempre estava cabisbaixa e desanimada, por mais que ela achasse que seu falso sorriso me enganasse, eu sabia a verdade.

Suspiro levando meu corpo até a pequena escada que ligava o 1º andar ao 2º,  desço os degraus sentindo um aperto em meu peito, era novamente a sensação de mal pressentimento , paro no meio da escada  respirando fundo.

(hey...fica calma Scarlet)- Continuo descendo as escadas, vou até a cozinha fazer meu café da manhã, me sinto mal por não poder ajudar a minha mãe a todo instante. Após terminar de fazer o café, ponho um pouco do liquido fervente em minha xícara de porcelana, vou lentamente segurando a xícara até a sala, me sento colocando a mesma na mesinha de centro, ligo a televisão passando pelos canais.

-Mas que porra é essa....?- Falo percebendo que todos os canais falavam sobre a mesma coisa, paro  em um deles para entender oque estava acontecendo.

Repórter- Recebemos uma noticia de ultima mão neste momento, Uma jovem chamada Kelly Spancer, de 17 anos foi encontrada esquartejada junto de seus pais, Marvin e Jullya , nesta manhã de sábado, segundo a relatos de amigos , Kelly estava a alguns dias reclamando de estar sendo perseguida por alguém e relatou sensações de estar sendo observada em qualquer lugar que ia, infelizmente nesta noite veio a falecer junto de seus pais, nenhuma arma foi encontrada no local juntamente com impressões digitais. Devido ao acontecimento e a violência do assassino o prefeito achou melhor que após ás 23:00 ninguém vá as ruas, isso é uma ordem! Mantenham  suas casas fechadas e que Deus nos abençoe.

(Oque?! Não... isso não é possível)-Pego a xícara, com as mãos trêmulas, bebo um pouco do café sentindo um gosto metálico e amargo, cuspo o mesma vendo o liquido vermelho em minha xícara, rapidamente com o susto que tomo, largo a xícara ouvindo o barulho agudo e olhando os estilhaços espalhados pelo chão, grito alto acordando minha mãe. Afundo as  minhas mãos  na minha cabeça apertando meus cabelos, minha mãe desce a escada com passos fortes e rápidos, ela me olha com um semblante preocupado

-O SANGUE!O SANGUE!- minha mãe vê os estilhaços e  olha o liquido no chão

Mãe-Que sangue?! você se machucou?!- Olho novamente o liquido  que se espalhava pelo chão- Café?....- Relaxo meu corpo no sofá assustada, deixo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto lentamente grudando alguns fios de cabelo ao mesmo.

(Eu... eu estou ficando louca?...Eu vi o sangue...)- Ouso minha mãe suspirar e a olho ainda chorando, a mesma estava com uma expressão de negatividade estampada em seu rosto.

MãeJá disse para não ver filmes de terror a noite!- Olho o liquido sem ter oque falar, estava confusa, jurava com todas as minhas forças ter visto sangue na xícara-Mas....mas eu vi...eu vi- falo baixinho ainda confusa, sinto um arrepio junto de um embrulho no estômago, olho para minha mãe sentindo que aquela seria a ultima vez que eu a via com vida.

Me  levanto do sofá  tremula, Ajudo-a a limpar os cacos de porcelana, suspiro limpando toda a sujeira,  minha mente ainda tentava arrumar uma conclusão plausível para eu ter visto aquilo, então me lembro novamente do que havia acontecido no dia anterior.

Flashback (on):

 

"assim que ligo a tela do notebook vejo que ele esta aberto numa pagina que eu nunca havia visto ou lido antes, o nome era "Creepypasta Jeff the Killer", não lembro de ter pesquisado nada disso no dia anterior, entro na página por curiosidade, era a historia de um serial killer"

 

Flashback (off):

(Não, não...Era apenas uma história...Ou talvez não)-Assim que termino de ajudar minha mãe e pedir desculpas pela quinta vez, eu subo rapidamente indo até meu quarto, tranco a porta e fecho a janela, ligo o notebook colocando no mesmo site que eu havia visto e, nada, nenhum registro sobre o tal "Jeff the Killer", frustrada por não ter achado nada sobre ele, tento pesquisar mais afundo sobre o homicídio, depois de ler várias matérias notei que todas falavam sobre uma coisa só, o modo que o serial killer marcava suas vitimas, deixando sua marca registrada, um sorriso feito por uma faca de orelha a orelha, fora a famosa frase "Go to Sleep" encontrada não apenas naquela cena do crime como em muitas outras espalhadas pelo país em datas e anos diferentes.

Paro por um tempo tentando raciocinar oque estava acontecendo e tentando me recordar da história que eu havia lido na noite passada. Aos poucos me lembro da "ficção" encaixando todas as peças do quebra cabeça.

-Então foi você...Jeff- Sinto um arrepio e o sentimento de não estar só, novamente invade meu ser, balanço minha cabeça indo até a suite tomar um banho gelado para esfriar a cabeça.



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