História Mortes e Alianças (Mad Archer) - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Alice, Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Príncipe James, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Drama, Mad Archer, Onceuponatime, Reinado, Romance, Swanqueen
Visualizações 26
Palavras 2.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteeeei nessa noite pessoinhas
Obrigada por tudo, e desculpe por tudo também
Capítulo feito com muito amor em 3...2...1...

Capítulo 7 - Aliados


Fanfic / Fanfiction Mortes e Alianças (Mad Archer) - Capítulo 7 - Aliados

- A uma verdade escondida em mim, seus olhos não vêem meu medo, e nem meu amor, mas eu vejo o há que nos seus. 


 Alice estava concentrada em fazer uma bela letra, para não deixar seu irmão preocupado com sua pressa. O casamento era em dois dias, e talvez James nunca lesse a tempo, mas ainda sim um James nervoso não ia ajudar muito.

Respirou fundo, o Sol mal tinha nascido, seus olhos pregavam de sono, mas sua liberdade era mais importante. Despediu com amor, e entregou a carta ao um de seus serviçais e esperou que tudo ocorre bem.

Lembrou de Robin, sentiu algo estranho dentro de si, talvez amor. Era confuso pensar que sua amizade com ela era tudo que tinha, tudo que queria, sua presença a alegrava, tinha medo de perder aquilo, era tudo que tinha afinal.

Tinha tantas perguntas, ao mesmo tempo, queria outro abraço. Bufou ao lembrar que Robin estava numa reunião com a Rainha Regina.

Tomou um banho, e cochilou a espera de Ella, a dama era uma boa pessoa e a ajudava em suas tarefas. Alice ouviu a porta bater algumas vezes, pela batida forte imaginou que fosse Robin, abriu alebre, mas seu sorriso murchou quando viu Robert.

- Bom dia querida, está pronta para o passeio? Onde está sua dama e suas coisas? – Falou de uma vez. Robert tinha um sorriso malicioso, dava medo em Alice.

- Eu não acordei disposta. Sinto muito, pode ir caçar com seus irmãos Robert. – Disse pronta para fechar a porta.

- Ah claro, te espero em duas horas na saída do castelo, ou ousa recusar um pedido de seu noivo? Ouvi dizer que seu Reino prescisa de um rei.

Alice indignada assentiu devagar e fechou a porta, as paredes estavam se fechando.

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- Sabe da nossa história, de como chegamos até aqui, de como Regina virou rainha, e como ninguém se lembra dela? – Robin assentiu cada palavra saída da boca de Zelena. – Se lembra das cartas que achou, que deixava claro que tinha contato com minha irmã? – Robin temerosa voltou a assentir.- Anastasia contou a Amélia, foi sem querer, então não brigue com ela, mas entende o risco que estamos a viver, está perto de sua mãe saber quem Regina é, é só juntar as peças, e Alice está no meio disso agora. – Suspirou. – Acreditamos que ela deve saber toda a verdade, antes de fugirmos.

- Ela saberia que eu tenho magia, ela... – Começou Robin desnorteada.

- É um risco ela se voltar contra nós, mas toda ajuda é necessária, estamos a ponto de uma guerra, entende? – Interrompeu Regina. – Aceitei os riscos, Emma, Zelena, nosso filho também, você não tem escolha, mas Alice e Ana tem.

Robin arregalhou os olhos. – Minha irmã é uma criança! Só quer o amor de Amélia, isso não dará certo! – Exclamou irritada.

- Henry está contando tudo para ela agora. E você contará a Alice. – Disse Emma. – Drizella pode nunca mais voltar para nós por causa dessa nova decisão, de proteger até a sua família nessa guerra, por que haverá uma assim que Amélia souber o que está a acontecendo. 

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Drizella ouvia sua barriga roncar de fome, não se lembrava da última refeição que teve, mas também sua memória não era das melhores. Não lembrava de nada de sua infância, sua mãe, mal consegui se lembrar da sua voz. Só se lembrava da crueldade de Amélia, sua infância aprimorando a magia e truques de guerra, sem amor ou cuidados, não sabia da própria história ou do seu lar, ou se tinha um.

A morena se levantou e foi até a grade, fechou os olhos por um instante, deixou uma lágrima cair, tinha fome, sede, cansaço e tristeza, tudo acumulado.

Se perguntava porque vivia naquela vida horrível? Aquela magia forte, inexplicável que tinha só fazia ela ter medo de si mesma, Amélia mandava nela, e de alguma forma ela obedecia. As voz em sua cabeça atrapalhava seus pensamentos, contando segredos, mostrando premonições dando dicas e ajudas. Mas graças a voz, que ela sempre acreditou vim de sua boneca Nimue, a única coisa que tinha de sua família, ela aos poucos se livrava do poder de Amélia.

Ainda agarrada a grade de sua cela, viu uma sombra caminhando, paços fortes contra o chão, sabia que era Amélia, e rezava que fosse com sua refeição.

- Drizella, bom dia. – Disse secamente. – Aqui. – Entregou uma bandeija com pão, frutas e água.

A Morena logo pegou a bandeija, sentou e começou a comer, devorava o pão, murmurou um obrigada entre uma mordida outra.

- Sabe, esqueci mesmo de você aqui. -Comentou. – Mas agora, presciso de seus serviços, para matar uma pessoa Regina Swan, uma rainha, acredito que ela seja alguém do meu passado que acabou ficando viva pela minha piedade, mas quero a morte dela agora,mas algo silencioso, no casamento de meu filho em dois dias. Consegue? – Pediu com calma.

- Eu não quero! – Exclamou Drizella. – Não me obrigue por favor. – Pediu.

Amélia sorriu maldosamente, bateu no bolso da capa azul que usava, e sussurrou. – Faça o que eu digo, e não se machuque.

Drizella chorando assentiu, e voltou a comer, suas lágrimas molhavam as frutas.

A rainha continuou a sorrir e saiu da cela. Se pudesse escolher uma filha, escolheria uma obediente e poderosa como Drizella.

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Anastasia encaram Henry tentando entender tudo que ele dissera. Magia, família, safismo, amor e crueldade, muita coisa sem sentindo.

- Eu sei que é muita coisa, mas Ana, se aceitar ficar do nosso lado vamos cuidar de você, minha família é boa nisso. – Disse Henry segurando em sua mão.

- Mas, e meus irmãos, meu pai, Belle, até mesmo minha mãe? – Perguntou preocupada.

- Não vamos machucar ninguém, a não ser se nos machuque entende? Só querermos ser felizes e livres, e voltar para casa. Juro. -Disse com convicção.

Anastácia sabia da verdade agora, dos riscos, o coração batia rápido, e tinha tanto medo. Assentiu devagar, e se levantou, ainda era cedo mas dada a loucura sua irmã provávelmente já estava acordada.

Correu até o fim do corredor, abriu a porta sem ligar para nada.

- Eu sou sua irmã, deixou um estranho me contar! Estou decepcionada. – Resmungou alto olhando para Robin.

- Fiquei sabendo agora, e não estou contente em você saber Ana. – Disse Robin brava. - Sinto muito, mas você é uma criança, não precisa passar por isso. – Se aproximou da irmã e abraçou.

- Ela prescisa sim. É uma princesa, e uma boa menina. – Disse Regina. – Ana? - Chamou.

- Quero meu pai, Belle, e meus irmãos a salvo, e não vou contar nada a minha mãe, se me prometeram isso, entendo que a guerra que minha boca aberta pode causa deve ter o meu apoio, e vou apoiar vocês pois são os prejudicados, mas peço que não usem magia, por favor. – Disse séria saindo do abraço.

- Acho que podemos fazer isso. – Disse Emma. – Sinto muito Anastácia.

- Sabe o que eu não entendo, porque mentiu para mim por tanto tempo Robin? Você gosta de garotas, tem magia e qual é problema? Me julgam por que eu quero a aprovação da minha mãe. É ridículo. – Robin apenas a baixou a cabeça.

- Você contou a ela meu maior segredo, se soubesse mais poderia contar tudo. – Resmungou Zelena.

A princesa arregalhou os olhos, e assentiu. – Porque não juntam seu povo e suas coisas e vão embora? – Disse com desgosto e saiu do quarto.

- Nisso ela tem razão. – Disse Emma. – Se fosse mais fácil é claro. – Completou.

Robin saiu do quarto, ia procurar Alice, e dar esse tempo a sua irmã, sabia que dali a pouco iria caçar com os irmãos e o pai, Alice não iria querer passear com Robert e provavelmente acabaria descobrindo tudo pela boca de outra pessoa se ela não fosse contar agora.

Esperou na sala de refeição, tomou café e ela não desceu. Estranhou mas continuou a comer, sempre olhando para as escadas, algo que não passou despercebido por Mary.

Após o café Robin estava subindo as escadas quando foi parada por Mary.

- Ela está a passear com Robert, mas não está a vontade com isso. Passei pelo seu quarto enquanto conversavam, ela disse que estava mal e ele disse que a esperava em duas horas, eles devem estar a partir por agora. Talvez devesse impedir. – Disse Mary.

- Porque está a me ajudar tia Mary? – Perguntou.

- Já errei muito, e nunca concertei. – Respondeu simplesmente antes de alcançar David e seu pequeno filho.

Robin sorriu mesmo que a tia não tinha visto, ela sorriu, sentiu paz em seu coração.

Em paços apressados até a saida do castelo, espiou de longe e viu que os dois conversavam. Robert tinha um sorriso presunçoso no rosto, enquanto Alice parecia, simplesmente cansada.

Estáva pronta para impedir o passeio, até mesmo chamando o irmão para caçada em alguns minutos. Foi quando se quebrou.

Era realmente um beijo? Os lábios juntos, corpos colados, mãos se acariciando, o que era aquilo? Um super beijo?

Droga. Droga. Droga. Droga de coração que não só batia quanto amava Alice. Ela amava a rainha, como e quando ela não sabia.

Quando Mulan parou de atormentar seus sonhos e Alice foi tomando conta?

Foi nas conversas bobas, na confiança, nos abraços quentes? Foi naquela hora ou desdo do primeiro dia? Desde quando Robin a amava? Foi realmente naquela vida ou em todas ela se encantava pela loira?

Ela não queria pensar nisso. Fazendo muita força se retirou dali, focou em matar e sobreviver na floresta.

Enquanto ia ao encontro dos irmãos mais novos, o beijo não saia da sua mente. “eu quero ir para casa com você.” Robin já não tinha tanta certeza do que Alice queria, pois seu primeiro beijo ela deu a Robert.

Entrou no quarto dos irmãos e sorriu. Estava pronta para um momento com eles, sem Alice atrapalhar.

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Toc. Toc. Amélia batia na porta do quarto de Rumplen sem parar. Quando ele abriu ela já estava vermelha de tanta irritação por causa da espera.

- Estava ocupado. Vou sair com as crianças, vamos dizer que agora. – Disse quando deu espaço para ela entrar.

- Eu me lem... – Parou ao ver Belle. – O que ela faz aqui? – Perguntou com desgosto.

- Esse é meu quarto também. – Belle disse com calma. – Irei deixar vocês a sós. - Foi até Rumplen e lhe deu um selinho. – Se despeça antes de ir meu rei. – Pediu e saiu.

Amélia apesar de saber dos bons modos, não os seguiu e revirou os olhos.

- Eu a amo Amélia, isso você não pode me tirar. – Disse o rei, sentando em sua cadeira.

- Que seja Rumplen. Eu só vim avisar que Regina Terrey é Regina Swan. E devemos mata-la.

O homem a olhou incrédulo, ela falava tão calma que fazia cada palavra ficar mais sem sentido.

- Elas se parecem, essa rainha é bem grudada em Zelena, deve ter pedido auxilio a Emma após fugir daqui e a transformou naquilo, e virou rainha. Voltou para se vingar é claro. Ou achar a sumida da filha. Mesmo assim lembra que ela cometeu um crime e deve pagar, e ainda podemos pegar o Reino dela, e melhora-lo. Como nos velho tempos Rumplen, o que acha?

- Amélia, está ficando louca, eu não vou compactuar com isso, e quero você longe das rainhas ouviu bem?

- Não pode me impedir. – Resmungou antes de sair.

Isabelle não terminou de ouvir a conversa e decidiu contar a Zelena pela amizade que as duas tinham.

Desceu para o segundo andar e bateu na porta do quarto de Zelena. Não foi muita surpresa ver a Rainha Regina abrir a porta.

- Regina. - A morena mais velha estranhou a intimidade e fez uma careta. – É incrível como o que seja que você fez com esse Reino, não lembramos de você com Emma, se quer que ela tenha vindo aqui, e nem de vocês fugindo, mas sei que a Boa rainha é também a Irmã de Zelena, e Amélia só confirmou isso agora na conversa com Rumplen. Eu só desconfiava antes.

- Isabelle, é bom ter uma aliada por aqui. – Disse a rainha a abraçando.

- E pelo jeito, também temos uma inimiga. – Disse Zelena sentada na cama.

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Robin montou em seu cavalo junto com seus irmãos, seu arco e flecha estava preso. Seu pai veio logo em seguida em seu cavalo branco. Eles se preparam e correram até o lago e de lá o dia seria longo.

Robin corria, caçava animais com talento, saiu da densa floresta fria com um grande lobo.

Seus irmãos e seu pai também tinham animais mortos arrastados, e juntos fizeram fogueira, comeram uma galinha e conversam. Nadaram no lago, e apostaram corridas de cavalos e até mesmo a pé.

Robin se divertia, e por um momento pensou, se a guerra a tiraria isso.

Já mais para costa, em um belo castelo feito de pedras azuis do mar, Alice se aventurava pelo território do castelo, vasto mato molhado e a serração baixa, ela sorria ao brincar na grama e entar correndo na sala sem se preocupar, Robert bebia tranquilo na cozinha, e não pode ver a felicidade de Alice, ele sequer ligava.

Ela bufou pela solidão, e olhou para o mar da janela e pediu que seu irmão recebe a sua carta.

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Em uma ilha no anoitecer, um jovem rapaz de olhos claros e cabelo curto e preso, se afogava em irritação, olhando focado a uma lareira quente, ele pensava em sua irmã e no Reino que jurou proteger.

- Sir James Rogers? – Chamou o criado abrindo a porta do escritório. – Duas cartas da Nação do Pico Gelado, uma delas tem o selo Real, a outra acredita ser da Nossa Majestade, Alice Rogers. – Disse o criado entregando as cartas ao homem.

- Tudo pronto para amanhã? – Perguntou abrindo as cartas. O criado assentiu. – Obrigado Crane, pode se retirar agora.

James abriu a primeira carta:

Aqui o Sol acabou de surgir meu irmão, sinto sua falta grandemente, e queria poder dizer que vamos nos ver em breve mas temo por minha morte e acredito que seu lugar agora é ai, em nossa Terra, de um modo calmo e formal peço que cancelem o casamento, eles querem tomar minha coroa e minha vida. Me salve James, ache outra aliança, mas tenha cuidado antes de me tirar daqui a pessoas inocentes que asseguram minha proteção. Meu irmão me salve rapidamente, ainda nesse dia que recebe essa carta,mas não fique nervoso. James presciso ir para casa, viva e ainda rainha.

Com amor, Alice.”

Rogers respirou fundo sentido uma dor de cabeça lhe atingir, sua irmã prescisa dele. Antes de qualquer atitude abriu a segunda carta.

Caro Sir Rogers, quantas vezes hoje pensou em ser rei da Terra que pisa? Acredito que muitas por muitos motivos. Podemos nos ajudar e criar um futuro melhor, confie em mim e se alie ao meu plano e teremos tudo que sonhamos, quanto a sua irmã está longe para ver isso. Até o casamento Rei James.

Vindo com ajudas da Rainha.”

Rei? Nunca. Ele estava bem como bastardo, como o irmão da Rainha, como seu amigo. Estava bem como noivo decente de Megan, e pela sua hora ficaria assim. Não denunciaria o Rainha Amélia, mas tão pouco si juntaria a ela.

- Crane, chame Barba negra, tenho um serviço para ele, e cancele minha viagem, e traga papéis tenho uma carta para escrever. – Gritou James levantando de sua cadeira e jogou os papéis no fogo. Viu eles queimar e esperou Crane chegar. – Agora! – Gritou novamente.



Notas Finais


E ai pessoinhas gostaram?
Comentem e até a próxima💖


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