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História Mosqueteiras in Korea - Capítulo 11


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Notas do Autor


Este capítulo é para Nancy... É só o começo! Você não precisa de muros!!

Capítulo 11 - Noona


Fanfic / Fanfiction Mosqueteiras in Korea - Capítulo 11 - Noona

A madrugada de ressaca era o anúncio de que as coisas tinham ficado confusas, ao menos para Ana e Nancy era assim, as duas eram as únicas acordadas, após uma rápida troca de mensagem estavam na cozinha preparando um café, exclusivamente para elas, pois sim, elas não tinham pique pra fazer nada para o batalhão, elas sabiam que aquela casa de repente ficou perigosa, era um batalhão de hormônios em colisão, precisavam conversar.

- Até agora não acredito que vi minha filha e o meu filho do coração (Ana se referia a TaeTae) correndo de mãos dadas na neve. Não PODE!

- E Vivian com o tal de oppa pra cá e pra lá com o G Dragom, ele explicando de tatuagem e os dois combinaram de fazer uma tatuagem juntos! Não sei se permitirei.

Ana quase cuspiu o café dando risada – Sério eu não acreditei no Taemin ontem a noite, mas o Key, até agora estou processando o que você me disse...Por qual motivo repreendemos nossas filhas?

As duas caíram na risada.

- Menina vai conta, como é o beijo do Jimin?

- Ahhh, Nancy, nem era pra ser, eu nem sei ... Poxa ele é um menino, gostoso pra cacete, mas menino, aquele cabelo dele tá me deixando doida, mas não posso esquecer que tenho 19 anos a frente.

- E se fosse o Taemin?

- Puts, é a mesma coisa que me perguntar e o menino que você viu crescer? Eu o acho lindo, sinceramente adoraria tocar, mas tenho consciência, eles são muito mais novos... Você teria coragem de pegar o JK?

- Eu? – Ela olhou tímida – Pegaria sem arrependimento.

- Eu preciso desta coragem... Ahhh não me enrola fala do Key!

- Falar o quê? Ele me deixou perdida, não sei o que pensar, mas se ele quiser que eu seja a Helena (referência sua fanfic)... – Um suspiro e um susto com a entrada de JK com cara de quem acordou, literalmente ele estava com um pijama, aliás só com a calça do pijama e o cabelo despenteado, coçando os olhos abriu a geladeira e pegou uma garrafa de leite, após beber, e as duas se deliciarem com a visão, ele disse com voz rouca: - Oi.

Ana só parou de apreciar por ver Taemim chegando do mesmo jeito com cara de sono e sentando na banqueta.

- Quer café? – Ela estendeu a sua xícara e ele aceitou. Sem nem hesitar ela pegou na mão dele e disse: Você precisa de uma camiseta e o arrastou escada à cima.

- Noona Ottŏke?

- Hã – Nancy estava perdida nos gominhos daquela barriga trincada.

- Estou com fome.

- Há – Ela balançou a cabeça e ficou rodando meio perdida – Eu cozinho para você.

Minutos depois ela lhe servia café, omelete de presunto e queijo, além de torradas com requeijão.

- Mashitta!

- Quando você estiver com fome é só pedir, eu cozinho para você, mas não conheço muito da culinária coreana.

Ele a olhou de cima a baixo e com um sorriso safado disse: Tenho certeza de que você sempre vai me deixar satisfeito.   

A piscada que ele deu deixou Nancy com as pernas bambas.

- Sabe Noona eu li suas histórias .

Pronto, ela começou a xingar mentalmente quem traduziu suas histórias, como assim eles agora iriam ataca-la por causa da sua mente escritora.

- Acho legal o trabalho de vocês, reescrever as histórias das pessoas é algo legal – Ele disse enquanto pegava mais um pouco de café.

Seu coração deu um salto, por milagre ele falava da empresa que elas criaram e não de suas  fanfics.

JK terminou de comer e Nancy retirou as louças, estava na pia lavando quando sentiu a respiração dele, que se encostou totalmente nela e disse: Noona, você gosta que eu te chame assim né. – ele simplesmente envolveu seus braços sobre seu corpo e o explorou sem nenhum medo que alguém entrasse. – Eu gosto de ser um coelho branco pra você.

O coração dela tremia, ele leu suas fanfics sim e começou a tocar seus seios enquanto falava em seus ouvidos, audacioso, tinha enfiado a mão por sua camisa, e mesmo com o sutiã, ele podia tocar seus mamilos... “Bendita hora que elas resolveram comprar calcinhas e sutiãs novos e totalmente sexy”, era o seu pensamento... – "JK por favor alguém pode aparecer."

- Vire pra mim. – A ordem autoritária dele a fez obedecer imediatamente. – Assim que gosto obediente! -Ele a encarou com um olhar penetrante e segurou sua nuca, foi chegando perto de sua boca e a beijou.

Nancy estava entregue aqueles braços, ele a segurava com força, a sua boca era invasiva e sua língua explorava a dela sem reservas ou doçura, JK era como sua dança: sensual, rápido e sexy, suas mãos desciam e lhe apertaram a bunda com força, sua língua era rápida, tomava conta de sua boca, o gosto de café misturado com o seu beijo quente era extremamente embriagador, ela podia se sentir solta, como se o mundo desaparecesse, então sentiu algo duro lhe tocando e percebeu que ele estava excitado ao extremo, sim ela podia senti-lo e era extremamente desejoso tocá-lo, sem frescura ela passou a mãos sobre seu tanquinho e era uma delícia senti-lo, a guerra entre suas línguas era intensa e prazerosa, ela não resistiu e o tocou, pode ouvir o gemido de sua garganta, e ficou impressionada com o que sentiu, sem reservas acariciou uma, duas, três vezes e não conseguiu parar, baixou a calça e o viu. Ela ficou impressionada com o que estava vendo e o desejou imensamente.

O beijo foi interrompido, ele a olhava com cara de safado e disse: Não quer tocar?

Ela sorriu era a frase perfeita, levantou seu moletom, segurou sua mão e o puxou para o banheiro do andar de baixo. Ao entrarem foi à vez dela o puxar para si, suas bocas se encontraram e Nancy mordeu o lábio dele o fazendo gemer, depois ela o beijou com intensidade, e sem reservas abaixou suas calças novamente.

- JK você não sabe o quanto a Noona quer te provar. – Automaticamente ela puxou o cabelo dele e começou a beijar o seu pescoço, em seguida soltou seu cabelo e suas mãos exploraram o seu corpo, como ela queria mais começou a chupar e lamber o seu dorso, seu corpo parecia ter sido esculpido, ela o lambia vagarosamente, deteve-se nos seus mamilos, lambia um e dedilhava o outro, inverteu o gesto e então foi se abaixando, era tão extasiante sentir aquele corpo, ouvir sua respiração forte interrompida por gemidos, sua língua lambeu o seu umbigo e se deteve ali, suas mãos brincavam com os pelos que estavam totalmente expostos. Sim naquele momento ela se deliciava em seu corpo.

- Noona! Ele falou entre, os dentes com os olhos fechados e entregue ao prazer.

Ela olhou para o que estava próximo aos seus seios, parecia ter vida própria e se mexia como uma cascavel, pronto para ataca-la, suas mãos o seguraram firme, com o polegar ela simplesmente massageou sua cabeça rosada, sim era lindo, tudo nele era lindo, queria experimentar todos os seus pedaços e sabores, ele estava ali só para ela, era enlouquecedor, sua língua apenas brincava com sua haste e ele gemia totalmente entregue.

Era apenas 5 horas da manhã e parecia que era verão ao meio dia, o calor os incendiava, JK segurava os seus cabelos e adentrava a sua boca sem pena ou medo, ela por sua vez apertava suas nádegas lhe cravando as unhas, ele apenas se entregou ao momento, várias vezes, até seu corpo chegar ao ápice e ele não aguentar mais, o seu prazer se manifestou com gemidos e palavras inapropriadas. Após perceber que só ele havia chegado ao ápice ele disse:

- Noona eu não trouxe camisinha, mas eu quero te dar prazer.

Antes que ela falasse qualquer coisa ele se ergueu, e a beijou com intensidade, ele podia sentir o gosto dele dentro dela e isto o deixou louco, se odiou por não lembrar da camisinha, mas ele só tinha levantado para beber algo. Seus beijos intensos foram a empurrando para perto da pia, ela usava um baby doll e ele apenas puxou a parte de baixo, puxou com tanta força, que shorts e calcinha caíram no chão, na pia havia espaço o suficiente para coloca-la e foi o que ele fez, assim ele a ergueu enquanto a beijava, e  suas mãos a tocaram sem nenhuma vergonha.

Nancy estava totalmente entregue, se sentiu uma pluma ao ser erguida por ele, sem nenhuma reserva a mão dele lhe tocou, primeiro ele brincou com seus grandes lábios, fez o contorno com o indicador de um lado para o outro.

- Você está molhada Noona.

 Então enfiou um dedo dentro dela, ela se contorceu, ele o tirou e enfiou dois dedos o seu polegar acariciava seu clitóris, com movimentos rítmicos seus dedos trabalhavam, ela não acreditava naquilo e gemeu diante daquelas mãos maravilhosas.

- Noona eu não tenho preservativo, mas tenho mão!

Os beijos de JK e suas mãos a levaram algum oásis real, ela sentia seu corpo todo tremer e que dedos enormes eram aqueles, estavam a enlouquecendo.

- Noona você está tão perfeita! Eu queria te foder por inteira.

Sim o maknae falava besteiras, mas naquele momento era alucinador ouvir, ela se extasiava e pensava como seria senti-lo dentro dela. De repente ele tirou a mão, antes que ela protestasse ele abaixou e pode sentir sua boca suga-la, invadi-la, requerê-la com urgência, ela levantou as pernas e pôs sobre seus ombros, apesar de jovem, ele sabia o que fazer com aquela língua e o prazer do orgasmo que teve foi a prova disso.

Ele se ergueu sabendo que ela tinha entrado em sua Nirvana, novamente a beijou.

- Noona estamos quites, da próxima vez eu quero te comer de verdade – ele falou com sua boca sobre a dela e a beijou de novo, para então abrir a porta do banheiro e sair.

Nancy precisava se recompor, apenas trancou a porta do banheiro, abaixou a tampa da privada e sentou.

 - - - - - - - XX - - - - - - - - -  -

Taemin olhava pra Ana sem acreditar, ela o havia levado até a porta de seu quarto e o ordenava que se vestisse direito.

- Por que o JK não teve que se vestir?

- Ele não é problema meu.

- Como assim?

Ana riu como explicaria que elas tinham suas preferências e JK era problema da Nancy. – Não importa não quero que te vejam assim.

- O mundo todo pode me ver sem camisa, tem várias fotos por aí.

- Tá, mas ao vivo não!

- Você está com ciúmes? – Ele riu e ela quase morreu de fofura.

- Não é ciúmes, você sabe que delas eu sou a mais antiga no K Pop? Eu te vi menino, sempre disse que você seria o que é hoje em dia, mas não quero que todos saibam.

- Porquê?

- Por que o que é meu eu não divido!

- Eu não sou seu!

- Realmente não é, mas no meu grupo é!

- Se eu tenho que te dividir com o Jimin, por que eu não posso ser dividido com elas?

Ana suspirou, realmente ele era difícil, ele ainda estava preso no beijo com o Jimin, e não iria parar com isso se ela não mostrasse que aquilo não tinha nada demais.

- Foi só um beijo, bobeira, você nunca beijo assim?

- Não!

 Podia ser 5 horas da manhã, ele podia ser bem mais jovem, mas ela não era do tipo que fica enrolando e simplesmente resolveu a situação, o puxou para perto e disse “Você quer que eu te beije também?”

Eles estavam aspirando a respiração um do outro, a altura que era similar permitia que seus olhos estivessem conectados, ela o segurava pelo ombro, ele pôs uma das mãos em suas costas, ela passou a língua em seu queixo, ele abriu a boca, era um convite e ela o aceitou.

O beijo intenso os envolveu, mas não havia plateia e assim a suas mãos puderam se explorar por alguns momentos intensos, ela o sentiu em sua totalidade, o toque era quente e ao mesmo tempo doce, ela não sabia explicar, afinal quantas vezes ela o viu em danças sexy e o desejou, mas ao mesmo tempo havia algo gritando dentro dela para não ultrapassar a linha que poderia misturar a ideia do cantor com o homem, por isto, o empurrou.

- Pronto agora você já sabe como é– Ela se virou e entrou no seu quarto, ela estava dividindo um quarto apenas com Nancy, se sentou na cama, sua respiração estava acelerada, que foi aquilo?

Ela se sentia perdida, o beijo dele era intenso e doce não era o que ela tinha em mente, suas mãos rápidas aparentemente pareciam conhecer bem como tocar uma mulher, talvez devesse tomar um banho, com essa intenção foi pegar suas coisas, mas antes que terminasse viu um homem ousado adentrar o seu quarto e trancar a porta.

- Precisamos conversar!

- Eu acho que eu quero tomar um banho e descansar até às 7h. da manhã.

- Você é sempre assim?

 - Assim como?

- Um furacão! Não se sai antes de terminar o que começou.

- Eu terminei. – Ela o olhava vindo em sua direção.

- Eu preciso de mais respostas.

- Quais? - ela jogou suas coisas no chão e sentou na sua cama.

Ele se aproximou, ajoelhou e segurou as mãos dela – “Você mexe comigo.”

A franqueza dele a deixou perdida, mas sabia que era loucura – “Eu não faço parte disto tudo, não se confunda, eu amo você, mas de uma forma diferente, eu te vi crescer e...”

Ele a calou com um beijo, parecia loucura, sim era, aquele menino doce e tímido a estava beijando com toda a delicadeza do mundo, sem a malícia de antes, sem a necessidade do toque.

Ele se afastou e a olhou nos olhos: Você não entendeu, não tem haver com tudo isto, desde a primeira vez que te vi algo diferente aconteceu aqui dentro, ele levou sua mão ao coração e ela ficou sem palavras.

- Taemim eu não posso. – Ela não podia enganá-lo, ele era jovem e inexperiente, o mundo os massacraria e ela seria a que mais sofreria, não podia viver uma aventura, não queria mais sexo sem compromisso, ou amores impossíveis já havia vivido sua cota de decepções.

- Eu entendo, mas ... Ele se calou, levantou e saiu.

Ana não soube o motivo de querer chorar, mas chorou e depois pegou sua agenda e procurou aquela data onde escreveu: “Atemporal outra vez? Eternamente gélido e atemporal... Sempre atrás do inconstante, improvável e impossível?”

Desistiu do banho, guardou suas coisas e se deparou com a porta sendo aberta novamente, diante dela estava uma Nancy com cara de quem aprontou.


Notas Finais




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