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História Mostre-me suas asas - Taekook - Vkook - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oioi piticos ^-^

Estava arrumando minha estante de livros e vi "Olimpo em guerra". Então o plot surgiu na minha cabeça :)

Não é uma cópia quero deixar bem claro ok? Para provar, os quatro livros tem na internet, quem quiser ler...
Apenas me inspirei.

Caso vocês gostem deste meu prólogo curtinho, trarei o resto da fic. Estou com três capítulos quentinhos para vcs. E se não gostarem eu trago do mesmo jeito.
Fiquem com o prólogo meus amores. :3

Capítulo 1 - Prólogo.


Com a pouca iluminação da minha lanterna, consigo enxergar o guarda-chuva lilás pendurado na porta  do quarto. Saio da cama devagar, com cuidado para não tropeçar nos meus pés ㅡ acontece com frequência ㅡ caminhando até o objeto, o pegando. Tento acender a luz do quarto, tentativa essa, falha.

ㅡ Merda. ㅡ Praguejo. ㅡ Tempestade dos infernos. Como se não bastasse o céu está desabando em águas, ainda tem que cair a energ- ㅡ Me calo ao ouvir o barulho novamente, estremecendo.

Coloco os pensamento em ordem e lembro do porquê que me acordei a essa hora da madrugada e deixei meu ninho macio e quente.

Tem alguma coisa no terraço.

Abro a porta de uma vez, enfurecido. Vou a passos rápidos até a porta de saída, me retirando na mesma velocidade que usei para sair do meu casulo agora a pouco.

Ando até o fim do corredor com o guarda-chuva em mãos, o apertando com tanta força, que se não fosse de ferro, teria quebrado.

Abro as duas portas que dão para o terraço, subindo as escadas. O que quer que estivesse fazendo esse barulho insuportável, vai levar uma guardachuvada bem no meio do coco oco. Oras. Onde já se viu, interromper meu sono em pelo dilúvio?

Ao chegar lá em cima, sinto o vento gelado me receber de braços abertos, junto de sua amiga; a chuva. Ignoro o fato de não estar com roupas adequadas para o clima, e saio com o flash do celular ligado, apontando para todas as direções, procurando o infeliz que irá ser alvo de minha arma fatal.

Passando a luz pelo canteiro de rosas vermelhas, vejo que estão todas amassadas em direção a morte.

ㅡ Tomara que tenha caído de cabeça. ㅡ falei baixinho, me aproximando da borda do terraço, para ver se a “coisa” tinha realmente caído. 

Passos.

Ainda está aqui. E fazendo barulho.

Me viro rápido, iluminando o local de onde o som vem. Vejo com dificuldade ㅡ por causa da água ㅡ uma silhueta estranha, na qual nunca cheguei a presenciar. Me aproximo devagar agora, forçando a vista para ver se identifico que ser vivo era aquele.

ㅡ Oi? ㅡ Pergunto para a coisa a minha frente. Respira, respira e nada me responde. Sou ignorado. Audacioso ㅡ Olha aqui seu Demogorgon. Você vem no terraço do meu prédio, dança sapateado em cima do meu quarto, acorda a minha pessoa e ainda se acha no direito de me ignorar?! Olha eu tenho uma guarda-chuva e não tenho medo de usar ㅡ Seguro objeto como se fosse um taco de baseball.

Em resposta, ouço um som baixo, algo parecido com um… choro? Logo em seguida, a silhueta desaba e vai de encontro ao chão. Assustado, chego mais perto  inclinando a mão com a lanterna para identificar e generalizar aquilo.

ㅡ Hum... Ei? Você está bem? ㅡ cutuco com a pontinha da pantufa encharcada. Me abaixo, ficando de cócoras, enfiando a lanterna na cara dele, que em consequência, fecha os olhos e os aperta. ㅡ  Eita. ㅡ Encosto meu celular no chão e vejo que ele continua de olhos fechados. 

A água deve estar lhe incomodando os olhos. Bem feito, patife. seu barulho me incomodou também. E muito. 

Abro o guarda-chuva  que trouxe ㅡ resmungando ㅡ para espancá-lo e nos protejo da água fria. Enfim vejo seus olhos. Tão escuros quanto o céu esta noite, mas tão brilhantes quanto as estrelas ㅡ não existentes hoje.

ㅡ O-obrigado. ㅡ Me assusto um pouco ao ouvir sua voz doce, mesmo na situação precária que esteja; sujo de lama e com algumas feridas. ㅡ Fico por um tempo olhando seus machucados pequenos no rosto, e logo direciono minha atenção para seu peitoral a mostra com horríveis cortes. ㅡ F-frio… ㅡ Só então percebo que ele está batendo os dentes em uma velocidade extraordinariamente rápida.

Por mais que ainda esteja revoltado com ele por ter me acordado, tenho o coração muito mole. Não posso deixá-lo morrer de frio.

ㅡ Consegue andar? ㅡ Pergunto, e ele balança a cabeça para um lado e para o outro, com cuidado. Respiro fundo, antes de largar o guarda chuva e tentar pegá-lo no colo. 

Ouço ele soltar um gemido, e paro de me mexer olhando para seu rosto. 

ㅡ Que que foi agora? 

ㅡ D-dói muito. 

ㅡ Onde? ㅡ Ele aponta para as costelas, e só agora percebo que estão um pouco tortas. ㅡ Ah, então esse é o motivo de sua silhueta parecer a de uma mutação estranha de algum Pokémon. Relaxe, serei cauteloso.   

ㅡ P-por f-fav-vor  ㅡ Olho para seus lábios roxos por conta do clima. Quase sinto dó. 

Me levando devagar, com dificuldade porém cauteloso. Vou a passos pequenos ㅡ por causa do peso, já que ele é bem maior que eu,  e não para deixa-lo confortável, já que ele não pensou em mim quando resolveu se machucar e procurar abrigo no meu terraço. 

Na hora de descer as escadas, minha vontade é de jogá-lo ali para que fosse rolando. Porém me contive por não querer que os vizinhos me odiassem mais ainda. 

Chegamos no meu apartamento e eu o deito no chão perto da porta. 

ㅡ Fique aqui já volto. ㅡ Falo e vou correndo para meu quarto, pegar um lençol. Quanto mais rápido eu for, menos ele suja meu chão perfeitamente limpo. 

Coloco o pano sobre o sofá, e o pego no colo novamente, deitando-o delicadamente no móvel ㅡ Sim, eu fui delicado. 

Olho pela janela e vejo que o dia está clareando. Inferno, não descansei nada.





Notas Finais


Foi só pra aquecer rsrs.
Os próximos capítulos estaram com bem mais palavras, isso eu garanto. :)

Deem uma chance please.

Me sigam: @Yeotan_Cacareja.

Desnecessário:

Antes de virem falar, eu sei que o nome do cachorrinho do Tete não é "Yeotan" e sim "Yeontan". Mas como não cabia eu tirei o N.
Pois é. Já vieram militar por causa disso.


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